Convite para Curso de Extensão na Fesp-SP sobre Gestão Cultural


GESTÃO CULTURAL

Olá pessoal,

A cultura é uma parte de extrema importância no contexto de uma nação e para que seja ricamente explorada, também são necessários ingredientes para que sejam úteis na vida das pessoas. Um destes ingredientes e o mais importante é seguramente a presença do especialista capaz de colocar em prática todo o seu conhecimento para que os conteúdos e exposições sejam os melhores para todos!

É dentro deste conceito que a Fesp-SP está convidando a todos para o curso de Extensão “INTRODUÇÃO À GESTÃO CULTURAL”, o qual será o 1º Módulo para a capacitação de pessoas na prática da Gestão Cultural. Caberá à Alavanca Social ministrar a aula que tratará sobre a Captação de Recursos nesta área.

PROGRAMA DE DESCONTOS

Alunos regularmente matriculados em cursos de graduação e pós-graduação da FESPSP têm 40% de desconto nos cursos do programa de extensão.

Instituições conveniadas e ex-alunos da FESPSP têm 15% de desconto no valor total do curso.

Prefeitura Municipal de São Paulo, 15% de desconto para servidores e dependentes

Veja se sua instituição é conveniada com a FESPSP e aproveite o benefício

Vejam a seguir informações mais detalhadas sobre o curso:

Detalhes sobre o curso: http://www.fespsp.org.br/extensao/matriculas-abertas/introducao-a-gestao-cultural

Faça já a sua inscrição: http://www.fespsp.org.br/fespsp-inscricao/extensao

Introdução a Gestão Cultural – Módulo I

Curso de Extensão – 20 hs

Coordenação: Profa. Dra. Tania Callegaro.

I. Apresentação

 O curso é o 1º Módulo de três que compõem o tema Gestão Cultural. Introduz conteúdos básicos e técnicas que permeiam o trabalho de um gestor cultural. Sua estrutura desenvolve-se sob três campos do conhecimento: arte educação, comunicação e o da informação, os quais estão distribuídos em cinco temas. Finaliza com a pontuação de conceitos básicos para a elaboração de um plano de ação cultural.

II. Justificativa

O gestor cultural atua no amplo e complexo campo da cultura contemporânea. Tarefa nada óbvia, ou fácil de realizar, na qual o conhecimento de algumas técnicas e teorias resolveria. A cultura envolve o marketing, a produção e consumo artístico em todas as nuances de sua diversidade cultural, a atuação dos centros de informação e cultura formais e informais (a as escolas, o espaço da rua, os museus de arte, as bibliotecas), os movimentos organizados pelos direitos humanos, as dinâmicas sociais locais e transnacionais, as mídias de massa popular, as políticas públicas de cultura, as redes sociais, etc… Essa realidade gera constantes mudanças e produções culturais que permitem afirmar a necessidade do conhecimento interdisciplinar, da avaliação e discussão de experiências, técnicas e teorias para trabalhar com a cultura.

Sabe-se que cada técnica traz um conceito de cultura e o tipo de relação que o gestor estabelece com a comunidade. Assim, pergunta-se: O gestor cultural sabe selecionar, distinguir as técnicas que utiliza? Para qual direção pretende caminhar? Onde se insere o gestor na sociedade? Qual é sua função? O que é cultura?

Neste curso valoriza – se o conhecimento da teoria, de algumas técnicas e o exercício da atitude investigativa, criativa, dialógica e reflexiva do gestor. Apresenta um modo de desenvolver a gestão cultural, e, ao mesmo tempo, desafia, instiga o/a cursista para questionar e reinventar esse modo.

Objetivo Geral

– Introduzir noções básicas, teórica e técnica, para iniciar um trabalho de gestão cultural.

Objetivos Específicos

Apresentar conceitos e técnicas básicas que permitam esboçar um plano de ação cultural.

– Dimensionar o trabalho do gestor cultural na dinâmica da cultura urbana.

Metodologia

– Aulas expositivas e práticas;

– apresentação de estudos de caso.

– aulas no laboratório de informática.

Carga horária: 20 hs

Oferta: 2º semestre de 2013

Dias da semana: sábados

Início: 24 de agosto

Horário: 09 às 13 hs

Estrutura do curso

1ª aula. O gestor cultural na dinâmica da cultura contemporânea. Profa. Dra. Tania Callegaro. 4 hs

2ª aula. Arte educação nos trânsitos culturais. Profa Ms. Jurema L.F. Sampaio. 4hs

3ª aula. Redes sociais, usos e cidadania. Profa. Ms Regina Fazioli. 4hs no laboratório de informática.

4ª Captação de Recursos. Prof. Marcelo Rachid. 4 hs

5ª Plano de ação cultural – pontos básicos. Profa. Dra. Tania Callegaro. 4hs

 

Carga Horária

20 horas

Datas

24/08 a 28/09/2013

Docentes

Tania Callegaro-24/08,
Jurema Sampaio-31/08
Regina Fazioli- 14/09
Marcelo Rachid- 21/09
Tania Callegaro- 28/09

Duração

5 semanas

Horário

sábados, das 09h às 13h

Público Alvo

Livre

Aguardamos vocês por lá!

 

 

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Unicef lança relatório sobre a adolescência brasileira


A publicação revela como vivem e o que pensam os cidadãos brasileiros de 12 a 17 anos e como o país pode garantir a eles o direito de serem adolescentes.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou no final de novembro o relatório Situação da Adolescência Brasileira 2011, com o tema O Direito de Ser Adolescente: Oportunidade para Reduzir Vulnerabilidades e Superar Desigualdades.

O relatório analisa a situação de meninas e meninos de 12 a 17 anos a partir da evolução de dez indicadores entre 2004 e 2009. O documento também traz uma análise das políticas públicas desenvolvidas no Brasil e propõe um conjunto de ações a serem tomadas para garantir a realização dos direitos de todos e de cada adolescente.

Vivem hoje no Brasil 21 milhões de meninos e meninas entre 12 e 18 anos (incompletos), o que equivale a 11% da população brasileira. As projeções demográficas mostram que o Brasil não voltará a ter uma participação percentual tão significativa dos adolescentes no total da população.

Ainda que esse fato represente uma grande oportunidade para o país, o preconceito faz com que esse grupo populacional seja visto como problema, criando barreiras para o desenvolvimento pleno do potencial desses meninos e meninas. O relatório alerta ainda que os adolescentes têm alguns de seus direitos mais violados do que outros grupos etários da população.

O indicador de extrema pobreza entre os adolescentes, por exemplo, registrou um pequeno aumento, enquanto a tendência na população geral é de queda. Isso significa que houve um aumento da representação dos adolescentes na população pobre. No caso dos homicídios, a taxa de mortalidade entre adolescentes de 15 a 19 anos, em 2009, era de 43,2 para cada grupo de 100 mil adolescentes, enquanto a média para a população como um todo era de 20 homicídios por100 mil habitantes.

No caso da educação, os indicadores apontam importantes avanços no período analisado, mas o Brasil ainda enfrenta desafios nessa área. Dos adolescentes entre 15 e 17 anos de idade, 14,8% estão fora da escola, enquanto no grupo entre 6 e 14 anos de idade o percentual é de menos de 3%.

O documento também aponta que, entre os adolescentes, alguns sofrem essas violações de forma mais severa. Um adolescente negro tem quase quatro vezes mais risco de ser assassinado do que um adolescente branco, por exemplo. E um adolescente indígena tem três vezes mais possibilidade de ser analfabeto do que os adolescentes em geral.

“Nós estamos aqui para desconstruir um preconceito”, disse a representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier. “O Unicef quer propor um novo olhar. Um olhar que reconheça que os adolescentes são um grupo em si. Ou seja, não são crianças grandes, nem futuros adultos. São sujeitos, com direitos específicos, vivendo uma fase extraordinária de sua vida.”
Com o relatório, o Unicef propõe ações imediatas e de médio prazo para a desconstrução dos preconceitos e das barreiras que afetam a vida dos adolescentes brasileiros.

Em relação às ações de médio prazo, o documento sugere o fortalecimento das políticas públicas universais, com foco específico na adolescência e um foco ainda mais específico nos adolescentes mais desfavorecidos (afro-brasileiros e indígenas, adolescentes com deficiência e os que vivem nas comunidades populares das grandes cidades, no Semiárido e na Amazônia).

Também recomenda que seja dada especial atenção a quatro grupos: adolescentes vítimas da exploração sexual; as meninas mães; adolescentes chefes de famílias; e meninos e meninas que vivem nas ruas.

Entre as ações imediatas, o relatório propõe: a criação de uma política pública multissetorial para pôr fim aos homicídios de adolescentes; o estabelecimento de um plano específico no Plano Nacional de Educação para os adolescentes fora da escola, em risco de evasão ou retidos no ensino fundamental; e a produção de dados, estatísticas e informações desagregados sobre o grupo de 12 a 17 anos de idade.