Austrália abre supermercado gratuito apenas com produtos que seriam descartados


Olá pessoal,

Compartilhando com  vocês uma notícia publicada no site ciclovivo.com.br e que foi também compartilhada por Franciscas Moraes no Twitter (@fmoraes1963).

Ideia fantástica, que, se adotada em todos os países do mundo, reduziria significativamente a fome que teima em estar presente em toda parte, apesar de produções fantásticas de alimentos em diversos países, como o Brasil, que é líder na produção de alimentos, com uma agropecuária forte, mas com um desperdício e modelo de distribuição muito aquém do que poderia estar presente para as populações carentes. Como diz o velho ditado: “Em casa de ferreiro o espeto é de pau”.

Independente destas questões, é muito legal ver na Austrália e alguns países encontrando soluções para evitar o desperdício e principalmente suprir as necessidades de pessoas menos favorecidas. Não tenho conhecimentos de que no Brasil exista um projeto como esse, mas se não tem, já passou da hora de iniciar um modelo semelhante em todos cantos do país. E nestas horas fico fazendo um paralelo entre o momento atual do Brasil, com uma crise enorme nas áreas político/institucional, com bilhões sendo desviados para interesse de poucos, que poderiam ser utilizados para projetos como esse e outros também importantes que não acontecem por pura falta de recursos. Oxalá tudo se encaminhe para isso no mais breve tempo. Leiam a seguir a matéria. Boa leitura e reflexões:

Austrália abre supermercado gratuito apenas com produtos que seriam descartados

O mercado é baseado no modelo “Pegue o que precisa, dê o que puder.”
Tudo é gratuito para aqueles que não podem pagar por isso, ou é possível doar a quantia que a pessoa desejar. Foto: Divulgação/OzHarvest

Seguindo uma tendência de outros países do mundo, a Austrália ganhou se primeiro supermercado com produtos rejeitados por supermercados, restaurantes e pelos próprios clientes. Criado pela OzHarvest, ONG de combate ao desperdício de alimento, no novo mercado as cenouras antigas e alimentos enlatados com data de validade por vencer, ou recém-vencidos, são tratados com respeito e dignidade. Tomates maduros, que seriam jogados no lixo, são empilhados com orgulho.

A mercearia teste, localizada em Sidney, vai além dos rótulos de venda e uso para lidar com o desperdício de alimentos e seu impacto no meio ambiente e para combater a fome. Tudo é gratuito para aqueles que não podem pagar por isso. Ou é possível doar a quantia que a pessoa desejar.

A loja armazena uma gama de produtos, incluindo frutas e legumes frescos, pães, conservas, refeições congeladas, bebidas, e produtos de higiene pessoal e de limpeza. As prateleiras serão semanalmente modificadas, dependendo do que for recuperado. Os clientes são incentivados a doar qualquer coisa que eles não queiram mais.

O desperdício de alimentos na Austrália custa cerca de US $ 20 bilhões por ano. Os consumidores australianos desperdiçam vinte por cento dos alimentos comprados e jogam fora uma em cada cinco cestas de compras de alimentos todos os anos. Quatro milhões de toneladas de alimentos acabam em aterros sanitários, onde se decompõem e acabam emitindo metano, um potente gás de efeito estufa.

O empresária australiana atrás do OzHarvest, Ronni Kahn, acredita que este supermercado é um passo na direção certa. “Toda vez que salvamos comida boa, ajudamos o planeta. Cada vez que usamos esse alimento para a alimentação de pessoas famintas, lidamos com questões sociais”, diz Kahn em entrevista à revista Broadsheet.

Ronni Kahn, a idealizadora do projeto | Foto: Divulgação/OzHarvest

O OzHarvest trabalha com mais de 2.500 doadores de alimentos. “Nós resgatamos alimentos que não podem ser vendidos por supermercados e varejistas de alimentos pelo seu prazo de validade, mas que ainda estão perfeitamente bons para o consumo”, diz Kahn. “Se algo expirou, isso não é motivo para jogá-lo fora.” “Só resgatamos comida que seja absolutamente comestível. Estamos mostrando aos nossos consumidores como é loucura que este produto tenha sido rejeitado”, diz ela. “Todos os nossos motoristas são treinados no manuseio, eles não aceitam nenhum produto que eles mesmo não comeriam.”

A maioria dos produtos são produtos considerados com “defeitos” como enlatados amassados ou frutas e legumes com alguns “hematomas”, que acabam indo parar no lixo. “Tudo o que fazemos não é sobre lucro, é sobre propósito”, diz Kahn.

“As pessoas vão entrar e dizer: ‘Uau, isso é exatamente o que eu iria comprar em qualquer lugar, e agora eu posso apenas levá-lo, usá-lo, ou dar para alguém”.

Khan diz que a OzHarvest planeja abrir outros estabelecimentos, tanto em Sidney como em todo o país. “Acreditamos totalmente que isso será um catalisador para outros desenvolvedores imobiliários. Temos a capacidade de levá-lo ao redor do país, se todas as forças se unirem. Este é um modelo duplicável.”

 

Saiba mais sobre o projeto na página deles no Facebook

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Antes de morrer de câncer, adolescente arrecada R$ 11,8 milhões para instituição


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Olá pessoal! Bom dia!

Hoje quero compartilhar com vocês a história de Stephen Sutton, que, ao perceber que tinha pouco tempo de vida, colocou-se com toda a força num projeto pessoal para transformar positivamente a vida de pessoas e comunidades.

Realmente um belo e determinado modelo de atitude, além dos resultados que foram surpreendentes, mostrando que quando se deseja realmente alguma coisa, é possível torná-la realidade. Leia o artigo abaixo e se conecte com as possibilidades que todos temos em nossas ações diárias. Acessem os links do artigo e saibam mais sobre esta bela inspiração de vida!

Boa leitura e reflexões!

Steven Sutton

Fonte: http://nequidnimis.wordpress.com/

O britânico com câncer que ganhou popularidade ao se propor a cumprir uma lista de desejos antes de morrer e que arrecadou 11,8 milhões de reais contra a doença morreu recentemente aos 19 anos.

Stephen Sutton, de Staffordshire (centro da Inglaterra), decidiu não desanimar quando foi diagnosticado com câncer de intestino e se propôs a cumprir uma lista de 46 desejos.

Além disso, o jovem havia expressado seu desejo de juntar 10.000 libras (16.000 dólares) para o Teenage Cancer Trust, uma fundação de luta contra o câncer dos adolescentes, e acabou arrecadando 11,8 milhões de reais (3,2 milhões de libras, 3,9 milhões de euros e 5,3 de dólares).

Sua mãe comunicou a morte na página de Sutton no Facebook.

O primeiro-ministro, David Cameron, o descreveu como “uma inspiração”: “Estou profundamente triste por saber que Stephen Sutton morreu. Por sua energia, sua coragem, sua busca de dinheiro contra o câncer, foi uma inspiração”, escreveu no Twitter.

Apoiado por Jason Manford, ator e apresentador da televisão britânica, Sutton lançou sua campanha em janeiro de 2013 para manter o público informado sobre o avanço de sua doença. Desde então recebeu o apoio de muitas personalidades.

Dos 46 desejos de sua lista, Sutton realizou uma parte, entre eles tocar bateria diante de 90.000 pessoas durante a final da Liga dos Campeões no estádio de Wembley em 2013, dar uma volta em um quadriciclo, beijar um elefante e saltar de paraquedas.

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Fonte original deste artigo: Yahoo Notícias/Reprodução Facebook – Stephen Sutton