Brasil Carinhoso chega a mais 57 mil famílias em julho


Fonte: http://www.promenino.org.br

Benefício destinado a famílias com crianças de até 6 anos visa superar a extrema pobreza na primeira infância. Ação do Plano Brasil Sem Miséria complementa a renda de quem recebe até R$ 70 por pessoa ao mês, caso de Roziane Oliveira, de Juiz de Fora

Brasília, 30 – Um montante de R$ 1,8 bilhão está sendo destinado à população pobre até 31 de julho pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) com o pagamento do Bolsa Família. Desse total, R$ 169,8 milhões são do Benefício para Superação da Extrema Pobreza na Primeira Infância (BSP), pago a 2 milhões de famílias com crianças de até 6 anos e renda mensal por pessoa inferior a R$ 70.

Em julho, mais 57,6 mil famílias começaram a receber o BSP, que integra a ação Brasil Carinhoso do Plano Brasil Sem Miséria. O crescimento equivale a recursos da ordem de R$ 5 milhões. “Esse aumento se deve à inclusão de famílias que atendem ao critério do benefício”, explica o diretor da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania do MDS, Walter Emura.
O novo benefício do programa de transferência de renda visa fazer com que essa parcela da população ultrapasse a linha da extrema pobreza. O valor corresponde à soma necessária para que a renda da família ultrapasse R$ 70 por pessoa, incluindo crianças e adultos.

O dinheiro extra do Brasil Carinhoso recebido pela beneficiária Roziane Lúcia Ferreira de Oliveira, 29 anos, de Juiz de Fora (MG), representou mais comida na mesa. “Fiquei muito alegre quando fui receber R$ 198 e sai com R$ 375. Passei no supermercado e fiz compras”, conta Roziane. Com mais dinheiro, ela pode incluir itens como frutas e iogurte para alimentar os quatros filhos, com idades entre 3 e 14 anos.

Com o marido desempregado ou fazendo bicos, a beneficiária da cidade mineira usa os recursos do Bolsa Família para comprar leite, fralda e material escolar. O principal investimento da família é na alimentação. Ela viu a renda aumentar, mas não sabia que os motivos eram o filho de 3 anos, Samuel de Oliveira, e a renda por pessoa inferior a R$ 70.

Roziane Oliveira reconhece a importância da frequência escolar e, durante a semana, cuida para que os filhos não faltem às aulas. O único período em que eles não cumpriram os índices exigidos foi em 2009. Ela lembra que à época a família estava num abrigo distante da escola. Nos fins de semana, a beneficiária deixa as crianças com o marido, Geelson Inácio de Oliveira, 32 anos, e vai vender vassouras para reforçar o orçamento familiar.

Benefícios – Com o pagamento do BSP iniciado em junho, o Bolsa Família passou a ter quatro benefícios diferentes, que podem ser somados de acordo com o perfil do público atendido: o BSP, o básico de R$ 70 destinado também às famílias extremamente pobres – independentemente de terem filhos ou não –, o variável de R$ 32 por criança de até 15 anos, gestante e nutriz, limitado a cinco, e o variável de R$ 38 vinculado aos jovens de 16 e 17 anos, limitado a dois. As famílias pobres, ou seja, com renda entre R$ 70 e R$ 140, recebem somente os valores referentes a crianças e adolescentes.

O pagamento de todos os 13,5 milhões de famílias atendidas será liberado até 31 de julho, mas os valores ficam disponíveis para saque nos postos de atendimento da Caixa Econômica Federal por 90 dias. Os recursos não sacados nesse período retornam ao orçamento do MDS.

A maior parte do público do Brasil Carinhoso e do Bolsa Família está concentrado nas regiões Norte e Nordeste. A Bahia tem o maior número de BSP e, consequentemente, recebe volume mais expressivo de recursos: R$ 23,5 milhões. Em seguida, aparecem Maranhão, Ceará e Pernambuco.

Além de transferir renda, o Bolsa Família exige frequência à escola e visita aos postos de saúde a cada semestre. As duas contrapartidas são acompanhadas pelos municípios e pelos ministérios da Saúde e da Educação, parceiros do MDS na gestão do programa. Essas exigências contribuem para melhorar a situação de vida das futuras gerações. Para evitar a perda do benefício, é preciso também atualizar os dados cadastrais a cada dois anos. Neste ano, 1,5 milhão de famílias precisam renovar o cadastro até dezembro.

Fonte inicial: MDS – 30/07/2012

17 de Outubro Dia Mundial para a Erradicação da Pobreza


Fonte: http://criancasatortoeadireitos.wordpress.com

No dia 17 de Outubro comemora-se o Dia Mundial para a Erradicação da Pobreza. A Oikos, como representante do Global Call To Action Against Poverty (GCAP) , através da Campanha Pobreza Zero, não fica indiferente a esta data, lançando em Portugal o relatório “The World we Want”* e associando a este dia um desafio: O Mundo que queremos… é possível!

Aceite o convite e participe: dia 17 de Outubro vista uma peça de roupa branca, escolha uma ou mais frases que representem o mundo que quer e tire uma foto com essa mensagem.

Sozinh@, com amig@s, família ou colegas…! Depois, é só colá-la no mural do Evento Facebook “O Mundo que queremos é possível!”

Precisa de inspiração? Utilize os materiais que preparamos:


» Tire a sua foto com 1 dos 8 cartazes à sua escolha (ou faça um você mesm@)

» Leia o Manifesto contra a pobreza no dia 17 de Outubro

» Utilize esta imagem no seu perfil de Facebook

A nossa coragem e espírito comuns têm que ter mais força do que qualquer crise financeira ou ambiental: podemos viver em paz e num ambiente saudável. Podemos transformar a cultura competitiva generalizada em cultura de cooperação global, o domínio em inclusão, a exploração de uns pelos outros e do planeta em respeito, equilíbrio e harmonia.

Queremos que o 17 de Outubro sirva de inspiração para todos quantos lutam por um mundo melhor. Mostre que não é indiferente.

O Mundo que queremos é possível!

Por isso lutamos por um mundo melhor.

* Relatório disponível em 17 de Outubro 2011

Vamos acabar com a FOME? Assinem a petição!!!


Clique aqui e ajude a acabar com a fome no mundo

Faça pressão sobre os políticos para acabar com a fome. Assine a petição, e reivindique ação onde quer que esteja.

Um teto para meu País (UTPMP) revela o Brasil da extrema pobreza


Olá!

Compartilho sempre as idéias, pensamentos e ações concretas que transformem positivamente o meio em que vivemos!

Compartilhe você também! Veja a seguir:

Fonte desta informação: Thaís Yamashita

Hoje 16,2 milhões de brasileiros moram em situação de pobreza extrema, ganhando menos de R$ 70 por pessoa ao mês. Esse número corresponde a toda a população do Chile e é dobrado se considerarmos todas as pessoas que vivem em situação de pobreza. A realidade com a qual convivemos é uma vergonha e parece que poucas pessoas se importam. Só para exemplificar, cito duas situações:

As violações aos direitos humanos no Rio por conta dos projetos da Copa e dos Jogos Olímpicos, que provocaram remoções de comunidades completas, compensações baixas e unilaterais, demolição de centenas de moradias sem uma solução concreta. Tais condutas -disfarçadas de políticas públicas- são simplesmente intoleráveis. O governo federal e estadual tem que garantir transparência nos direitos e respeito irrestrito à lei e ao devido processo.

Outro caso evidente que muitos não querem mais ver -talvez porque o período de chuvas já terminou- são as famílias que moram em zonas de risco, simplesmente porque não têm outra possibilidade. Atualmente, são mais de 173 mil famílias vivendo em zonas de alto risco no Estado de São Paulo, segundo pesquisa da Fundação Seade, encomendada pela Secretaria de Habitação – o equivalente a dois vezes o estádio Morumbi lotado.

Os dois exemplos representam milhões de famílias morando em uma emergência constante no Brasil; vivendo em uma condição de vulnerabilidade extrema.

Um Teto para meu País (UTPMP) apóia com força a proposta do governo de implementar uma política pública destinada a combater a extrema pobreza, mas com a mesma força exigimos que a implantação dessa política seja feita de uma forma que permita o desenvolvimento de ferramentas para os beneficiários, para que sejam eles os protagonistas de seu próprio desenvolvimento e não só receptores de um programa unilateral do Estado.

As famílias mais vulneráveis do Brasil não precisam nem desejam presentes, mas sim oportunidades e principalmente que se respeitem efetivamente seus direitos sociais garantidos na Constituição e nas leis. A vergonhosa situação de pobreza extrema que vive hoje o Brasil não é só problema do Estado e das famílias, é um problema multidimensional e são muitos os atores e responsáveis. Como sociedade, deixamos para trás uma parte de nós que fica isolada dos direitos e obrigações que cabem a todo cidadão. Sem acesso aos serviços públicos básicos nem a oportunidades de desenvolvimento, esse contingente que vive na pobreza não tem força para superar sua condição sem o apoio de outros setores.

A sociedade civil agrupada e organizada é um ator fundamental especialmente na denúncia da realidade e na proposta de soluções. Outro ator fundamental para terminar com a pobreza no Brasil são as empresas, sem elas não há solução possível. Responsabilidade Social Empresarial (RSE) não é um departamento dentro de uma corporação destinado a fazer doações ou capitalizar ações de caráter social. RSE é uma maneira de realizar ações, de forma permanente, estável e concreta, com o objetivo de gerar um efeito positivo na sociedade.

UTPMP vai continuar trabalhando para mostrar a realidade de pobreza em que vivem milhões de brasileiros e latino americanos, nos 19 países em que atuamos, e com a mesma convicção e perseverança manteremos nosso trabalho e nossa proposta como a principal forma de denúncia.

É por isso que nesta sexta, dia 10, e neste sábado, dia 11 de junho, tomaremos as ruas de São Paulo com milhares de voluntários para arrecadar fundos para dar continuidade ao nosso trabalho e denunciar esta realidade a toda sociedade brasileira. Participe você também da Grande Coleta 2011, inscrevendo-se aqui.

NÓS SOMOS O TETO!Ricardo Montero
Diretor Social
Um Teto para meu País – Brasil

É só clicar! A melhor maneira de doar alimentos


Em alguns estados brasileiros existem algumas organizações cuja missão é diminuir a fome no país.

Dentre eles destaco as ações do Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul que realiza um trabalho maravilhoso e possibilita que famílias em dificuldades possam estar recebendo alimentos e assim suprir uma das necessidades básicas do cidadão que é a alimentação.

Na fase atual, onde diversas regiões do paí estão sendo devastadas ou sofrendo as consequências da força da natureza, o Banco de Alimentos oferece uma ferramenta simples e fácil de ser usada, que pode melhorar as condições de desabrigados e famintos em qualquer região do país. Para isso basta acessar http://www.cliquealimentos.com.br

No site você poderá escolher inclusive o local que deseja beneficiar com seu clique.

Vamos participar!

Como Funciona

No site www.cliquealimentos.com.br você pode doar alimentos ao Banco de Alimentos, sem gastar nada. O Banco distribui alimentos a instituições beneficentes previamente cadastradas, beneficiando milhares de pessoas carentes.

O funcionamento do site Clique Alimentos é simples: após acessá-lo, o internauta clica no prato com a inscrição “clique e doe” e assim doa 1 kg de alimento para o Banco de Alimentos. A doação é realizada porque uma empresa patrocina a sua doação, quem clica não gasta nada.

Quem Paga

A empresa cuja marca aparecer após o clique no prato será a responsável por custear a doação do alimento clicado. É importante ressaltar que quem clica não gasta absolutamente nada.


Qualquer empresa pode entrar em contato com o Banco de Alimentos mais próximo para participar. Além de ajudar o Banco a atender as comunidades carentes da sua região, sua marca ainda aparecerá como parceira do Clique Alimentos.

Quem Recebe

O Banco de Alimentos é uma instituição séria e comprometida com o combate à fome no Brasil. Somente em Porto Alegre, já foram doados mais de 12 milhões de quilos de alimentos em apenas oito anos. Na cidade, são doadas 250 toneladas por mês, beneficiando creches, asilos, associações comunitárias e instituições de caridade dos mais variados tipos, sempre com o compromisso de ajudar as pessoas mais carentes das suas comunidades. E este trabalho agora se espalha por várias regiões do RS e do país.

É importante lembrar que o alimento arrecadado é destinado à cidade que você escolheu. Se optar pelo sistema randômico, ele escolherá a cidade beneficiada.
Para entrar em contato com o Banco de Alimentos, basta mandar uma mensagem através do link “Contato” no Menu à esquerda. Para cadastrar a sua empresa, utilize o menu à esquerda clicando em “Empresas” e em seguida “Cadastre sua empresa”.

Vejam a seguir um pequeno histórico da Instituição:

O Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul, foi o primeiro Banco de Alimentos  criado no Brasil no ano de 2000, pelo conselho de Cidadania da FIERGS e mais onze Entidades parceiras, que desde então já arrecadou e distribuiu mais de DOZE MILHÕES de quilos de alimentos.  Somente em Porto Alegre, são assistidas 331 instituições de comunidades carentes, equivalente a 21.000 famílias, que recebem 200 toneladas de alimentos perecíveis e não perecíveis todos os meses do ano.  Já no ano de 2007, foi criada a REDE de BANCOS de ALIMENTOS do RIO GRANDE DO SUL, coordenada pela Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais, para integrar os ONZE Bancos existentes localizados nas seguintes Cidades Gaúchas: Porto Alegre, Caxias do Sul, Pelotas, Guaíba, Camaquã, Canoas, Viamão, Imbé, Santana do Livramento, Vale do Sinos (Sao Leopoldo, Portão, Esteio e Sapucaia), mais  36 NÚCLEOS BANCOS de ALIMENTOS no Estado. No ano de 2008, o Banco de Alimentos com muita satisfação inaugurou o primeiro Banco fora do Estado, o Banco de Alimentos do Rio de Janeiro.

A iniciativa do Banco representa o combate à  FOME e a MISÉRIA, mas também a desnutrição,  obesidade, anemias e outras doenças originadas pela má alimentação, traduzindo-se em mais saúde, bem estar, menor evasão  e melhor assimilação na escola, diminuição da violência, maior inclusão social, respeito, dignidade e cidadania para o povo.

Ao colaborar com o Banco de Alimentos, você ou sua empresa ganha o mais importante: a certeza de estar ajudando quem realmente precisa. Através desta demonstração de responsabilidade social e de cidadania empresarial, ganha também o reconhecimento dos fornecedores, da comunidade, dos funcionários, dos clientes e de toda a sociedade.

Para felicidade de todos, o trabalho do Banco de Alimentos com seus milhares de VOLUNTÁRIOS do Rotary, Lions, Parceiros Voluntários,  Diaconias, Escotismo, Associações de Funcionários de empresas, enfim, da sociedade, está vencendo o desafio de erradicar a FOME no nosso Estado, representando com isso o compromisso e a responsabilidade de cada um com seu semelhante.

O Banco de Alimentos representa hoje, um exemplo de “Auto Gestão” da sociedade, isto significa dizer que a própria população é capaz de buscar soluções para suas demandas sociais, contando além da generosidade e espírito de solidariedade da população, com a participação de “um pouquinho de cada um”, para resolver um problema de tamanha amplitude social, reconhecido hoje, como o maior flagelo da humanidade, que é a FOME.

Para saber mais a respeito do Banco de Alimentos e os trabalhos desenvolvidos, acesse o nosso site: www.bancodealimentosrs.org.br

Ryan Hreljac – O menino que tirou a sede de 1 milhão de Africanos


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O menino que tirou a sede de 1 milhão de Africanos

Fonte: Cris Suiter (Lar Anália Franco Jundiaí)

O seu nome é Ryan Hreljac, nasceu no Canadá em maio de 1991, hoje (2010) tem 19 anos.

Tudo começou quando ele era pequeno e na escola, com apenas seis anos, sua professora falava sobre como viviam as crianças na África.

Profundamente comovido ao saber que algumas até morriam de sede, pois não tinham água corrente ou poços para tirar água e pensar que a ele bastavam alguns passos para que a água saísse da torneira durante horas…

Ryan perguntou quanto custaria para levar água a eles. A professora pensou um pouco, e se lembrou de uma organização chamada WaterCan, dedicada ao tema, e lhe disse que um pequeno poço poderia custar cerca de 70 dólares.

Quando chegou em casa, foi direto a sua mãe Susan e lhe pediu 70 dólares para comprar um poço para as crianças africanas.
Mas sua mãe não lhe deu e disse que se ele fizesse algumas tarefas em casa Ryan ganharia alguns dólares por semana.

Finalmente Ryan conseguiu os 70 dólares e pediu à sua mãe que o acompanhasse à sede da WaterCan para comprar seu poço para os meninos da África. Quando o atenderam, disseram-lhe que o custo real da perfuração de um poço era de 2.000 dólares.

Então Susan deixou claro que ela não poderia lhe dar 2.000 dólares por mais que limpasse cristais durante toda a vida, porém Ryan não se rendeu. Prometeu aquele homem que voltaria… e o fez!

Com uma meta a cumprir, Ryan pediu ajuda a todo mundo que conhecia, irmãos, vizinhos e amigos. Contagiados, todos trabalharam e conseguiram reunir os 2.000 dólares e Ryan voltou triunfante a WaterCan para pedir seu poço!!!!

Em janeiro de 1999 foi perfurado um poço em uma vila ao norte de Uganda e depois desse dia Ryan não parou de arrecadar fundos e de viajar por meio mundo buscando apoios.


Quando o poço em Uganda estava pronto,o colégio começou a trocar correspondências com as crianças do colégio que ficava ao lado do poço, na África.

Assim Ryan conheceu Akana: um jovem que havia escapado das garras dos exércitos e que lutava para estudar a cada dia.

Ryan sentiu-se cativado por seu novo amigo e pediu a seus pais para ir vê-lo. Com um grande esforço econômico de sua parte, os pais pagaram sua viagem a Uganda e Ryan, em 2000, chegou ao povoado onde havia sido perfurado seu poço.

Quando Ryan chegou em Uganda centenas de meninos dos arredores formavam um corredor e gritavam seu nome.

Sabem meu nome? Ryan perguntou a seu guia.
– Todo mundo que vive 100 quilômetros ao redor sabe, ele respondeu.

Hoje em dia, Ryan –com 19 anos- tem sua própria fundação Ryans Well e conseguiu levar mais de 400 poços à África.


Encarrega-se também de proporcionar educação e de ensinar aos nativos a cuidar dos poços e da água. Recolhe doações de todo o mundo e estuda para ser engenheiro hidráulico. Ryan tem-se empenhado em acabar com a sede na África.

Cáritas Jundiaí – Projeto Vida Nova


Olá pessoal, vejam a seguir algumas informações e ações de um dos parceiros da Rede Social Jundiaí:

caritas_logo

A Cáritas Diocesana de Jundiaí é uma entidade de caráter beneficente, constituída em 22 de março de 1.997, com a finalidade de desenvolver ações de assistência e promoção humana para pessoas em situação de exclusão social e, assessorar as entidades beneficentes e pastorais sociais a ela filiada, motivando e articulando uma rede de ações sócio assistenciais nas cidades que compõem a Diocese de Jundiaí: Jundiaí, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Cajamar, Louveira, Itupeva, Santana do Parnaíba, Pirapora do Bom Jesus, Cabreúva, Salto e Itu.

O Conselho Diretor é constituído por: Pe. João Batista Carvalho, presidente; Diac. Francisco Arantes, 1º tesoureiro e Sra. Maria Rosangela Moretti, 1ª secretária.

Suas principais ações são:

–  articulação e integração das pastorais sociais e entidades beneficentes que compões a Diocese de Jundiaí

– Projeto Vida Nova – implementado no Centro Comunitário São Francisco de Assis, localizado à Av. Pastor Francesco Ciaranella, nº 10, Pq. Almerinda Chaves, Jundiaí/SP.

A Cáritas realiza desde 2.001 o Projeto Vida Nova, no Jardim Novo Horizonte, na cidade de Jundiaí SP, com a finalidade de  qualificar as mulheres residentes nesta comunidade, nas oficinas de Crochê, Trico, Pintura em tecido, Decoupagem, Bordado e corte e costura, possibilitando a geração de renda com a venda dos produtos.

Com a presença da entidade no bairro iniciou-se um processo de mobilização e articulação para novas iniciativas de ação social, tais como a implantação da Pastoral do Menor, esporte e recreação para crianças, jovens e adultos,  cursos de qualificação profissional para jovens e adultos em parceira com setor público e privado e articulação da rede sócio assistência do Jd. Novo Horizonte.

Os recursos financeiros para a manutenção da Cáritas Diocesana de Jundiaí são provenientes da doação da Diocese de Jundiaí, convênio com o Município de Jundiaí, realização de bazares beneficentes e da contribuição das entidades associadas e da iniciativa empresaria da comunidade local.

OBJETIVO GERAL DO PROJETO VIDA NOVA NO JD. NOVO HORIZONTE

  • A mobilização da comunidade para a melhoria da qualidade de vida, de famílias em condições de vulnerabilidade do Jd. Novo Horizonte e do Pq. Almerinda Chaves.

ATIVIDADES REALIZADAS NO CENTRO COMUNITÁRIO SÃO FRANCISCO DE ASSIS

– Projeto Vida Nova – oficinas de qualificação de artesanato e geração de renda

– Projeto Cozinha Enriquecida – oficinas teórico e prática de elaboração de alimentos priorizando a alimentação saudável e de baixo custo

– Projeto Qualificando para o Futuro – Curso de Leitura Interpretação de Desenho Técnico Mecânico e Metrologia

– Esporte e recreação – crianças e adolescentes

– Ginástica feminina

Palestras e reuniões sócio educativas

– Participação na rede sócio assistência Jd. Novo Horizonte

Acesso o  nosso blog

http://vidanovacaritasjundiai.blogspot.com/