Reintegração social – Programa Começar de Novo


Até onde vai a nossa responsabilidade por tudo o que acontece ao nosso redor?

Você é uma daquelas pessoas que se exclui da responsabilidade de mudar o entorno de sua vida?

Por que existe uma ausência de valores quando o assunto envolve a reintegração de pessoas no seio da sociedade?

Será que estas pessoas, por terem cometido algum erro ou crime em algum momento de suas vidas não tem mais a chance de COMEÇAR DE NOVO?

O programa Começar de Novo, criado pelo CNJ – Conselho Nacional de Justiça, vem para oferecer esta oportunidade às pessoas e consequentemente às famílias dos envolvidos, trazendo esperança e um ar de renovação na vida e sonhos de cada um. Aquelas que verdadeiramente desejam retomar suas caminhadas, tem esta oportunidade.

Vejam a seguir uma reportagem sobre este assunto elaborado pela Fiesp:

Por falta de oportunidade, 70% dos ex-detentos retornam a criminalidade

Convênio para manutenção do Projeto Começar de Novo pemitirá a capacitação profissional àqueles que desejam recomeçar suas vidas


Paulo Skaf discursa durante evento do programa Começar de Novo da Fiesp e do CNJ

Sensibilização de órgãos públicos e entidades da sociedade civil para que sejam fornecidos postos de trabalho e cursos de capacitação para os ex-detentos, promovendo a cidadania e, consequentemente, uma diminuição dos índices de criminalidade.

Este é o objetivo do Projeto Começar de Novo, inciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Senai-SP.

Durante a abertura do Encontro Nacional do projeto nesta segunda-feira (5), Paulo Skaf, presidente da Fiesp e Senai-SP, e o ministro Cezar Peluso, presidente do Superior Tribunal da Justiça (STJ) e do CNJ, assinaram, no Teatro do Sesi São Paulo, a renovação do convênio entre as entidades para manutenção do projeto.

Skaf afirmou que o principal objetivo do projeto é romper o ciclo da criminalidade, ofertando aos detentos e egressos uma oportunidade de retomar os estudos, por meio do Telecurso, e dos cursos de capacitação profissional oferecidos pelo Senai-SP.

“O acesso à educação é uma forma correta e eficiente de combater a criminalidade. Com isso também daremos chance para aqueles que cometeram um erro e desejam começar suas vidas de novo. Isso é o que toda a sociedade quer”, disse.


Ministro Cezar Peluso, presidente do STJ e do CNJ

Segundo o ministro Cezar Peluso, um dos pilares da democracia moderna é garantir a dignidade da pessoa humana, e este principio inclui os indivíduos que cometeram algum delito.

De acordo com o presidente do CNJ, 500 mil pessoas cumprem pena no Brasil. Quando libertos, 70% retornam à criminalidade. Para reduzir esses índices, Peluso acredita que o Estado e a sociedade civil precisam criar e fomentar politicas públicas sólidas que propiciem a reintegração do infrator.

“Existe uma resistência muito grande para contratação de ex-detentos. Os regressos estão pouco preparados para trabalhar numa empresa e se comportar em sociedade”, afirmou Peluso, completando que “a melhor maneira de combater a criminalidade é acolher o ex-detento na sociedade.”

Cartilha

Durante o evento, Peluso lançou a cartilha Programa Alocação de Mão de Obra Prisional no Estado de São Paulo. O documento deve orientar os detentos e futuros empregadores sobre seus direitos e deveres no mercado de trabalho e na convivência em sociedade.

“Precisamos promover a reinserção social dos infratores ao meio social como finalidade educativa e social, possibilitando a recuperação da autoestima e dignidade humana”, acrescentou.

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

Como criar um negócio social?


Fonte: http://exame.abril.com.br/

O tempo em que a etiqueta “sem fins lucrativos” vinha necessariamente atrelada a uma operação com propósitos sociais ficou para trás. Hoje, as organizações que querem contribuir para a construção de um mundo melhor podem fazê-lo sem abrir mão de gerar receita e operar dentro das melhores práticas de gestão e eficiência do mercado.

Os “negócios sociais” começam a se consolidar como uma opção para quem quer empreender e, ao mesmo tempo, gerar impacto social. “É usar o potencial empreendedor para resolver questões de qualidade de vida de populações mais vulneráveis”, explica Maure Pessanha, diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemisia, aceleradora de negócios sociais.

Entre os exemplos de iniciativas neste modelo estão negócios voltados a consumidores de classes C, D e E, como serviços de saúde e educação a baixo custo. “Tem que gerar receita, mas tem que resolver um problema social”, resume Rodrigo de Méllo Brito,
co-fundador e diretor executive da Aliança Empreendedora.

Confira a seguir algumas dicas dos especialistas para criar um negócio social:

Pesquise o público-alvo

Para ser relevante, um negócio social precisa atender às necessidades reais do seu público. Isso exige um contato muito próximo com os consumidores dos produtos e serviços a serem oferecidos.

Não presuma que uma demanda existe – busque verificar através de pesquisas e contatos constantes com os usuários exatamente o que eles querem. “É preciso entender muito bem do problema para poder traçar a estratégia de trás para a frente. Quanto o cliente está disposto a pagar pelo produto? Que tipo de meio de pagamento ele tem à disposição? É respondendo a essas perguntas que você poderá chegar a uma oferta ideal”, detalha Brito.

Ao lidar com um público de menor patamar de renda, um erro fatal é ter uma postura paternalista ou condescendente. Como em qualquer negócio, o consumidor deve vir em primeiro lugar. “É preciso deixar a arrogância de lado e ouvir o que o cliente tem a dizer”, ele acrescenta.

Encontre um modelo de negócio

Não há um consenso a respeito da constituição jurídica ideal para este tipo de negócio. Muitos nascem a partir de iniciativas de ONGs que precisam de recursos para se autofinanciar. Mas, cada vez mais, tornam-se comuns projetos que já nascem como negócios sociais. Neste caso, é importante pensar desde o início em um modelo que permita que o negócio seja autossustentável – se não a curto prazo, pelo menos em um futuro não muito distante.

“O capital inicial para começar um negócio pode vir de várias fontes, inclusive doações. O que não pode acontecer é contar doação como faturamento, isso é uma ilusão. No longo prazo, é preciso gerar receita”, destaca Maure. Os modelos de negócios são variados. Algumas empresas faturam com a venda dos próprios produtos e serviços oferecidos. Em outros casos, treinamentos e consultoria podem entrar como uma fonte de receita para sustentar um atendimento gratuito ao público.

Faça um bom plano de negócios

Como qualquer negócio que almeja o sucesso, um negócio social deve ter um plano de negócios, o documento que vai detalhar e traduzir em números qual será a oferta da empresa, o mercado em que ela vai atuar, seus concorrentes e projeções de ganhos e gastos potenciais. “O negócio social tem que ser, antes de tudo, um bom negócio, muito bem estruturado e administrado”, destaca Maure. Além de ajudar na hora de buscar recursos, este documento será útil na gestão do dia-a-dia do negócio.

Conduza um piloto

Para fazer os ajustes finos necessários no projeto e mostrar a potenciais investidores que a ideia é boa, fazer um piloto é um caminho interessante. “Teste o seu mercado assim que possível e veja se o produto tem valor para a comunidade”, recomenda Maure.

Busque recursos

A oferta de capital para negócios sociais vêm crescendo no Brasil. Fundos internacionais e até brasileiros, como a Voz Capital e a Sitawi, injetam recursos em projetos promissores em troca de uma fatia do negócio. Como muitos negócios sociais ainda nascem a partir de um modelo híbrido – ONGs que acabam migrando para o setor 2,5 gradativamente, em busca de sustentabilidade –, também é possível captar recursos tradicionalmente disponíveis para o terceiro setor, como verbas de institutos e fundos sociais de empresas. Outra opção é ir atrás de recursos dos programas de subvenção econômica governamentais.

Tenha paixão e perseverança

Um negócio social algumas vezes leva mais tempo para decolar que um negócio tradicional, por isso é fundamental que o empreendedor acredite muito na ideia e tenha persistência. “É importante ter uma visão, uma consciência do impacto do negócio”, diz Maure. Embora, no longo prazo, a remuneração de um executivo responsável por um negócio social possa se equiparar aos valores de mercado, assim como em qualquer empreendimento, e empreendedor terá que apertar o cinto até que o negócio se consolide. “Mesmo negócios tradicionais levam anos para ter escala. É preciso ter paciência”, aconselha Britto.  “A boa notícia é que até o investidor está disposto a esperar mais e ganhar menos, porque investe pelo impacto social”, conclui.

 

Dia do Playing for Change – Transformação através da Música


Fonte: http://www.rets.org.br

No dia 17 playing for changede setembro acontece em vário países do mundo o “Playing for Change Day”. Neste dia, músicos farão apresentações nas ruas e o valor arrecadado com contribuições espontâneas será revertido para um movimento global de transformação social através da música. O valor arrecadado será revertido para a compra de instrumentos, construção de escolas, apoio a projetos artísticos e para promover a conexão entre artistas de rua do mundo todo. O tema do evento deste ano é “Power to the People” – em homenagem a John Lennon.

No Brasil, estão previstas apresentações de Cezar Pope, que se apresentará das 11h às 15h na Praça Afonso Pena, em São José dos Campos; Edu Marrom e sua banda estarão na Galeria Alma do Mar – Rua Harmonia, 150, em São Paulo; e Thiago Iusso Sinhohara tocará das 20h à meia noite na rua Oriente Tenuta, em Cuiabá. Há outros 33 eventos planejados em países como África do Sul, Argentina, Colombia, Tanzania, Índia, entre outros.

Para saber mais sobre a iniciativa, visite: http://www.playingforchangeday.org/

Cartilha traz orientações sobre produtos orgânicos


Está disponível na Internet a cartilha “O Olho do Consumidor”.

Produzida pelo Ministério da Agricultura, com ilustrações de do cartunista Ziraldo, o material divulga a criação do Selo SISORG (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica), que pretende padronizar, identificar e valorizar produtos orgânicos, orientando o consumidor. A cartilha está disponível para download, em PDF, no link abaixo.

Anexo Tamanho
cartilha_organicos_ziraldo2.pdf 1.79 MB

Construção sustentável


Fonte: http://www.responsabilidadesocial.com/

Distrito Federal abrigará o primeiro centro de inovação com foco na construção civil da América Latina

 

 

Centro de tecnologia desenvolverá soluções inovadoras e sustentáveis para construção civil

 

Uma parceria firmada em agosto, no Reino Unido, viabilizará a criação do primeiro Parque de Inovação e Sustentabilidade do Ambiente Construído (Pisac) da América Latina. O centro será instalado no Distrito Federal (DF). O objetivo é impulsionar a transformação da indústria da construção no país.

Espera-se que o parque contribua para o desenvolvimento de novos métodos construtivos, por meio tecnologias inovadoras, sustentáveis e com preços acessíveis. O centro será instalado no Gama, cidade a cerca de 30 quilômetros de Brasília.

O projeto é resultado de uma parceria entre a Câmara Brasileira da Indústria e do Comércio (CBIC), o Laboratório do Ambiente Construído, Inclusão e Sustentabilidade da Universidade de Brasília (UnB; e a empresa inglesa Building Research Establishment (BRE), que tem mais de 90 anos de experiência em desenvolvimento de pesquisa e inovação na área da construção. Apoiam, ainda, a iniciativa o governo do DF e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Em Londres, o parque tecnológico funciona em uma pequena vila, com dez casas, onde são feitas simulações de tecnologias de adaptação para os efeitos das mudanças climáticas a fim de testar a resistência dos mais variados materiais. Também são experimentados diferentes modelos construtivos que contemplem os conceitos de sustentabilidade e inovação.

No Brasil, a estrutura será semelhante. A missão do parque será a de ampliar as fronteiras da sustentabilidade no país e viabilizar o desenvolvimento de comunidades sustentáveis. “O Pisac é um exercício concreto de pesquisa aplicada que integra responsabilidades, recursos e soluções tecnológicas como vetor de inovação e transformação, contribuindo para o desenvolvimento da cadeia produtiva da indústria da construção no Brasil”, avalia Raquel Naves Blumenschein, coordenadora do Lacis da UnB.

Para o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, para alcançar as metas de produção de moradias de interesse social no país, é preciso investir na implantação de espaços de pesquisa e desenvolvimento (P&D), permitindo, além da redução dos impactos ambientais da atividade, um fortalecimento de novos mercados. “Estamos muito felizes com a assinatura desse protocolo de intenções de cooperação técnico-científica”, disse na assinatura da parceria.

Para a cadeia produtiva da construção, a introdução de inovações tecnológicas, aliada a critérios de sustentabilidade, representa a oportunidade de uma mudança de paradigma. A expectativa é que, no futuro próximo, o setor possa tornar-se uma atividade com baixo impacto ambiental, com trabalhadores qualificados e um ritmo industrial de produção.

Entre em Contato

CBIC
Telefone
: (61) 3327-1013
Site: http://www.cbic.org.br/

 

Novo programa capacita pessoas com deficiência no setor de TI


  

Fonte: http://maisrh.wordpress.com

O Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo – SEPROSP (secretaria@seprosp.org.br) firmou contrato com a Uni Sant’Anna (www.unisantanna.br) e a Fundação Leonídio Allegretti para realização do Programa Piloto SEPROSP Eficiente de capacitação profissional nas áreas de Tecnologia e Informática para 80 pessoas com deficiência física, auditiva e visual.

O curso, com duração de quatro meses (300 horas), será ministrado nas dependências da Uni Sant’Anna por professores universitários, qualificados em educação inclusiva. O conteúdo inclui as disciplinas de português, matemática, conhecimentos gerais, informática e conduta profissional.

O objetivo do programa é promover o aprimoramento educacional e a capacitação profissional de pessoas com deficiência física, visual e/ou auditiva para inserção no mercado de trabalho do setor de TI. Desde o início do curso, 80 pessoas com deficiência serão contratadas pelas empresas associadas ao SEPROSP, com salário inicial de R$ 600,00 para 100 horas mensais.

Conforme a Lei 8213/91 (Lei de Cotas), empresas com mais de 100 funcionários são obrigadas a ocupar de 2 a 5% dos cargos com pessoas com deficiência. Assim, o programa irá minimizar a dificuldade das empresas em encontrar profissionais capacitados para preencher as vagas previstas pela legislação.

Os interessados que tenham o 2º grau completo, mais de 18 anos de idade e laudo médico que comprove a deficiência, de acordo com o Decreto 5.296/04, devem enviar nome completo, número do RG e telefone para o e-mail inclusao@santanna.br e/ou ligar para o telefone (11) 2175-8000 (ramal 8086).

O programa será dirigido por Flávia Cintra, Coordenadora do Núcleo de Desenvolvimento Inclusivo da Uni Sant’Anna/Fundação Leonídio Alegretti, referência internacional na área, e contará com equipe multidisciplinar, composta por psicólogos, psicopedagogos, intérpretes de LIBRAS, ledores e auxiliares de inclusão, entre outros. O início das aulas está previsto para maio de 2011, com os primeiros 80 candidatos selecionados.

O curso será realizado no campus Santana do Centro Universitário Sant’Anna, localizado próximo à estação Tietê do Metrô, que possui rampas de acesso, elevadores com sinalização em Braille, toaletes adaptados para cadeirantes e computadores com sintetizador de voz.

Fundação ACL convida para Palestra na área da Saúde


  

A Fundação ACL, localizada no bairro da Vila Mariana na cidade de São Paulo, convida a todos para participarem de palestra relacionada à área da Saúde, com assuntos de importância para todos.

Vejam a seguir uma chamada para o evento que será gratuíto: Increvam-se e participem!

 

Quem se ama, se cuida!

Se você se preocupa com sua saúde e busca informações para melhorar sua qualidade de vida, venha assistir a uma Palestra Médica Gratuita!

A palestra tratará de assuntos relacionados a Hábitos alimentares, Tipo Sanguíneo, Estilo de Vida, Medicina Alternativa,       Influências eletromagnéticas e muito mais !

Tire suas dúvidas e seja uma pessoa cada vez mais saudável!

 

Dra. Sumie Iwasa

Fundação ACL – Rua Capitão Cavalcanti, 297 – Vila Mariana

Quando: 16 de Setembro  à partir das 8hs  * ( preenchimento de cadastro médico)

Vagas limitadas !    Reserve a sua pelo fone: 2432-6060  ou email:  ambbdort@gmail.com

 

A Fundação ACL é uma organização sem fins lucrativos e atua com um ambulatório médico filantrópico em medicina alternativa entre outras atividades.

Para maiores informações acesse o site: www.acl.org.br  – ligue: 5549-3880 ou mande email  : acl@acl.org.br.