Headmouse, o mouse virtual


Fonte: http://www.superdownloads.com.br/materias/headmouse-mouse-virtual-destinado-mobilidade-reduzida-atinge-marca-de-300-mil-downloads-na-america-latina.html#ixzz1QlVP6Shg

O programa é gratuito e está disponível no Superdownloads

O HeadMouse, um mousevirtual desenvolvido por criadores espanhóis, alcançou recentemente a marca de 300 mil downloads na América Latina.

Ele funciona  com movimentos da cabeça, além de gestos faciais.

O programa foi desenvolvidoatravés de uma parceria  entre Universidade da Lleida, a empresa Indra e a Fundação Adecco. De acordo com os criadores, trata-se de um programa único, já que é gratuito e voltado para pessoas com problemas de mobilidade. O único requisito é ter uma webcam instalada no computador.

Segundo Alicia Fernandes, a responsável pelas tecnologiasacessíveis da Indra, não é necessário muito tempo para aprender o seu manuseio. Com o Headmouse2 é possível realizar todas as funções de um mouse comum, como clicar e arrastar.

Tudo é feito por meio da abertura da boca ou piscadas de olhos.

Dia V – Um modelo de voluntariado


O voluntariado, sem sombra de dúvidas, é umas das forças mais poderosas quando o combustível que a move é a Solidariedade.

O voluntariado, transforma, promove o crescimento, alegria, bem-estar interior, exterior e riquezas, além do grau de interatividade que possibilita entre a pessoa que doa o seu tempo para uma causa e aquele que a recebe.

Existem milhares de ações por todo o mundo através da prática voluntária e dentre muitas realizadas aqui no Brasil, todas elas importantes, destaco um projeto da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – Fiemg, cujo programa agrega pessoas e valores em diversas ações voluntárias, estejam elas onde estiver.

O nome deste projeto é DIA V  e congrega todas as pessoas para a prática solidária.

Vejam a seguir um resumo:

Fontes:  http://www3.fiemg.com.br  e http://www.blog.diav.com.br

 

Dia V 2010

Histórico

O Dia V nasceu de uma proposta do Conselho de Cidadania Empresarial do Sistema FIEMG de chamar as empresas mineiras para um dia de ação voluntária, criando assim um fato de repercussão nacional, capaz de despertar atenção para o voluntariado. Este propósito inicial acabou sendo sensivelmente ampliado, cumprindo função estratégica de promoção e organização da responsabilidade social e do voluntariado em Minas Gerais.

O que é o Dia V

São 24 horas de ações voluntárias que mobilizam pessoas e empresas que, organizadas em grupos, fazem neste dia alguma atividade em benefício de sua comunidade. O Dia V acontece em todo o estado de Minas Gerais e define-se pelo verbo agir: fazer algo em benefício de nossos semelhantes e de nós mesmos.

Quem participa

Todos podem participar do Dia V, de preferência em grupos organizados nas empresas, cidades, escolas, universidades, bairros, igrejas, sindicatos… É uma oportunidade para demonstrar espírito de cidadania, solidariedade, integração com os colegas, amigos, vizinhos e parentes. O Dia V pode ser apenas o início, a inauguração de uma ação capaz de se estender por um ano inteiro e de transformar muitas vidas.

Vem aí o Dia V 2011 e você não pode faltar! O Dia V é um dia de celebrar e comemorar as conquistas do voluntariado realizadas durante todo o ano. É também o dia de realizar alguma ação voluntária transformadora e colocar em prática a solidariedade. Este ano o Dia V vai acontecer no dia 28 de agosto, quando é comemorado o DIA NACIONAL DO VOLUNTARIADO. O convite está feito, convide sua família, seus amigos, colegas de trabalho e vizinhos para juntos planejarem a ação. DIA V 2011– Todo dia é dia de ser voluntário!

Fundação Telefonica: edital para Projetos Culturais


A Fundação Telefônica está buscando projetos culturais voltados a crianças e adolescentes e vinculados às novas tecnologias. Para isto, através de seu Programa de Arte e Tecnologia, lança seu primeiro edital de patrocínios culturais, com o qual erão apoiados projetos enquadrados nos termos da Lei Rouanet (Lei Federal Nº 8.313/91) com o objetivo de fomentar a cultura digital no Brasil.
O edital tem por objetivo estimular a produção e difusão de projetos culturais e artistas especialmente vinculados à tecnologia, inovadores em termos de linguagem, interatividade, criatividade ou forma de distribuição de seus conteúdos. Instituições e produtores culturais de todo o país podem inscrever suas propostas até o dia 30 de junho de 2011.
Para preencher a ficha de inscrição ou baixar o regulamento, acesse o site da Fundação Telefônica.

Cartilha: Cultura de Paz


Olá pessoal!

Existem certas coisas que são extremamente importantes compartilharmos.

Entrem no site e façam o download.

Fonte: http://www1.sp.senac.br/hotsites/gd4/culturadepaz/

Esta cartilha é uma contribuição do Senac São Paulo e da Professora Lia Diskin para a sociedade brasileira. Ela tem como propósito compartilhar saberes, experiências de convívio e, sobretudo, inspirar iniciativas que tenham como finalidade a promoção do desenvolvimento humano, social e, em consequência, a cultura de paz. A Cultura de Paz está intrinsecamente relacionada à prevenção e à resolução não-violenta dos conflitos. É uma cultura baseada em tolerância, solidariedade e compartilhamento em base cotidiana. Uma cultura que respeita todos os direitos individuais – o princípio do pluralismo, que assegura e sustenta a liberdade de opinião.

A Cultura de Paz procura resolver os problemas por meio do diálogo, da negociação e da mediação, de forma a tornar a guerra e a violência inviáveis.

ABIR cartilha online (POPUP) BAIXAR cartilha em PDF BAIXAR cartilha executavél

Vamos ajudar o Vitor?


Olá pessoal!

As possibilidades e oportunidades de se expressar de forma solidária, estão presentes a todo o momento.

Encontrar meios e formas de minimizar a dor ou dificuldade do outro, é uma tarefa fácil quando entendemos que ninguém consegue caminhar de forma isolada e solitária, se esquecendo do contexto que está inserido.

Apresento a você logo a seguir um destes fatos em que podemos fazer a diferença através de um ato de solidariedade.

Vamos participar e permitir que o Vitor receba o melhor tratamento para seu problema de saúde.

Fonte: Rede Social Jundiaí

AMIGOS…
Também nas horas difíceis, lembro de vocês!!!
meu primo Vitor, que muitos de vocês já sabem, está tratando de uma leucemia desde o começo do ano, e a luta travada não tem sido fácil… Ele fica com a resistência baixa demais após as séries de quimioterapia e por conta disso, ele acaba sendo internado várias vezes e por alguns dias. Nessas internações, ele precisa de SANGUE, na última vez, ele usou 21 bolsas!!
Para que ele possa continuar o tratamento é preciso que se tenha sangue nos bancos,e como já se sabe, faltam doadores!!! E é aí que preciso dos amigos!!! Se vocês não puderem, ou não quiserem doar por qualquer motivo, pelo menos ajudem a pedir doadores… Sua participação será tão importante quanto de quem doou.
As doações podem ser feitas em dois locais:
1) BIOCLINICA –  Rua Senador Fonseca, 1314, Tel.: (11) 3379 6400- das 7h às 11h de segunda a sexta-feira é feita a coleta, precisa estar bem alimentado, sem bebida alcoólica por 24 h , sem fumar por 2 horas e levar o RG original.
2) COLSAN JUNDIAÍ – R. XV de Novembro, 1848 Tel.: (11) 4521-4025- Segunda a Sábado das 07:30 às 12:30 hs é feita a coleta, precisa estar bem alimentado (sem refeições pesadas), ter entre 18 e 65 anos, pesar acima de 50 kg, levar o RG original. Na COLSAN você ainda receberá gratuitamente vários testes:Tipagem sanguínea, Triagem para Doença Falciforme (Hemoglobina S); Exames para Hepatite B e C, HIV I e II, Sífilis, Doença de Chagas e HTLV I/II . Os resultados de seus exames (carteirinha de doador) estarão prontos em cerca de 30 dias e deverão ser retirados no próprio posto de coleta.
Homens podem doar a cada 2 meses, até no máximo 4 vezes no período de 12 meses.
Mulheres podem doar a cada 3 meses, até no máximo 3 vezes no período de 12 meses.

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Por favor, doar em nome de VITOR LEONARDO PICERILLO BARBOSA, interno do Greendac e do Hosp Santa Elisa.
Grata aos meus amigos por mais esta participação em minha vida!!!
Flávia Malerba

O IBC NÃO PODE FECHAR!


        

Fonte: Semíramis Alencar

Olá pessoal!

Existe uma disposição de algumas áreas do governo em fechar o Instituto Benjamin Constant, que destaca-se por ações diversas na área de educação, sobretudo para pessoas com deficiência visual.

Vejam no endereço a seguir uma petição para evitar o fechamento e solicitando adesão das pessoas para que não acabe um trabalho desenvolvido desde os tempos de D. Pedro II.

Acessem e apoiem a campanha!  http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N8365

Participem deste abaixo assinado!

Vejam a seguir um resumo da Instituição:

O Instituto Benjamin Constant foi criado pelo Imperador D.Pedro II através do Decreto Imperial n.º 1.428, de 12 de setembro de 1854, tendo sido inaugurado, solenemente, no dia 17 de setembro do mesmo ano, na presença do Imperador, da Imperatriz e de todo o Ministério, com o nome de Imperial Instituto dos Meninos Cegos. Este foi o primeiro passo concreto no Brasil para garantir ao cego o direito à cidadania.

Estruturando-se de acordo com os objetivos a alcançar, o Imperial Instituto dos Meninos Cegos foi pouco-a-pouco derrubando preconceitos e fez ver que a educação das pessoas cegas não era utopia, bem como a profissionalização.

Com o aumento da demanda foi idealizado e construído o prédio atual, que passou a ser utilizado a partir de 1890, após a 1ª etapa da construção. Em 1891, o instituto recebeu o nome que tem hoje: Instituto Benjamin Constant (IBC), em homenagem ao seu terceiro diretor.

Fechado em 1937 para a conclusão da 2ª e última etapa do prédio, o IBC reabriu em 1944. Em setembro de 1945 criou seu curso ginasial, que veio a ser equiparado ao do Colégio Pedro II em junho de 1946. Foi proporcionado, assim, o ingresso nas escolas secundárias e nas universidades.

Atualmente, o Instituto Benjamin Constant vê seus objetivos redirecionados e redimensionados. É um Centro de Referência, a nível nacional, para questões da deficiência visual. Possui uma escola, capacita profissionais da área da deficiência visual, assessora escolas e instituições, realiza consultas oftamológicas à população, reabilita, produz material especializado, impressos em Braille e publicações científicas.

Toda a história centenária do IBC foi publicada no primeiro exemplar da Revista Benjamin Constant, em um texto que apresenta os seguintes tópicos históricos: antecedentes, fundação, primeiros diretores, nomes do instituto, imprensa Braille e o instituto no século XX.

abs a todos!

 

Terceiro Setor e Religião é tema de obra literária


Olá pessoal,

Faço um convite a todos para participarem da festa de lançamento do livro “TERCEIRO SETOR E RELIGIÃO: CARIDADE, ÉTICA E DIREITO NA CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA”, de autoria de Rodrigo Mendes Pereira.

Tema atual e de interesse de toda a comunidade.

O evento acontecerá amanhã (10/06/11), às 19:30, no Anfiteatro da Cúria Diocesana de Jundiaí, localizada na Rua Eng. Roberto Mange, 400 – Anhangabaú.

Vejam a seguir a chamada com detalhes do evento:

Contamos com a sua participação! Até lá!

 

Iniciativas fortalecem políticas públicas e o investimento social


Fonte: Rodrigo Zavala (Gife) e http://www.responsabilidadesocial.com/

O matemático e escritor inglês Lewis Carroll certa vez escreveu: “quando não se sabe aonde se quer chegar, qualquer caminho serve”. Quando se olha para o terceiro setor, não é incomum organizações e voluntários querendo fazer o bem, mas que batem cabeça na hora de realizar ações, pois não têm clareza sobre o terreno em que andam.

A boa notícia é que existem organizações que não pensam simplesmente no fim de seus projetos, mas em formas de fortalecer políticas públicas e o próprio investimento social privado. Longe da prerrogativa de que informação é propriedade privada, cada uma dessas organizações lança produtos voltados para o benefício coletivo.

O primeiro exemplo – e o mais assertivo – foi lançado pelo Instituto Desiderata. Bebendo de diversas fontes de informação – administração pública e privada – a organização criou um sistema online de indicadores educacionais para acompanhar qualidade do ensino fundamental no Rio de Janeiro.

A complexidade dos dados, colocada de forma didática, permite a qualquer leitor visualizar, pelas 33 regiões administrativas do município, os indicadores educacionais de um universo de mais de 400 escolas de ensino fundamental. Qual a região com mais repetência de estudantes? Que escolas possuem um laboratório de informática? Onde existem mais alunos? População versus professores…. Enfim, a agulha do palheiro para quem olha para o mapa da educação.

Entenda-se aqui que, para a criação do produto final, foram inseridos indicadores de rendimento (aprovação e reprovação), de situação dos alunos (abandono e distorção de idade) e de desempenho (Prova Brasil e Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb). Some-se a isso um levantamento da infra-estrutura por escola.

“O nosso objetivo é que ele seja usado pela gestão pública, em primeiro lugar, incluindo aí a própria escola, que pode se ver naquela região em que ela está inserida, no enfrentamento de suas questões. Tal como para o investidor privado, que pode refinar sua ação, sendo um farol”, afirma a diretora do Instituto Desiderata, Beatriz Azeredo.

Muito além de ser um farol para investimentos fluminenses, o que Beatriz mostra é um potencial investimento em outras regiões. Levar a mesma expertise não necessita de adaptação ou alinhamento cultural. Tratam-se de dados empíricos, que podem ser sistmatizados em diferentes locais, basta aplicar a metodologia desenvolvida pelo instituto.

Na lupa disponibilizada pelo instituto, por exemplo, é possível constatar quais as escolas que baixam o desempenho de determinado local. Por isso, esses números permitem desenvolver um plano de ação que leve em conta as desigualdades internas das regiões administrativas.

“O sistema pode avaliar, de um lado, as políticas públicas e, de outro lado, as parcerias com o setor privado”, defende Beatriz. A iniciativa tem apoio irrestrito da Secretária Municipal de Educação do Rio de Janeiro, Claudia Costin, que compareceu ao lançamento do sistema.

Infância e adolescência em SP

Enquanto no Rio de Janeiro o tema é Educação, em São Paulo é o atendimento e proteção a crianças e adolescentes. Na última semana, a Fundação Telefônica firmou parceria com a SEDS – Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social, de São Paulo, para integrar sistemas de informações para esse público.

O objetivo da parceria é fortalecer a rede de atendimento e proteção a crianças e adolescentes, por meio da integração dos sistemas de dados Pró-Social (do Governo de São Paulo) e Redeca (desenvolvido pela Fundação).

Na prática, a expectativa é que as informações a respeito do público infanto-juvenil atendido por instituições públicas e privadas sejam ampliadas e atualizadas, para fornecer um painel completo dos serviços disponíveis de assistência social, saúde, educação e outras áreas, relativas ao seu desenvolvimento humano.

“Os dados consolidados são um rico insumo para secretarias de assistência social e Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente elaborarem diagnósticos e planos de ação”, afirma a gerente de Projetos da Fundação, Gabriella Bighetti.

Segundo ela, os investidores sociais privados que forem investir via Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente farão uma inversão mais estratégica na medida em que os conselhos tenham esses planos de ação definidos, a partir de um diagnóstico feito sobre uma base real de informações.

“O sistema será capaz de mostrar um retrato de todo o atendimento que é realizado para cada criança e cada adolescente do município, em todas as áreas (educação, saúde, assistência social, encaminhamentos a organizações etc), evidenciando também as carências e, portanto, as oportunidades de intervenção social”, argumenta.

O Redeca foi concebido há três anos pela Fundação Telefônica em conjunto com oito municípios paulistas. Trata-se de um sistema desenvolvido em software livre que cria e gerencia um banco de dados, através do qual cada criança tem um registro único, com todo o atendimento que recebe. A carga inicial de informações do Redeca provem do Cadastro Único, do governo federal.

Ao ser implantado pelo município, o sistema passa a receber dados das entidades participantes de toda a rede de proteção aos direitos de crianças e adolescentes. Isso ocorre de forma independente, ou seja, sem qualquer interferência da Fundação Telefônica, que é apenas a promotora do sistema de informações e não gerencia as diversas redes municipais que forem sendo implantadas.

Bem-Estar

Outra iniciativa que tem rendido frutos é a realizada pela Rede Nossa São Paulo, que elaborou um conjunto de indicadores que reúnem também aspectos subjetivos sobre as condições de vida em São Paulo. Trata-se do IRBEM (Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município), voltado para orientar ações de empresas, organizações, governos e toda a sociedade, considerando como foco principal o bem-estar das pessoas.

Para saber: na última pesquisa (feita com 1.512 entrevistados) realizada pela iniciativa, em janeiro deste ano, a percepção do paulistano sobre seu bem-estar na cidade tem melhorado, mas pouco, a cada ano. Em relação à mesma pesquisa feita no ano de 2009, o aumento na avaliação dos itens que compõem a sondagem foi de 4,8 para 5 -10 é a satisfação total.

“Se os índices sempre aumentarem assim, de décimos em décimos, ainda vai levar muito tempo para chegarem pelo menos à média de satisfação”, diz Márcia Cavallari, diretora do Ibope, que conduziu a pesquisa