Violência contra meninas “afeta gravemente” jovens do nordeste brasileiro


(Utilizada imagem do site http://www.cresspr.org.br)

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Fonte: http://www.promenino.org.br

o Dia Internacional da Juventude, relato de uma ativista do Ceará aponta desigualdade de gênero como principal desafio dos jovens da região

da Rádio ONU em Nova York
Yara Costa

“Mudar o Nosso Mundo” é o tema do Dia Internacional da Juventude deste ano. Para a ativista cearense de 26 anos, Luizete Vicente, a desigualdade de gênero e violência contra as meninas são os princiais desafios dos jovens na região nordeste do Brasil.

A educadora social trabalha no Instituto de Juventude Contemporânea, uma organização que luta pelos direitos dos jovens.

Jovens Brasileiras
Em entrevista à Radio ONU, de Fortaleza, Luizete Vicente disse que apesar dos avanços, as políticas públicas direcionadas aos jovens no Brasil ainda não são suficientes.

“Precisamos conversar sobre o estatuto da juventude, que nesse momento, está parado e a gente precisa retomar esse debate da aprovação do estatuto da juventude, como um marco para a história da juventude, que como eu, está saindo já. Mas eu saio dessa condição e tenho que dar espaço e a possiblidade para que outros jovens possam continuar nessa luta”, afirmou.

Violência
Para a ativista, um dos grandes problemas que afetam os jovens do Ceará é a violência contra a mulher. Com base em estudo realizado no estado, Luizete destacou que a desigualdade de gênero é uma barreira para as mulheres jovens.

“A desiguladade de gênero ainda é muito forte. Na pesquisa, várias meninas disseram que gostariam de ter nascido homem por conta de trabalho, que é mais fácil. O fato de ter uma liberdade pelo corpo que é totalmete diferente do homem jovem”, disse.

População Jovem
O Dia da Juventude deste ano culmina com o fim do Ano Internacional da Juventude, designado pela Organização das Nações Unidas e o 25º aniversário do primeiro Ano Internacional da Juventude.

De acordo com a ONU, os jovens no mundo representam mais de um quarto da população mundial e quase 90% moram em países em desenvolvimento.

Projeto aumenta para 3% limite de dedução do IR para doações ao esporte


Fonte: http://www.audisa.net/

A proposta altera a Lei 11.438/06, que dispõe sobre incentivos e benefícios para atividades esportivas. Tramita na Câmara o Projeto de Lei 765/11, do deputado Marllos Sampaio (PMDB-PI), que eleva para 3% o limite de dedução do Imposto de Renda devido por pessoa jurídica para recursos destinados ao patrocínio ou doação a projetos esportivos e paraesportivos previamente aprovados pelo Ministério do Esporte. A proposta altera a Lei 11.438/06, que dispõe sobre incentivos e benefícios para atividades esportivas. Essa lei foi alterada em 2006 pela Medida Provisória 342, que estabeleceu um limite de dedução de 1% do imposto devido exclusivo para as doações ao esporte. Cultura e cinema O autor da proposta lembra que o texto original da lei previa o limite de dedução de até 4%, mas estabelecia que o valor seria computado juntamente com as deduções de doações e patrocínios para cultura e cinema. Ele destaca que, em razão da manifestação contrária dos setores envolvidos, que vislumbraram a possibilidade de redução da verba alocada a projetos de cultura e de cinema, o governo editou, no mesmo dia, a Medida Provisória 342/06, já que esses setores teriam mais uma destinação de recursos compartilhando o mesmo limite de dedução. Com o projeto, Marllos Sampaio diz que seu objetivo é ?equalizar o texto ao propósito original da lei?. Para isso, ele considera ?justo? o limite de 3% do imposto devido, menor que o limite original, ?mas sem ser prejudicial ao esporte nacional, que vivencia importante período no País?. Tramitação O projeto terá análise conclusiva das comissões de Turismo e Desporto; de Finanças e Tributação (inclusive no mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Agência Câmara

Curso na Fesp: COMO CRIAR ONGS: ASPECTOS ESTRUTURAIS E LEGALIZAÇÃO


   

Olá pessoal!

A Alavanca Social, através do seu projeto Instituto Sabedoria, em parceria com a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – Fesp – SP, convida a todos para a participação no curso “COMO FUNDAR ONGS: ASPECTOS ESTRUTURAIS E LEGALIZAÇÃO”, que vem com a proposta de demonstrar os passos principais e necessários para a constituição de Organizações Sem Fins Lucrativos.

O curso acontecerá aos sábados nos dias: 03, 10 e 17/09/2011 das 13:00 às 17:00.

Faça já sua inscrição http://www.fespsp.org.br/extensao/fespextensao/Pages/Inscricao.aspx

Veja os detalhes, valores e condições em http://www.fespsp.org.br/extensao/socpol_adm_comofundarumaong.html

Veja a seguir um resumo sobre o curso:

Plano de Curso

NOME 

  • Como criar Ongs: Aspectos estruturais e legalização
  • OBJETIVO
  • Demonstrar informações para a criação e legalização de uma ONG, servindo de ferramenta para que a mesma possa obter todos os benefícios que a legislação permite;
  • Conhecer as principais vantagens na criação legal de uma ONG;
  • Compartilhar conhecimentos e informações que possibilite a criação de uma ONG.
PÚBLICO ALVO

  • Pessoas interessadas em colocar em práticao processo de criação e legalização de Organizações Não Governamentais sem fins lucrativos.
  • Profissionais do 3º Setor– pessoas atuantes neste segmento que queiram conhecer a prática para aplicação com seus clientes através de serviços de consultoria.
  • Colaboradores de organizações que ainda não se legalizaram e pessoas interessadas em encontrar alternativas de crescimento pessoal – Todos aqueles que, de alguma forma, estão ligados à estrutura de uma Organização sem Fins lucrativos;
  • Pessoas interessadas no tema.
CARGA HORÁRIA

12 horas

MÉTODO

Através de diálogos interativos, apresentações audiovisuais e Desenvolvimento conjunto.

PROGRAMAÇÃO

  • Introdução sobre o Terceiro Setor;
  • O Terceiro Setor no Brasil e sua ascensão;
  • Introdução e Definição das premissas principais para a criação de uma ONG;
  • Planejamento Inicial: Os principais passos para sua constituição;
  • Legislação: As principais leis, decretos e portarias para esta finalidade;
  • A documentação necessária para a legalização e sua aplicação;
  • Os certificados, certidões e documentos essenciais para a existência e a própria sustentabilidade das organizações;
  • A importância da legalização na busca dos recursos e seus resultados.
MATERIAL DIDÁTICOApostilas e material de apoio

 

Faça já a sua inscrição: http://www.fespsp.org.br/extensao/fespextensao/Pages/Inscricao.aspx

 

Patrocínio Cultural 2


Patrocínios Culturais da Oi Futuro

Oi está com edital 2012 de patrocínio cultural

As inscrições de projetos no Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados poderão ser feitas até o dia 05 de setembro por meio do site www.oifuturo.org.br.
O programa destinará recursos para o financiamento total ou parcial de projetos aprovados em leis estaduais e municipais de incentivo à cultura de todo o País.

Um dos maiores patrocinadores privados da cultura brasileira, a Oi, através do Oi Futuro, identifica-se com projetos inovadores e acredita no poder transformador da arte. O programa pauta-se pela valorização da diversidade artística brasileira, pela democratização do acesso às diferentes camadas da população, à agenda cultural e pelo fomento ao desenvolvimento econômico do setor. Através de edital específico, com inscrição exclusivamente online, o programa seleciona projetos que falam a linguagem de nosso tempo.

As inscrições estarão abertas das 17h do dia 05 de agosto de 2011 até 23:59h do dia 05 de setembro de 2011, apenas no site www.oifuturo.org.br .

3.2. O resultado do processo de seleção do PROGRAMA será divulgado, em data a ser definida pelo OI FUTURO, através do seu site www.oifuturo.org.br, e APENAS para os projetos SELECIONADOS, será efetuado contato telefônico ou outra forma de comunicação.

 

Vejam mais detalhes do regulamento acesse: http://www.oifuturo.org.br/cultura/patrocinios/regulamento.php

Clique AQUI para fazer a inscrição do seu projeto.

Balanço Social


Fonte: http://www.responsabilidadesocial.com

Até meados dos anos 30, a idéia de responsabilidade social e acesso à informação de cunho empresarial era virtualmente desconhecida por grandes corporações. A percepção comum era que a performance da empresa deveria ser de acesso restrito para se proteger os dividendos dos sócios.

Grandes fortunas do capitalismo moderno, como J.P. Morgan, John Rockefeller ou Cornelius Vanderbilt, eram sigilosos quanto a suas empresas e comportamento, os quais só eram divulgados na existência de instrumentos compulsórios de prestação de contas. Tal situação permaneceria virtualmente inalterada até a segunda metade da década de 60, quando preocupações ambientais começam a ser levantadas internacionalmente.

Com crescente demanda por “accountability” empresarial vinda de países europeus, países como a França, através da criação do “bilan social” em 1972, e Reino Unido, com o pacote instrumental do “Corporate Report” em 1975, seriam pioneiros na “contabilidade social” de empresas. Tal prática, aos poucos, seria adotada mundialmente em paralelo ao crescimento do poder de aferição e cobrança típicos da imprensa investigava moderna.

No Brasil, de certo o processo foi mais lento que na Europa e Estados Unidos. No entanto, com o fim do regime militar e da repressão política, o Brasil verifica uma explosão de organizações civis. O exercício da cidadania, até então reprimido, ganha novo impulso através da sociedade civil organizada, a qual naquele momento passa a atuar ativamente na promoção de políticas de cunho social. No Brasil, o movimento de apoio à responsabilidade social, ganha impulso a partir dos anos 90 e é conseqüência do surgimento de um sem-número de organizações não governamentais, assim como do crescimento não igualitário dos anos do “milagre econômico”.

Diante da deficiência do Estado em suprir nossas severas demandas sociais, empresas atuam cada vez mais de forma proativa e incorporam um discurso social mais justo. São pelas razões acima que, em face de uma crescente cobrança por transparência, não basta hoje atuar de forma responsável, mas é preciso mostrar resultados. Por isso, empresas demonstram sua performance social em relatórios corporativos das mais diversas formas e modelos.

Quanto ao formato do que se convencionou chamar “Balanço Social”, este pode ser o mais variado. Balanços Sociais modernos contam podem contar com edições luxuosas, de impressionante impacto visual, a dados quantitativos simples que sucintamente retratam a performance sócio-ambiental da empresa. De modo geral, a lógica atrás dos relatórios sócio-ambientais é simples. Empresas devem prestar contas não só aos seus acionistas, mas agora o espectro de “stakeholders” é muito mais amplo e consumidores, empregados, e até outros atores sociais, como sindicatos e ONGs, estão dentro da esfera de interesse do mundo empresarial.

O certo é que a divulgação da performance social de uma empresa interessa grupos empresariais pelas mais diversas razões. A primeira se refere à ética e ao princípio pelo qual empresas, na qualidade de atores sociais, têm ativa participação no crescimento de uma nação e, portanto, devem prestar contas à sociedade. No entanto, razões de cunho prático se somam a estas e, felizmente, fazem da divulgação dos “Balanços Sociais” uma prática cada vez mais comum. Interessa a empresas a divulgação de seus casos de boa prática empresarial.

Ainda que muitos, de forma cética, vejam o “Balanço Social” como simples peça de marketing, este é – antes de tudo – prova de maturidade empresarial. Um bom relatório sócio-ambiental, ou Balanço Social, deve ser claro, ter profundo compromisso com a verdade, e ser amplamente disponibilizado ao público por todos os meios possíveis, incluindo-se aí a Internet. As informações contidas nele não devem ser apenas um “check-list” de requisitos sócio-ambientais, mas devem descrever de forma precisa o retrato da atividade social da empresa em determinado período de tempo.

Não é raro empresas mascararem ou omitirem falhas de conduta em seus relatórios. A transparência, contudo, é importante vantagem comparativa para empresas. É prova de que a empresa está aberta a apontar suas deficiências e assim aprimorar sua performance. É por isso que o RESPONSABILIDADESOCIAL.COM é a favor de verificações independentes para o Balanço Social. O RESPONSABILIDADESOCIAL.COM tem poucas restrições ao que se convencionou chamar “Balanço Social” no Brasil. A primeira se refere a questões terminológicas.

A idéia de balanço foi tomada emprestada da ciência contábil e cria uma série de mal-entendidos, como o pressuposto de que existe um “ativo” e um “passivo” social, mas também a errônea impressão que valores e produtos sócio-ambientais, de difícil definição e utilidade, são objetos de mensuração contábil segura. A confusão instrumental criada é, portanto, evidente. A segunda reserva ao modelo em voga no Brasil é de ordem de conteúdo.

Ainda que o modelo brasileiro contenha avanços notáveis – como a referência à questão racial no Balanço Social – o caráter da informação é ainda excessivamente quantitativo, o que – se, por um lado, permite a comparação temporal da performance da empresa e o detalhamento de despesas sociais – por outro, peca pela falta de descrição narrativa de como estas verbas sociais foram efetuadas e quais os resultados alcançados.

No entanto, como dissera Churchill sobre a democracia, “a pior forma de governo, excetuando-se todas as outras que foram tentadas através dos tempos”, o Balanço Social nos moldes brasileiros é ainda a melhor forma de relatar a performance social de empresas, na falta de substituto melhor. Vale lembrar, todavia, que a responsabilidade social, assim como o Balanço Social, são fenômenos recentes e ainda há muito a ser desenvolvido. Empresas ainda estão no aprendizado de sua cidadania e o Balanço Social surge como importante marco referencial para aqueles que, voluntariamente, buscam um melhor exercício de sua responsabilidade para com a sociedade.

É por isso que, ainda que o RESPONSABILIDADESOCIAL.COM discorde com alguns pontos do Balanço Social hoje em ampla circulação no país, acreditamos que a iniciativa é louvável e deve ser estimulada, por representar um importante avanço conceitual. A seguir, o RESPONSABILIDADESOCIAL.COM oferece algumas indicações úteis sobre o tema, além de um breve apanhado de relatórios sócio-ambientais:

GRI. O Global Reporting Initiative (GRI) é atualmente um dos modelos de prestação de contas em ações sócio-ambientais mais completo que existe. É amplamente utilizado por empresas multinacionais e tem o apoio das Nações Unidas. Recentemente, o GRI completou sua comissão permanente para constantemente atualizar suas recomendações.

IBASE. O Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE) – através da figura do saudoso Herbert de Souza, o Betinho, foi o pioneiro na discussão de relatórios corporativos com enfoque social no Brasil. O modelo proposto pelo IBASE começou a ser discutido em meados de 1997 e é um demonstrativo anual publicado pela empresa reunindo um conjunto de informações sobre projetos, benefícios e ações sociais dirigidas aos empregados, investidores, analistas de mercado, acionistas e à comunidade. O modelo proposto pelo IBASE é hoje hegemônico no Brasil e ainda é bem atraente. A principal característica do modelo é sua simplicidade e caráter voluntário.

Exemplos interessantes de relatórios corporativos:

Rio Tinto Mineração. Como toda empresa extrativa, mineradoras têm interessantes casos de impacto sócio-ambiental. O relatório sócio-ambiental da Rio Tinto para o ano 2000 (em inglês) é interessante referência no tocante a “corporate reports”. Para visualizar o arquivo você precisará do programa Acrobat Reader.

Petrobrás. A Petrobrás foi uma das primeiras empresas brasileiras a divulgar seu Balanço Social. Pela dimensão da empresa, e pelo teor das atividades desempenhadas por ela, o presente relatório engloba interessantes pontos temáticos.

Shell. A Shell foi intensamente criticada nos anos 80 por sua performance em assuntos sociais. Hoje, após uma guinada estratégica, tornou-se exemplo em produção sócio-ambiental. “People, Planet and Profits” é um interessante exemplo de material informativo. Para visualizar o arquivo você precisará do programa Acrobat Reader.

Funarte anuncia verba de R$100 milhões para projetos culturais


O segundo semestre começou movimentado para a área cultural. Depois da parceria entre o MinC e a Petrobras, anunciada no início de julho, agora foi a vez da Funarte divulgar seus programas de fomento às artes para 2011.  Ao todo serão investidos R$ 100 milhões em projetos nas áreas de Teatro, Dança, Circo, Música, Artes Visuais e de integração entre as artes. O anúncio foi feito no último dia 18, no Rio de Janeiro, pelo presidente da Funarte, Antônio Grassi.

 

Confira a seguir, alguns dos prêmios e iniciativas do Programa:

Prêmio Myriam Muniz
O que é: ação de estímulo à produção teatral
Quando: até o fim de agosto
Investimento: R$ 10 milhões

Mambembão 
O que é: projeto de estímulo à circulação de espetáculos

Teatro Dulcina
O que é: reabertura do teatro
Quando: 2 de agosto

Uma flauta mágica
O que é: espetáculo de Peter Brook, que será encenado no Teatro Dulcina
Quando: setembro

Prêmio Klauss Vianna de Dança
O que é: nova edição do prêmio na área da Dança
Investimento: R$ 4,5 milhões

Prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo
O que é: nova edição do prêmio na área do Circo
Investimento: R$ 4,5 milhões

Programa Rede Nacional de Artes Visuais
O que é: programa de fomento à reflexão e ao debate sobre as artes visuais
Investimento: R$ 1,9 milhão

19ª Bienal de Música Contemporânea Brasileira
O que é: mais importante mostra de música erudita do país
Quando: outubro

Microprojetos Mais Cultura Rio São Francisco 
O que é: prêmios para pequenos produtores
Investimento: R$ 16,2 milhões

Acervo Walter Pinto
O que é: digitalização do acervo e edição de um livro, como parte do projetoBrasil Memória das Artes
Investimento: R$ 1 milhão

Prêmios ProCultura 
O que é: resultados do processo seletivo
Quando: agosto
Investimento: R$ 48 milhões

Ocupação de espaços Funarte 
O que é: seleção de projetos para ocupação de 19 espaços
Quando: julho

http://www.funarte.gov.br/

 

Fonte: blog acesso.

Cidades sede da Copa terão conselhos tutelares funcionando 24h


        

Fonte: http://www.direitosdacriança.org.br

A Presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), Ministra da Secretária de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Maria do Rosário, anunciou durante participação no programa de rádio Bom Dia Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços, que o governo prepara um plano de ação para evitar a exploração sexual infantil e juvenil nessas localidades. O trabalho, segundo ela, passa por equipar os conselhos tutelares, com carros e acesso à internet, por exemplo. “O Brasil quer ter a marca de que protege suas crianças em todo o território nacional”, afirmou Maria do Rosário.

 

Outro foco de trabalho, anunciado pela ministra, é a instalação de Conselho Tutelar nos municípios sem esses órgãos. Segundo Maria do Rosário, das 92 cidades sem conselhos tutelares, 52% estão nos estados do Maranhão, da Bahia e de Minas Gerais.

 

Maria do Rosário reconheceu que as unidades de internação ainda não têm cumprido o papel de impedir que os jovens voltem a cometer infrações e disse ser contrária à redução da maioridade penal como forma de evitar o envolvimento de jovens com a criminalidade. “Não quero passar a mão na cabeça do adolescente envolvido em situações graves. Acho que ele tem que cumprir a medida adequadamente. Lá dentro [da unidade de internação] o nosso compromisso é que ele saia de lá para nunca mais cometer algo que seja agressivo e violento contra quem quer que seja. Nós ainda não estamos fazendo essa parte acontecer no Brasil”, disse a ministra.

 

Levantamento da secretaria mostra que, em 2010, mais de 17 mil adolescentes cumpriam medidas socioeducativas que restringem a liberdade de ir e vir (internação, internação provisória ou semiliberdade).

 

PALAVRAS DA MINISTRA

Ações no enfrentamento da exploração sexual

“A nossa meta é reforçar aquilo que a presidenta Dilma Rousseff disse sobre o combate à miséria: se o Brasil tem força, e tem – porque a presidenta lançou este desafio e um programa concreto para isso –, para erradicarmos a miséria extrema, junto vamos colocar um ponto final na exploração sexual das crianças e adolescentes brasileiras, nas crianças que são vendidas na beira das estradas, em hotéis, em motéis. Hoje, temos uma parceria forte com as associações comerciais, com os hotéis, para que isso seja coibido. A Polícia Rodoviária Federal conseguiu identificar 1.800 pontos vulneráveis, as crianças nas rodovias. E aí estamos agindo: nestes pontos, nos postos de gasolina, nas unidades de ação, nos municípios e nas capitais”.

Estatuto da Criança e Adolescente

Nosso objetivo é fazer cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O Estatuto criou duas políticas públicas essenciais para o sistema de garantias funcionar: o primeiro é o Conselho Tutelar, e o segundo são os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente. Estes dois tipos de conselhos atuam no plano municipal, ainda que os estados também tenham conselhos estaduais de direitos da criança e exista o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, que é composto pelo governo e pela sociedade civil, que é o Conanda. No âmbito do município, o Conselho Tutelar é escolhido pela comunidade. Cabe ao prefeito garantir as condições de funcionamento, inclusive a remuneração dos conselheiros. Mas isso, no Brasil de hoje, ainda não está muito bom. Tem municípios que o Conselho Tutelar é bem apoiado pela prefeitura; outros que a prefeitura não apoia nada. Precisamos de uma nova lei federal, que vá nos ajudar a normatizar tudo e verificar como a sociedade pode cobrar a atuação do Conselho”.

Conselhos Tutelares

A nossa rede na área de Direitos Humanos das crianças mais importante são os Conselhos Tutelares. E essa rede está em 98% dos municípios brasileiros. A prioridade é capacitar, dar condições de trabalho e cobrar, também, a efetividade dos conselhos tutelares nos municípios. O conselheiro e a conselheira tutelar são autoridades que a lei, o próprio Estatuto, confere a eles um mandato autônomo do prefeito. Nenhuma autoridade comanda a atuação do conselheiro. Ele é autônomo. Quem decide o que vai acontecer com uma criança, quando, dentro da casa dela, existe violência, é o conselheiro tutelar. Depois o juiz vai ver, então, se vai tirar a criança de dentro de uma casa, onde ela sofreu abuso, se vai colocá-la numa instituição, ou se vai atuar para retirar o explorador. Dos 92 municípios brasileiros que não contam, ainda, com Conselhos Tutelares, 52% se concentram em três estados: Maranhão, Bahia e Minas Gerais. Vamos ter uma atuação mais dedicada a estes estados, para criarmos os Conselhos Tutelares em cada um desses municípios”.

 

Caravanas Nacionais de Direitos Humanos

No início de agosto, vamos ao Ceará inaugurar uma atividade que a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República desenvolverá este ano e nos próximos, chegando a todas as capitais brasileiras: as Caravanas Nacionais de Direitos Humanos. Vamos visitar essas unidades com superlotação, nos dias 18 e 19, em atividades organizadas com a coordenação de direitos humanos do governo estadual do interior do estado. Eu sempre digo, sobre o Nordeste do Brasil: nas nossas praias, nos nossos lugares lindos, não dá para ter, ali, uma menina, um menino explorado sexualmente. Por outro lado, temos que, cada vez mais, dizer que esses fenômenos não acontecem apenas no Nordeste. Violência contra crianças, lamentavelmente, existe em todo o País, e vamos enfrentá-las”.

por Paula Rosa, Rede ANDI Brasil, Brasília (DF), com informações do Portal Direitos Humanos

Bazar na Associação Maria de Magdala em Jundiaí


Olá pessoal!

Este é um evento tradicional aqui em Jundiaí e sempre trás uma grande quantidade de opções para todos.

Este evento estará trazendo também gostosas guloseimas preparadas com carinho pelas pessoas que trabalham na excelente cozinha industrial da Instituição. Participem!

Acontece nos próximos dias 11 e 12, quinta e sexta-feira, das 8h00 às 16h00, o tradicional bazar de seminovos da Magdala – na Rua Senador Fonseca, 517 – , onde poderão ser encontrados sapatos, roupas, bolsas e livros. A peças custarão de R$ 1,00 a R$ 10,00 e a  renda será revertida na reforma de uma das salas da entidade, para ampliação do trabalho da cozinha semi-industrial.

Teremos, dentre os livros à venda, os da escritora Aparecida Mariano de Barros, gentilmente doados à entidade.  Serão 13 títulos como: “O Vôo da Andorinha”, “Violetas na Areia”, “Cipreste ao Vento”, “Escutando os Pintassilgos”.

Maiores informações pelo telefone: 4522-4970.

KIT PARA LANCHE

As assistidas que trabalham na cozinha semi-industrial da Magdala estão fornecendo, por encomenda, um Kit para Lanche com: pão caseiro (recheado ou não), bolo de frutas, salgadinhos. A pessoa leva, como brinde, um pote de tempero saboroso sem sal.