Banco Tupinambá: promovendo o crescimento de pessoas e comunidades


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Olá Pessoal!

Transformar positivamente a vida das pessoas e situações é um dever de todos nós.

Em todas as partes do planeta observamos fatos e acontecimentos que promovem esta condição e são dignas de apoio e divulgação, como forma de permitir que este DNA se espalhe pelo mundo e provoque avalanches de mudanças positivas na vida de todos os envolvidos.

Dentro deste contexto, vamos falar hoje sobre uma instituição localizada na Ilha do Mosqueiro, a qual faz parte do município de Belém do Pará.

ilha mosqueiro2

A ideia surgiu a partir dos problemas que afligem muitas cidades pelo Brasil, como falta de oportunidades, infraestrutura, desenvolvimento sustentável, etc., onde viviam basicamente à base da pesca e turismo. Foi então que Ivoneide Vale teve a ideia de criar uma organização que pudesse levar a força para as pessoas, no sentido de impulsioná-las para novos tempos e seguindo o velho e sábio conselho de crescimento comunitário, “Ensinar a pescar, do que dar somente o peixe”, idealizou a BANCO COMUNITÁRIO TUPINANBÁ, cuja missão é “Promover o desenvolvimento econômico da comunidade da Baía do Sol, através de serviços financeiros, social e cultural tendo como base os princípios da Economia Solidária.” 

tupinambá comercio

As principais diretrizes que movimentam as ações do Banco e os fazem sua razão de existir são:

  • Organizar redes de prosumidores (produtor + consumidor)
  • Desenvolver a comunidade da Baía do Sol
  • Desenvolver o empreendedorismo na comunidade
  • Fortalecer a moeda social
  • Promover o consumo solidário
  • Incentivar a cultura regional
  • Oferecer serviços financeiros econômicos

Estas e outras ações estão sendo determinantes para a vida de toda a comunidade, transformando positivamente a vida das pessoas, sendo um ponto de destaque a criação de uma moeda local (MOQUEIO) que movimenta toda a economia e moradores da região.

moeda moqueio

Poderíamos ficar falando sobre seus projetos por muito tempo, mas preferimos que assista o vídeo a seguir que fala sobre a Instituição, seus objetivos, resultados e depoimentos:

Visite o site http://bancotupinamba.blogspot.com.br/ e conheça detalhes deste belo projeto.

Brasil Carinhoso chega a mais 57 mil famílias em julho


Fonte: http://www.promenino.org.br

Benefício destinado a famílias com crianças de até 6 anos visa superar a extrema pobreza na primeira infância. Ação do Plano Brasil Sem Miséria complementa a renda de quem recebe até R$ 70 por pessoa ao mês, caso de Roziane Oliveira, de Juiz de Fora

Brasília, 30 – Um montante de R$ 1,8 bilhão está sendo destinado à população pobre até 31 de julho pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) com o pagamento do Bolsa Família. Desse total, R$ 169,8 milhões são do Benefício para Superação da Extrema Pobreza na Primeira Infância (BSP), pago a 2 milhões de famílias com crianças de até 6 anos e renda mensal por pessoa inferior a R$ 70.

Em julho, mais 57,6 mil famílias começaram a receber o BSP, que integra a ação Brasil Carinhoso do Plano Brasil Sem Miséria. O crescimento equivale a recursos da ordem de R$ 5 milhões. “Esse aumento se deve à inclusão de famílias que atendem ao critério do benefício”, explica o diretor da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania do MDS, Walter Emura.
O novo benefício do programa de transferência de renda visa fazer com que essa parcela da população ultrapasse a linha da extrema pobreza. O valor corresponde à soma necessária para que a renda da família ultrapasse R$ 70 por pessoa, incluindo crianças e adultos.

O dinheiro extra do Brasil Carinhoso recebido pela beneficiária Roziane Lúcia Ferreira de Oliveira, 29 anos, de Juiz de Fora (MG), representou mais comida na mesa. “Fiquei muito alegre quando fui receber R$ 198 e sai com R$ 375. Passei no supermercado e fiz compras”, conta Roziane. Com mais dinheiro, ela pode incluir itens como frutas e iogurte para alimentar os quatros filhos, com idades entre 3 e 14 anos.

Com o marido desempregado ou fazendo bicos, a beneficiária da cidade mineira usa os recursos do Bolsa Família para comprar leite, fralda e material escolar. O principal investimento da família é na alimentação. Ela viu a renda aumentar, mas não sabia que os motivos eram o filho de 3 anos, Samuel de Oliveira, e a renda por pessoa inferior a R$ 70.

Roziane Oliveira reconhece a importância da frequência escolar e, durante a semana, cuida para que os filhos não faltem às aulas. O único período em que eles não cumpriram os índices exigidos foi em 2009. Ela lembra que à época a família estava num abrigo distante da escola. Nos fins de semana, a beneficiária deixa as crianças com o marido, Geelson Inácio de Oliveira, 32 anos, e vai vender vassouras para reforçar o orçamento familiar.

Benefícios – Com o pagamento do BSP iniciado em junho, o Bolsa Família passou a ter quatro benefícios diferentes, que podem ser somados de acordo com o perfil do público atendido: o BSP, o básico de R$ 70 destinado também às famílias extremamente pobres – independentemente de terem filhos ou não –, o variável de R$ 32 por criança de até 15 anos, gestante e nutriz, limitado a cinco, e o variável de R$ 38 vinculado aos jovens de 16 e 17 anos, limitado a dois. As famílias pobres, ou seja, com renda entre R$ 70 e R$ 140, recebem somente os valores referentes a crianças e adolescentes.

O pagamento de todos os 13,5 milhões de famílias atendidas será liberado até 31 de julho, mas os valores ficam disponíveis para saque nos postos de atendimento da Caixa Econômica Federal por 90 dias. Os recursos não sacados nesse período retornam ao orçamento do MDS.

A maior parte do público do Brasil Carinhoso e do Bolsa Família está concentrado nas regiões Norte e Nordeste. A Bahia tem o maior número de BSP e, consequentemente, recebe volume mais expressivo de recursos: R$ 23,5 milhões. Em seguida, aparecem Maranhão, Ceará e Pernambuco.

Além de transferir renda, o Bolsa Família exige frequência à escola e visita aos postos de saúde a cada semestre. As duas contrapartidas são acompanhadas pelos municípios e pelos ministérios da Saúde e da Educação, parceiros do MDS na gestão do programa. Essas exigências contribuem para melhorar a situação de vida das futuras gerações. Para evitar a perda do benefício, é preciso também atualizar os dados cadastrais a cada dois anos. Neste ano, 1,5 milhão de famílias precisam renovar o cadastro até dezembro.

Fonte inicial: MDS – 30/07/2012