Olá pessoal,
Recebi este vídeo e achei interessante compartilhar com vocês.
É impressionante a dispersão das pessoas a tudo que se passa ao redor delas!
Assistam o vídeo e tirem suas conclusões:
Um bom feriado a todos!
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Olá pessoal!
Convido a todos para acompanharem a entrevista concedida pela Alavanca Social à Revista Responsabilidade Social.
A revista Responsabilidade Social é um dos principais veículos de divulgação em questões relacionadas às necessidades sociais e que envolve não somente o tema Responsabilidade Social, mas todos aqueles que influenciam as questões sociais em todos os níveis. Considero-os um exemplo de participação cidadã com pleno êxito.
Acesse o site da revista e confira esta entrevista e outros assuntos também!
Fonte da matéria: http://www.responsabilidadesocial.com/article/article_view.php?id=1413
Com consultorias nas áreas de gestão, captação de recursos e elaboração de projetos, a Alavanca Social contabiliza cinco anos de atuação com resultados exitosos. A avaliação é do presidente e fundador da instituição, Marcelo Rachid. Criada para mediar as necessidades do terceiro setor por meio da prestação de serviços, a entidade busca atingir, em 2012, a excelência em suas atividades e ser uma referência na área.
Hoje, a instituição mantém parceria com empresas e profissionais de vários mercados. Segundo Rachid, em 2012 serão priorizadas, por exemplo, atividades voltadas a melhorar a comunicação e visualização das organizações, “ajudando-as no processo de reconhecimento perante a comunidade e empresas em geral”.
Para se ter uma ideia, a instituição oferece cursos de extensão e livres de curta duração, na área. Também são promovidas palestras gratuitas em instituições de ensino e está prevista a implementação do projeto Biblioteca Social, que disponibilizará e-books e apostilas com informações básicas sobre o setor.
Na entrevista exclusiva, Marcelo Rachid detalha as ações em curso, apresenta os planos da instituição e faz uma avaliação sobre os desafios do terceiro setor para a próxima década. Na opinião do especialista, entre os gargalos é possível citar o marco legal ineficiente e baixa profissionalização. Acompanhe.
1) Responsabilidade Social – A Alavanca Social completa em 2012 cinco anos de atuação. Qual o balanço que o senhor faz dessa meia década de trabalho em prol do terceiro setor?
Marcelo Rachid – O balanço é bem positivo, pois possibilitou que a instituição fosse responsável por ações dentro do segmento de uma forma bem dinâmica, séria e responsável, onde todos os envolvidos puderam ser beneficiados com resultados favoráveis às necessidades de organizações, pessoas e ambiente.
2) RS – Na sua opinião, como a agenda social evoluiu no país neste período e quais os principais desafios do setor para a próxima década?
MR – Tenho o hábito de pensar que tudo evolui de forma positiva a todo instante e que o amanhã será ainda melhor. Pode ser uma forma utópica de pensar, mas acredito sempre que o ser humano é dotado de inteligência e capacidade suficiente para melhorar o meio em que está inserido, apesar de constantes modelos que se apresentam de forma negativa.
A partir da década de 90, esse país pôde observar importantes mudanças na legislação, conceitos, pesquisa e conscientização no terceiro setor, o que permitiu o avanço gradativo de todas as pessoas que militam essa área e se preocupam com o social. Nos últimos cinco anos houve um crescimento surpreendente na mentalidade dos profissionais que atuam no segmento, em que a atitude, antes amadora, mudou para uma visão e ações mais voltadas para o profissionalismo.
Os principais desafios a serem vencidos ainda são o clientelismo político, a corrupção que assola o país e que mancha a imagem da grande maioria que trabalha de forma séria e bem intencionada. Outro fator que deve ser olhado com mais carinho é a legislação, que ainda emperra e dificulta no momento de colocar projetos em ação. No terceiro setor ainda vejo o pouco investimento na capacitação de todos os envolvidos.
3) RS – Então o senhor concorda com a crítica recorrente sobre a falta de profissionalização do segmento?
MR – Acho essa afirmação justificável, já que observo o tempo todo a dificuldade das pessoas na execução das tarefas na maioria das organizações. Não sei se é devido o fato de eu ter uma formação profissional no segundo setor, vejo sempre a necessidade de profissionalização e a organização, como fatores fundamentais para o sucesso ou fracasso de um empreendimento. Essa é uma bandeira que sempre levantei em nossos cursos, palestras e eventos relacionados e penso ser de fundamental importância essa conscientização.
Acredito que o maior motivo ainda é o baixo investimento das organizações na capacitação dos colaboradores e os baixos salários que são pagos, não permitindo a chegada de profissionais nas mais diversas áreas, a não ser por meio do voluntariado.
4) RS – Como o senhor avalia o marco legal do setor? Trata-se de uma legislação eficiente?
MR – Esse é um desafio a ser vencido e que pode transformar positivamente esse setor da economia. O Brasil nunca procurou seguir uma linha de conduta própria, de acordo com sua personalidade, pois sempre achou melhor copiar modelos externos, a se ajustar a uma realidade nossa. Podemos observar que as leis são definidas somente pensando num momento presente e nunca levando em consideração o que vai acontecer no futuro, ou seja, somente vão ser ajustadas de acordo com os fatos e acontecimentos.
Apesar de existirem leis importantes para essa área, como a lei do voluntariado e outras, a grande maioria não atende aos anseios e reais necessidades das organizações sem fins lucrativos desse país.
5) RS – Quais são, na sua visão, as ações prioritárias para impulsionar a atuação das organizações do terceiro setor no país e qual o papel da Alavanca Social nesse contexto?
MR – Estão sendo criados alguns mecanismos, como os incentivos fiscais, que estão possibilitando as organizações sedimentarem suas atuações na comunidade por meio do recebimento de recursos tão importantes na sua operação. Vejo sempre as ações nesse sentido e também aquelas que permitem a capacitação das pessoas, num maior engajamento para a solução de suas necessidades e desafios diários.
Outro fator que julgo importante é a união de ideias para um bem comum, sendo de imensa importância o trabalho conjunto das organizações para que todos os problemas das comunidades sejam sanados. Ainda vejo falta de união entre as organizações do terceiro setor como um fator negativo e que dificulta o crescimento do segmento.
O papel da Alavanca Social é e sempre será o de levar soluções, procurando fortalecer a ideia de que a preparação, a organização e a capacitação das pessoas poderão levar a resultados favoráveis, seja por meio de cursos, consultorias e eventos, seja por meio da atuação para incrementar a comunicação dessas empresas, facilitando a busca de soluções e recursos.
6) RS – Quais projetos e atividades a Alavanca Social priorizará em 2012?
MR – A Alavanca Social vai priorizar em 2012 o compartilhamento de informações por meio do treinamento, eventos específicos e palestras acadêmicas, sendo essa última realizada em universidades e faculdades de forma gratuita em assuntos relacionados ao terceiro setor, e em meios corporativos a partir de parcerias estabelecidas.
Outro fator a ser priorizado, principalmente devido à demanda, são as atividades voltadas a melhorar a comunicação e visualização das organizações, ajudando-as no processo de reconhecimento perante a comunidade e empresas em geral. Um fator importante a ser ressaltado é a busca por novas parcerias que comunguem do mesmo pensamento e nos permita realizar de forma mais ampla nossas atividades.
7) RS – O que o senhor entende por responsabilidade social?
MR – A conjugação das duas palavras já define tudo, porém, necessita de uma visão e decisão individualizada para que ela aconteça em sua totalidade. Existe uma frase que diz: “Não existem resultados sem ação”. Vejo que ela define todo esse contexto, pois o ser humano é que decide como e quando agirá a favor ou contra uma necessidade.
Muitas pessoas incutem a empresários e governo a responsabilidade de agirem em favor do social, porém se esquecem de alguns detalhes importantes que envolvem eles mesmos, pois fazem parte de todo esse contexto, podendo influenciar com suas atitudes o meio em que vivem.
A responsabilidade social se inicia no convívio familiar, para depois se estender para a sociedade. Cada um é totalmente responsável por fazer a diferença por meio de decisões e escolhas pessoais. O Brasil ainda engatinha nesse contexto, mas, mesmo com algumas dificuldades, vem crescendo nesse quesito. Vejo a responsabilidade social como a semente que gera os frutos necessários ao sadio crescimento das sociedades e provê com soluções sérias, a tudo o que nos envolve e a nós mesmos.
A Alavanca Social, em parceria com a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESP-SP, abriu inscrição para mais uma edição do curso “A PROFISSIONALIZAÇÃO COMO FATOR DE IMPORTÂNCIA EM ORGANIZAÇÕES”, que vem com a proposta de orientar, promover e conscientizar a importância na preparação e capacitação das pessoas nas práticas diárias. O curso, além das informações, irá mostrar alguns cases de organizações que conseguiram atingir seus objetivos através da desta conscientização.
Mais informações no site: http://www.fespsp.org.br/extensao/socpol_terceiro.html
Faça já sua inscrição e garanta a sua participação: Vagas limitadas! http://www.fespsp.org.br/extensao/fespextensao/Pages/Inscricao.aspx
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CURSO DO 3º SETOR NA FESP |
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“A PROFISSIONALIZAÇÃO COMO FATOR DE IMPORTÂNCIA EM ORGANIZAÇÕES” |
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Apresentação O Terceiro Setor, como sabemos, veio fechar o ciclo de ações da sociedade organizada, que tanto o Primeiro Setor (Governo) e o Segundo Setor (Empresas Privadas) não oferecem e para que isso se torne realidade, o contexto exige que todas as pessoas que militam nesta área tenham uma visão diferenciada em todas as áreas de ação, sejam eles Conselhos, Gestores, colaboradores e profissionais liberais, como forma de dinamizar e obter melhores resultados em seus projetos. A palavra “Profissionalização” é muito ampla e oferece uma série de oportunidades e opções, porém, sua aplicação de forma continuada e planejada, proporciona os meios para a obtenção de resultados favoráveis. Carga Horária Objetivos
Público Alvo Fazem parte do perfil do atendente deste curso: Gestores de Organizações sem Fins Lucrativos – buscando uma visão diferenciada da importância na preparação e realização das tarefas. Estrutura Introdução ao 3º Setor – Visão Global do 3º setor no Brasil e no mundo – 2hs Gestão Eficaz –Visão sistêmica das áreas de Gestão no Brasil – 2hs Cases de Sucesso – Demonstração de Cases de Organizações Eficientes – 4hs Áreas – O conhecimento, a informação e o treinamento proporcionando a renovação de conceitos – 2hs Participação da Sociedade – A sociedade e seu papel fundamental para a mudança de conceito – 2hs |
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Cronograma 1ª aula – 4hs – 28/04/2012 2ª aula – 4hs – 05/05/2012 3ª aula – 4hs – 12/05/2012 Dia/Horário: Sábados das 13 às 17:00 Nº de vagas: 50 Valor do Curso: 150,00 IMPORTANTE Instituições conveniadas e ex-alunos da FESPSP têm 15% de desconto no valor total do curso. |
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Coordenador e Docente: Marcelo Rachid de Paula Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9780393997973948 Vejam mais detalhes na página da Fesp-SP |
Esperamos por vocês!
Faça sua inscrição: http://www.fespsp.org.br/extensao/fespextensao/Pages/Inscricao.aspx
Sobre a Alavanca Social:
Empresa voltada a promover Treinamento, Ações na Área de Comunicação e Consultoria no Terceiro Setor e outros setores da economia. Para mais informações e contato acessem https://alavancasocial.wordpress.com e http://institutosabedoria.wordpress.com
(Imagem do site da Prefeitura de São Caetano)
Brasília – Depois de prefeituras e governos estaduais receberem ou adquirirem cerca de 574 mil laptops por meio do Programa Um Computador por Aluno (UCA), o Ministério da Educação (MEC) acena com a possibilidade de inserir os tablets nas salas de aulas das escolas públicas brasileiras. Especialistas concordam que o sucesso do uso das tecnologias em educação não depende apenas da plataforma utilizada, mas sim da forma como a escola irá inserir essas ferramentas no aprendizado e também dos conteúdos digitais disponíveis.
A diretora da Fundação Pensamento Digital, Marta Voeclker, aponta que a escola pode “mudar de paradigma” a partir da tecnologia. Ela ressalta que o uso das máquinas – seja um computador, laptop ou tablet – pode transformar a lógica do aprendizado. Alunos deixam de ser meros “recebedores” de conteúdo e podem evoluir para autores. “A tecnologia nos ajuda a sair de uma educação por instrução e memorização para uma educação de construção e colaboração. Uma tecnologia que a criança use a imagem, escreva e formalize ali seu entendimento. Se tenta mudar a escola há 100 anos e a tecnologia vem ajudar nisso”, explica.
Sob esse ponto de vista, Marta defende que o “hardware” não importa tanto. O essencial é ter à disposição ferramentas que possibilitem um uso educacional de laptops e tablets para que as máquinas não sejam meros reprodutores dos conteúdos que já estão nos livros didáticos. “A escola vai aos poucos se tornando digital, os professores estão fazendo blogs, a gente se apropria das redes sociais, mas não há algo pensado para a escola que precisa de uma transição para a época digital”, aponta.
A especialista no uso das tecnologias da educação ressalta, entretanto, que essa transição da escola analógica para a digital precisar ser feita aos poucos. Leva tempo e exige uma reflexão da sociedade a respeito do que se espera da escola. “Quando o educador começa a trabalhar esses projetos chega um momento que o sistema não reconhece o que ele está fazendo. Isso está acontecendo em todo o mundo. No Brasil nós temos um ambiente mais propício à mudança, até do ponto de vista da legislação. Mas é uma mudança grande porque aí chegam as avaliações que hoje ainda se baseiam muito na memorização”, diz Marta. “O que precisava é de um pensamento estratégico dentro do governo para pensar esse assunto a longo prazo”, completa.
Para Ilona Becskeházy, diretora da Fundação Lemann, a primeira e principal estratégia é buscar conteúdos pedagógicos que possam ser acessados por meio dos equipamentos. “Se você não selecionar conteúdo de alto padrão, tanto faz se é papel, lousa, ou tablet. E isso a gente não faz no Brasil. A lógica deveria ser: primeiro você busca o conteúdo e depois você procura como é a melhor maneira de distribui-lo. Se ele for bom pode ser até um mimeógrafo”, critica.
Em 2012, pela primeira vez, o edital publicado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a compra dos livros didáticos que são distribuídos às escolas públicas do país inclui os chamados “objetos educacionais complementares aos livros didáticos”. Isso significa que as editoras poderão apresentar conteúdos em formato digital que, se aprovados, poderão ser adquiridos pelo governo para uso na rede pública.
Fonte: http://www.promenino.org.br

Fonte: http://envolverde.com.br
O projeto Consumo Consciente: Agir e Viver por um Mundo Melhor foi criado para mostrar como deve ser feito o manejo do lixo, não apenas na Escola Municipal de Ensino Fundamental Cândida Santos de Souza, mas também no bairro Distrito Industrial, onde a instituição está situada, em Ananindeua, Pará, na região metropolitana de Belém. Desenvolvido pela pedagoga Alcilene Costa de Magalhães, professora de informática educativa, o projeto busca soluções para diminuir o acúmulo de lixo na cidade.
O trabalho é feito por meio de campanhas educativas e oficinas de reciclagem para o manejo adequado dos detritos. “As campanhas e oficinas têm o objetivo de sensibilizar a comunidade para a importância de cuidar do lixo e dar a ele um local apropriado, além de praticar ações de consumo consciente, dizendo não ao desperdício”, explica Alcilene. Há 15 anos no magistério, a professora já trabalhou com alunos da educação infantil e do ensino fundamental em instituições de ensino particulares de Belém. Também foi coordenadora pedagógica da educação de jovens e adultos durante dez anos em escola da rede estadual.
A fim de mostrar à comunidade as boas iniciativas de combate à degradação do meio ambiente, os envolvidos no projeto executaram diferentes atividades. Uma delas, o manejo do lixo no bairro, sob o lema Diga Não ao Desperdício. Outra, a proposta Vamos Cuidar do Nosso Lixo, de prevenção contra os resíduos jogados no chão. Foi feito ainda um apelo por mudanças de comportamento entre as pessoas.
De acordo com Alcilene, nas ações de combate ao acúmulo do lixo na comunidade, os estudantes chamaram a atenção do público para a preservação do meio ambiente. Eles destacaram a importância de conservar a escola como patrimônio público e o lugar no qual vivem. “Com esse trabalho de informação e sensibilização na comunidade, executamos as propostas de cuidar do meio ambiente”, afirma. “E, cuidando do meio ambiente, estamos cuidando de nós mesmos.”
Cidadania – O projeto abrangeu iniciativas de cidadania voltadas para a informação e a sensibilização da comunidade escolar, executadas no decorrer do ano letivo. No primeiro semestre, foram realizadas ações interdisciplinares para discutir o tema lixo no bairro. Entre elas, reuniões, sessões de vídeo e passeios para visualização dos problemas ocasionados pelo acúmulo de lixo. Professores e alunos executaram tarefas de diversas disciplinas – português, história, geografia, inglês, ciências e educação física. Os alunos de quinta a oitava séries do ensino fundamental visitaram a comunidade em torno da escola e conversaram com os moradores para explicar o problema e indicar formas de melhorar o manejo do lixo no bairro.
No segundo semestre, foram realizadas ações de combate ao acúmulo de detritos. “Os alunos da sexta e da sétima séries informaram à comunidade sobre os prejuízos causados pelo lixo em nossa vida e como podemos colaborar para que todos vivam em paz com o manejo e a coleta seletiva”, ressalta Alcilene.
O projeto é executado desde 2009. A cada ano, ganha novas ações. Segundo Alcilene, ele se fortaleceu em 2011. “Na ação Plante uma Árvore, realizada no fim deste ano, conseguimos 250 mudas de plantas ornamentais e frutíferas”, destaca. Na gincana ambiental, promovida em setembro, foram recolhidas cinco mil garrafas plásticas. “A coleta ultrapassou nossa expectativa.”
Na visão da professora, trabalhar com projetos ajuda na evolução do aluno e a alcançar as metas. “Educamos para a cidadania e para a prática do consumo consciente”, diz. “Os resultados estão sendo gratificantes.”
* Publicado originalmente no site do Ministério da Educação.
Olá a todos os Colaboradores, Clientes, Parceiros e alunos!
A Alavanca Social, devido à crescente demanda em algumas de suas áreas, como forma de se ajustar a estas novas realidades, que visam oferecer um atendimento cada vez melhor, informa que a partir desta data, estará focando suas principais ações nas áreas de Treinamento, Comunicação Visual, Consultoria e Projetos, sendo priorizadas nesta ordem.
Vejam a seguir um breve resumo de cada uma destas áreas:
Treinamento: Envolve a área Instituto Sabedoria e oferece cursos de Extensão e Cursos Livres de Curta Duração, seja na área do Terceiro Setor, de responsabilidade da Alavanca Social, bem como nos principais setores da economia, que será desenvolvido e realizado através de nossos parceiros.
Comunicação Visual: Envolve a área R2 Creative, a qual é responsável por atender nossos clientes e parceiros na Criação e Desenvolvimento de Apresentações (carro chefe de ações nesta área), com um trabalho de excelentes resultados para nossos clientes, bem como atividades relacionadas à Design Gráfico, Quadrinhos, Ilustração, etc.Cada uma destas áreas está sendo revista e serão planejadas para que tenham todas as condições de ampliar o poder de atendimento, bem como a excelência nos resultados que se mostraram satisfatórios em 2011. Nosso principal objetivo é ampliar estes índices e proporcionar melhores resultados para todos os envolvidos neste ano.
Aguardem a atualização com todas as informações e detalhes em nossos sites em breve!
Sejam bem vindos à Alavanca Social!
Olá pessoal!
Uma de nossas parceiras na área de treinamento, Dra Teresa Cristina Simões, está convidando a todos para participarem do curso “O CORPO TRANSPESSOAL: EXPANSÃO CULTURAL EM EDUCAÇÃO E TERAPIA CORPORAL”.
O curso é destinado à profissionais que atuam na área corporal, que pretendem se capacitar como facilitadores da transpessoalidade no corpo e às pessoas interessadas em cuidar de si próprias por meio de técnicas corporais em psicoterapia e educação.
O curso será ministrado em Campinas em parceria com a Alubrat e vem com uma proposta de expandir os horizontes e capacidades de todos os envolvidos.
Com certeza, promoverá o crescimento pessoal, espiritual, profissional, etc, e permitirá uma reflexão maior sobre nossas percepções, potenciais e possibilidades.
Este eu recomendo! Um ótimo curso para todos!
Vejam a seguir a chamada para o curso:
Vejam a seguir o programa do curso:
O Corpo Transpessoal
Curso de Expansão Cultural em Educação e Terapia Corporal
Campinas – primeiro e segundo semestres de 2012
Curso de curta duração que nos reconecta com algo muitas vezes esquecido: a linguagem corporal com seus códigos e mensagens.
• Favorece a compreensão e constatação pessoal da transpessoalidade do corpo transformando essa condição em recurso incorporado a vida diária.
• Desenvolve a atenção e reflexão sobre o corpo e sobre suas implicações nas práticas terapêuticas e educacionais.
• Introduz a percepção das várias dimensões corporais por meio de vivências e práticas.
Estratégia
Módulos teórico-vivenciais e práticas com foco no corpo físico.
Público Alvo:
• profissionais que atuam na área corporal;
• profissionais que pretendem se capacitar como facilitadores da transpessoalidade do corpo;
• pessoas interessadas em cuidar de si próprias por meio de técnicas corporais em psicoterapia e educação.
Programa
Módulo I:
9 de março (sexta) – “O Corpo Transpessoal”, com Teresa Cristina Simões e Regina Devescovi.
10 de março (sábado manhã) – “A Abordagem Integrativa Transpessoal”, com Arlete Silvá Àcciari
10 de março (sábado tarde) – “Uma Visão do Ser Transpessoal”, com Arlete Silvá Àcciari
Módulo II:
30 e 31 de março (sexta e sábado) – “Integração do Corpo Físico: O Método GDS das Cadeias Musculares e Articulares”, com Maria Antonia Miguet e Regina Devescovi.
Módulo III:
4 e 5 de maio (sexta e sábado) – “Pressupostos Básicos da Abordagem Integrativa Corporal”, com Frieda Maria S. Sousa.
Módulo IV:
1 e 2 de junho (sexta e sábado) – “Integração Físio-Psíquica: a Tradição Reichiana e a Bioenergética”, com Brasilda Rocha .
Módulo V:
3 e 4 de agosto (sexta e sábado) – “Integração Físio-Psíquica: a Tradição Junguiana e a Calatonia”, com Leda Seixas.
Módulo VI:
31 de agosto (sexta) – “A comunicação com a consciência através da estrutura física e sua reestruturação pela estrutura ocular e cerebral”, com Teresa Cristina Simões.
“O Corpo Transpessoal”, com Vera Saldanha,
1 de setembro (sábado) – Regina Devescovi e Teresa Cristina Simões.
Duração: 6 módulos de março à setembro
Número de Vagas: 25
Dias e Horários: sextas e sábados, das 8h às 18h.
Local : Alubrat-Campinas; Rua Renato Mariano da Costa Lobo, 223, Parque da Hípica, Campinas,SP.
Preço: R$ 230,00 no ato da inscrição mais 5 cheques de R$ 230,00.
Coordenação Geral: Vera Saldanha.
Coordenação Pedagógica: Regina Devescovi e Teresa Cristina Simões.
Corpo Docente
• Dra. Vera Saldanha – Psicóloga Clínica e Doutora em Educação Transpessoal pela UNICAMP. Autora de publicações em Psicologia Transpessoal, entre elas Psicologia Transpessoal – Abordagem Integrativa – Um Conhecimento Emergente em Psicologia da Consciência (Ed. Unijui), Co-autora de Psicologia da Consciência,
Expansão da Consciência, Arte de Morrer entre outros. Ministra cursos em Psicologia Transpessoal no Brasil e Exterior.
• Arlete Silvá Àcciari – Psicóloga Clínica e Educadora, Especialista em Psicologia Transpessoal. Coordenadora Regional do Curso de Pós-Graduação em Psicologia Transpessoal da Alubrat-Campinas. Membro do Colégio Internacional dos Terapeutas.
• Brasilda dos Santos Rocha – Psicóloga Clínica e Educadora. Especialização em: Biodinâmica (com Gerda Boyesen – Inglaterra); Bioenergética (com Alexander Lowen – EUA); Anatomia Emocional (com Stanley Keleman – EUA); Biossíntese (com David Boadella – Suíça). Autora dos livros “Brinkando com o Corpo” e “Brinkando na Escola”, voltados aos profissionais que atuam na área de educação infantil. Ministra cursos e palestras por todo o Brasil.
• Frieda Maria S. Sousa – Psicóloga com especialização em Psicologia Clínica, Psicologia Transpessoal, Psicoterapia Corporal e Gestalt- Terapia. Consteladora Familiar com formação pelo Instituto La Montera de Sevilha e treinamento Avançado pelo Hellinger Sciencia. Ministra cursos em Psicoterapia Corporal dentro da Psicologia
Transpessoal e Gestalt-Terapia, em vários estados do Brasil e exterior, e formação em Constelação Familiar.
• Leda Maria Perillo Seixas – Psicóloga, Mestre em Psicologia Clínica pela PUCSP, com especialização em Psicoterapia Junguiana e Cinesiologia Psicológica. Psicóloga Clínica e Professora do Sedes Sapientiae desde 1986, ministrando aulas de teoria junguiana e técnicas de trabalho corporal. É editora da Revista Hermes (ISSN 1677-8979), publicação do Instituto Sedes Sapientiae, desde 1996. Participa do Núcleo de Pesquisa em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
• Maria Antonia Carneiro da Cunha Miguet – Fisioterapeuta formada pela USP. Especialização em: Método das Cadeias Musculares e Articulares GDS (com Godelieve Denys Struyf –França); Reeducação do Movimento (com Ivaldo Bertazzo-Brasil); Coordenação Motora (Método Béziers); Danças Circulares Sagradas (Instituto Dança Viva – Holambra – SP); Reeducação Postural Global (com Philippe Souchard – França); M.P.S. – Manipulação Profunda Senso Perceptiva (com Eduardo Marchesvsky); Acupuntura Sistêmica e Auricular (Instituto Brasileiro de Acupuntura/Ribeirão Preto). Atua na área de Terapia Manual, Reeducação do Movimento e da Postura. Ensina junto a equipe de professores do Método GDS no Brasil, possuindo a “Charte de Qualit ” desse método.
• Regina de Campos Balieiro Devescovi – Socióloga e Antropóloga formada pela USP e Educadora do Corpo e do Movimento. Tem Formação Completa em Yoga (Centro de Estudos de Yoga Narayana – SP) e Especialização em: Reeducação do Movimento (Ivaldo Bertazzo – SP); Danças Circulares Sagradas (com Renata Ramos – TRIOM/SP); Teoria Junguiana e Cinesiologia Psicológica (Instituto Sedes Sapientiae – SP); Método GDS das Cadeias Musculares e Articulares (ICT-GDS – Bruxelas, Bélgica); Psicologia Transpessoal (ALUBRAT/Campinas-SP). Atua nas áreas de: Yoga e de Consciência, Organização Corporal e Reeducação do movimento.
• Teresa Cristina Simões – Formada em Educação Física pela PUCC, Especialista em: Bases Metodológicas da Atividade em Academia (FMU), Modalidade Step (com Maurício Amantéa – Instituto Step Force), Cinesiologia Aplicada (Instituto Three in One Concepts – EUA), Balanceamento Muscular (Instituto Brasileiro do balanceamento Muscular), Psicologia Transpessoal (Alubrat/Campinas). Ação profissional na educação pelo corpo em instituições escolares e academias, e na área terapêutica – desenvolvimento da consciência através da estrutura corporal.
Inscrições até dia 23 de fevereiro
Mais Informações: Fone: (19) 3255-1850 – campinas@alubrat.org.br