Viva e Deixe Viver ganha nova contadora de histórias.
O grupo de Voluntários Telefônica que faz parte da ONG Associação Viva e Deixe Viver ganhou mais uma colega como contadora de histórias. É a Aline Cristina Amescua de Souza, da Gerência de Desempenho de Rede Externa. Foram 10 meses de treinamento, que começou em março deste ano e terminou em dezembro com a formatura dos novos contadores.
Aline se une aos outros três contadores voluntários que trabalham na Telefônica e fazem parte da Associação Viva e Deixe Viver Antonio Alfredo Silva, Ivete Sgai e Eliane Matiko. O trabalho de contador exige extremo compromisso. Os voluntários dedicam duas horas por semana levando histórias e fantasias a crianças e adolescentes internados nos hospitais pediátricos de São Paulo, tornando sua internação um momento mais alegre e tranquilo.
Em fevereiro será aberta uma nova turma de capacitação para o processo seletivo dos voluntários em 2011. Quem tiver interesse em entrar para este grupo.
O seu nome é Ryan Hreljac, nasceu no Canadá em maio de 1991, hoje (2010) tem 19 anos.
Tudo começou quando ele era pequeno e na escola, com apenas seis anos, sua professora falava sobre como viviam as crianças na África.
Profundamente comovido ao saber que algumas até morriam de sede, pois não tinham água corrente ou poços para tirar água e pensar que a ele bastavam alguns passos para que a água saísse da torneira durante horas…
Ryan perguntou quanto custaria para levar água a eles. A professora pensou um pouco, e se lembrou de uma organização chamada WaterCan, dedicada ao tema, e lhe disse que um pequeno poço poderia custar cerca de 70 dólares.
Quando chegou em casa, foi direto a sua mãe Susan e lhe pediu 70 dólares para comprar um poço para as crianças africanas.
Mas sua mãe não lhe deu e disse que se ele fizesse algumas tarefas em casa Ryan ganharia alguns dólares por semana.
Finalmente Ryan conseguiu os 70 dólares e pediu à sua mãe que o acompanhasse à sede da WaterCan para comprar seu poço para os meninos da África. Quando o atenderam, disseram-lhe que o custo real da perfuração de um poço era de 2.000 dólares.
Então Susan deixou claro que ela não poderia lhe dar 2.000 dólares por mais que limpasse cristais durante toda a vida, porém Ryan não se rendeu. Prometeu aquele homem que voltaria… e o fez!
Com uma meta a cumprir, Ryan pediu ajuda a todo mundo que conhecia, irmãos, vizinhos e amigos. Contagiados, todos trabalharam e conseguiram reunir os 2.000 dólares e Ryan voltou triunfante a WaterCan para pedir seu poço!!!!
Em janeiro de 1999 foi perfurado um poço em uma vila ao norte de Uganda e depois desse dia Ryan não parou de arrecadar fundos e de viajar por meio mundo buscando apoios.
Quando o poço em Uganda estava pronto,o colégio começou a trocar correspondências com as crianças do colégio que ficava ao lado do poço, na África.
Assim Ryan conheceu Akana: um jovem que havia escapado das garras dos exércitos e que lutava para estudar a cada dia.
Ryan sentiu-se cativado por seu novo amigo e pediu a seus pais para ir vê-lo. Com um grande esforço econômico de sua parte, os pais pagaram sua viagem a Uganda e Ryan, em 2000, chegou ao povoado onde havia sido perfurado seu poço.
Quando Ryan chegou em Uganda centenas de meninos dos arredores formavam um corredor e gritavam seu nome.
Sabem meu nome? Ryan perguntou a seu guia.
– Todo mundo que vive 100 quilômetros ao redor sabe, ele respondeu.
Hoje em dia, Ryan –com 19 anos- tem sua própria fundação Ryans Well e conseguiu levar mais de 400 poços à África.
Encarrega-se também de proporcionar educação e de ensinar aos nativos a cuidar dos poços e da água. Recolhe doações de todo o mundo e estuda para ser engenheiro hidráulico. Ryan tem-se empenhado em acabar com a sede na África.
Interessados podem enviar suas propostas até 28 de fevereiro
O Fundo Brasil de Direitos Humanos, que capta recursos de empresas e indivíduos interessados em investir em ações de Direitos Humanos, abre o Edital 2011 para iniciativas focadas no combate à discriminação e à violência institucional.
Organizações ou profissionais de todo o país que atuam nessas áreas podem enviar suas propostas até 28 de fevereiro de 2011. Não serão aceitos projetos de organizações governamentais, universidades, organizações internacionais, partidos políticos ou empresas.
Os projetos selecionados receberão entre R$10 mil e R$25 mil para desenvolver suas atividades em até um ano. Entre os critérios de seleção estão:
– impacto social pretendido;
– potencial efeito multiplicador do projeto;
– criatividade e caráter inovador da proposta e
– existência de vínculos estreitos com as comunidades com as quais a proposta se relaciona.
Para concorrer, os candidatos devem preencher o formulário de inscrição no site do Fundo Brasil de Direitos Humanos* e encaminhá-lo por correio, acompanhado de uma carta assinada por outra organização ou indivíduo recomendando o projeto.
O voluntariado educativo é uma proposta que visa estimular a cultura do voluntariado, com caráter pedagógico, a partir do desenvolvimento de projetos que potencializam a principal função da escola: promover a aprendizagem, preparando o aluno para a vida e para o trabalho.
Atuações sociais integradas ao currículo escolar têm também o objetivo de melhorar a qualidade de vida da comunidade onde a escola está inserida.
A importância do Voluntariado Educativo
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) privilegia “processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.”. Além disso, “a educação deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.”
O voluntariado educativo possibilita que alunos, professores, funcionários, pais e demais agentes se envolvam com a escola, vivenciando valores tais como solidariedade, comprometimento, respeito às diferenças, por meio da atuação em projetos e ações articuladas com o currículo escolar; dá novos significados aos conteúdos curriculares e potencializa a formação de cidadãos envolvidos com a solução de problemas de suas realidades, sejam eles sociais, educacionais, de saúde, ambientais, entre outros.
Neste contexto, a cidadania, entendida como efetiva participação social e política, observância de direitos e deveres, é exercida plenamente por meio de atuações voluntárias que assumem caráter educativo. Uma vez que estas experiências possam ser vivenciadas desde a infância, há enorme probabilidade que este tipo de atuação e compromisso social e político perpetuem-se ao longo da vida dessas pessoas.
Todos passamos por experiências transformadoras, momentos que imprimem uma nova forma de encararmos a vida. Em geral, essas “epifanias” são tão individuais que demoramos um tempo para falar com outras pessoas sobre o que vivenciamos. Mas, o que dizer sobre uma experiência transformadora coletiva? Em outubro deste ano, coordenei o painel “Atendendo clientes especiais” no MultiRetail – Encontro Internacional do Varejo, em São Paulo, no qual pude detalhar um projeto de inclusão profissional de pessoas portadoras de deficiência e debater os entraves do atendimento a clientes com esse perfil.
Entre os convidados, contei com a participação do advogado Daniel Monteiro – um dos profissionais da Secretaria da Pessoa com Deficiência – que, acompanhado do labrador Mac, subiu ao palco para falar sobre os desafios enfrentados pelos deficientes visuais. Nesses minutos em que Daniel fez o trajeto em direção ao palco, pude ouvir a alteração na respiração das pessoas. Por um segundo, imaginei que os presentes se perguntavam como um cego pôde vencer as limitações e se tornar advogado. Tive que quebrar o silêncio, dizendo que as pessoas poderiam aplaudir; aplaudir não apenas um palestrante, mas um exemplo de superação e cidadania.
No Dia Internacional das Pessoas Portadoras de Deficiência – véspera do World Bike Tour, em São Paulo – essa história voltou à minha memória com uma nova indagação. Por que, em pleno século 21, os portadores de deficiência causam espanto quando aparecem em uma posição de destaque na sociedade? Por que pouca gente sabe, inclusive empresários, que há um enorme contingente de portadores de deficiência economicamente ativos? Pergunto porque dados estatísticos ilustram essa importante participação na economia brasileira, resultado da inserção profissional de pessoas portadoras de deficiência. Leiam a a matéria completa em : http://www.responsabilidadesocial.com/article/article_view.php?id=1179
A campanha Por uma infância sem racismo foi lançada e gostaríamos de contar com o apoio de todos na divulgação do blog e dos demais materiais da campanha. O endereço do blog é: www.infanciasemracismo.org.br
No blog, convidamos pessoas e organizações a contar suas ações de enfrentamento ao racismo na infância. Também são convidad@s a divulgar as demais peças da campanha, a fazer denúncias e a enviar notas curtas sobre a tema, uma forma de estimular e dar visibilidade ao debate.
Fonte: Cacilda Costha Paranhos
Educadora, Auditora/Consultora de RH e Qualidade.
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A Audioteca Sal e Luz é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e
empresta livros falados (audiolivros) .
Mas o que seria isto?
São livros que alcançam cegos e deficientes visuais (inclusive os com dificuldade de visão
pela idade avançada), de forma totalmente gratuita.
Seu acervo conta com mais de 2.700 títulos que vão desde literatura em geral, passando por
textos religiosos até textos e provas corrigidas voltadas para concursos públicos em geral.
São emprestados sob a forma de fita K7, CD ou MP3.
E agora, você está se perguntando: o que eu tenho a ver com isso?
É simples. Nos ajude divulgando.
Se você conhece algum cego ou deficiente auditivo, fale do nosso trabalho. DIVULGUE!
Para ter acesso ao nosso acervo, basta se associar na nossa sede, que fica situada à Rua
Primeiro de Março, 125- Centro. RJ. Não precisa ser morador do Rio de Janeiro.
A outra opção foi uma alternativa que se criou, face à dificuldade de locomoção dos
deficientes na nossa cidade. Eles podem solicitar o livro pelo telefone, escolhendo o título
pelo site, e enviaremos gratuitamente pelos Correios.
A nossa maior preocupação reside no fato que, apesar do governo estar ajudando imensamente, é
preciso apresentar resultados. Precisamos atingir um número significativo de associados, que
realmente contemplem o trabalho, senão ele irá se extinguir e os deficientes não poderão
desfrutar da magia da leitura.
Só quem tem o prazer na leitura, sabe dizer que é impossível imaginar o mundo sem os livros…
Ajudem-nos, Divulguem!
Atenciosamente,
Christiane Blume
Audioteca Sal e Luz
Rua Primeiro de Março, 125- 7º Andar. Centro – RJ. CEP 20010-000
Fone: (21) 2233-8007
Horário de atendimento: 08:00 às 16:00 horas http://audioteca.org.br/noticias.htm
A Audioteca não precisa de dinheiro, mas de DIVULGAÇÃO !!!
Então conto com a ajuda de vocês: repassem!
Eles enviam para as pessoas de graça, sem nenhum custo.
É um belo trabalho!
Quem puder fazer com que a Audioteca chegue à mídia, por favor fique à vontade.
É tudo do que eles precisam.
Cacilda Costha Paranhos
Educadora, Auditora/Consultora de RH e Qualidade.
I Seminário de Capacitação para Agentes de Tratamento do uso de Álcool e Drogas para Jundiaí e Região:
Público Alvo:
Gestores e dirigentes de Comunidades terapêuticas e Clínicas , Representantes da Secretaria de Saúde e Promoção Social, Defensoria Pública, COMADs, Conselheiros Municipais e Coordenadores de grupos de apoio ( AA, NA, Amor Exigente, CCEV, Pastoral da Sobriedade…)
Datas: 16 e 17 de Dezembro/2010 – das 08h30 as 17h30