Dia Internacional da Síndrome de Down


Fonte: Instituto Meta Social

O dia 21 de março é uma data importante: é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down.

Será que você tem algum amigo com Síndrome de Down? Já parou para pensar no que é isVisualizarso?

A Síndrome de Down é um acontecimento genético natural e universal.

Isso quer dizer que a síndrome não é resultado da ação ou do descuido de mães ou pais, como muitos pensam. E nem é uma doença. Ela é causada por um erro na divisão das células durante a formação do bebê (ainda feto). Só para você ter uma idéia, de cada 700 bebês que nascem, UM tem Síndrome de Down. Por isso, qualquer mulher, independente da raça ou classe social pode ter um bebê Down. Até hoje, a ciência ainda não descobriu os motivos que provocam essa alteração genética, portanto não há como evitar.

Genética

O Adão empurrando a Cida no balancinho

Você já deve ter ouvido falar que todas as características de uma pessoa – a cor da pele, dos olhos, o tipo e cor dos cabelos, a altura e tudo mais – são herdados (transmitidas) dos pais, certo? Como? Por meio dos genes. São os genes, presentes nos cromossomos, que carregam tudo o que somos. Cromossomos são pedacinhos do núcleo das células que contém as características que cada um de nós herda do pai e da mãe.

Mas mesmo sabendo que existem semelhanças entre as pessoas com Down, não há exames que determinem, no nascimento, como a pessoa (criança, depois adolescente e adulto) vai evoluir durante a sua vida.  Mas hoje, com as descobertas da medicina, sabe-se que para a criança down desenvolver todo seu potencial é importante que, desde cedo, seja amada e estimulada pelos pais, irmãos e profissionais habilitados.

A alteração genética das crianças com Down faz com que todas elas sejam muito parecidas e tenham as seguintes características:

1 – hipotonia (flacidez muscular, o bebê é mais molinho);
2 – comprometimento intelectual (a pessoa aprende mais devagar);
3 – aparência física (uma das características físicas são os olhinhos puxados).

Aceitar as diferenças

Atualmente, a Síndrome de Down é mais conhecida, o que permite mais qualidade de vida, melhores chances e desenvolvimento para os portadores. Mas, infelizmente, esse avanço ainda não foi suficiente para acabar com um dos principais obstáculos que as pessoas com Down enfrentam: o preconceito.

Joana Mocarzel - atriz down

O fim da exclusão

Já houve várias novelas e filmes que mostraram que os portadores da síndrome podem ter uma vida normal, embora necessitem de cuidados. Há alguns anos, a novela “Páginas da Vida” mostrou a menina Clara, uma criança com Síndrome de Down. Até alguns anos atrás, poucos sabiam que quem possui a síndrome é capaz de trabalhar e até de atuar como fez a atriz mirim Joana Mocarzel, que representou a Clara.

Sabia que existem ações para diminuir a exclusão social da pessoa com Down? Confira quais são:
– a transmissão das informações corretas sobre o que é a síndrome;
– o convívio social;
– a garantia de espaço para participar de programas voltados ao lazer, à recreação, ao turismo e à cultura;
– capacitação de profissionais de Recursos Humanos para avaliar adequadamente pessoas com Síndrome de Down, entre outras.

A data

O dia 21 de março foi escolhido pela associação “Down Syndrome International” para ser o Dia Internacional da Síndrome de Down em referência ao erro genético que a provoca. Todo mundo tem 23 pares de cromossomos. Quem tem Down tem três cromossomos no par de número 21 (daí a data 21/03).

Fonte: Instituto Meta Social

Dia Internacional da Síndrome de Down
Instituído em 2006, o dia 21 de março foi escolhido como o Dia Internacional da Síndrome de Down. Por que esta data? Porque a Síndrome de Down é definida como acidente genético causado pela alteração de um dos pares de cromossomos da célula humana, o de número 21. Melhor explicando: toda pessoa possui 23 pares de cromossomos, num total de 46. Porém, a pessoa com Síndrome de Down tem 47 cromossomos, por possuir um a mais no “par” número 21 (que, em face disso, passa a ter 3 cromossomos). Assim, fica fácil memorizar o dia 21, do mês 3!

Como mãe da Marina, garota com Síndrome de Down e hoje com 26 anos, fazemos parte da “Sociedade Amigo Down” – Associação de Pais de Filhos com Síndrome de Down de Bauru, entidade sem fins lucrativos, pessoa jurídica regularmente constituída desde 2001, atualmente com 30 casais. Temos como principal objetivo o apoio aos novos casais por meio da nossa vivência, troca de experiências com outros casais, possibilitando que conheçam outras crianças, além de proporcionar informação sobre o assunto e orientação sobre as primeiras terapias que o bebê irá necessitar (fonoaudiólogo, fisioterapeuta etc etc).

Na qualidade de membro dessa Associação, passei a integrar o Comude – Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (num total de 39 membros: 18 titulares e 18 suplentes) e, em reunião havida no dia 17 do corrente, o tema do título acima foi lembrado pelo coordenador do Conselho, dr. Eduardo Jannone da Silva, o qual sugeriu-nos divulgar uma mensagem sobre a data. Senti naquele momento um filme passando em minha mente, pois, afinal, trata-se de uma trajetória de 26 anos com Marina. Assim, revendo o que vivenciamos nos primeiros 10 anos de vida da Marina e as barreiras de preconceito que enfrentamos, e comparando com os dias atuais, ficamos felizes em saber que muita coisa mudou. Porém, ainda há muito a ser feito!

Quando a Marina estava para completar 2 anos, iniciei a busca por uma escola maternal regular (por orientação dos profissionais), sendo o que mais ouvi das diretoras das escolas foi: “Sinto muito, não podemos aceitá-la, pois nossas crianças são todas normais…(?)”. Poxa!… A Marina nada tinha de “anormal” comparada a essas crianças, pois já estava andando como outra criança qualquer, não usava mais fralda e se comunicava como qualquer criança dessa idade! Hoje, todas as escolas públicas ou particulares, por imposição legal ou por iniciativa própria, recebem nossas crianças com Síndrome de Down (S.D.).

Enfim, e após muitas buscas, conseguimos matriculá-la em pré-escola regular, tendo cursado o ensino fundamental em escola Estadual (E.E. Mercedes Paz Bueno), onde teve oportunidade de crescer e conviver, da 1ª a 8ª série, com cerca de 40 colegas, os quais se tornaram amigos. Sei, pela imprensa, que atualmente já existem jovens com S.D. freqüentando curso superior (Direito, em São Paulo, e Educação Física, em Curitiba).

Quando iniciei a busca, agora por escolas de pintura e de dança, o que mais ouvi foi: “Olha, acho que não vale a pena nem tentar, pois não vai adiantar…” ou coisas como: “Aqui não é escola para criança especial, etc., etc…”.

Importante registrar que minha trajetória com a Marina sempre foi baseada na frase que ouvi de seu pediatra (dr. Clovis Celulare), após a confirmação da S.D. pelo cariótipo: “A pessoa com S.D., quando bem trabalhada, com estimulação precoce desde bebê (hoje a terminologia é intervenção precoce), vem a ser um adulto independente”. Como eu tinha que acreditar em alguma coisa, acreditei no que me foi dito e lutei por esse objetivo, conseguindo fazer da minha filha uma cidadã (com RG, CPF, passaporte, Título de Eleitor), plenamente integrada à essa sociedade de pessoas ditas “normais”.

Assim como acreditei, encontrei em nosso caminho profissionais que acreditaram no potencial da Marina e fizeram dela uma pintora (profª Mara Mazeto), dançarina de street dance (Academia Sigma), nadadora (Escola de Natação Moinho de Vento) e tenista (profº dr. José Claudio Segalla). Os profissionais da Movimente Studio de Pilates, as catequistas da Paróquia Santa Rita de Cássia e os colegas da Biblioteca Municipal, onde trabalha como voluntária, também não podem ser esquecidos! Aproveito o espaço para agradecer a todos. Quando somos solicitados a dar nosso depoimento, sempre costumo repetir: “Acreditar que é possível e oferecer oportunidades, faz toda a diferença”.

A autora, Fujika Kassai Fernandes Silva, é assistente social, membro do Comude como representante da Sociedade Amigo Down

Fujika Kassai Fernandes Silva

A criança que calou o mundo…


Vejam o vídeo:

A criança que calou o mundo chama-se Sevem Suzuki, é canadiana e representou a entidade Não-Governamental ECO (Environmental Children’s Organization). Este episódio ocorreu durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), realizada de 3 a 14 de Junho de 1992 no Rio de Janeiro, Brasil. O evento contou com a presença de 172 governos e com 108 Chefes de Estado. Também estiveram pressentes representantes de cerca de 2.400 ONG’s e 17.000 pessoas participaram no fórum paralelo.

Desta conferência resultou um documento, denominado de Agenda 21 – um plano abrangente de acções a serem adoptadas global, nacional e regionalmente, pelas Organizações do sistema das Nações Unidas, Governos e grandes grupos em áreas onde a actuação do Homem tem impacto no Meio Ambiente.

Passados 17 anos, as palavras ainda estão por ser ouvidas… e praticadas.

Abuso sexual Infantojuvenil – Disque 100


“Quebre esse silêncio e ajude quem é vítima de abuso sexual infantojuvenil.

Seja voz daqueles que não podem falar.”

Disque 100

(www.sedh.gov.br) – Criado para receber denúncias de exploração sexual contra crianças e adolescentes, o disque-denúncia acaba recebendo também denúncias de outros tipos de violência e até de crianças desaparecidas. As denúncias são encaminhadas aos órgãos competentes em até 24 horas. O serviço funciona das 8h às 22h, inclusive finais de semana e feriados. Como o próprio nome já diz, é só digitar 100 no seu telefone.

A chamada é gratuita.

FAÇA A SUA PARTE E MODIFIQUE O MEIO QUE VOCÊ VIVE!

11ª Edição do Projeto Jovens Profissionais – Inscrições Abertas


Inscrições para participar da 11ª edição do projeto Jovens Profissionais vão até 28 de fevereiro

Posted by Vanderlei Abreu on fevereiro 4, 2011

Fonte: http://maisrh.wordpress.com

Encontrar um emprego na área de atuação é uma das grandes dificuldades que estudantes e recém-formados enfrentam. Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC) revela que, apenas em 2008, 5.843.322 pessoas se matricularam em cursos superiores, porém nem sempre há vagas de emprego suficientes para os alunos que concluem o curso. O Jovens Profissionais, que neste ano chega a sua 11ª edição, é um programa social que contribui para a inclusão dos mesmos no mercado de trabalho, gratuitamente.
As inscrições para participar do Jovens Profissionais de 2011 se encerram no dia 28 de fevereiro e são realizadas pelo site http://www.jovensprofissionais.com.br/, em que também é possível encontrar informações sobre as diferentes categorias (design de interiores, artes, paisagismo, patrimônio e memória) voltadas à profissionais, e a categoria estudante. Os interessados devem enviar o portfólio, contendo fotos e desenhos dos trabalhos desenvolvidos de acordo com o regulamento de cada categoria.
O Jovens Profissionais impulsiona estudantes e graduados para o início de sua atuação profissional, já que, além da publicação no site, distribui o currículo para 10 mil clientes potenciais. O processo de seleção consiste em várias etapas, todas gratuitas aos participantes, e vai desde a análise do portfólio por um renomado  júri, até a montagem de uma instalação nas áreas comuns ou no  interior das lojas do Shopping Lar Center, em São Paulo.
Os ambientes dos  profissionais e estudantes selecionados serão fotografados e passarão a integrar a publicação Jovens Profissionais 2011, com tiragem de 10 mil  exemplares distribuídos gratuitamente para lojistas, consumidores,  profissionais da área e empreendimentos imobiliários. Ao final, os vencedores recebem um certificado de participação. Participar desde projeto é uma experiência única, mesmo para aqueles que não atingem as etapas finais, pois têm a oportunidade de demonstrar na prática com o aval dos melhores profissionais do mercado, o seu potencial.
O projeto Jovens Profissionais é realizado pela Demais Editora e tem  patrocínio exclusivo do Shopping Lar Center.

Criança Ecológica – um projeto de sucesso


Sem sombra de dúvidas, em qualquer lugar do mundo, a educação é o pilar que impulsiona as nações para novos tempos, conceitos e progresso.

Como todos sabem, o nosso Planeta está “morrendo”, simplesmente pela falta de entendimento, pela ganância desmedida das pessoas e principalmente pela ignorância dos fatos que estão provocando a destruição da natureza, além das reservas naturais que ele produz e que vai levar milhões de pessoas para um fim trágico e muito sofrimento em todas as partes do mundo.  As gerações futuras serão as mais atingidas por essa “onda” e se nada for feito agora, não estarão preparadas para esta nova fase que virá. Para modificar este quadro, digamos assim “pessimista”,  acredito que ainda existam formas de compensar as atitudes desenfreadas de governantes e nações que acham que tudo isso é um grande exagero e que nada vai acontecer.

Eu acredito na EDUCAÇÃO como forma eficiente e eficaz na “batalha” que as pessoas de bem terão para modificar este cenário tão obscuro à nossa frente.  Somente Ela é capaz de produzir efeitos colaterais desejáveis nas pessoas e se for uma dinâmica utilizada desde o nascimento de um Ser, teremos gerações futuras conscientes e capazes de conviver pacificamente com o Planeta e obter todas as benesses que dele possam usufruir de forma natural, sem destrui-lo.

É necessário que seja feito algo rapidamente, pois então as consequências serão catastróficas e aí meus amigos, como diz uma frase das escrituras: “Será choro e ranger de dentes”

O projeto “Criança Ecológica” , uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, trata-se de uma destas ações possíveis de serem realizadas e que podem provocar mudanças em pessoas de todas as idades, especialmente as crianças, pois é delas o mundo do amanhã.  Um projeto sério e até divertido devido à sua interação e navegabilidade do site, sempre com informações atualizadas e de caráter educacional.

Várias são as opções para que as crianças possam participar, estando abertas possibilidades de visitas em locais de acesso à natureza através das ações Villa Ambiental, Água Amiga, Floresta Legal, Bicho Legal e Verde Vivo.

As crianças vão adorar!  Pais e Professores, participem e incentivem a participação!

Entrem no site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/ e vejam todas as possibilidades oferecidas neste magnífico projeto.

Bom divertimento!

O Suas e os direitos de crianças e adolescentes.


O Suas e os direitos de crianças e adolescentes
O Suas e os direitos de crianças e adolescentes
Para alguns especialistas e profissionais que trabalham com direitos infantojuvenis, a criação e implantação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) trouxe debates importantes sobre o atendimento a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.
Uma das discussões que mais avançou, e onde o Suas traz uma das mudanças mais evidentes, é no atendimento ao adolescente em conflito com a lei em cumprimento de medidas socioeducativas, principalmente em meio aberto. Maria do Rosário Corrêa Sales Gomes, professora de pós graduação do Programa Adolescente em conflito com a lei da Universidade Bandeirantes de São Paulo, explica que “as medidas socioeducativas em meio aberto vem sendo trazidas desde o Estatuto da Criança e do Adolescente e recentemente foram reguladas pelo Sinase (Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo)”. Segundo ela, as medidas de internação estão sendo vistas como ação de excepcionalidade. “Ou seja, a ênfase deve ser dada à municipalização, a preservar o princípio da convivência familiar comunitária para que esse menino ou menina participe dessa medida de caráter pedagógico e sancionatório”.
A efetiva aplicação desse modelo a todo o Brasil, entretanto, encontra grandes obstáculos. O Superintendente Estadual de Atenção à Criança e ao Adolescente, da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do estado de Pernambuco, Fernando Silva, destaca que não há orçamento compatível para suprir a demanda de adolescentes que cumprem medidas socioeducativas tanto em internação quanto em liberdade.
O especialista defende a definição de um percentual mínimo do orçamento federal para a assistência social, atrelado aos valores do PIB anual. Destaca que Cras e Creas, na maioria das vezes, não possuem psicólogos, pedagogos ou até profissionais especializados na defensoria técnica jurídica. “Há uma necessidade de retomar essa discussão do orçamento para se ter um desenho que vá além do que está consagrado hoje”, afirma. Ele propõe “avançar em um diálogo Suas e Sinase para ter uma NOB de recursos humanos específica para medidas socioeducativas”.
A ex-Ministra de Desenvolvimento Social, Márcia Lopes, não defende de forma clara a necessidade de um percentual do orçamento. Segundo ela, esse é um debate que não está fechado. “É claro que a demanda é sempre muito maior, que ainda precisamos ampliar os nossos orçamentos, mas isso caminha junto com o processo de crescimento do Brasil, de desenvolvimento e estabilidade. Mas esse é um debate que não está terminado, ainda está em pauta na Câmara e também no governo”.
Já a professora Maria do Rosário destaca que só é possível pensar numa escala de descentralização e municipalização das medidas socioeducativas pelo Brasil se for assegurado o financiamento. De acordo com ela, o Plano Plurianual de Assistência Social, feito pela primeira vez em 2008, representou um avanço nesse sentido, já que garantiu recursos federais ao serviço denominado “Proteção Social aos Adolescentes em Cumprimento de Medidas Socioeducativas, Liberdade Assistida e Prestação de Serviços à Comunidade”.
Para Fernando Silva, entretanto, não basta apenas garantir um financiamento mínimo para a assistência social e para programas específicos, mas é preciso ter orçamentos condizentes com a demanda do Sistema de Garantia de Direitos como um todo, garantindo recursos às áreas de educação, saúde, esporte e cultura. Somente assim, segundo ele, é possível criar de fato o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente previsto pelo ECA. “Se eu tenho crianças e adolescentes usuários de droga, não bastam os equipamentos da assistência. Eu tenho que ter no mínimo [os equipamentos do Sistema da] Saúde e do Sistema de Proteção”, reforça.

Voluntariar é preciso!


Olá pessoal!  Vejam a seguir o excelente trabalho realizado pelos voluntários Plantão do Riso.

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Voluntariar é preciso.

Fonte: http://www.plantaodoriso.com

Companheiros da Alegria

Olá a todos, sem muito delongas e lero lero, já vou direto ao assunto.

VOLUNTARIADO.

Quem faz uso e prática coletiva de trabalhar de forma voluntária sem ganhar um centavo?

A um tempo atrás, antes de vim para SP, estava fazendo um trabalho voluntário fotografando um grupo chamado: Plantão do Riso.
Meu trabalho era simples, documentar através de fotos e de uma forma linda, toda ação prática desse grupo dentro dos hospitais de Taubaté.

É um trabalho maravilhoso, quase que toda vez quando eles entravam e começavam a interagir com os pacientes, quase sempre escorria uma lágrima dos meus olhos, de ver a alegria das pessoas em receber um simples abraço e um simples sorriso dos “médicos de plantão”.

O porque desse post? Porque hoje uma das integrantes entrou em contato novamente comigo, pedindo a gentileza caso eu possa ajudar a criar novas fotos para a edição gráfica e sites do próprio grupo.

A questão é? você fotografo cobraria por esse tipo de serviço? ou faria de uma forma voluntária para sair da rotina, ou para ser um pouco humano em ajudar de forma simples nem que seja doando um pouquinho do seu tempo.

quarta alegre poser

Sempre quis ajudar de alguma forma, e a forma que achei foi essa, doar um pouco do meu tempo e disposição para ajudar um grupo que ajuda tanta gente. Estou errado em não cobrar?

Ai vai de cada um!
Vai das suas intenções e modo de ver a vida.

Abraço no seis tudo!

Para saber mais acesse em breve novo site: http://www.plantaodoriso.com e siga @plantaodoriso

Viva e Deixe Viver ganha nova contadora de histórias


Viva e Deixe Viver ganha nova contadora de histórias.

O grupo de Voluntários Telefônica que faz parte da ONG Associação Viva e Deixe Viver ganhou mais uma colega como contadora de histórias. É a Aline Cristina Amescua de Souza, da Gerência de Desempenho de Rede Externa. Foram 10 meses de treinamento, que começou em março deste ano e terminou em dezembro com a formatura dos novos contadores.

Aline se une aos outros três contadores voluntários que trabalham na Telefônica e fazem parte da Associação Viva e Deixe Viver Antonio Alfredo Silva, Ivete Sgai e Eliane Matiko. O trabalho de contador exige extremo compromisso. Os voluntários dedicam duas horas por semana levando histórias e fantasias a crianças e adolescentes internados nos hospitais pediátricos de São Paulo, tornando sua internação um momento mais alegre e tranquilo.

Em fevereiro será aberta uma nova turma de capacitação para o processo seletivo dos voluntários em 2011. Quem tiver interesse em entrar para este grupo.

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