WIFILIVRE agora é da TATO


A TATO (http://www.tato.org.br), uma das parceiras da Alavanca Social quando o assunto trata-se de Tecnologia de ponta e qualidade para Organizações do Terceiro Setor e comunidade em geral, agora tornou-se administradora do Portal onde são divulgados os locais com wi-fi de livre acesso.
Para acessar e ter mais informações acessem: http://www.wifilivre.com.br


O que é WIFILIVRE ?
É um portal que divulga os locais onde existe acesso gratuito a internet com conexão sem fio. Aqui você pode criar o hotsite do seu estabelecimento, GRATUITAMENTE, basta dar acesso wi-fi !.

Nosso objetivo é mapear todos os locais onde existe acesso sem fio.
Acesse http://www.wifilivre.com.br

Como participar ?
A ativação do serviço de inclusão de estabelecimentos em nosso banco de dados é simples. Basta você se cadastrar como usuário em nosso sistema, a partir daí estará habilitado a inserir o(os) estabelecimento(os). Todos os cadastros só serão publicados após aprovação.

Equipe TATO Sites

Anuncie!
Anunciando em nosso portal sua empresa estará ajudando a WIFILivre a divulgar todos os hotspots gratuitos e a manter o Projeto TATO.
Contato: 11 3436-0871 (novo)

Carinho de Verdade: Contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes


As crianças e adolescentes de hoje serão os donos do amanhã. Deixá-los sem apoio, amor, carinho, respeito e proteção é transformar de forma sombria o futuro de toda uma nação! (Alavanca Social)

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Cada cidadã e cidadão tem papel fundamental na erradicação do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes em nossa sociedade. Você não pode ficar indiferente. Tenha uma atitude pró-ativa e ajude o Brasil a se livrar desse problema social que rouba a infância e adolescência de nossas crianças e jovens.

Existem diversas formas de você fazer parte dessa mobilização nacional e ajudar a combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Veja alguns exemplos:

  • fale com seus amigos, parentes e colegas de trabalho
  • ajude a multiplicar as informações
  • participe de projetos sociais na sua comunidade, bairro ou cidade
  • participe de instituições como o Conselho Tutelar ou Conselhos de Defesa de Direitos de Crianças e Adolescentes em sua cidade
  • exerça controle social, fiscalizando as políticas públicas existentes e verificando se elas estão sendo efetivas na redução do problema
  • organize debates em sua escola, local de trabalho, universidade
  • divulgue o site www.carinhodeverdade.org.br, e convide mais pessoas a abraçarem a causa e serem agentes dessa mobilização nacional

Não fique parado. Este é um problema que atinge a toda a sociedade. Sua solução depende da participação e do comprometimento de todos e de cada um de nós. Vamos juntos ajudar a construir um Brasil livre do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes.

22 cantores emprestaram sua voz para gravar um clipe com a música oficial do Carinho de Verdade, uma campanha que luta contra o abuso e a exploração sexual de crianças e de adolescentes. Assim como várias personalidades, pessoas de todos os lugares do Brasil estão abraçando essa causa e ajudando a mudar a realidade do nosso país. Conheça e divulgue o clipe: http://www.carinhodeverdade.org.br/clipe.


Siga nosso twitter: @carinhoverdade
Entre em contato por e-mail e receba todo material da campanha: carinhodeverdade@gmail.com
Contamos com o seu apoio como formador de opinião, para divulgar essa causa e mudar a realidade de nossas crianças e jovens

Muito obrigado,
Equipe Carinho de Verdade

Fundação Roberto Marinho adota franquia social como forma de impulsionar parcerias


Fonte: http://www.idis.org.br

11/07/2011 – Em entrevista ao portal, a Coordenadora Geral de Franquia Social da Fundação, Renata Campante, explica a visão da organização sobre este modelo de ação, as linhas de atuação e como são selecionados os potenciais parceiros.

Fundação Roberto Marinho - Renata Campante

Ampliar o número de beneficiados diretos de seus projetos em todo o País, sem ter de ampliar sua estrutura fixa, construir redes sociais estruturadas e integradas, movidas por causas públicas compartilhadas pela organização, e contribuir para o fortalecimento de instituições do terceiro setor que compartilham dos valores em que a Fundação Roberto Marinho acredita.

Estas foram as premissas que orientaram o desenvolvimento do modelo de franquia social da Fundação Roberto Marinho, em 2006.

Até 2009, os potenciais parceiros eram identificados e procurados pela Fundação. Desde o ano passado, a seleção passou a ser feita por meio de convocatória pública. As linhas de atuação incluem projetos educativos, ambientais e voltados à preservação do patrimônio público.

Confira a entrevista.

Quais são as vantagens do modelo de franquia social?
As principais vantagens são a constituição de um processo de trabalho em rede, em que a instituição detentora de uma metodologia repassa para outras instituições seu conhecimento, técnica e experiência, visando maximizar o benefício de projetos sociais; a disseminação de experiências bem-sucedidas e ampliação do impacto de projetos que têm como objetivo básico o benefício social; a troca de experiências entre organizações do terceiro setor e construção conjunta de soluções que possam ser oferecidas para as mais diversas demandas do País.

Quais são as áreas de atuação?
A Fundação atua nas áreas de educação (básica, aprendizagem e qualificação profissional); patrimônio histórico (material e imaterial), meio ambiente e televisão, com o Canal Futura. A Franquia Social optou por atuar primeiramente na área de educação básica e aprendizagem (Lei 10.097/2000), por serem assuntos urgentes na pauta das políticas públicas. Estamos iniciando a atuação com a qualificação profissional básica, também em virtude da carência do País em mão de obra qualificada.

A Fundação recebe propostas de apoio a projetos ou identifica parceiros por meio de pesquisa de campo, com a ajuda de especialistas?
A Fundação identifica os potenciais parceiros. A partir de 2010, iniciamos um processo anual de Chamada Pública, com todos os indicadores necessários para que as instituições que se interessem em fazer parte da Rede de Parceiros Implementadores possam responder aos requisitos solicitados.

Quais são os requisitos exigidos dos potenciais parceiros?
Em primeiro lugar, que sejam instituições do terceiro setor – com constituição mínima de 2 anos. Também devem trabalhar com educação, contar com equipes pedagógicas na sua estrutura e ter experiência comprovada com implementação de projetos de educação que beneficiem a faixa etária de jovens e adultos.

Como é feita a formação oferecida pela Fundação Roberto Marinho?
A formação das instituições se dá de forma presencial, num momento inicial, e segue com uma formação à distância, feita anualmente, de forma contínua por meio de ambiente virtual.

Quais são os principais projetos implementados com a franquia social?
Para a implementação por meio da Franquia Social, temos:
Aprendiz Legal – Objetiva a formação profissional básica de jovens de 14 a 24 anos.  Ele baseia-se na Lei 10.097/00, a Lei da Aprendizagem, sendo uma proposta de articulação nacional da sociedade pela inclusão dos jovens;
Telecurso – Esta é uma proposta pedagógica e metodológica para a educação básica, especialmente para a Educação de Jovens e Adultos. Com experiência validada há mais de uma década, tem uma estrutura curricular modular e ano letivo flexível. Sem dúvida, é uma possibilidade de inclusão para milhões de brasileiros – sem falar que foi indicado no Guia de Tecnologias, do MEC (Ministério da Educação).

Qual considera o principal desafio das organizações que atuam na área social?
No Brasil, é o de conseguir atender ao maior número de beneficiários dos projetos que implementam e, paralelamente, garantir a sua sustentabilidade.

Prêmio a histórias que mobilizam recursos tem inscrições até 15 de agosto


15/07/2011 – Terceira edição do prêmio “Uma boa história mobiliza”, promovido pela Revista Filantropia, Resource Alliance/IDIS e Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR) indicará ganhadores ao The Resource Alliance Global Awards for Fundraising, cujos vencedores serão anunciados em outubro, durante o International Fundraising Congress, na Holanda.

Este ano, a iniciativa julgará histórias em duas categorias: “Grande Ideia, baixo orçamento” e “Inovação em Captação de Recursos”. A primeira categoria vai premiar ações de captação de recursos de pequenas e médias organizações, que tenham sido implementadas com baixos investimentos. Já a segunda, as ações de captação de recursos consideradas inovadoras e eficazes.

Cada categoria possui requisitos próprios, que serão os critérios levados em conta na avaliação dos participantes.

Categoria: Grande Ideia, baixo orçamento
• Pequenas e médias organizações com despesas anuais não superiores a R$ 1,5 milhão;
• Organizações que nos últimos dois anos vêm implementando uma nova ação, projeto ou campanha que gerou recursos para a entidade e tenha sido implementada com baixo investimento;
• Organizações que mobilizam diferentes tipos de recursos, além do financeiro;
• Organizações cuja ação tenha consistência e sustentabilidade comprovada na implementação.

Categoria: Inovação em Captação de Recursos
• Campanhas ou ações de captação de recursos que tenham sido implementadas de maneira inovadora nos últimos dois anos;
• Aprendizados que possam ser replicados por outras organizações similares;
• Campanhas ou ações com resultados significativos, comprovados em termos de recursos mobilizados;
• Organizações que mobilizam diferentes tipos de recursos, além do financeiro.

Os participantes deverão se inscrever pelo formulário divulgado no site da Revista Filantropia. Somente serão consideradas organizações brasileiras legalmente constituídas. As inscrições serão avaliadas por um júri indicado pelos organizadores do Prêmio. Os três primeiros colocados de cada categoria terão suas histórias publicadas na Revista Filantropia.

As inscrições devem ser feitas até 15 de agosto de 2011, no site da Revista Filantropia, ou preenchendo os formulários de inscrição abaixo.

Para baixar o formulário de inscrição da Categoria: Grande Ideia, baixo orçamento, clique aqui.

Para baixar o formulário de inscrição da Categoria: Inovação em Captação de Recursos, clique aqui.

Após o preenchimento do formulário, é preciso enviar o documento para o e-mail: thais.mi@zeppelini.com.br.

Os resultados serão divulgados até o dia 1º de setembro de 2011.

O vencedor de cada categoria será indicado para participar do Resource Alliance Global Awards for Fundraising, cujos ganhadores serão anunciados durante o International Fundraising Congress, a ser realizado na Holanda, de 18 a 21 de outubro de 2011, e terá direito a coaching de duas horas com um consultor da Resource Alliance/IDIS no Brasil.

Segundo Rodrigo Alvarez, coordenador do convênio The Resource Alliance e IDIS e responsável pelo programa de mobilização recursos do IDIS, “O Prêmio é parte de nossa missão de apoiar o desenvolvimento do setor, valorizando a excelência em captação de recursos no Brasil e gerando conteúdo sobre casos de sucesso. A partir deste ano, criamos categorias alinhadas com o The Resource Alliance Global Awards, promovido internacionalmente pela The Resource Alliance, como forma de integrar a experiência brasileira à internacional”.

Voluntariado e tecnologias em programas empresariais


O que as mídias sociais e as ferramentas tecnológicas podem ajudar em um programa empresarial de voluntariado

Hoje a informação circula de forma rápida e instantânea e bombardeia as pessoas por diversos canais: via celular, televisão, rádio, internet, cartazes, folders, jornais, por outras pessoas, etc. Dentre estas formas de comunicação, a internet ganha destaque especial, mudando a maneira de difundir as informações, pela oportunidade de interação e colaboração instantânea a partir do momento dos acontecimentos. Um exemplo do alcance da internet é o fato de, muitas vezes, as pessoas que estão fisicamente mais próximas de um acontecimento sabem do ocorrido depois de pessoas que estão em lugares longínquos.

E o que o grande volume de informações e as possibilidades trazidas pela internet têm haver com voluntariado dentro das empresas? Em um cenário onde a busca e a troca de informações é crescente e constante, posicionar e mostrar temas que envolvam as questões sociais torna-se essencial. Assim, dar visibilidade aos temas sociais trabalhados e discutidos pelos voluntários e a empresa nas diversas ferramentas da internet, garantem as possibilidades de colaboração para mobilizar, envolver, planejar e comunicar as ações voluntárias.

Se um programa de voluntariado, para ter bons resultados, precisa da participação das pessoas, a colaboração possibilitada pela web facilita o envolvimento dos voluntários apontando problemas, soluções e legitimando as ações por meio da personalidade dos integrantes do programa. E para isso acontecer hoje, os voluntários podem utilizar o twitter, facebook, orkut, e-mails, sms, blogs, youtube, ning ou site específico do programa.

Entretanto, é preciso ter cuidado com a utilização dessas ferramentas. O programa de voluntariado não é apenas a interação entre as pessoas, mas o resultado da interação entre elas e a somatória que culmina com ações que impactam no mundo real.  Por isto, é importante iniciar o programa de forma presencial, com o olho no olho, definindo a essência do trabalho que deverá ser realizado, para posteriormente ganhar eco, novas adesões e colaborações por meio da internet.

Além da colaboração, hoje a internet também possibilita uma ação voluntária direta, como tradução de textos, pesquisas, análise de documentos, criação de sites, mobilização nas mídias sociais, entre outros. No site www.voluntariosonline.org.br existem diversas oportunidades e exemplos.

Criticar ou supervalorizar a tecnologia pode fazer com que você não aproveite os benefícios que elas podem proporcionar para a causa que seu grupo está atuando. Ter a consciência de que a transformação social alcançada pelas ações voluntárias só tem efeito se beneficiarem pessoas e locais reais, é o primeiro passo para utilizar as mídias sociais de forma assertiva. O contato online pode ser um ótimo instrumento para gerar articulação, formulação, mobilização, comunicação e monitoramento das ações voluntárias praticadas e atentas com as demandas das instituições sociais, pessoas e comunidades.

Edital para beneficiar pessoas com HIV/aids encerra em 21/07/11


Edital para financiar projetos de assessoria jurídica para promover defesa dos DH de pessoas com HIV/aids encerra dia 21 de julho

Fonte: Grupo fomentoterceirosetor@yahoo.com.br

O Ministério da Saúde irá destinar R$ 2 milhões para iniciativas de organizações da sociedade civil que promovam a defesa dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV/aids e hepatites virais.

O valor máximo para as propostas a serem apresentadas não poderá ultrapassar o teto de R$ 45 mil. A data final para postagem das propostas é dia 21 de julho. 

“A questão dos direitos humanos  das pessoas vivendo com HIV/aids ainda é muito desrespeitada”, enfatiza Eduardo Barbosa, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Por esse motivo, a ideia é financiar projetos que promovam a ponte entre o cidadão que sofre discriminação e os órgãos de defesa desses direitos. Podem participar da seleção organizações não governamentais com experiência de, no mínimo, três anos de atuação institucional na área – tanto jurídica quanto relacionada à epidemia de aids e hepatites virais.
As instituições contempladas atenderão pessoas que vivem com HIV/aids, portadores de hepatites virais e populações em situação de maior vulnerabilidade a essas doenças, como prostitutas e homens que fazem sexo com homens. Durante o processo de análise e julgamento serão observadas a estrutura institucional, além das propostas financeiras e técnicas. Entre os critérios que serão examinados estão capacidade de articulação em nível local, regional e nacional, originalidade e inovação do projeto. A data provável da publicação do resultado da seleção pública será 10 de agosto, no site www.aids.gov.br.

Número de profissionais no SUAS aumenta 57% em quatro anos


 

Fonte: http://www.promenino.org.br

De 2006 a 2010, o número de trabalhadores do setor saltou de 140 mil para 220 mil. O papel dos profissionais é tão importante para o sistema, que atuação é destaque nas discussões das conferências de assistência social deste ano. Lei do Suas será sancionada pela presidenta Dilma Roussef nos próximos dias

Brasília, 4 – O aumento dos profissionais que atuam para assegurar os direitos dos brasileiros mais vulneráveis é uma marca do Sistema Único de Assistência Social (Suas), que entrou em funcionamento em 2005. Nos próximos dias, será Lei, após sanção, pela presidenta Dilma Roussef, de projeto aprovado pelo Congresso Nacional. De 2006 a 2010, o número de trabalhadores deste setor saltou de 140 mil para 220 mil, uma elevação de 57%.

Esses números resultam de comparação dos dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2006, e do Censo Suas, realizado de Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, em 2010. Parte desses profissionais atua nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), que hoje somam 7,6 mil em todas as cidades, e nos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), que totalizam 2,1 mil.

O papel dos profissionais é tão central para o Suas, que essa atuação é destaque nas discussões das conferências de assistência social, que estão ocorrendo nos municípios e, a partir de agosto, serão realizadas pelos estados. “Consolidar o Suas e valorizar os seus trabalhadores” é o tema da VIII Conferência Nacional, que o MDS e o Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) promovem do dia 7 a 10 de dezembro.

Dos profissionais, 68 mil têm formação superior, 100 mil concluíram o ensino médio e 52 mil terminaram o ensino fundamental. O vínculo empregatício dos profissionais varia entre estatutários, comissionados e celetistas.

Qualidade – Para a secretária nacional de Assistência Social do MDS, Denise Colin, é fundamental abordar a questão dos trabalhadores e discutir a qualidade dos serviços ofertados à população. “Queremos que o atendimento a famílias e indivíduos seja de qualidade”, afirma. Em sua avaliação, o esforço dos governos federal, estaduais e municipais para a elevação do investimento no setor e a valorização dos profissionais é para superar a trajetória de clientelismo e de moeda de troca, historicamente praticada no País.

Conhecer bem o trabalho que precisa ser desenvolvido diante as situações apresentadas mostra a compromisso dos profissionais com a qualidade do serviço, como demonstra a assistente social Sandra Flesch, do Creas de Planaltina, no Distrito Federal. “A gente trabalha com indivíduo e família em situação de violação de direitos. Especificamente, trabalhamos com a situação de violência sexual contra criança e adolescente, violência doméstica, negligência e maus tratos de adolescentes e idosos, trabalho infantil e população em situação de rua.”

Dimas Dantas, coordenador do Creas, mostra a significativa diferença entre a proteção básica e especial. “O Cras tem um efeito preventivo, por ser a porta de entrada da assistência social. Faz um serviço de fortalecimento de vínculo com a família. O Creas está muito mais voltado a uma situação de violação de direito; seja ela um abuso sexual, violência contra a mulher ou negligência e maus tratos contra idoso, criança e adolescente.”

Equipes – No funcionamento diário do sistema, os tipos e a quantidade de profissionais que lidam com as políticas podem constituir variáveis determinantes para os graus de sucesso dos programas, de acordo com a Norma Operacional Básica de Recursos Humanos (NOB-RH) do Suas. Uma resolução recente do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), de 20 de junho, ratifica a referência definida pela NOB-RH e reconhece as categorias profissionais de nível superior para atender às especificidades dos serviços socioassistenciais e das funções essenciais de gestão Suas. Pelo documento, assistentes sociais e psicólogos passam a compor, obrigatoriamente, as equipes de referência da proteção básica e especial.

Com essa normatização, fica definido também que advogados, administradores, antropólogos, contadores, economistas, economistas domésticos, pedagogos, sociólogos e terapeutas ocupacionais poderão comportar a equipe de gestão do Suas. Por sua vez, profissionais formados em antropologia, economia doméstica, pedagogia, ciências sociais, terapia ocupacional e musicoterapia são categorias que poderão atender as especificidades dos serviços socioassistenciais.

“Essas categorias profissionais de nível superior poderão integrar as equipes de referência, considerando a necessidade de estruturação e composição, a partir de especificidades e particularidades locais e regionais, do território e das necessidades dos usuários, com a finalidade de aprimorar e qualificar os serviços socioassistenciais”, define a resolução, assinada pelo presidente do CNAS, Carlos Ferrari.

O documento, que distingue os saberes e práticas correspondentes aos objetivos da proteção social não contributiva, resulta do processo de debate com os trabalhadores do Suas, coordenado pelo conselho e o ministério, conforme estabelecido na norma e deliberações da VII Conferência Nacional de Assistência Social, de 2009.

Fonte: MDS – 04/07/2011