EMPRESÁRIO DE GOIÂNIA CRIA GELADEIRA SOLIDÁRIA PARA MORADORES DE RUA


Olá pessoal, bom dia!

Estamos em junho de 2016, o país  passa por uma crise político/institucional/econômica que está trazendo muitas dificuldades e desafios para aqueles que labutam diariamente para transformar seu contexto em algo melhor e, consequentemente, de todos aos seu redor. Nos meios de comunicação atuais, as únicas notícias são corrupção, impunidade, crimes, estupro, morte, esperteza, levar vantagem, etc., gerando uma energia negativa que afunda ainda mais as esperanças de um povo pacífico por natureza, mas que trabalha para dias melhores.

No meio desta triste realidade, vemos sopros e alentos de pessoas que faz o possível para trazerem soluções, mesmo que pequenas para alguns, mas enormes para outros que estão carentes de alguma coisa e precisando de apoio e ajuda. Nesta linha de pensamento quero compartilhar hoje uma bela atitude de um empresário de Goiânia que idealizou uma forma de ajudar pessoas através de um projeto simples e eficaz na luta contra a fome. Para conhecerem mais detalhes desta maravilhosa ação, leiam a reportagem que encontrei na página do G1.com. Este projeto foi colocado em prática há algum tempo, mas considero sempre atual pela importância para determinadas camadas da sociedade.

Vamos gerar uma energia contrária a tudo isso que está acontecendo e transformar o Brasil na potência que ele é e representa no cenário mundial. Veja a seguir a matéria:

geladeira solidária

A ideia já não é novidade em alguns países da Europa e até em uma cidadezinha da Arábia Saudita, mas o que ela representa é altamente gratificante: um passo – pequeno, mas ainda assim muito significativo – em direção à conscientização do quanto de comida desperdiçamos diariamente. 
O empresário goiano Fernando Barcelos criou o Projeto Geladeira Solidária e a instalou na calçada de seu comércio, na Rua Sete, localizada no centro de Goiânia.

Em entrevista ao G1, o empresário conta como teve a ideia: “Estava saindo do trabalho e vi uma mulher com um recém-nascido pedindo comida. Eu dei para eles durante três dias. Em casa, vi na internet que tinham feito isso [colocado geladeira na rua] na Holanda e na Arábia Saudita e resolvi fazer aqui também. Espero que seja a primeira de muitas, que outras pessoas vejam e façam o mesmo em outros lugares”.

O local onde a geladeira foi instalada é conhecido pela quantidade de moradores de rua e de usuários de drogas que perambulam por lá.

A intenção do empresário é despertar nas pessoas a consciência do quanto se é desperdiçado de comida por dia: “Nós jogamos fora quase um terço do que consumimos em um ano. Isso é muita coisa. Se tivermos noção de que outras pessoas que não tem nada precisam de alimento, talvez o desperdício seja menor“.

Quem tem fome não tem escolha…

Desde que a geladeira solidária foi instalada o movimento tem sido grande. Muitos já foram beneficiados por esse simples gesto e contam que o período da noite é certamente o mais difícil para quem não tem um lar.

É também o período em que passam mais fome na maioria das vezes.

“As pessoas ficam com receio, não ajudam muito. Os lugares que têm comida e que nos ajudam já estão fechados”, conta Washington Gomes, de 43 anos. “A ideia é inovadora, melhor que dar dinheiro. Já me ajudou quando eu estava com fome. Comi uma pizza aí esses dias, estava muito boa”, completou.

O supérfluo para uns é fundamental para outros…

Fernando não cuida da geladeira sozinho.

Outras pessoas se voluntariaram para cuidar do projeto, como é o caso de Raiany de Sousa, de 24 anos. A auxiliar administrativa conta que quando sai à noite, a geladeira está repleta de alimentos, mas quando chega pela manhã, está vazia.

Não há restrição de horários quanto ao uso da geladeira solidária. Ela está disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, mas é recolhida no final de semana. Raiany ainda contou que todos respeitam o projeto e que nunca encontrou nada inesperado dentro dela.

Não é necessário realizar qualquer tipo de cadastro para pegar os alimentos da geladeira e, também, não há limitações quanto à quantidade: “vai da consciência de cada um”, afirma Fernando.

Reabastecendo a geladeira solidária…

Para doar alimentos à geladeira, é preciso seguir algumas regras: os alimentos têm de estar fechados, dentro do prazo de validade e com a data de fabricação na embalagem. Não é permitido colocar bebidas alcoólicas, ovos, carnes ou peixes crus e pacotes abertos.

“Nós sempre colocamos doações quando vemos que a geladeira está vazia. Pessoas da região que já viram a ideia também vêm contribuir e até um restaurante aqui da rua”, diz Fernando, referindo-se ao restaurante do empresário Eustáquio Ribeiro, de 48 anos.

Eustáquio doa marmitas todos os dias: “colocamos a comida do dia com a data em que foi feita na embalagem e deixamos lá. Acho que é uma ideia muito interessante. Sempre tem algo que podemos doar e tem muita gente precisando. Se todo mundo fizer um pouquinho, o todo agradece”, afirma.

O desperdício é grande e o número de famintos também

De acordo com uma matéria publicada em agosto pela Revista Galileu, a ONU (Organização das Nações Unidas) divulgou números que indicam que o problema é muito mais grave do que se imagina: 1,3 bilhão de toneladas de comida é desperdiçado por ano.

Esse valor representa mais de um terço de todos os alimentos produzidos para o consumo humano.

“Nos lugares em que homens e mulheres e crianças carregam o fardo da fome, um discurso sobre democracia e liberdade que não reconheça estes aspectos materiais pode soar falso e minar os valores que procuramos promover”. (Nelson Mandela).

O mais impressionante é que mais de 800 milhões de pessoas no mundo não têm o suficiente para comer.

Não é preciso ser um gênio da matemática para chegar à conclusão que o que se desperdiça poderia acabar com o problema da fome no mundo, não é mesmo?

Claro que não é tão simples assim, há vários outros fatores envolvidos, como por exemplo, a má distribuição dos recursos, mas não há dúvidas que esses números cairiam significativamente.

O que cada cidadão deve refletir é o que ele pode fazer para contribuir para a diminuição desses números. Afinal de contas, esse é um problema que nos afeta enquanto humanidade.

Fonte: g1.globo.com.


Agora é sua vez. Qual é a sua contribuição para a solução dos problemas que afligem a humanidade?

Nós queremos te ouvir!


Estar capacitado para a tarefa é ter o poder de transformar você e sua comunidade!

Seja bem vindo ao PROGRAMA DE TREINAMENTO INSTITUTO SABEDORIA! 


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Estudo mostra que 895 milhões de pessoas no mundo ainda passam fome


Olá pessoal!

A fome é algo que dilacera o corpo e a alma de milhões pelo mundo, sendo suas consequências desastrosas, não somente pelo aspecto orgânico, o qual a corpo perde em tudo e definha até a morte se não restabelecida em tempo, mas principalmente no aspecto psicológico, onde o Ser, já perdendo a força pela falta do alimento e seus nutrientes, olha para o lado e percebe que o fim está próximo e que suas forças estão se exaurindo até que não suporte mais. Imagine a cena de uma mãe ou um pai que não consegue alimentar um(a) filho(a), deve ser simplesmente desesperador….

Mapa mundial da fome

Observamos todos os dias, na maioria do países, o desperdício de alimentos onde são sendo jogados fora milhões de toneladas de alimento que poderiam saciar a fome de tanta gente. Isso acontece de uma forma natural, já que não conseguem olhar o seu entorno e saber que podem mudar uma vida se assim o desejarem. Também existe o exemplo e o momento positivo, cuja luta incansável de pessoas que, não podendo mudar o mundo, procuram mudar este panorama no seu bairro, na sua cidade, como forma de minimizar o sofrimento de pessoas. Este exemplo dado por elas devia iluminar e servir de exemplo para todas s nações da planeta, que poderiam mudar este contexto através da união e fornecimento de alimento e a água, que são os princípios básicos de sobrevivência humana. Observo muitas vezes organizações sociais fazendo de tudo para minimizar este efeito, mas infelizmente ainda não tem força para combater a causa. O importante é todos fazerem a sua parte e proporcionar uma maneira de pressionar os governantes de seus países, empresários bilionários e tantos outros que podem, se unidos na mesma direção, mudar esta condição. Apesar de alguns avanços nas últimas décadas ainda existe muito a se fazer….

Oxalá tudo se concretize para o melhor destas pessoas que padecem de fome pelo mundo.

Veja a seguir um artigo do site Ciclo Vivo e que, apesar de ter sido publicado em 2014, trata-se de uma tema atual. Leia e reflita sobre como podemos mudar isso…boa leitura!

fomenomundo

Imagem do site http://cemanosdeitabuna.ning.com/

Cerca de 805 milhões de pessoas no mundo, uma em cada nove, sofre de fome crônica no mundo, segundo o relatório O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo (Sofi 2014, na sigla em inglês), divulgado em Roma, na Itália, pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

O estudo confirmou tendência positiva observada nos últimos anos de redução da desnutrição mundialmente: o número de pessoas subnutridas diminuiu em mais de cem milhões na última década e em mais de 200 milhões desde o período 1990-1992.

Segundo o documento, a redução da fome nos países em desenvolvimento significa que a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) de diminuir à metade a proporção de pessoas subnutridas até 2015 pode ser alcançado “se apropriados e imediatos esforços forem intensificados”.

Até o momento, 63 países em desenvolvimento alcançaram o objetivo, entre eles o Brasil, e outros seis estão a caminho de consegui-lo até 2015. O documento incluiu este ano sete estudos de casos, entre eles o Brasil. De acordo com o levantamento, o Programa Fome Zero, que colocou a segurança alimentar no centro da agenda política, foi o que possibilitou o país a atingir este ODM. O estudo também destaca os programas de erradicação da extrema pobreza, a agricultura familiar e as redes de proteção social como medidas de inclusão social no Brasil.

O relatório é uma publicação conjunta da FAO, do Programa Mundial de Alimentos (PMA) e do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Fida).

“Isto prova que podemos ganhar a guerra contra a fome e devemos inspirar os países a seguir adiante, com a ajuda da comunidade internacional se for necessário”, dizem, no relatório, o diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, o presidente do Fida, Kanayo Nwanze, e a diretora executiva do PMA, Ertharin Cousin. Eles ressaltaram que “substancial e sustentável redução da fome é possível com comprometimento político”.

O documento ressaltou que o acesso a alimentos melhorou significativamente em países que experimentaram progresso econômico, especialmente no Leste e Sudeste da Ásia. O acesso à comida também aumentou no Sul da Ásia e na América Latina, mas principalmente em países que têm formas de proteção social, incluídos os pobres no campo, segundo o estudo.

No entanto, o relatório apontou que apesar do progresso significativo geral, ainda persistem várias regiões que ficaram atrás. Na África Subsaariana, mais de uma em cada quatro pessoas continua com fome crônica. A Ásia abriga a maioria dos famintos – 526 milhões de pessoas. A América Latina e o Caribe são as regiões que fizeram os maiores avanços na segurança alimentar.

Como o número de pessoas subnutridas permanece alto, os chefes das agências reforçaram a necessidade de renovar o compromisso político para combater a fome por meio de ações concretas e encorajam o cumprimento do acordo alcançado na cúpula da União Africana, em junho, de acabar com a fome no continente até 2025.

Os líderes das organizações destacaram que a insegurança alimentar e a desnutrição são problemas complexos que devem ser resolvidos de maneira coordenada e apelam aos governos para trabalhar em estreita colaboração com o setor privado e a sociedade civil.

O relatório reforça que a erradicação da fome requer o estabelecimento de um ambiente propício e um enfoque integrado, que incluam investimentos públicos e privados para aumentar a produtividade agrícola, o acesso à terra, aos serviços, às tecnologias e aos mercados, além de medidas para promover o desenvolvimento rural e a proteção social dos mais vulneráveis.

Por Ana Cristina Campos – Agência Brasil

WPF anuncia vaga de trabalho no Haiti


Olá pessoal!

Estamos compartilhando hoje mais uma vaga de trabalho no Terceiro Setor.

Desta vez, atendendo um pedido da Janaína Plessmann, da área de comunicação do Ministério de Relações Exteriores do Brasil, estamos divulgando uma vaga de trabalho no Haiti.

vaga Haiti

Para saber maiores detalhes sobre a vaga e como se inscrever, favor acessar nossa página:

https://alavancasocial.com.br/vagas-no-terceiro-setor/wfp-busca-profissional-para-coordenar-programa-no-haiti/

Desejamos boa sorte a todos os candidatos!

Você sabe o que é um Banco de Alimentos?


banner banco de alimentos

Olá pessoal!

Todos sabemos, observamos e em muitos casos vivenciamos situações de escassez ou dificuldades em nossas vidas e a fome é um destes ingredientes que agride milhões de pessoas pelo mundo todo. Também sabemos que existem pessoas que procuram dar sua cota de colaboração para tentar acabar com esta condição em seu meio ou pelo menos minimizá-la.

Em todo mundo, existem projetos idealizados por pessoas que lutam contra esta atrocidade e com perseverança e dedicação conseguem ajudar muitas pessoas, mudar as suas vidas e devolver um pouco da auto-estima, esperança e confiança num amanhã melhor, principalmente para pais que vêem seus filhos nesta situação, porém, as dificuldades impedem na oferta de melhores condições para eles.

Aqui no Brasil, existem diversos projetos que visam acabar ou reduzir a fome entre as pessoas menos favorecidas e hoje estaremos falando sobre um deles, que foi idealizado no Rio Grande do Sul e hoje possuem uma rede maravilhosa de atendimento não só naquele estado, mas também em outros estados, que seguiram este modelo e participam ativamente das necessidades das comunidades carentes em seu entorno.

Você conhece as diretrizes conhecida mundialmente como OS 8 JEITOS DE MUDAR O MUNDO?

Não? Então pesquise e conhecerá qual será sua próxima ação em favor do meio que você vive. ACABAR COM A FOME E A MISÉRIA É UM DELES!.

Falo do projeto REDE DE BANCO DE ALIMENTOS DO RIO GRANDE DO SUL, que posso afirmar, com certeza, trata-se de um trabalho de referência e sucesso neste quesito. Veja a seguir algumas informações desta organização e suas ações:

Logo_banco de alimentos

Fonte: http://www.redebancodealimentos.org.br

O que é?

Os Bancos de Alimentos são organizações sem fins lucrativos que atuam minimizando a fome nas localidades onde estão instalados. Arrecadam, classificam, armazenam e doam alimentos às instituições beneficentes cadastradas (creches, asilos, lares de excepcionais, entre outros).

Como Atuam os Bancos de Alimentos?

Funcionamento

Todos os Bancos utilizam da mesma metodologia oferecida pela Rede de Bancos de Alimentos e funcionam de forma padronizada. A sistemática de trabalho dos Bancos de Alimentos é muito simples. Os alimentos doados são coletados nos locais e dias indicados pelos doadores. Em seguida, as doações são armazenadas na central de arrecadações, um depósito próprio do Banco de Alimentos. Neste local, as nutricionistas analisam e determinam quais os tipos de alimentos necessários para as instituições, conforme as quantidades e valores nutricionais ideais para suprir suas necessidades. Posteriormente ocorre a distribuição qualificada dos alimentos, entregues gratuitamente às instituições assistenciais previamente cadastradas no Banco de Gestão e Sustentabilidade.

As entidades beneficentes (entidades assistenciais como creches, escolas, asilos, lares de excepcionais, associações de bairros, entre outras) recebem treinamento sobre segurança alimentar, higiene, e aproveitamento adequado dos alimentos. As Nutricionistas dos Bancos de Alimentos desenvolvem periodicamente avaliação e orientação nutricional com as pessoas atendidas nas instituições.

Estrutura

Todos os Bancos de Alimentos contam com amplas instalações para armazenamento de alimentos. Possuem todos os equipamentos necessários ao desenvolvimento de suas atividades, e uma equipe qualificada com Nutricionistas, permitindo operações rápidas e garantia de integridade dos alimentos entregues.

Logística

O transporte dos alimentos é realizado com uma frota moderna e aparelhada de veículos, disponibilizada pelo SETCERGS (Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas do Estado do Rio Grande do Sul) que realiza eficiente Logística de Operação, controlando o recebimento, estoque, distribuição e entrega dos alimentos.

Voluntariado

A Rede de Bancos de Alimentos conta com milhares de Voluntários do Rotary, Lions, Diaconias, Escoteiros, Associações de Funcionários de Empresas, Universitários, enfim, da sociedade como um todo, que unida está vencendo o desafio de erradicar a FOME, representando com isso o compromisso e a responsabilidade de cada um com o seu semelhante.

Como Participar

Quaisquer entidades, empresas públicas ou privadas e pessoas físicas poderão participar facilmente das iniciativas do Banco de Alimentos quer sejam como:

Mantenedor: Atuando como mantenedora, sua empresa oferece ao Banco de Alimentos um aporte financeiro. Esta contribuição é fundamental para atender às despesas de custeio e permitir o crescimento das atividades. Estas são algumas das empresas que já atuam como mantenedoras: Sistema FIERGS, Walmart, Gerdau, Goldsztein, Itaú, Terra, GBOEX, Sodexo Puras, Stemac, Avina, Sinmetal, SIARGS.

Parceiro Estratégico (Recursos/Serviços): Qualquer que seja o segmento da sua empresa, você poderá participar prestando serviços referentes à sua área de atuação.

Doador (Alimentos): Se a sua empresa atua na área de produção, transporte, armazenamento, comercialização e consumo de alimentos, poderá se integrar ao Banco como fonte doadora de alimentos.

Colaborador: Os funcionários de sua empresa também podem se engajar nesta iniciativa social através de campanhas onde poderão contribuir mensalmente com um quilo de alimento.

 

Como participar utilizando Incentivos e Renúncias Fiscais

1. O Banco de Alimentos

O Banco de alimentos é mantido por empresas  e população em geral que fazem a DOAÇÃO de produtos alimentares ou recursos financeiros, que são destinados às Instituições Assistenciais cadastradas no Banco de Dados do Conselho de Cidadania da FIERGS como RECEPTORAS. A distribuição é realizada obedecendo a um rigoroso plano de prioridades.

Formas de participação das empresas:
• Doação de alimentos que não foram vendidos por algum motivo.
• Doação de alimentos devolvidos pelo varejo ainda bons para o consumo.
• Produtos com prazo de validade prestes a vencer.
• Produtos excedentes, rejeitados pelo Controle de Qualidade ou com a embalagem violada.
• Produção industrializada especificamente para doação.

 2. Benefícios fiscais para a empresa doadora.

2.1 – Incentivos específicos

ICMS Haverá isenção do ICMS para doações realizadas ao Banco de Alimentos (Decreto Nº 41.577 de 03 de maio de 2002, Art. 1º).

IR e CSSLAs – Doações ao Banco de Alimentos também podem reduzir a base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social, usufruindo da permissão de dedutibilidade destas despesas, sejam em mercadorias ou em espécie, prevista pela Lei das Oscips.

Estas doações são dedutíveis e limitadas a 2% do lucro operacional. Podem resultar em um ganho fiscal de cerca de 34%.
 
2.2 – Incentivos Gerais
Além dos incentivos citados no item anterior, poderá haver o engajamento da empresa em outros projetos que poderão resultar em redução do imposto de renda e do ICMS.

Clique aqui para conferir o Manual de Incentivos e Renúncias Fiscais do Banco de Alimentos

 3. Operacionalização

Para contatar o Banco de Alimentos utilize os seguintes meios:
Tel.: DDG 08005416000, – FIERGS 51 – 33478621
Email: bancodealimentos@bancodealimentosrs.org.br
Site: http://www.bancodealimentosrs.org.br
Correspondências:
Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais – Av.Assis Brasil 8787, 3°andar – Bloco 10 / Porto Alegre (CEP 91140-001)

4. Legislação

Lei Federal n° 9.790/99 – Lei das OSCIPS
Decreto do RS Nº 41.557
Demais atos citados no contexto.

Faça parte desta grande rede que salva vidas e promove o bem-estar dentro da sociedade carente de soluções!

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ALAVANCA SOCIAL E INSTITUTO SABEDORIA: PROMOVENDO SOLUÇÕES SOCIAIS!

TREINAMENTO / EVENTOS / COMUNICAÇÃO

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Vamos acabar com a FOME? Assinem a petição!!!


Clique aqui e ajude a acabar com a fome no mundo

Faça pressão sobre os políticos para acabar com a fome. Assine a petição, e reivindique ação onde quer que esteja.

É só clicar! A melhor maneira de doar alimentos


Em alguns estados brasileiros existem algumas organizações cuja missão é diminuir a fome no país.

Dentre eles destaco as ações do Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul que realiza um trabalho maravilhoso e possibilita que famílias em dificuldades possam estar recebendo alimentos e assim suprir uma das necessidades básicas do cidadão que é a alimentação.

Na fase atual, onde diversas regiões do paí estão sendo devastadas ou sofrendo as consequências da força da natureza, o Banco de Alimentos oferece uma ferramenta simples e fácil de ser usada, que pode melhorar as condições de desabrigados e famintos em qualquer região do país. Para isso basta acessar http://www.cliquealimentos.com.br

No site você poderá escolher inclusive o local que deseja beneficiar com seu clique.

Vamos participar!

Como Funciona

No site www.cliquealimentos.com.br você pode doar alimentos ao Banco de Alimentos, sem gastar nada. O Banco distribui alimentos a instituições beneficentes previamente cadastradas, beneficiando milhares de pessoas carentes.

O funcionamento do site Clique Alimentos é simples: após acessá-lo, o internauta clica no prato com a inscrição “clique e doe” e assim doa 1 kg de alimento para o Banco de Alimentos. A doação é realizada porque uma empresa patrocina a sua doação, quem clica não gasta nada.

Quem Paga

A empresa cuja marca aparecer após o clique no prato será a responsável por custear a doação do alimento clicado. É importante ressaltar que quem clica não gasta absolutamente nada.


Qualquer empresa pode entrar em contato com o Banco de Alimentos mais próximo para participar. Além de ajudar o Banco a atender as comunidades carentes da sua região, sua marca ainda aparecerá como parceira do Clique Alimentos.

Quem Recebe

O Banco de Alimentos é uma instituição séria e comprometida com o combate à fome no Brasil. Somente em Porto Alegre, já foram doados mais de 12 milhões de quilos de alimentos em apenas oito anos. Na cidade, são doadas 250 toneladas por mês, beneficiando creches, asilos, associações comunitárias e instituições de caridade dos mais variados tipos, sempre com o compromisso de ajudar as pessoas mais carentes das suas comunidades. E este trabalho agora se espalha por várias regiões do RS e do país.

É importante lembrar que o alimento arrecadado é destinado à cidade que você escolheu. Se optar pelo sistema randômico, ele escolherá a cidade beneficiada.
Para entrar em contato com o Banco de Alimentos, basta mandar uma mensagem através do link “Contato” no Menu à esquerda. Para cadastrar a sua empresa, utilize o menu à esquerda clicando em “Empresas” e em seguida “Cadastre sua empresa”.

Vejam a seguir um pequeno histórico da Instituição:

O Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul, foi o primeiro Banco de Alimentos  criado no Brasil no ano de 2000, pelo conselho de Cidadania da FIERGS e mais onze Entidades parceiras, que desde então já arrecadou e distribuiu mais de DOZE MILHÕES de quilos de alimentos.  Somente em Porto Alegre, são assistidas 331 instituições de comunidades carentes, equivalente a 21.000 famílias, que recebem 200 toneladas de alimentos perecíveis e não perecíveis todos os meses do ano.  Já no ano de 2007, foi criada a REDE de BANCOS de ALIMENTOS do RIO GRANDE DO SUL, coordenada pela Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais, para integrar os ONZE Bancos existentes localizados nas seguintes Cidades Gaúchas: Porto Alegre, Caxias do Sul, Pelotas, Guaíba, Camaquã, Canoas, Viamão, Imbé, Santana do Livramento, Vale do Sinos (Sao Leopoldo, Portão, Esteio e Sapucaia), mais  36 NÚCLEOS BANCOS de ALIMENTOS no Estado. No ano de 2008, o Banco de Alimentos com muita satisfação inaugurou o primeiro Banco fora do Estado, o Banco de Alimentos do Rio de Janeiro.

A iniciativa do Banco representa o combate à  FOME e a MISÉRIA, mas também a desnutrição,  obesidade, anemias e outras doenças originadas pela má alimentação, traduzindo-se em mais saúde, bem estar, menor evasão  e melhor assimilação na escola, diminuição da violência, maior inclusão social, respeito, dignidade e cidadania para o povo.

Ao colaborar com o Banco de Alimentos, você ou sua empresa ganha o mais importante: a certeza de estar ajudando quem realmente precisa. Através desta demonstração de responsabilidade social e de cidadania empresarial, ganha também o reconhecimento dos fornecedores, da comunidade, dos funcionários, dos clientes e de toda a sociedade.

Para felicidade de todos, o trabalho do Banco de Alimentos com seus milhares de VOLUNTÁRIOS do Rotary, Lions, Parceiros Voluntários,  Diaconias, Escotismo, Associações de Funcionários de empresas, enfim, da sociedade, está vencendo o desafio de erradicar a FOME no nosso Estado, representando com isso o compromisso e a responsabilidade de cada um com seu semelhante.

O Banco de Alimentos representa hoje, um exemplo de “Auto Gestão” da sociedade, isto significa dizer que a própria população é capaz de buscar soluções para suas demandas sociais, contando além da generosidade e espírito de solidariedade da população, com a participação de “um pouquinho de cada um”, para resolver um problema de tamanha amplitude social, reconhecido hoje, como o maior flagelo da humanidade, que é a FOME.

Para saber mais a respeito do Banco de Alimentos e os trabalhos desenvolvidos, acesse o nosso site: www.bancodealimentosrs.org.br