PORQUE A PROFISSIONALIZAÇÃO?


Porque a Profissionalização?

Marcelo Rachid de Paula

O mundo passa por uma série de transformações, tanto no âmbito da individualidade humana, como no caráter coletivo das nações.  Tudo é motivo para a  revisão de idéias e conceitos, pois a velocidade em que os acontecimentos se sucedem, exigem uma visão mais ampla para novas realidades.  No 3º Setor, esta situação não é diferente e cada vez mais, até por necessidade de subsistência, as Organizações Sem Fins Lucrativos ou Econômicos, estão observando esta nova condição e buscando soluções que os levem a níveis de sustentabilidade suficientes para colocarem em prática os seus projetos e também cobrir todas as despesas que são necessárias para todas as atividades que envolvem uma organização.

Os gestores destas organizações perceberam que torna-se essencial, além dos recursos materiais e hunanos, uma maneira de melhorar a performance de todos os colaboradores, inclusive deles, para que todos os processos se tornem mais fluentes e os resultados aconteçam de forma mais ordenada e natural.  Para que isto se torne possível, todas as pessoas envolvidas tem de estar conscientes desta realidade e “queiram” realmente participar desta mudança, desde os Conselhos das Instituições, até o mais “humilde” colaborador voluntário.  Não pode haver exceções, todos devem ser e estar devidamente treinados e preparados para cada tarefa.

Esta realidade é mais forte e consistente nos EUA, Canadá, Europa e Japão, onde a chamada “Profissionalização” do setor está bastante sedimentada e principalmente no Canadá, que possuem uma visão e estrutura de dar “inveja” a qualquer nação do mundo neste segmento da economia.

É preciso inovar!  Disso não tenho nenhuma dúvida, mas enquanto as idéias não chegam, vamos nos espelhar em modelos mundiais de sucesso para que a nossa realidade seja bem diferente daqui há alguns anos e as Instituições passem a depender menos dos recuros governamentais e da iniciativa privada, podendo, eles mesmo, conseguir gerar meios para a obtençao dos recursos necessários e utilizá-los em benefício das comunidades e do meio ambiente.

Oxalá, os nossos governantes e políticos possam mudar a sua forma atual de legislar e passem a se concentrar em situações que alterem este cenário com mais fuidez e rapidez e assim possamos entrar definitivamente no mesmo nível das grandes nações do mundo.

Que assim seja!

Humanização Hospitalar


Curso: Humanização Hospitalar

Fonte: http://www.dialogosocial.com.br/eventos.asp?id_evento=109

Conceitos e práticas nacionais e internacionais que fazem a diferença no atendimento.

29 de maio de 2009, 6ª feira, das 9h às 18h – São Paulo – SP

Há alguns anos o movimento da Humanização Hospitalar vem ganhando força e adeptos nas unidades de saúde públicas, privadas e filantrópicas de todos os portes e especialidades.

Por se tratar de um tema que envolve algo dinâmico como o atendimento diferenciado à saúde, constantemente surgem novidades no Brasil e no mundo: experiências inovadoras que transformam a qualidade de vida de pacientes, acompanhantes e profissionais; legislações e políticas que criam novas regras e sugerem caminhos; personagens indispensáveis para o sucesso das ações; arte-terapia e espaços lúdicos; voluntariado; cuidados com os cuidadores, entre outros temas.

O objetivo deste curso é abordar a Humanização Hospitalar com conceitos e especialmente práticas atuais que vêm revolucionando o atendimento aos usuários, gerando benefícios para todos os frequentadores das unidades de saúde.

Conteúdo do curso:

  • Histórico do movimento de Humanização Hospitalar no Brasil e no mundo;

  • Principais conceitos envolvidos no movimento de Humanização Hospitalar;

  • Afinal, o que é Humanizar? Como isto transforma o ambiente e as relações?;

  • Humanização no dia-a-dia do profissional de saúde – Cuidar do cuidador;

  • Voluntariado no ambiente hospitalar – Histórico, legislação e prática;

  • Expressões artísticas no ambiente hospitalar – Relevância e alternativas;

  • Como transformar a Lei Federal 11.104 em oportunidade (obrigatoriedade de espaços lúdicos em unidades de atendimento pediátrico);

  • HumanizaSUS – Movimento governamental;

  • Classe hospitalar – A educação no contexto da internação;

  • Movimentos religiosos no hospital;

  • A família do paciente e a Humanização Hospitalar;

  • A comunidade e o hospital.

Apresentação de casos práticos de sucesso em Humanização Hospitalar no Brasil e no mundo.