Rede Empresarial pela Sustentabilidade


O Programa Rede Empresarial pela Sustentabilidade, tem como objetivo levar o movimento de Responsabilidade Social Empresarial para todo o Brasil. Sua missão é contribuir para internalização de valores e práticas na cultura de gestão e processos gerenciais, que propiciem a contribuição para uma sociedade sustentável e justa.

A sua atuação se dá por meio de atividades como: seminários, oficinas, encontros temáticos, palestras. Sua articulação visa incentivar e apoiar a consolidação de redes empresariais, permitindo a ampliação e o fortalecimento do movimento de responsabilidade social empresarial nas regiões de atuação do Instituto Ethos. Atualmente, o programa está presente nos seguintes estados: BA, DF, ES, GO, MG, PE, PR e RJ.

A Rede Empresarial pela Sustentabilidade é aberta a empresas associadas e não associadas, bem como entidades empresariais, academia, jornalistas, ongs e outros indutores do movimento de RSE.

Em 2008 foram realizados 102 encontros de Mobilização. Para 2009 estão previstos 81 encontros.

Clique aqui e confira a programação da Rede Empresarial pela Sustentabilidade do seu estado.

Contato para informações: solange@ethos.org.br

Solange Rubio
Mobilização
Rede Empresarial pela Sustentabilidade
Instituto Ethos

MÉDICOS SEM FRONTEIRAS


Boa noite,

Para aqueles que estão recebendo mensagens da Alavanca Social pela 1ª vez, a “SÉRIE MODELOS DE SUCESSO” é uma homenagem que fazemos periodicamente, relatando um pouco sobre Empresas do 1º, 2º e 3º setor que realizam trabalhos de destaque em favor das pessoas e o meio ambiente, incluindo-se aí projetos virtuais de sucesso na internet e que igualmente oferecem excelentes resultados para todos.

Hoje, estaremos falando um pouquinho da Organização “MÉDICOS SEM FRONTEIRAS”.

Existem em todas as partes do mundo, histórias de dedicação, abnegação, entrega, doação, despreendimento e até sacrifícios, e posso afirmar que as pessoas que fazem parte desta obra maravilhosa, composta de dezenas de projetos pelo mundo todo, podem ser enquadradas dentro deste contexto. Recebo sempre informativos sobre o trabalho realizado em várias partes do planeta, entro no site para conhecer mais detalhes e não me canso de admirar tanta força de vontade em ajudar o próximo. O que está descrito logo abaixo, é apenas uma síntese da Organização e recomendo que entrem no site: http://www.msf.org.br para conhecer com mais detalhes sobre esta obra admirável.

História

Médicos Sem Fronteiras foi criada em 1971 por um grupo de jovens médicos e jornalistas que, em sua maioria, tinham trabalhado como voluntários em Biafra, região da Nigéria, que, no final dos anos 60, estava sendo destruída por uma guerra civil brutal. Enquanto trabalhavam para socorrer as vítimas do conflito, eles perceberam que as limitações da ajuda humanitária internacional da época eram fatais. Para tratar dos doentes e feridos era preciso esperar por um entendimento entre as partes em conflito ou pela autorização oficial das autoridades locais. Além do emperramento burocrático, os grupos de ajuda humanitária não se manifestavam diante dos fatos testemunhados. Em 1971, o sentimento de frustração desse grupo e a vontade de assistir às populações mais necessitadas de modo rápido e eficiente deram origem a Médicos Sem Fronteiras. A organização surgiu com o objetivo de levar cuidados de saúde para quem mais precisa, independentemente de interesses políticos, raça, credo ou nacionalidade. No ano seguinte, MSF fez sua primeira intervenção, na Nicarágua, após um terremoto que devastou o país. Hoje, mais de 22 mil profissionais trabalham com Médicos Sem Fronteiras em mais de 70 países.

Carta dos Médicos Sem Fronteiras

“A organização Médicos Sem Fronteiras leva socorro às populações em perigo e às vítimas de catástrofes de origem natural ou humana e de situações de conflito, sem qualquer discriminação racial, religiosa, filosófica ou política.”

“Trabalhando com neutralidade e imparcialidade, os Médicos Sem Fronteiras reivindicam, em nome da ética médica universal e do direito à assistência humanitária, a liberdade total e completa do exercício da sua atividade.”

“Eles se empenham em respeitar os princípios deontológicos da sua profissão e em manter uma total independência em relação a todo poder, bem como a toda e qualquer força política, econômica ou religiosa.” “Voluntários, eles medem os riscos e perigos das missões que realizam e não reclamam qualquer compensação que não seja aquela oferecida pela organização.”

Evento

Médicos Sem Fronteiras no Brasil gostaria de convidar a todos para a Exposição Interativa Médicos Sem Fronteiras no Mundo, que estará em São Paulo durante abril de 2009. Entre 08/04 e 03/05, a exposição poderá ser vista na Marquise do Parque do Ibirapuera (acesso pelo Portão 3). O evento funcionará às terças, das 12h às 18h, e de quarta a domingo, das 8h às 18h. Semanalmente, profissionais que trabalharam com MSF no exterior irão compartilhar suas experiências com os visitantes da exposição. Confira abaixo os dias e horários das palestras: –

  • 08/04, às 14h: abertura da exposição com Simone Rocha, Diretora Executiva de MSF Brasil.
  • Palestra com Raquel Yokoda: “Moçambique: a experiência de uma médica”.
  • 18/04, às 11h: “Etiópia, a experiência de uma pediatra: Maria Claudia Senatora Soares”.
  • 25/04, às 11h: “Moçambique, a experiência de um infectologista: Tiago Dal Molin”.
  • Gostaríamos de agradecer a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade de São Paulo por nos apoiar.

II Congresso Brasileiro de Fundações


II Congresso Brasileiro de Fundações

Marcelo Rachid de Paula

Ontem, 30/03/2009, estive no II Congresso Brasileiro de Fundações, realizado no Memorial da América Latina em São Paulo.  O encontro teve a duração das 08:30 as 17:00 e abordou diversos temas de relevante interesse para a área do 3º setor.

Os assuntos abordados foram:  “O Supremo Tribunal Federal e o Terceiro Setor”, exposto com alguns detalhes pelo Ministro do STF – Dr Ricardo Lewandowsky e que falou das tratativas do STF no julgamento de causas que lá chegam e algumas particularidades relacionadas a casos do 3º Setor.

A 2ª palestra, exposta pelo Profº Eduardo Marcondes Filinto da Silva, com o tema: ” As Fundações prestando contas à Sociedade Civil, onde foram abordadas situações relacionadas a metodologias utilizadas em vários estados brasileiros para medir as ações das Fundações e seus aspectos mais relevantes, com a apresentação dando ênfase para resultados de pesquisa realizada a partir do universo de Fundações no estado de São Paulo, mostrando inclusive o avanço no estudo sobre estas instituições e a importância da relação de transparência ente o poder público e o privado.

A 3ª palestra, a qual discorreu sobre o tema: “Imunidade e Isenção Tributária para as Fundações e Entidades de Interesse Social”, foi ministrada por quatro especialistas – Dr Roberto Quiroga (tributarista), Dr José Eduardo Sabo Paes (procurador de justiça do MP-SP),Dra Iliana Graber de Aquino (tributarista) e o Dr Rodrigo Rollemberg (deputado federal) e cada um, de acordo com sua especialidade, expuseram suas opiniões dentro deste tema, proporcionado um debate no final do encontro.

Independente das opiniões pessoais dos palestrantes ou da seleta e numerosa platéia no local, ficou clara a preocupação de todos com os rumos do 3º setor no Brasil e principalmente a incerteza nas decisões políticas em todos os segmentos da sociedade.

Por diversas vezes o artigo 150, inciso VI, alínea “c”,  da Constituição Federal (CF) foram colocados em destaque, bem como o artigo 14 do Código Tributário Nacional (CTN), que tratam a questão da isenção e imunidade tributária, fazendo claramente a alusão ao desrespeito que está havendo por parte das autoridades dos três poderes na hora de decidir sobre esta questão no 3º setor.

É tempo de reflexão para as entidades do 3º setor, de tomar posições mais contundentes no momento de decidir e fazer valer a sua força nestas questões de relevante importância para todas as camadas da sociedade, principalmente aquela carente de ações por parte daqueles que podem fazer a diferença na mudança do quadro atual e como diz o ditado, apenas “Fazer o bem sem olhar a quem” .  É hora de deixar de lado os interesses pessoais e prestar mais atenção nas reais necessidades da população e do meio ambiente.

A todos um grande abraço e tenham uma ótima semana !!!

https://alavancasocial.wordpress.com

Captação de Recursos: Problema ou Solução


Captação de Recursos no 3º Setor: Problema ou Solução ?

Definições em Dicionário da palavra Captar

1. Atrair para si, granjear, conquistar

2. Granjear por meios astuciosos ou fazendo valer o próprio mérito.

Uma definição que não condiz com realidades do universo que envolve o 3º Setor.

E porque digo isso ?

Muito mais que a palavra, a captação é uma das principais ferramentas para que sonhos, idéias, desejos e projetos sejam realizados. E digo uma das principais devido ao ingrediente mais importante em todo e qualquer processo, que é a presença do Ser Humano, que aliado à sua capacidade de realização, força, desejo e livre arbítrio, pode transformar e conseguir tudo o que almeja.

Não que a definição no dicionário não esteja correta, porém, apenas mostra o significado de uma forma bem simplista, não contendo aí o resultado do trabalho individual de cada ser envolvido em um processo de captação.

Antes de tudo, a Captação de Recursos deve estar inteiramente atrelada às necessidades das instituições, colocando-a num patamar de importância devida para que os projetos se realizem, porém, nunca colocá-la acima das necessidades do objetivo que se deseja atingir, que são as comunidades e o meio ambiente, que são beneficiadas com os resultados.

O sucesso da Captação deve estar atrelado à Missão da Instituição e a sua realização tem que acontecer de forma “vertical”.

E porque vertical? Porque a intenção verdadeira de que o projeto é importante tem de nascer inicialmente das pessoas que comandam, procurando transmitir a todos os outros colaboradores (principalmente o voluntariado) a importância, a necessidade e os benefícios para todos os envolvidos.

O que observo em minhas visitas a Instituições do 3º Setor, é a inoperância das pessoas que estão comandando, deixando para poucos abnegados, a tarefa de “correr” em busca dos recursos.

Fazendo uma simples comparação, podemos imaginar a figura de uma pirâmide, que traduz a realidade do que estou querendo expor. Usando pirâmide como referência, temos o seu topo, que podemos definir como o universo de pessoas que comandam a organização e logo abaixo, temos todos aqueles que completam este quadro, que são os colaboradores e tudo o que envolver a natureza do projeto, inclusive a parte assistida.

Tudo tem de estar interligado, todas as pessoas tem de estar diretamente envolvidas com o principal propósito da instituição, que é servir de ferramenta para que tudo se realize e traga todos os benefícios imaginados. Desejos pessoais, vaidades, postura crítica, são ingredientes nocivos a qualquer campanha de Captação de Recursos e que impedem a realização do todo.

Juntamente com o desejo da realização, está a maneira organizada e profissional com que os detalhes vão sendo elaborados e lapidados, sendo necessária a correta preparação de todas as pessoas envolvidas no processo.

Certa vez, em um dos diversos cursos que fiz para conhecer e me preparar melhor, para atuar no 3º Setor, ouvi uma frase de uma instrutora que creio define bem tudo o que desejamos conseguir em nossas vidas: “Para que tudo tenha sucesso, procurem sempre administrar soluções, deixando os problemas em plano secundário”

Vejam sempre como uma grande solução!

Nos processos de captação, sejam elas, humanas, financeiras ou materiais, o mais importante é o comprometimento total e de todos com a causa, buscando sempre soluções que superem problemas e que tragam o desejado.

Captação, antes de qualquer coisa, é o desejo e a alma de quem procura e está envolvido no processo e a união de todas as partes passa a ser de fundamental importância para o sucesso de todos os empreendimentos.

Marcelo Rachid de Paula 24/02/2009

FORUM DE PLATAFORMAS


Fórum de Plataformas Nacionais de ONGS se reencontra durante o FSM

No dia 30 de janeiro, durante o Fórum Social Mundial em Belém, Plataformas Nacionais de ONGS encontraram-se para dar seguimento à criação do Fórum de Plataformas Nacionais de ONGS. O encontro, promovido pela Coordination SUD em parceria com a ABONG, teve o objetivo de avançar nas propostas para a governabilidade do Fórum e nas suas temáticas.

O Fórum pretende facilitar a cooperação entre as associações nacionais de cinco continentes e as coalizões regionais de ONGs nos níveis regional, inter-regional e internacional. No encontro em Paris, definiram-se seis temas prioritários a serem trabalhados no âmbito do Fórum, são eles: Financiamento ao Desenvolvimento, Mudança Climática, Regulação dos Mercados Agrícolas, Acesso à água e saneamento básico; Resolução e Prevenção de Conflito e Desigualdade social e Exclusão.

Para saber mais sobre o Fórum de Plataformas Nacionais de ONGs, acesse: http://www.abong.org.br/final/informes_pag.php?cdm=19347

CRISE ?


O artigo abaixo nos remete a fazer uma reflexão sobre as consequências da “crise” mundial que se instalou oficialmente desde outubro/2008.  Porque digo “oficialmente” ?   Porque enquanto ela não foi devidamente divulgada e noticiada, todos os mercados e países do mundo estavam trabalhando e criando novos meios e condições para seu próprio crescimento e também para o benefício global.   Bastou ela ser divulgada que, como num passe de mágica, Bancos quebraram, empresas faliram, outras já começaram a falar em demissões em massa,….e por aí afora.

Até onde se estende verdadeiramente a atual crise e até que ponto a ganância de alguns e esperteza de outros contribuiram para que ela se tornasse ainda maior do que realmente é ?  Ou será que o ser humano somente desperta para a realidade depois do fato consumado e divulgado ?  Até onde a manipulação de informações pode influenciar o todo ?

Estas são apenas algumas de milhares de indagações que podem ser feitas e com milhares de versões diferentes em suas respostas e avaliações.

O Terceiro Setor veio para ficar e fortalecer bases e necessidades já existentes.  Creio que este é mais um teste que deveremos passar, onde o fortalecimento de idéias e o desejo de realizar, aliadas a novas tendências, podem fazer a diferença nos resultados obtidos em seus projetos sociais e ambientais.   Vamos usar toda a criatividade que as pessoas possuem, todos os meios e recursos tecnológicos e principalmente uma característica chamada “Solidariedade” que está latente em todos nós !

Marcelo Rachid de Paula – 21/01/2009

Terceiro Setor deve sofrer forte impacto com a Crise Econômica

Para sobreviver, empresas apertarão o cinto, e projetos sociais ficarão em segundo plano; Segundo especialistas, crise global será importante teste para avaliar se as empresas manterão a atual onda voltada à sustentabilidade.

A crise financeira global acertará em cheio a onda de sustentabilidade que o mundo corporativo viu crescer nos últimos anos. Enquanto o financiamento para as organizações e projetos sociais acusa os primeiros sinais de aperto, em diversas empresas a preocupação com a área socioambiental começa a ceder espaço para a preocupação com a própria sobrevivência financeira.

Ainda que ninguém conheça ao certo a dimensão e os efeitos da crise sobre a economia real, especialistas ouvidos pela Folha são unânimes em afirmar que ela será um importante teste para a continuidade – ou a interrupção – dessa onda.

Em um primeiro momento, as estruturas de financiamento do chamado terceiro setor (representado pelas iniciativas da sociedade civil com caráter de utilidade pública) tendem a ser as mais afetadas devido à crise internacional.

“Estamos justamente em um momento de planejamento e, como o cenário para o próximo ano ainda é incerto, a tendência é o setor privado apertar o cinto no repasse de recursos ao terceiro setor. É um contexto preocupante para o terceiro setor como um todo e para o investimento social privado em particular”, afirma Fernando Rossetti, secretário-geral do Gife (Grupo de Institutos Fundações e Empresas), entidade que reúne os principais investidores sociais privados do país.

O aperto financeiro, que em alguma medida também virá do setor público, ocorre em um ambiente em que a competição por recursos já estava acirrada, resultado do aumento no número de organizações e das exigências mais rígidas por parte dos financiadores. E coloca em xeque a própria sustentabilidade de algumas organizações.

No Brasil, esse aperto tende a ser reforçado por uma característica local: a origem dos recursos repassados ao terceiro setor guarda estreita relação com os resultados das empresas em cada ano.

“As organizações que conseguiram diversificar o seu modelo de sustentabilidade, diversificando as fontes de receitas, são as mais bem preparadas para passar por essa crise. As que não fizeram isso tendem a ser mais prejudicadas”, afirma Rossetti, lembrando que esse movimento já ocorreu em outros países, como os EUA.

Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/site/noticia.asp?id=10860

Por André Palhano

Colaboração para a Folha

Fonte: Folha de S. Paulo

FBTS – Frente Brasileira do Terceiro Setor (Ação)


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Ação da Frente Brasileira do Terceiro
Setor no Congresso Nacional
A FRENTE BRASILEIRA DO TERCEIRO SETOR (FBTS) foi lançada no último dia 10, em Brasília, quando seus integrantes estiveram no Congresso Nacional para apresentar suas preocupações e reivindicações e buscar apoio à causa.
Fomos recebidos pelo senador FLÁVIO JOSÉ ARNS (PT-PR), relator do PLS 462/2008, que trata de questões do Terceiro Setor, em especial das repercussões advindas com a edição da Medida Provisória (MP) 446/2008.
No encontro, o senador destacou a indispensabilidade da atuação das Entidades Beneficentes de Assistência Social (EBAS) em prol dos beneficiários/assistidos, de forma complementar as atividades estatais.
O parlamentar ratificou o conteúdo da carta de lançamento da FRENTE BRASILEIRA DO TERCEIRO SETOR e enfatizou que as EBAS são destinatárias de imunidade e não isenção, e que isso deve ser contemplado em seu relatório.
O senador nos informou que, em seu relatório, a ser votado na próxima terça-feira (16.12), corrigirá as imperfeições e ilegalidades da MP e se manifestará no sentido de desobrigar as EBAS de promoverem cisão por área de atuação, o que fere a liberdade de associação e promove a interferência do Estado no funcionamento delas, o que é proibido pela Constituição Federal.
O parlamentar se mostrou sensível quanto à necessidade de defender a efetiva participação da sociedade civil no controle social das atividades praticadas pelas EBAS. Nesta linha, a permanência da expedição do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) no CNAS (Conselho Nacional de Assistência Social) se mostra imprescindível.
Os representantes da FRENTE BRASILEIRA DO TERCEIRO SETOR também se encontraram com os deputados federais Raimundo Gomes de Matos e Pe. José Linhares, a quem entregaram a carta de lançamento da Frente e pediram apoio nos assuntos de interesse do segmento.
As entidades ANEC, CEBRAF, CMB, FENEP, OAB/SP e REBRATES se reunirão na segunda-feira, 15/12, às 14h30, na sede do SESCON-SP, para discutir o relatório do senador Flávio Arns, que se comprometeu a enviá-lo, e idealizar as próximas ações.

PARTICIPE CONOSCO!
AO SE INTEGRAR À NOSSA FRENTE VOCÊ ESTARÁ FORTALECENDO O TERCEIRO SETOR
Vejam a seguir a carta entregue no Senado Federal em 10/12/08.