SEMINÁRIO PRÓ-MENINO


“O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade.”
(Karl Mannheim)

Olá,
Estive ontem (14/05/09) no 2º dia do Seminário Pró-Menino, organizado pela Fundação Telefônica, cujo tema foi: 
Construindo um mundo sem trabalho infantil.
Não pude participar do 1º dia onde foram realizadas plenárias objetivando a discussão e o levantamento de pontos relevantes sobre o assunto, questões essas que foram encaminhadas aos debatedores e organizadores do evento, tendo sido deixado bem claro que as questões não irão parar no seminário e sim ter um canal aberto permanente para discussão sobre os temas levantados.
No 2º dia, ouvindo as pessoas especialistas no assunto e o público presente, fiz anotações sobre algumas colocações que julgo importantes e que para mim determinaram o sucesso do evento.
Foram escolhidos 3 eixos de discussão: Família, Educação e Rede, e dentro destes temas, a opinião dos debatedores, bem como do público seleto presente, representando várias cidades e regiões do país, foram enriquecedores, mesmo quando houve alguma discussão ocasionada por pontos de vista diferentes.
Não vou citar os nomes das pessoas que estiveram fazendo seus comentários, somente um resumo em formato de tópicos, para um melhor entendimento de todos:
  1. EIXO: FAMÍLIA
  • Dificuldades para ações em favor da família, muitas vezes ocasionado pela morosidade e burocracia existente no país.
  • Superação de preconceitos para facilitar o acesso e entendimento de ambas as partes (quem ajuda e quem recebe)
  • Modelos de Assistência Social precisam ser revistos.
  • É preciso responder a todas as demandas que batem à nossa porta.
  • Existem várias experiências sendo colocadas em prática, porém, pouco divulgadas.
  • O pouco conhecimento dos problemas de família, suas preocupações e necessidades, e a fonte dos mesmos, são evidentes quando se trata do assunto relacionado à assistência, ou seja, a grande maioria não investiga as causas principais, apenas ameniza com ações pouco produtivas para a mudança deste quadro.
  • Programas de curta duração não resolvem a questão.  Há que se ter um aprimoramento e sequência, fazendo as correções necessárias.
  • Estar aberto para receber os novos conceitos sobre a família, como forma de obter resultados mais positivos.
  • É preciso conhecer a verdadeira necessidade de uma família antes de ajudá-la.

2.    EIXO: EDUCAÇÃO
  • A vontade política é determinante para que esta área avance de forma produtiva.
  • O ECA deve ser mais difundido nas escolas.
  • Foi feito comentário sobre a participação importante das organizações religiosas em todo Brasil nesta área da educação.
  • “Quebrar” barreiras para vencer as dificuldades.
  • Usar a revolução tecnológica como ferramenta de adaptação e mudança para novos tempos.
  • A união de todos os segmentos da sociedade podem efetivamente acabar com o trabalho infantil.
  • Sair do discurso simplesmente oratório, para entrar de verdade em ação.
  • As necessidades pessoais e carências acabam sendo fatores determinantes quando se fala de evasão escolar.

3.    EIXO: REDES
  • Ninguém “ouve” os pensamentos, o querer e os anseios da criança antes de implantar um programa.
  • Toda rede é importante e todas elas se tornam eficientes e eficazes quando procuram se integrar e se interligam a outras.
  • o auto-reparo como meio de manter as redes fortalecidas.
  • Redes não são meramente instituições formais, são a união de pessoas com um pensamento voltado a um bem comum.
  • As redes se formam ao redor do ser humano, da família, no trabalho, no lazer, na educação, etc…, e quando bem conduzidas e identificadas promovem resultados surpreendentes.
  • As redes tem de ter a capacidade de estar reformulando os saberes.
  • Qual é a obrigação e o direito de cada um ?
  • A rede começa em si e se expande sem egoísmo.
  • A motivação gera resultados positivos e as redes te um papel fundamental para a disseminação dessa idéia.

Bem pessoal, espero ter colaborado com minhas anotações.
Para maiores informações entrem no site http://www.promenino.org.br

Salvar a terra – um bocado de cada vez


Salvar a terra – um bocado de cada vez

Hoje, a frase “Reduzir, Reutilizar e Reciclar” tornou-se parte da rotina de jovens e velhos. Mas, quando plantamos árvores com as crianças, limpamos a margem do rio com os vizinhos e racionalizamos o uso da energia elétrica em casa, não percebemos uma das maiores ferramentas para a proteção de nosso planeta — o garfo. Na verdade, a escolha que fazemos em relação àquilo que comemos tem tanto impacto sobre o planeta quanto a escolha de uma sacola de pano, de papel ou de plástico para carregar as compras.

É fácil imaginar o lixo tóxico das fábricas, mas poucos param para pensar no impacto ambiental da produção de alimentos. O aumento da agricultura industrializada consome enorme quantidade de recursos naturais e cobra um alto pedágio ambiental. E, em nenhuma área, o impacto é mais destrutivo, com conseqüências a longo prazo, do que na produção de produtos animais — de carne e aves a peixe e laticínios.

Pense sobre estes fatos:

  • As 17 maiores áreas de pesca do mundo alcançaram e ultrapassaram seus limites naturais no começo da década de 90.
  • No mundo inteiro, um terço dos peixes é triturado como ração para outros animais.
  • A cada ano, nas Américas do Sul e Central, 20.000 km² de florestas tropicais são derrubados para criação de pasto.
  • A pecuária é terrivelmente ineficiente. A pessoa que não come carne nem laticínios consome, por dia, em torno de 2.500 calorias provindas de plantações; a pessoa que inclui apenas 30% de produtos animais na comida requer 9.000 calorias provindas de plantações.
  • Estrume, adubos químicos e pesticidas levados pelo rio Mississipi criaram uma área estéril de mais de 18.000 km² no fundo do Golfo do México chamada de “Zona Morta”.
  • O perigoso micróbio pfiesteria matou 30.000 peixes na Baía de Chesapeake quando o esterco de galinha usado nas fazendas passou para as águas.
  • A produção de carne causa a devastação de enormes extensões de terras. A terra usada como pasto provoca erosão e perda de plantas e de animais nativos.
  • A cada ano, as fazendas produtoras de animais geram aproximadamente cinco toneladas de esterco para cada habitante dos EUA.
  • “Administrar” a produção de esterco está se tornando um grande problema. Em 1995, por exemplo, lagoas de contenção espalharam mais de 150 milhões de litros de esterco de porco nas águas da Carolina do Norte  — o dobro da quantidade de óleo vazado em acidente da Exxon Valdez.

Fonte:   http://www.taps.org.br

Pantanal vive período mais seco desde 1974 e futuro preocupa especialistas


Pantanal vive período mais seco desde 1974 e futuro preocupa especialistas

Por Marco Antônio Soalheiro, da Agência Brasil

Brasília – O Pantanal mato-grossense experimenta, em 2009, o período mais seco dos últimos 35 anos e as mudanças climáticas podem tornar este tipo de fenômeno mais recorrente nas próximas décadas. O alerta é do pesquisador da Embrapa Pantanal, Ivan Bergier, em entrevista concedida sábado (09/05) ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional.

“Este ano será bastante atípico. Vai se realmente seco. Já temos detectados focos de incêndio e a incidência de queimadas deve ser alta até o fim do ano”, afirmou Bergier.

Entre 1974 e 2008 o nível do Rio Paraguai se manteve sempre alto, na faixa entre 3 metros e 5 metros. Este ano a projeção dos especialistas é de que fique abaixo dos 3 metros. A última seca prolongada na região ocorreu entre os anos de 1963 e 1973. Não é possível afirmar que vá se repetir um ciclo parecido. O prognóstico indica até um aumento de precipitação na região até 2050. Entretanto, também não permite descartar a preocupação com novas situações atípicas.

“Hoje estamos vendo um ano muito seco e daqui para frente é uma incógnita. Pode haver manutenção de níveis máximos, mas as mudanças climáticas podem ter outros efeitos aqui [no Pantanal] como o aumento da ocorrência de eventos extremos”, disse.

As chuvas acima da média histórica no Norte e Nordeste estão relacionadas, segundo Bergier, ao fenômeno La Niña, que amplifica as chuvas naquelas regiões e, ao mesmo tempo, torna o clima mais seco na Região Sul. As causas da seca vigente no Pantanal ainda não estão claramente detectadas.

“Ainda não temos uma explicação consistente. Pode ter relação com erupção vulcânica, mas ainda não existe um fenômeno compreensível para explicar esse período de seca”, afirmou Bergier.

(Envolverde/Agência Brasil)

EDUCAÇÃO ESCOLAR


Ciências verdes na escola

Por Ricardo Voltolini, da Revista Idéia Socioambiental

Em abril a Organização para Cooperação e Desenvolvimento  Econômico (OCDE)  divulgou novos dados de um estudo de 2006 cujas conclusões devem servir como sinal de alerta para educadores, pais e ambientalistas.  Em exame internacional denominado PISA (Programa para Avaliação Internacional de Estudantes), três em cada dez alunos brasileiros demonstraram saber muito pouco ou quase nada a respeito das questões de meio ambiente.

Sobre este exame vale ressaltar que a OCDE o aplica a cada três anos em 57 países, incluindo o Brasil. A rigor, ele se propõe a comparar o desempenho de alunos de 15 anos de escolas públicas e particulares, em Língua Portuguesa, Matemática e Ciências, disciplinas consideradas básicas para medir o nível efetivo de conhecimento adquirido na escola.  A versão mais recente, realizada em 2006, enfatizou o aprendizado de Ciências. E desta vez, em caráter inédito, estruturou-se em questões relacionadas aos temas da conservação ambiental, do aquecimento global, da poluição e das novas fontes de energia alternativas ao petróleo.

No Brasil, o resultado foi uma catástrofe: 37% dos estudantes testados não obtiveram o nível mínimo de conhecimento exigido. Apenas 5% atingiram as notas máximas. Entre as 57 nações testadas, o País ficou na nada confortável posição de número 54, à frente apenas do Azerbaijão, do Quirgistão e do Qatar, países que estão longe de figurar entre os mais expressivas do mundo.  Uma lástima. Apenas para efeito de comparação, a Finlândia, primeira no ranking do PISA, contou com 6% dos estudantes no nível mínimo e 25%, no máximo. A média dos países pesquisados ficou em 16% no nível mais baixo e 19%, no mais alto.

Fosse integrante de uma classe global, o estudante brasileiro estaria entre os últimos de uma turma que tem como melhores alunos, além de Finlândia, Hong Kong, Estônia, Canadá, Taiwan, Japão, Austrália, Holanda e Coréia do Sul. Outra constatação lamentável que não diminui, embora atenue pelo porte da companhia, o constrangimento das nossas notas vermelhas: países integrantes do G20 como a França, os Estados Unidos e a Itália também ficaram abaixo da média mundial.

Louvável a decisão da OCDE de tomar as questões ambientais  como base do provão de Ciências do PISA. Ao fazê-lo, a organização ligada às Nações Unidas  certamente pretendeu dar ao tema a sua devida importância, reconhecendo que ele se insere entre as grandes preocupações da humanidade na primeira década deste século. Mais do que isso, quis mostrar quão necessário se faz capacitar os jovens para que compreendam a complexidade sistêmica do assunto e enfrentem melhor os desafios contemporâneos  que advirão das mudanças climáticas e seus impactos locais e globais. Afinal, a seguir o atual curso de fatos, caberá a eles – as tais “futuras gerações” sempre citadas nos documentos de natureza ambiental–  o imbróglio de lidar  com um planeta mais quente e com recursos mais escassos.

Uma das conclusões  do estudo– esta positiva – é que a maioria dos alunos  se mostrou preocupada em agir em defesa do ambiente. Cerca de 97% dos brasileiros acreditam, por exemplo, que a poluição é um problema grave e de difícil solução. No entanto, destes apenas 21% se disseram otimistas em relação a melhorias nas próximas duas décadas– um sintoma preocupante de descrença na capacidade presente de solução dos líderes de empresas e de governos.

Estar familiarizado, como se sabe, não significa conhecer o tema ambiental. Em reforço a essa conclusão, o exame produziu argumentos importantes. Um exemplo: embora 90% dos estudantes tenham ouvido falar dos problemas de poluição, metade dos alunos não foi capaz de apontar sequer uma fonte de poluição geradora da chamada chuva ácida. Com o bombardeio de notícias sobre o aquecimento global nas TVs e na Internet, e ainda com a recente abordagem do tema nas melhores salas de aula, os jovens de hoje têm mais acesso às informações sobre as mudanças climáticas e seus efeitos do que os das duas décadas anteriores. Pelo que mostra, no entanto, o estudo da OCDE, esse conhecimento ainda é  superficial, pouco embasado e completamente descontextualizado.

Os resultados do PISA de Ciências fizeram soar o alarme: algo precisa ser feito e rápido. E qualquer que seja a solução é certo que impactará também a melhoria da qualidade do ensino de Matemática e Língua Portuguesa, disciplinas nas quais o Brasil costuma tirar notas muito baixas no exame da OCDE. Capacitação de professores e ênfase ao tema nos currículos são medidas óbvias e necessárias. Métodos de ensino sensíveis, baseados em investigação lúdica, que estimulem o pensar científico –não a clássica decoreba — e levem os estudantes a fazer conexões entre o que se aprende e a sua vida cotidiana também podem fazer muita diferença.

Não são poucos os que colocam o Brasil como candidato a potência ambiental nem os que acreditam que, em cinco ou dez anos, ele será reconhecido mundialmente como o celeiro do planeta. Para atingir tal condição, no entanto, além de capital natural, precisará contar também com um capital intelectual. A educação pública de qualidade é o investimento sustentável mais importante que um país pode e deve fazer.

* Ricardo Voltolini é publisher da revista Ideia Socioambiental e diretor da consultoria Ideia Sustentável: Estratégia e Conhecimento em Sustentabilidade. ricardo@ideiasustentavel.com.br
(Envolverde/Revista Idéia Socioambiental)

Seminário Pró-Menino


Inscreva-se para o Seminário Pró-Menino
pro-menino

A Fundação Telefônica realizará, nos dias 13 e 14/5, o seminário “Pró-Menino: Construindo um Mundo sem Trabalho Infantil’, que tem por objetivo contribuir para a implementação de projetos de combate ao trabalho infantil, embasados por diagnósticos e respaldados por uma política municipal de atenção à criança e ao adolescente.

O encontro terá palestras e discussão de grupos por eixo, com apresentação de casos práticos. As vagas são limitadas!

As inscrições são gratuitas e já estão abertas, no portal Pró-Menino (www.promenino.org.br)

Mais informações pelo e-mail seminariopromenino2009@sobmedida.com.br, ou pelo telefone: (11) 2894-8561.

Serviço:

Seminário Pró-Menino: Construindo um Mundo sem Trabalho Infantil
Local: Hotel Holiday Inn (Parque Anhembi) – São Paulo
Endereço: Rua Professor Milton Rodrigues, 100
Metrô próximo Tietê-Portuguesa (Linha Azul) – transporte disponível do metrô ao hotel com indicação no metrô


VOLUNTARIADO: POR QUE NÃO ?


O que está em meu coração precisa sair à superfície.” ——————————————————————————–

Ser voluntário é muito mais que oferecer uma parte de seu tempo, é muito mais que olhar para a necessidade do outro, muito mais que fazer parte de uma maravilhosa corrente, muito mais que colocar o seu entendimento e experiência em benefício do todo, vai além das expectativas do ser humano e o coloca em destaque, tanto para quem doa, tanto para quem recebe. O voluntário é um guerreiro silencioso que não busca fama, dinheiro ou oportunidade de riquezas, apenas dá o que tem de melhor. A visão do voluntário é ampla e bela, pois tem um alcance infinitamente maior sobre o que acontece ao seu redor e se integra a estas condições sempre com entrega e determinação. Ser voluntário é Ser Humano…

https://alavancasocial.wordpress.com ——————————————————————————–

Tem sempre alguém precisando do seu talento. E é assim que você irá ajudar: encontre as oportunidades de voluntariado mais adequadas ao seu dia-a-dia, de acordo com a sua disponibilidade e área de interesse. Saiba mais e faça parte desta grande corrente nos sites: http://www.voluntariosonline.org.br e http://www.voluntariosemacao.org.br

____________________________________________________

Você pode ser um voluntário na sua cidade ou sem sair de casa (pela internet)

Dia Mundial da Terra


“Se você é pró-ativo, não tem que esperar por circunstâncias ou outras pessoas para criar perspectiva expandindo experiências.  Pode conscientemente criar por você mesmo.”

O planeta está passando por uma situação crítica e o nível de conscientização das pessoas cresce a cada dia.
Constantemente estão sendo divulgados em todo mundo, estudos de cientistas especializados no assunto, indicando uma condição preocupante em relação ao planeta e a constante queda na sua capacidade de gerar recursos, como a água, que em várias regiões do mundo estão escasseando, diminuindo a capacidade produtiva nestes locais, já que ela é fonte de vida e transformação.
Vamos olhar com mais carinho para nosso planeta !!!

No dia 22/04/2009 celebrou-se o DIA MUNDIAL DA TERRA, o qual foi criado em 1970, quando o senador norte-americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição.
A partir de 1990, outros países também começaram a mobilização.
Em 1972 foi celebrada a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar os líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para sua erradicação.
A comemoração refere-se à tomada de consciência dos recursos naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.

5º Concurso Causos do ECA


“É bom sonhar, mas é melhor sonhar e trabalhar.  A fé é poderosa, mas a ação da fé é mais poderosa”  https://alavancasocial.wordpress.com

Olá !!!
Hoje, a SÉRIE PROJETOS DE SUCESSO estará falando um pouco de um projeto sensacional que envolve muitas pessoas por todo o país, estimula a criatividade das pessoas envolvidas e nos desperta emoções em função de histórias reais baseadas nos temas escolhidos pela organização do evento.
O nome do projeto é “CAUSOS DO ECA” e é promovido pelo Portal Pró-Menino/Fundação Telefonica, que premia histórias verídicas que relatam como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) ajudou a transformar a vida de meninos e meninas.
Este ano estão em fase de inscrições o 5º Concurso Causos do ECA que deve se encerrar até 02/06/2009.
Os participantes do Concurso devem se inscrever em uma das duas categorias (ECA como instrumento de transformação ou ECA na Escola), levando em conta a temática abordada. Caso a categoria seja escolhida de forma indevida, a história poderá ser desclassificada. A história deve ser verídica, podendo ser relatada por um terceiro que a presenciou ou vivida por quem a escreve.

Neste ano os causos poderão ser narrados por meio de duas linguagens: texto ou vídeo.

Não se esqueça de que é muito importante preservar a identidade das crianças envolvidas nos causos narrados. Por isso, utilize nomes fictícios. No caso de vídeo-documentário, não mostre o rosto da criança e, em caso de dramatização, filme crianças que não estão diretamente envolvidas no causo encenado.

Vejam a seguir o folder eletrônico com a chamada para o evento.
Vamos todos participar !!!
causos-do-eca