Ciclo de Palestras Alavanca Social na Fesp – SP


Neste mês de maio, em função de parcerias com a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – Fesp e a convite da Professora Tania Callegaro da cadeira de Ação Cultural, a Alavanca Social realizou diversas palestras compartilhando informações  sobre o Terceiro Setor, em suas diversas áreas de ação.

As palestras foram direcionadas para alunos que estão fazendo os cursos de Biblioteconomia e Administração e teve o intuito de, além de levar informações sobre o 3º setor, poder estabelecer um paralelo entre o que estão aprendendo e o assunto das palestras.

Cada palestra teve cerca de 1:30 de duração, restando meia hora para responder questões levantadas pelos alunos, os quais tiveram uma excelente receptividade com os temas.

Vejam alguns depoimentos:

O palestrante abordou como é atuação desse profissional, quais cursos  são necessários para  seguir na área do 3º setor e é claro como o profissional bibliotecário pode se integrar com  essa realidade através de iniciativas culturais. Tema muito interessante à nós que estamos nos formando. (Carolina Martins Tenório)

Segundo o empresário, o mercado de trabalho no 3º setor vem melhorando dia por dia, pois há muito campo e poucos profissionais, e Rachid, além de apaixonado pelo que faz nos foi enfático: para quem não gosta de rotina este pode ser um caminho, “pois não há um dia como o outro”, afirma. O 3º setor hoje é responsável por 6% do PIB. Parece pouco, mas se compararmos com 2007 (1,4%) vemos que a curva da participação tem subido de forma vertiginosa. Os alunos, ao fim da palestra, saíram entusiasmados com as informações, as possibilidades mas principalmente o desprendimento e extrema simpatia do empresário. (Robinson Mietto)

A notícia também foi divulgada através da Monitoria Científica FaBCI – Fesp-SP:

Blog: http://monitoriafabci.blogspot.com

Formandos da FaBCI assistem palestra sobre captação de recursos

Na última semana os alunos do 7º semestre, matutino e noturno, assistiram a uma palestra sobre captação de recursos com o professor Marcelo Rachid. Confira!

Formado em Gestão de Negócios e da Informação e pós-graduado em Gestão Empresarial, Marcelo Rachid de Paula é professor do curso de Extensão Capacitação técnica do mediador cultural: como desenvolver ações e captar recursos da FESPSP e também é proprietário da empresa Alavanca Social e Diretor Comercial da R2 Creative, especializada na criação e desenvolvimento de apresentações para a área de Comunicação Visual.

A convite da professora Tânia Callegaro, o palestrante apresentou aos alunos da FaBCI o tema “Como fazer a captação de recursos no 3º setor?” como atividade complementar da disciplina Ação Cultural e sobre sua apresentação nos contou:

Realizo algumas palestras em meios acadêmicos, porém, na FESP, esta prática tornou-se muito prazerosa devido ao carinho especial das pessoas que me acolheram internamente e me permitem compartilhar os conhecimentos e experiência profissional e de vida com todos os alunos, além de também poder aprender um pouco mais a cada evento realizado. Parabenizo a FESP e às pessoas interessadas em promover eventos desta natureza, pois possibilitam a propagação de uma diversidade de informações, proporcionando o crescimento moral e intelectual de todos os envolvidos.

Para saber mais sobre Marcelo Rachid acesse https://alavancasocial.wordpress.com e veja também as fotos da palestra na seção “Biblioteca na câmera”!

Notícia enviada por Tânia Callegaro, Professora do curso de

 Biblioteconomia e Ciência da Informação da FESPSP.

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Futuras ações da Alavanca Social, favor acessarem https://alavancasocial.wordpress.com/acoes

Techsoup – Tecnologia à disposição do 3º Setor


Olá pessoal,

Hoje trago para vocês uma fonte de recurso excepcional para as Organizações do 3º Setor de todo o Brasil.

Todos sabem da importância de se ter a tecnologia adequada e atual para o desenvolvimento dos projetos, como para estar mais perto do que há de moderno nos computadores existentes nas organizações. Outro fator importante é contar com softwares de última geração, licenciados e colaborando com todas as ações, sejam elas internas ou externas.

Estou falando da Techsoup Brasil (http://www.techsoupbrasil.org.br/), que tem um programa de doação de softwares para organizações do 3º Setor e possibilita esta perfeita atualização de seus computadores e sistemas de controle.

Vejam a seguir um resumo desta organização, suas ações e o trabalho excepcional para que as Organizações do 3º Setor tenham o melhor em tecnologia:

Atualmente existem milhares de organizações não-governamentais (ONGs) espalhadas pelo Brasil e pelo mundo e que desenvolvem ações em diferentes áreas. Elas contam principalmente com a colaboração de seus engajados para tornarem determinado objetivo completo, mobilizando assim a opinião pública. O sociólogo Herbert José de Souza, mais conhecido como Betinho, diz que “as ONGs são comitês da cidadania e surgiram para ajudar a construir a sociedade democrática com que todos sonham”.

Você já parou para pensar quem auxilia o desenvolvimento da própria ONG? Foi pensando nessa questão que surgiu a TechSoup Global, uma organização também não-governamental que dá suporte tecnológico, monetário e de conhecimento para ONGs de todo o mundo.

Um esforço colaborativo da ATN – Associação Telecentro de Informação e Negócios trouxe a TechSoup Brasil, parceiro local da TechSoup Global. O braço brasileiro da organização presta essencialmente assistência tecnológica às organizações, doando licenças de software para que as ONGs tenham um bom desenvolvimento. A Microsoft é a principal parceira da TechSoup Brasil e doa softwares como Windows 7, pacote Office, Exchange Server, SQL Server e Dynamics.

No Brasil há um ano e meio, a TechSoup já auxiliou mais de 850 organizações em todo o país com a doação de mais de 15 mil licenças, que equivalem a cerca de 7 milhões de dólares. No site da TechSoup Brasil, além de conhecer mais sobre o programa, é possível encontrar informações sobre tecnologia corporativa.

Para participar do programa de doações:

Se você participa ou é dono de alguma ONG e se interessou pelo trabalho da TechSoup Brasil, confira um passo a passo para receber os softwares doados pela organização.

Faz parte da qualificação básica ser:

–          Pessoa jurídica legalmente constituída no Brasil e ser classificada como OSCIP,   Associação ou Fundação

–          Ter toda a documentação atualizada

–          Não ter fins lucrativos

–          Desenvolver atividades comunitárias de interesse público.

Escolas públicas e prefeituras não são elegiveis para o programa de doações da TechSoup Brasil. Organizações religiosas podem se tornar elegíveis ao programa de doações, uma vez que possuam atividades sociais em paralelo.

Se sua ONG se enquadra na qualificação acima, primeiro é necessário cadastrá-la através de um formulário on-line. Lá serão avaliados o tipo de atividade da organização, qualificação e ações. Junto com o cadastro é preciso enviar uma cópia da Razão Social e do Estatuto da Organização da ONG. Após o envio da documentação é preciso aguardar até 10 dias para confirmação do cadastramento no Programa da TechSoup Brasil onde será analisada a elegibilidade da organização. A confirmação de qualificação é enviada para o e-mail cadastrado e a partir daí é possível solicitar os produtos no site no prazo de 20 dias.

Para mais informações sobre como participar e sobre os produtos acesse o site da Techsoup Brasil.

Fonte: Pensando Grande

A BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL. WDL


Um trabalho da Unesco para toda a humanidade.

Fonte: semiramisalencar (http://wp.me/peLyA-1jr)

Já está disponível na Internet, através do site www.wdl.org

Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.

Tem, sobretudo, caráter patrimonial” , antecipou em LA NACION Abdelaziz Abid, coordenador do projecto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições. A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser “com valor de patrimônio, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes:árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas”.

Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562″, explicou Abid.

Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos azetecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Fácil de navegar:

Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado. Os documentos foram passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas O PORTUGUÊS. A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.

Como se acede ao sítio global?

Embora seja apresentado oficialmente na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do sítio:

www.wdl.org

O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar directamente pela Web , sem necessidade de se registrarem.

Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição. O sistema propõe as explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português), embora os originas existam na sua língua original.

Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A excelente definição das imagens permite uma leitura cômoda e minuciosa.

Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das “Fábulas” de La Fontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.

Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas:

América Latina e Médio Oriente. Isso deve-se à activa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, à biblioteca de Alexandria no Egipto e à Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.

A estrutura da BDM foi decalcada do projecto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e atualmente contém 11 milhões de documentos em linha.

Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos. Mas a importância que reveste esse sítio vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo audio-visual.

Curso do 3º Setor na Fesp – Última Chamada!


Olá pessoal!

O Curso “A profissionalização como fator de importância em organizações”, realizado através da parceria entre a Alavanca Social e Fesp-SP, vai iniciar neste próximo sábado (02/04/11) e ainda tem vagas disponíveis.

Vejam a seguir as informações:

Aguardamos vocês por lá!

“A PROFISSIONALIZAÇÃO COMO FATOR DE

IMPORTÂNCIA EM ORGANIZAÇÕES”

Apresentação
A sociedade avança a passos rápidos e cada vez mais exige mudanças no contexto que as envolve e não poderia ser diferente em Organizações do Terceiro Setor.  Este setor da economia representa hoje um dos mais importantes segmentos no mundo todo, notadamente o Brasil que passa por uma reestruturação de conceitos, idéias e cresce para ser, em alguns anos, um dos principais países do mundo.O Terceiro Setor, como sabemos, veio fechar o ciclo de ações da sociedade organizada, que tanto o Primeiro Setor (Governo) e o Segundo Setor (Empresas Privadas) não oferecem.  O seu principal objetivo é o de proporcionar condições humanas favoráveis para o povo de um país com dimensão territorial continental, trazendo benefícios de diversas formas.

Carga Horária
12 horas

Objetivos

Oferecer informações para a conscientização dos participantes na importância de estarem se preparando para um contexto profissional na área do 3º setor.

Demonstrar a importância do planejamento interno para o sucesso externo.

Transmitir conhecimentos das principais áreas de ação dentro de uma Organização Sem Fins Lucrativos.

Mostrar diferenças na Gestão e condução das atividades em Organizações existentes e atuantes no setor, bem como a necessidade de se prepararem de forma mais estruturada para suas tarefas.

Público Alvo

Fazem parte do perfil do atendente deste curso:
Gestores de Organizações sem Fins Lucrativos – buscando uma visão diferenciada da importância na preparação e realização das tarefas.
Profissionais do 3º Setor – pessoas atuantes neste segmento que queiram abraçar uma visão diferenciada da profissionalização nesta área e poderem aplicar em suas consultorias e ações.
Colaboradores e pessoas interessadas em encontrar alternativas de crescimento pessoal – Todos aqueles que, de alguma forma, estão ligados à estrutura de uma Organização sem Fins lucrativos.

Estrutura

Introdução ao  3º SetorVisão Global do 3º setor no Brasil e no mundo – 2hs

Gestão EficazVisão sistêmica das áreas de Gestão no Brasil – 2hs

Cases de Sucesso – Demonstração de Cases de Organizações Eficientes – 4hs

Áreas de Ação – O conhecimento, a informação e o treinamento renovando idéias e atitudes – 2hs

Participação da Sociedade – A sociedade e seu papel fundamental para a mudança de conceito – 2hs

Cronograma

1ª aula – 4hs – 02/04/2011

2ª aula – 4hs – 09/04/2011

3ª aula – 4hs – 16/04/2011

Dia/Horário: Sábados das 13 às 17:00

Coordenador e Docente: Marcelo Rachid de Paula

http://www.fespsp.org.br/extensao/socpol_terceiro.html

Veja mais detalhes no endereço acima.


African Cats – novo documentário da Disney Nature – para o Dia da Terra


African Cats – novo documentário da Disney Nature – para o Dia da Terra

Assim como fez em 2008 com Terra e em 2009 com Oceanos, a Disney lança hoje, Dia da Terra, o teaser-trailer de um novo documentário: African Cats: Kingdom of Courage.
O filme mostrará a rotina de diferentes famílias de felinos africanos, focando em como eles sobrevivem nas planícies da África.

Dirigido por Alastair Fothergill e Keith Scholey, o longa chega aos cinemas no Dia da Terra em 2011.

 

Dia da Terra

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Bandeira não oficial do Dia da Terra

O Dia da Terra ( Earth Day) foi criado pelo senador estadunidense Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril.

Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

História

O evento foi à culminação de uma série de tendências que começaram nos anos 50 em que os cientistas começaram notar como a industrialização impactava o ecossistema da Terra. Então, em 1962, o livro inovador de Rachel Carson “Silent Spring”, que documentou os efeitos dos inseticidas no ambiente, causou uma sensação internacional e conduziu-a eventualmente à proibição do DDT nos Estados Unidos.

Em 1970, a preocupação com o crescimento populacional, a fome em massa, a poluição do ar e da água o grupo se uniu em um movimento para apoiar um ambiente mais limpo e saudável.
Tudo isto e mais esta no filme “Earth Days”, que foi mostrado em PBS’American Experience em 19 de abril Dirigido por Robert Stone o filme mostra não somente como o movimento verde começou, mas os sucessos e falhas desde o dia seminal em 1970.

“O que nós estávamos tentando fazer é criar uma consciência pública totalmente nova que causasse a mudanças das regras do jogo” disse Denis Hayes, coordenador nacional do Dia da Terra.

Hayes é um dos ativistas ambientais chaves de uma dúzia, entrevistados no documentário Miller-McCune.E com mais três deles pediu para avaliar o estado do ambientalismo em 2010

• Paul Ehrlich foi o autor do livro best-seller “A bomba da população” em 1968 É atualmente o professor de estudos de população e presidente do “Centro de biologia da conservação na Universidade de Stanford”.

Stephanie Mills tornou-se famosa graças a um discurso de abertura 1969 do seu colégio, “O futuro é uma farsa cruel”.Ela é editora e escritora filiada ao “Planned Parenthood” e atualmente é uma defensora de bio-regionalismo, um movimento, dedicado a culturas sustentáveis e locais.

Denis Hayes era o organizador principal do dia de terra original. Desde então Incentiva a Energia Solar e continua a presidir o conselho da rede internacional do “Dia de terra”
A primeira manifestação teve lugar em 22 de abril de 1970. Foi iniciada pelo senador Gaylord Nelson, ativista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental. Para esta manifestação participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades. A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Agência de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente.

  • Em 1972 celebrou-se a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar os líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para erradicá-los.
  • O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulada por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.
  • O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos na naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.
  • No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso planeta, tanto a nível global como regional e local.
  • “A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Sentimo-nos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser…”

Surgiu como um movimento universitário, o Dia da Terra converteu-se em um importante acontecimento educativo e informativo. Os grupos ecologistas utilizam-no como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis. Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufaturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas. Por esta razão é o Dia da Terra.
Este dia não é reconhecido pela ONU.

Programa Radioatividade e Ação Positiva


Olá pessoal!

Com o avanço tecnológico, as ferramentas de comunicação tem uma importância fundamental, pois são objeto de diversão, esclarecimento, entreterimento, formação de idéias e opiniões, possibilitando que as pessoas possam estar atentas ao que se passa em sua comunidade e o mundo.

Não é raro observarmos tendências diversas em cada meio de comunicação, tudo de acordo com seus interesses perante à sociedade.

Em Jundiaí, existem diversos meios de comunicação, sejam eles através da mídia impressa, rádios e TV’s e todas elas tem grande importância neste contexto.

Na mídia radiofônica, destaco o Programa  Radioatividade, da Rádio Cidade, com músicas, notícias e entretererimento  e principalmente o Quadro “AÇÃO POSITIVA” que foi idealizado para levar fatores positivos e de interesse da comunidade. O quadro revela uma diversidade interessante, falando de ações sobre Responsabilidade Social e outros relevantes para que as pessoas possam estar por dentro dos acontecimentos e também despertar o interesse nas transformações sociais da cidade de Jundiaí e toda a região.

Vejam a seguir um breve release sobre o programa e o quadro Ação Positiva:

De segunda à sexta, às 12h30 pela Rádio Cidade AM 730Khz

Pela web: www.cidadeam.com e canal 300 da NET Jundiaí

Apresentação: Carlos Cunha – Gestor de Marketing (Consultoria), Radialista e articulista da Rede Bom Dia Online seção blogs.

O Programa Radioatividade é uma proposta diferente de se fazer rádio no AM. Aborda assuntos do cotidiano numa linguagem moderna e dinâmica.

Apresenta entrevistas com personalidades de diversos setores: Economia, Esportes, Artes&Espetáculos, Terceiro Setor (Responsabilidade Social), Educação, Comportamento e Atualidades.

Ação Positiva: Quadro que vai ao ar todas as quartas – feiras, com duração de 10 minutos, abrangendo temas que tratam de Responsabilidade Social, desde pequenas ações visando melhorar o relacionamento em comunidades fomentadas por todos os segmentos da população até grandes ações elaboradas por grandes empresas

Podem participar pessoas físicas e jurídicas apresentando projetos ou propondo soluções que visem a melhoria do ser humano e do espaço em que vive.

Atualmente, abordamos o Terceiro Setor e Voluntariado com a participação do colaborador e parceiro Marcelo Rachid, consultor de empresas e criador da Alavanca Social.

Radioatividade: do jeito que você precisa ouvir.

Um jeito diferente de se fazer rádio.