Montagens teatrais e musicais são utilizadas para estimular o aprendizado de crianças de baixa renda do Nordeste


A Cultura a serviço da educação

Fonte: http://www.responsabilidadesocial.com

Os institutos Arcor Brasil e C&A iniciaram o segundo ciclo do Programa pela Educação Integral. A iniciativa atende hoje dois Estados do Nordeste por meio do Fundo Juntos pela Educação. A proposta é oferecer educação integral para crianças e adolescentes de territórios considerados de vulnerabilidade social.

Todo o trabalho é realizado por meio de redes locais de ensino e aprendizagem, constituídas por escolas públicas, organizações sociais, Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) e outros ativos comunitários. Ao todo, estão em curso sete programas culturais, artísticos e esportivos, com atividades realizadas no contraturno escolar. Três deles beneficiam os jovens de Pernambuco e quatro do Ceará.

Em Olinda (PE), por exemplo, as instituições realizam o projeto “Brincando com os sons”. A ação beneficia jovens de Peixinhos, um dos bairros mais populosos e com grandes desafios sociais. São ofertadas várias atividades, com destaque para a orquestra de flautas e violino e a oficina de balé, ambas sob a coordenação de profissionais renomadas em suas áreas.

Já na Região Metropolitana de Fortaleza (CE) são quatro projetos em curso. Entre eles vale destacar o “Nossas Histórias”, um teatro espontâneo, derivado do psicodrama criado por Jacob Levy Moreno. O objetivo é resgatar a história individual e coletiva de Meireles, na comunidade do Campo do América, um bairro litorâneo marcado por contradições sociais.

O projeto é fruto da parceria entre Tear Comunitário, Associação das Mulheres do Campo do América, CRAS e Escola Estadual Paróquia de Nossa Senhora da Paz. Espera-se que a ação resulte na produção de um livro e de um CD sobre a história da comunidade.

Criado em 2004 com apoio da Vitae, o Programa pela Educação Integral realiza, ainda, na Região Metropolitana de Fortaleza os projetos “Caldeirão das Artes” e “Hora do Jogo”, ambos no município de Horizonte, e “Ecomuseu de Maranguape”, no distrito de Cachoeira, em Maranguape. Já na Região Metropolitana de Recife, ocorrem o “Construindo Saberes e Direitos”, em Recife, e “Solidariedarte: Educação, arte e cultura, transformando a comunidade”, em Igarassu.

O escopo da intervenção social do Instituto Arcor Brasil é criar, valorizar e fortalecer oportunidades educativas igualitárias para crianças e adolescentes, especialmente nas comunidades onde a Arcor atua. Já são mais de 270 projetos apoiados pelo instituto em sete anos de atuação.

 

Educação para o século 21: transformar ideias em realidade


Fonte: Instituto Ayrton Senna

Em outubro, ouvimos renomados especialistas falarem sobre a importância de se repensar a educação que hoje é oferecida nas escolas públicas brasileiras, pautada em currículos que precisam ser atualizados.
A principal e importante conclusão do Seminário se resume à urgente necessidade de envolver as escolas do ensino fundamental, por meio das redes de ensino, no esforço de também ajudarem crianças e jovens a desenvolverem as competências não cognitivas, ligadas a características como autonomia, raciocínio crítico, liderança, facilidade de relacionamento, tolerância, dentre outras, por meio de políticas públicas que preparem os alunos ao enfrentamento dos desafios do século.

Diante dessa clara consciência – e da importância do papel de cada um nesse processo – é que o convidamos a relatar experiências que tenha realizado ou conhecido e que favoreçam essa mudança. Também gostaríamos de saber como você pretende, a partir de agora, enfrentar esses desafios para dar a sua contribuição a uma educação renovada e plena.

Envie-nos sua resposta por meio do formulário no
http://www.educacaosec21.org.br/contato/

Vamos juntar forças e compartilhar conhecimentos para que o País possa dar o grande salto, formando cidadãos íntegros e competentes, aptos a viver e conviver com sucesso na sociedade do século 21.

Instituto Ayrton Senna

Eventos em Jundiaí e São Paulo


Olá pessoal,

Vejam a seguir chamadas para diversos eventos que estarão acontecendo em Jundiaí e São Paulo.

Todos os eventos estão relacionados a temas de interesse social e envolve, em sua maioria, ações de organizações do Terceiro Setor, que tanta diferença fazem na vida das comunidades por todo o Brasil.

Participem!!!  Vejam a seguir:

Entrevistas sobre o Terceiro Setor na Rádio Cidade de Jundiaí

Novembro/2011: Curso de Mediação Cultural no Sesi – Módulo Captação de Recursos

Centro de Voluntariado de Jundiaí – Atitude Solidária – presente na IX Conferência Municipal da Pessoa com Deficiência de Jundiaí

Atividades na Associação Maria de Magdala em Jundiaí

Evento Cáritas Jundiaí – 11ª Feira da Solidariedade

Evento Cáritas Jundiaí – 8º Fórum do Terceiro Setor

União dos Deficientes de Jundiaí promove Bazar

Palestra sobre Liderança Executiva na Fundação ACL em São Paulo

PRONATEC – Programa Nacional de acesso ao Ensino Técnico e Emprego


Fonte: http://pronatecportal.mec.gov.br

Em 26/10/2011 foi sancionada a lei que institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – PRONATEC; altera as Leis nºs 7.998, de 11 de janeiro de 1990, que regula o Programa do Seguro-Desemprego, o Abono Salarial e institui o Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT, 8.212, de 24 de julho de 1991, que dispõe sobre a organização da Seguridade Social e institui Plano de Custeio, 10.260, de 12 de julho de 2001, que dispõe sobre o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, 11.129, de 30 de junho de 2005, que institui o Programa
Nacional de Inclusão de Jovens-PROJOVEM e e dá outras providências.

Este programa pretende melhorar a oferta ao ensino médio, possibilitando condições para o ingresso no mercado de trabalho.

Para terem acesso a todas as premissas da lei acessem: http://www.audisa.net/arquivos/1319643411.pdf

Pessoas com deficiência buscam melhor educação


 

Fonte: http://portaldovoluntario.v2v.net/blogs/112818/posts/12597

Postado por Marcelo Medeiros |

“A pessoa com deficiência
quebra a cultura da indiferença.
Tenha coragem de ser diferente”

De acordo com o último Censo, 1,67% dos brasileiros, ou 2,8 milhões de pessoas, possui deficiência intelectual. São cidadãos que nos últimos anos começaram a ser mais bem recebidos pela sociedade, mas que ainda não conseguem exercer seus direitos plenamente. Hoje eles permanecem em busca de reconhecimento social e cobram políticas públicas que atendam suas necessidades plenamente, principalmente no que se refere à educação.

“A pessoa com deficiência deve ser estimulada a conquistar sua autonomia dentro de suas limitações e a buscar sua independência”, resume o pediatra Eduardo Barbosa, presidente da Federação Nacional das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Fenapae). “Assim se conquista a dignidade”.

Dignidade que vem sendo batalhada há muito. Desde a promulgação da Constituição de 1988, a situação das pessoas com deficiência intelectual melhorou, dizem os especialistas, pois houve conquistas significativas. Entre elas, estão a possibilidade de cursar escolas tradicionais, obrigadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) a assistir quem tiver necessidades especiais, e o direito de receber um salário mínimo por mês caso não possuam meios de subsistir. Ativistas também citam a maior exposição de questões relacionadas a pessoas com deficiência intelectual na mídia para que ela seja melhor aceita pela sociedade (veja abaixo uma lista de filmes que tratam do tema).

Dificuldades

Não à toa, apesar dos anos de reivindicações e das leis e políticas criadas, os cidadãos com deficiência intelectual ainda sofrem com o preconceito.

“As pessoas com deficiência, apesar de conquistas legais, ainda necessitam da valorização de suas habilidades e capacidades, e, também do empoderamento, no sentido de enfrentarem as adversidades e barreiras que ainda existem e as impedem de terem uma vida social plena com efetivas possibilidades de relacionamentos, trocas sociais e ganhos ambientais, e de sentirem-se pertencentes ao grupo social em que estão inseridas”, analisa Fabiana Oliveira, professora da Fatec Senai e coordenadora de Educação da Fenapae.

Educação é problema

Uma das maiores dificuldades se refere à educação. Já é consenso que crianças e jovens com deficiência intelectual não só podem, como devem ir à escola, da mesma  forma que qualquer pessoa da mesma faixa etária. O que se discute é que tipo de ensino elas devem ter. A Fenapae, por exemplo, durante anos lutou pela inclusão das pessoas com deficiência em escolas normais, reivindicação já atendida pela legislação, mas hoje diz ser preciso oferecer opções aos pais. Além da possibilidade de matrícula em uma escola regular, vagas em estabelecimentos educacionais exclusivos também devem ser abertas, de acordo com as Apaes.

“Esse atendimento deve abranger todas as possibilidades de oferta – substitutivo, complementar e suplementar- que será definido em função das necessidades do aluno”, diz Barbosa. Para ele, é preciso ainda alargar a faixa etária para a qual a educação deve ser obrigatória, hoje de 4 a 17 anos. Isto porque a pessoa com deficiência intelectual pode demorar mais a absorver conteúdos, logo, precisa ser atendida até quando for necessário. Além disso, é preciso fazer com que a criança não precise se adaptar à escola, mas ela ao aluno.

O Censo Escolar 2010 afirma que apenas 1,2% das matrículas em instituições de educação infantil é de pessoas com algum tipo de deficiência. No Ensino Fundamental, o quadro é um pouco melhor -8,5% dos estudantes possuem algum tipo de deficiência. No Ensino Médio, o percentual volta a cair -1,3% discentes possuem alguma deficiência.

Para efeito de comparação, 14% da população nacional nessas faixas etárias possui algum tipo de deficiência. Ou seja, ainda há um bom número de pessoas fora da escola. Com isso agravam sua exclusão social.

A solução para o problema, de acordo com Fabiana Oliveira, é lutar pelos direitos. “Lutar sempre para que a inclusão social não seja apenas uma promessa de governo, mas um compromisso coletivo. Acreditar que o filho pode superar-se diante das barreiras com o seu
apoio e entender o papel primordial da família nesse processo”, diz.

 

Escola Formare – Uma escola para a vida


Olá a todos!

Informamos a abertura das inscrições do Processo Seletivo da Escola Formare DHL Louveira, projeto de desenvolvimento de jovens de baixa renda que no ano de 2012 vai estar cursando o 3° Colegial e moradores nas cidades de Jundiaí, Louveira e Várzea Paulista.
A prova de seleção vai ocorrer no dia 11/12/2011 as 09:30h na Escola Estadual Dr Antenor Soares Gandra.
Estou a disposição para eventuais dúvidas!

Obrigado

Rodrigo Procacino Martins
DHL - Supply Chain
Estrada da Cruz Grande
1700 - Burch - Louveira/ SP
Zip Code: 13290-000
Brazil
----------------------------------------------------
Phone: +55-19-3848-9460
E-mail: rodrigo.p.martins@dhl.com
http://www.dhl.com

OI FUTURO RECEBE INSCRIÇÕES PARA O PROGRAMA OI NOVOS BRASIS 2011


23/08/2011 (Social – Oi Novos Brasis)

O Oi Futuro lançou hoje, 23 de agosto, o Programa Oi Novos Brasis 2011, que fornece apoio técnico e financeiro para projetos sociais. O edital, em sua oitava edição, já beneficiou mais de 40 mil pessoas em 107 projetos sociais desde sua criação, em 2004.

A seleção terá foco em projetos que desenvolvam tecnologias sociais que promovam a cidadania e possam ser reaplicadas em comunidades de baixa renda ou em grupos sociais semelhantes. Os projetos inscritos devem atender a um dos seguintes campos de atuação: ações educacionais complementares ao sistema de educação formal, qualificação profissional voltada para geração de trabalho e renda e ampliação do acesso aos direitos humanos, econômicos, sociais ou ambientais. Serão valorizados critérios como criatividade, inovação, capacidade de apresentação de diagnóstico da comunidade atendida e de monitoramento do trabalho realizado.

Cada organização poderá inscrever até quatro projetos, mas apenas um deles poderá ser selecionado. O processo de escolha dos projetos sociais ainda levará em consideração os seguintes temas:

·    – Integração das perspectivas econômicas, sociais, ambientais e culturais nos projetos;

·    – Construção de novas realidades (econômicas, sociais, ambientais) por meio de ações inovadoras e diferenciadas;

·   – Ampla legitimação das iniciativas, considerando o engajamento e efetiva participação dos diferentes públicos envolvidos na elaboração e desenvolvimento dos projetos;

·  – Abordagem integrada na gestão dos impactos – considerando toda a cadeia de valor, os benefícios gerados, riscos e oportunidades potenciais e as relações estabelecidas entre todos os atores envolvidos nos projetos;

·   – Fortalecimento de Redes Sociais;

·   – Valorização da diversidade e combate à discriminação.

O edital é voltado para organizações sem fins lucrativos e devidamente legalizadas. Os projetos serão avaliados e selecionados por uma comissão externa formada por especialistas do terceiro setor e por uma comissão interna do Oi Futuro. Clique aqui para ter acesso ao regulamento, entrar na área de inscrições e conhecer o histórico do projeto.

Por apostar no desenvolvimento de soluções sociais, o Oi Novos Brasis dispõe ainda de uma rede virtual de relacionamento para troca de experiência entre os parceiros.

As inscrições para a 8ª edição do programa podem ser feitas até o dia 23 de setembro, às 17h (horário de Brasília), no site www.oifuturo.org.br.