ATITUDE SOLIDÁRIA no jornal Bom Dia em Jundiaí


Olá pessoal!

O Atitude Solidária – Centro de Voluntáriado de Jundiaí e região, mesmo antes de iniciar as suas atividades, foi assunto do Jornal Bom Dia em Jundiaí neste domingo.

Acessem todas as informações no Blog do Atitude Solidária:  http://atitudesolidaria.wordpress.com

Faça parte desta grande Rede que vai se formar em Jundiaí e região

ATITUDE SOLIDÁRIA – CENTRO DE VOLUNTARIADO DE JUNDIAÍ E REGIÃO

 

 

Atitude Solidária – Centro de Voluntariado de Jundiaí e Região


Olá pessoal,

Apresento a vocês o ATITUDE SOLIDÁRIA – CENTRO DE VOLUNTARIADO DE JUNDIAÍ E REGIÃO que vem com a proposta de sedimentar, conscientizar e promover a prática voluntária em Jundiaí e região.

O projeto vem sendo desenvolvido por um grupo de pessoas coesas e interessadas no tema e está atualmente em fase de ações para implantação.

Sua sede será em Jundiaí, por ser um polo magnífico em todos os segmentos da sociedade, sejam nas áreas sociais através das organizações sociais e comunidades, corporativas através de 2 grandes Distritos Industriais e um comércio forte e atuante, educacionais através das Escolas, Colégios, Faculdades e Universidades e poder público através da Prefeitura e órgãos relacionados, impulsionando o crescimento da nossa região.

A área de ação abrangerá todos os municípios da Região de Governo de Jundiaí, que envolve ao todo 9 cidades (Jundiaí e aquelas existentes ao redor).

Estamos criando algumas ferramentas para dinamizar a comunicação com todos os segmentos da economia e sociedade e uma delas que vamos falar aqui trata-se do blog:  http://atitudesolidaria.wordpress.com.

O blog ainda entá em fase de desenvolvimento, mas permite algumas ações e comunicações.

A Alavanca Social, como uma das partes envolvidas no processo de criação, e consequentemente uma parceira da futura Organização Social, também atuará como uma das propulsoras de informações relacionadas ao Atitude Solidária.

Para inaugurar de forma oficial este blog, vejam a seguir as 4 últimas postagens:

O Planeta é Voluntário. E você?

Efeito Libélula: Pequenas Ações Criando Grandes Mudanças

Inicio da série o Poder das Mídias Sociais para resolver os grandes problemas mundiais: Case Charity Water

Voluntarismo ou Voluntariado?

Acessem, leiam, se inscrevam e opinem sobre nosso blog, o qual desejamos programar para ser um meio de informação e comunicação para todos, de forma agradável e produtiva.

Um forte abraço a todos!

VOLUNTARISMO OU VOLUNTARIADO?


Olá!

A nossa proposta hoje é discutir um tema apaixonante e intimamente ligado ao progresso e crescimento das comunidades.

Existem diversas formas de exercer o direito à cidadania, porém, um dos mais efetivos, trata-se do “VOLUNTARIADO”, o qual é movido por um combustível inesgotável chamado “SOLIDARIEDADE”. O grande diferencial do voluntariado é que não depende de fórmulas mágicas ou burocracias que as pessoas adoram criar, mas sim pelo simples desejo de ajudar…alguém, uma causa, um projeto…a si mesmo.

Para conhecermos um pouco mais sobre o que é Voluntariado, vejam a seguir uma matéria do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) Brasil, que trata de diferenças nas relações dentro da prática voluntária e solidária.

Vejam a postagem no site do Atitude Solidária – Centro de Voluntariado de Jundiaí e regiãohttp://atitudesolidaria.wordpress.com

 

 

 

 

 

 

Rodrigo Alvarez vê como promissora a carreira de captador de recursos


Fonte: http://www.idis.org.br/

O coordenador da pesquisa sobre a atividade, realizada no Festival Latino-Americano de Captação de Recursos – FLAC 2011, uma parceria do IDIS com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), acredita que a abordagem estratégica do tema pelas organizações impulsionará o desenvolvimento da função.

Em entrevista ao portal IDIS, Rodrigo Alvarez, coordenador do convênio The Resource Alliance e responsável pelo programa de mobilização recursos do IDIS, explica que objetivo da pesquisa “FLAC 2011 – O captador de recursos: quem é você?” foi conhecer melhor os profissionais que atuam na captação de recursos. Segundo ele, o captador de recursos do futuro deve ser um profissional com capacidades técnicas apuradas de comunicação, marketing, negociação, planejamento e finanças. O estudo, coordenado pelo professor Mário Aquino, da FGV, foi desenvolvido por Alvarez e pelo professor Fernando Nogueira, também da Fundação Getúlio Vargas.

Qual é o objetivo da parceria com a Fundação Getúlio Vargas?

Queremos gerar conhecimento sobre investimento social privado,  filantropia e mobilização de recursos com foco no Brasil, pois sempre utilizamos os parâmetros internacionais – principalmente americanos. Essa parceria se concretizará através da publicação de estudos de caso, papers, pesquisas e, no futuro, na criação de disciplinas de graduação e pós-graduação na grade de cursos ofertados pela Getúlio Vargas. A ideia da pesquisa de mapeamento sobre o profissional de captação de recursos surgiu como forma de direcionar melhor nossa participação no FLAC. Nas duas primeiras edições, coordenamos o Festival. A partir deste ano, com o Festival engrenado, assumimos um papel mais alinhado com nossa missão no setor, que é gerar conhecimento.

Quase a metade dos entrevistados na pesquisa atuam como captadores de recursos. A área está em expansão?
Sim. Com o crescimento econômico brasileiro, a filantropia privada também está avançando. Até hoje, predominou no País a participação governamental, da cooperação internacional, ou privada, assistencialista na composição de receitas das organizações sem fins lucrativos brasileiras. Nossa percepção é que irá crescer a participação quantitativa e qualitativa de indivíduos e empresas como apoiadores e promotores de causas, o que vai requerer, do lado das organizações da sociedade civil, um perfil de um profissional com capacidades técnicas apuradas de comunicação, marketing, negociação, planejamento e finanças.

O estudo também mostra que muitos captadores acumulam a atividade com outras funções. Não seria melhor que se dedicassem exclusivamente à captação?

pesquisa mostra que o mercado ainda é uma Babel, com diversos tipos de perfis profissionais atuando nessa área. Há organizações em que o captador é o próprio idealizador/gestor da organização, enquanto outras têm captadores terceirizados e em outras os profissionais dividem seu tempo entre funções administrativas e a de captador. Mas também já temos organizações em que o profissional consegue se dedicar exclusivamente à função. A forma de evitar o acúmulo de atividades é criar uma área específica de captação de recursos.

Qual é o caminho da profissionalização do captador?
Em primeiro lugar, ele deve procurar formação específica no tema – no Brasil, ou em outros países. Também é importante que a organização em que trabalha considere essa atividade estratégica e esteja disposta a investir na criação de uma área de captação de recursos, desde que tenha condições para isso.

Como você vislumbra o futuro dessa atividade?

Deve estar mais estruturada, gerando interesse para que estudantes a considerem um possível caminho profissional. Também deve estar mais segmentada: haverá captadores de recursos especializados em pequenos doadores individuais, com especialidade em ferramentas de marketing tradicional e digital; outros captadores serão especializados em grandes doadores, com trânsito e credibilidade para apoiar indivíduos de alto poder aquisitivo a realizarem seu investimento social; e, finalmente, outros que serão especializados no desenvolvimento de parcerias com empresas. Pesquisas internacionais revelam que a função deve se integrar cada vez mais com a área de comunicação, gerando um profissional que é muito mais um mobilizador da causa do que propriamente uma pessoa que busca dinheiro para a manutenção de uma entidade.

Reintegração social – Programa Começar de Novo


Até onde vai a nossa responsabilidade por tudo o que acontece ao nosso redor?

Você é uma daquelas pessoas que se exclui da responsabilidade de mudar o entorno de sua vida?

Por que existe uma ausência de valores quando o assunto envolve a reintegração de pessoas no seio da sociedade?

Será que estas pessoas, por terem cometido algum erro ou crime em algum momento de suas vidas não tem mais a chance de COMEÇAR DE NOVO?

O programa Começar de Novo, criado pelo CNJ – Conselho Nacional de Justiça, vem para oferecer esta oportunidade às pessoas e consequentemente às famílias dos envolvidos, trazendo esperança e um ar de renovação na vida e sonhos de cada um. Aquelas que verdadeiramente desejam retomar suas caminhadas, tem esta oportunidade.

Vejam a seguir uma reportagem sobre este assunto elaborado pela Fiesp:

Por falta de oportunidade, 70% dos ex-detentos retornam a criminalidade

Convênio para manutenção do Projeto Começar de Novo pemitirá a capacitação profissional àqueles que desejam recomeçar suas vidas


Paulo Skaf discursa durante evento do programa Começar de Novo da Fiesp e do CNJ

Sensibilização de órgãos públicos e entidades da sociedade civil para que sejam fornecidos postos de trabalho e cursos de capacitação para os ex-detentos, promovendo a cidadania e, consequentemente, uma diminuição dos índices de criminalidade.

Este é o objetivo do Projeto Começar de Novo, inciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Senai-SP.

Durante a abertura do Encontro Nacional do projeto nesta segunda-feira (5), Paulo Skaf, presidente da Fiesp e Senai-SP, e o ministro Cezar Peluso, presidente do Superior Tribunal da Justiça (STJ) e do CNJ, assinaram, no Teatro do Sesi São Paulo, a renovação do convênio entre as entidades para manutenção do projeto.

Skaf afirmou que o principal objetivo do projeto é romper o ciclo da criminalidade, ofertando aos detentos e egressos uma oportunidade de retomar os estudos, por meio do Telecurso, e dos cursos de capacitação profissional oferecidos pelo Senai-SP.

“O acesso à educação é uma forma correta e eficiente de combater a criminalidade. Com isso também daremos chance para aqueles que cometeram um erro e desejam começar suas vidas de novo. Isso é o que toda a sociedade quer”, disse.


Ministro Cezar Peluso, presidente do STJ e do CNJ

Segundo o ministro Cezar Peluso, um dos pilares da democracia moderna é garantir a dignidade da pessoa humana, e este principio inclui os indivíduos que cometeram algum delito.

De acordo com o presidente do CNJ, 500 mil pessoas cumprem pena no Brasil. Quando libertos, 70% retornam à criminalidade. Para reduzir esses índices, Peluso acredita que o Estado e a sociedade civil precisam criar e fomentar politicas públicas sólidas que propiciem a reintegração do infrator.

“Existe uma resistência muito grande para contratação de ex-detentos. Os regressos estão pouco preparados para trabalhar numa empresa e se comportar em sociedade”, afirmou Peluso, completando que “a melhor maneira de combater a criminalidade é acolher o ex-detento na sociedade.”

Cartilha

Durante o evento, Peluso lançou a cartilha Programa Alocação de Mão de Obra Prisional no Estado de São Paulo. O documento deve orientar os detentos e futuros empregadores sobre seus direitos e deveres no mercado de trabalho e na convivência em sociedade.

“Precisamos promover a reinserção social dos infratores ao meio social como finalidade educativa e social, possibilitando a recuperação da autoestima e dignidade humana”, acrescentou.

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

OI FUTURO RECEBE INSCRIÇÕES PARA O PROGRAMA OI NOVOS BRASIS 2011


23/08/2011 (Social – Oi Novos Brasis)

O Oi Futuro lançou hoje, 23 de agosto, o Programa Oi Novos Brasis 2011, que fornece apoio técnico e financeiro para projetos sociais. O edital, em sua oitava edição, já beneficiou mais de 40 mil pessoas em 107 projetos sociais desde sua criação, em 2004.

A seleção terá foco em projetos que desenvolvam tecnologias sociais que promovam a cidadania e possam ser reaplicadas em comunidades de baixa renda ou em grupos sociais semelhantes. Os projetos inscritos devem atender a um dos seguintes campos de atuação: ações educacionais complementares ao sistema de educação formal, qualificação profissional voltada para geração de trabalho e renda e ampliação do acesso aos direitos humanos, econômicos, sociais ou ambientais. Serão valorizados critérios como criatividade, inovação, capacidade de apresentação de diagnóstico da comunidade atendida e de monitoramento do trabalho realizado.

Cada organização poderá inscrever até quatro projetos, mas apenas um deles poderá ser selecionado. O processo de escolha dos projetos sociais ainda levará em consideração os seguintes temas:

·    – Integração das perspectivas econômicas, sociais, ambientais e culturais nos projetos;

·    – Construção de novas realidades (econômicas, sociais, ambientais) por meio de ações inovadoras e diferenciadas;

·   – Ampla legitimação das iniciativas, considerando o engajamento e efetiva participação dos diferentes públicos envolvidos na elaboração e desenvolvimento dos projetos;

·  – Abordagem integrada na gestão dos impactos – considerando toda a cadeia de valor, os benefícios gerados, riscos e oportunidades potenciais e as relações estabelecidas entre todos os atores envolvidos nos projetos;

·   – Fortalecimento de Redes Sociais;

·   – Valorização da diversidade e combate à discriminação.

O edital é voltado para organizações sem fins lucrativos e devidamente legalizadas. Os projetos serão avaliados e selecionados por uma comissão externa formada por especialistas do terceiro setor e por uma comissão interna do Oi Futuro. Clique aqui para ter acesso ao regulamento, entrar na área de inscrições e conhecer o histórico do projeto.

Por apostar no desenvolvimento de soluções sociais, o Oi Novos Brasis dispõe ainda de uma rede virtual de relacionamento para troca de experiência entre os parceiros.

As inscrições para a 8ª edição do programa podem ser feitas até o dia 23 de setembro, às 17h (horário de Brasília), no site www.oifuturo.org.br.

Como criar um negócio social?


Fonte: http://exame.abril.com.br/

O tempo em que a etiqueta “sem fins lucrativos” vinha necessariamente atrelada a uma operação com propósitos sociais ficou para trás. Hoje, as organizações que querem contribuir para a construção de um mundo melhor podem fazê-lo sem abrir mão de gerar receita e operar dentro das melhores práticas de gestão e eficiência do mercado.

Os “negócios sociais” começam a se consolidar como uma opção para quem quer empreender e, ao mesmo tempo, gerar impacto social. “É usar o potencial empreendedor para resolver questões de qualidade de vida de populações mais vulneráveis”, explica Maure Pessanha, diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemisia, aceleradora de negócios sociais.

Entre os exemplos de iniciativas neste modelo estão negócios voltados a consumidores de classes C, D e E, como serviços de saúde e educação a baixo custo. “Tem que gerar receita, mas tem que resolver um problema social”, resume Rodrigo de Méllo Brito,
co-fundador e diretor executive da Aliança Empreendedora.

Confira a seguir algumas dicas dos especialistas para criar um negócio social:

Pesquise o público-alvo

Para ser relevante, um negócio social precisa atender às necessidades reais do seu público. Isso exige um contato muito próximo com os consumidores dos produtos e serviços a serem oferecidos.

Não presuma que uma demanda existe – busque verificar através de pesquisas e contatos constantes com os usuários exatamente o que eles querem. “É preciso entender muito bem do problema para poder traçar a estratégia de trás para a frente. Quanto o cliente está disposto a pagar pelo produto? Que tipo de meio de pagamento ele tem à disposição? É respondendo a essas perguntas que você poderá chegar a uma oferta ideal”, detalha Brito.

Ao lidar com um público de menor patamar de renda, um erro fatal é ter uma postura paternalista ou condescendente. Como em qualquer negócio, o consumidor deve vir em primeiro lugar. “É preciso deixar a arrogância de lado e ouvir o que o cliente tem a dizer”, ele acrescenta.

Encontre um modelo de negócio

Não há um consenso a respeito da constituição jurídica ideal para este tipo de negócio. Muitos nascem a partir de iniciativas de ONGs que precisam de recursos para se autofinanciar. Mas, cada vez mais, tornam-se comuns projetos que já nascem como negócios sociais. Neste caso, é importante pensar desde o início em um modelo que permita que o negócio seja autossustentável – se não a curto prazo, pelo menos em um futuro não muito distante.

“O capital inicial para começar um negócio pode vir de várias fontes, inclusive doações. O que não pode acontecer é contar doação como faturamento, isso é uma ilusão. No longo prazo, é preciso gerar receita”, destaca Maure. Os modelos de negócios são variados. Algumas empresas faturam com a venda dos próprios produtos e serviços oferecidos. Em outros casos, treinamentos e consultoria podem entrar como uma fonte de receita para sustentar um atendimento gratuito ao público.

Faça um bom plano de negócios

Como qualquer negócio que almeja o sucesso, um negócio social deve ter um plano de negócios, o documento que vai detalhar e traduzir em números qual será a oferta da empresa, o mercado em que ela vai atuar, seus concorrentes e projeções de ganhos e gastos potenciais. “O negócio social tem que ser, antes de tudo, um bom negócio, muito bem estruturado e administrado”, destaca Maure. Além de ajudar na hora de buscar recursos, este documento será útil na gestão do dia-a-dia do negócio.

Conduza um piloto

Para fazer os ajustes finos necessários no projeto e mostrar a potenciais investidores que a ideia é boa, fazer um piloto é um caminho interessante. “Teste o seu mercado assim que possível e veja se o produto tem valor para a comunidade”, recomenda Maure.

Busque recursos

A oferta de capital para negócios sociais vêm crescendo no Brasil. Fundos internacionais e até brasileiros, como a Voz Capital e a Sitawi, injetam recursos em projetos promissores em troca de uma fatia do negócio. Como muitos negócios sociais ainda nascem a partir de um modelo híbrido – ONGs que acabam migrando para o setor 2,5 gradativamente, em busca de sustentabilidade –, também é possível captar recursos tradicionalmente disponíveis para o terceiro setor, como verbas de institutos e fundos sociais de empresas. Outra opção é ir atrás de recursos dos programas de subvenção econômica governamentais.

Tenha paixão e perseverança

Um negócio social algumas vezes leva mais tempo para decolar que um negócio tradicional, por isso é fundamental que o empreendedor acredite muito na ideia e tenha persistência. “É importante ter uma visão, uma consciência do impacto do negócio”, diz Maure. Embora, no longo prazo, a remuneração de um executivo responsável por um negócio social possa se equiparar aos valores de mercado, assim como em qualquer empreendimento, e empreendedor terá que apertar o cinto até que o negócio se consolide. “Mesmo negócios tradicionais levam anos para ter escala. É preciso ter paciência”, aconselha Britto.  “A boa notícia é que até o investidor está disposto a esperar mais e ganhar menos, porque investe pelo impacto social”, conclui.

 

Dia do Playing for Change – Transformação através da Música


Fonte: http://www.rets.org.br

No dia 17 playing for changede setembro acontece em vário países do mundo o “Playing for Change Day”. Neste dia, músicos farão apresentações nas ruas e o valor arrecadado com contribuições espontâneas será revertido para um movimento global de transformação social através da música. O valor arrecadado será revertido para a compra de instrumentos, construção de escolas, apoio a projetos artísticos e para promover a conexão entre artistas de rua do mundo todo. O tema do evento deste ano é “Power to the People” – em homenagem a John Lennon.

No Brasil, estão previstas apresentações de Cezar Pope, que se apresentará das 11h às 15h na Praça Afonso Pena, em São José dos Campos; Edu Marrom e sua banda estarão na Galeria Alma do Mar – Rua Harmonia, 150, em São Paulo; e Thiago Iusso Sinhohara tocará das 20h à meia noite na rua Oriente Tenuta, em Cuiabá. Há outros 33 eventos planejados em países como África do Sul, Argentina, Colombia, Tanzania, Índia, entre outros.

Para saber mais sobre a iniciativa, visite: http://www.playingforchangeday.org/