Ação Visagismo na Fundação Dorina Nowill


MQ Hair e o Hair Stylist e visagista Claudio Germano promoveram no dia 6 de março a Ação Visagismo em parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos

 

No dia 6 de março, Eva, Guida, Nanci, Nadia, Gisselena, Flávia, Tânia, Elaine, Irene e Rosângela, fizeram parte da ação de responsabilidade social idealizada pela MQ HairFundação Dorina Nowill para Cegos e o Hair Stylist/Visagista Claudio Germano. Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a Ação Visagismo foi um presente para 10 mulheres com deficiência visual (cegas ou com baixa visão), frequentadoras da Fundação Dorina.

Acostumado com a arte de embelezar mulheres, Claudio Germano comandou o dia de transformação “Esse dia pra mim é um trabalho que eu sonhei fazer. Desde o primeiro momento a minha entrega e o comprometimento de todos os envolvidos foi incrível, estou realizando um sonho. Elas estavam precisando muito e vieram abertas à mudança. Pudemos proporcionar a essas mulheres um novo ciclo, uma nova forma de se sentirem e de serem percebidas pelos outros”. Afirma o Hair Stylist orgulhoso do trabalho de sua equipe o cabelereiro Ronni e a maquiadora e visagista Priscila Annd.

E não terminou neste dia, em 10 de abril de 2017 elas retornarão às mãos de Claudio Germano para a finalização do processo e relatarem os efeitos da transformação em suas vidas. “O visagismo é conhecido como a arte de criar uma imagem pessoal revelada a partir da linguagem visual (harmonia e estética), promovendo uma verdadeira transformação interior a partir do corte, coloração e outros métodos aplicados no processo. As mudanças de hoje serão assimiladas e incorporadas ao dia a dia delas, fortalecendo a autoestima e confiança.” Completa Claudio Germano formado em visagismo pelo Philip Hallawell.

As 10 participantes receberam dicas para o uso do secador de cabelo e da prancha, e foram presenteadas com o equipamento para treinarem em casa e transformá-lo em um item essencial para os cuidados com o novo look.

Mariana Fagundes da MQ Hair ressalta a importância de ações como esta na vida das pessoas. “A MQ sempre presa por proporcionar momentos de alegria através de nossos produtos, foi um orgulho para nós ver cada transformação finalizada e a vaidade e autoconfiança de cada mulher florescendo em seus rostos”. diz a gerente de marketing da marca.

Legenda: Esquerda para Direita

Kely Magalhães, supervisora do Serviços de Apoio à Inclusão, área de atendimento,

Hair Stylist/Visagista Claudio Germano

Mariana Fagundes Gerente de Marketing da MQ Hair

Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos

A Fundação Dorina Nowill para Cegos trabalha há 71 anos pela a inclusão de pessoas cegas e com baixa visão em todo o Brasil. A instituição promove a autonomia e independência das pessoas com deficiência visual por meio de serviços gratuitos e especializados, além de produzir e distribuir materiais acessíveis em braille, áudio, digital acessível Daisy e impressos com fonte ampliada. Há também cursos e programas voltados à empregabilidade.

www.fundacaodorina.org.br | www.facebook.com/fundacaodorina

 

Sobre MQ Professional Hair Styling

Com atuação em todo o país por meio de seu e-commerce e com forte presença junto a distribuidores e representantes, a MQ Hair oferece em seu portfólio secadores, pranchas, modeladores de cachos, máquinas de corte e finalização para barba e cabelo e pedicuro. A marca foi criada em 2011 para atender às principais necessidades dos cabeleireiros, oferecendo produtos de alta qualidade, performance e tecnologia.

Onde Comprar:  www.mqprofessional.com.br  e principais lojas do ramo

sac@mqhair.com.br

Fone: 11 2306-4357

 

Sobre Claudio Germano Hair Stylist

Claudio Germano está intimamente ligado à harmonia. Por isso, sua criação de novas identidades busca a totalidade estética que diferencia cada indivíduo e os faz seres únicos. Formado em visagismo com Philip Hallawell – nome mundialmente conhecido quando se trata do tema – e especializado na Academia Tony & Guy, em Milão. É especialista em corte com máquina. A técnica, adquirida em sua experiência em uma rede francesa, foi aperfeiçoada por ele e proporciona o desfiado natural dos fios sem o efeito ‘arrepiado’ causado pela navalha. Atualmente participa dos principais eventos de moda do país, como o SPFW e, também frequentemente é convidado a dividir sua experiência em workshops por todo Brasil.

Neste Projeto Ação Visagismo Claudio Germano comando os trabalho com sua equipe: o cabeleireiro Ronni, a maquiadora e visagista Priscila Annd e o mestre do visagismo Philip Hallawell.

 

 

Informações à Imprensa
Renata Garcia Bernardes | renata.bernardes@eccopress.com.br
Carina Viana | carina.viana@eccopress.com.br
11 5543-0039 | 11 98326-8408 (WhatsApp)

Transformação além do Sentir


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MQ Hair e o Hair Stylist e visagista Claudio Germano promovem no dia 6 de março a Ação Visagismo em parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos

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Com objetivo de contribuir para o resgate da autoestima de mulheres com deficiência visual (cegas ou com baixa visão), no dia 6 de março, às 9h da manhã, na Fundação Dorina, acontecerá um dia de transformação para as clientes da Instituição através de uma seção de visagismo. A inciativa faz parte de uma ação de responsabilidade social idealizada pela MQ Hair, Fundação Dorina Nowill para Cegos o Hair Stylist e Visagista Claudio Germano e sua equipe o cabeleireiro Ronni, a maquiadora e visagista Priscila Annd e o mestre do visagismo Philip Hallawell.

Na prática, 10 mulheres com deficiência visual participarão do Projeto Ação Visagismo. Nas mãos de Claudio Germano e equipe, dirão sim ao visagismo – também conhecido como a arte de criar uma imagem pessoal revelada a partir da linguagem visual (harmonia e estética), promovendo uma verdadeira transformação interior a partir do corte, coloração e outros métodos aplicados no processo.

“Retomar a rotina de atividades básicas como andar sozinho e com segurança, arrumar a cama, cozinhar, escolher a roupa, passam a ser um grande desafio para os frequentadores da Fundação Dorina”, afirma Kely Magalhães, supervisora do Serviços de Apoio à Inclusão, área de atendimento à pessoa com deficiência na instituição. “A reabilitação é um processo complexo e de altos e baixos e o visagismo contribui para aumentar a autoestima e proporcionar mais uma atividade de retomada das ações rotineiras”. Completa.

A MQ Hair, e sua missão de atender o segmento profissional da beleza, com equipamentos para cabelereiros, tem a honra de promover esta experiência única para mulheres que são prova de superação. Acrescenta a Gerente de Marketing da Marca, Mariana Fagundes, que em parceria com o Hair Stylist Claudio Germano puderam viabilizar a transformação. “É nosso propósito trazer o empoderamento através do visagismo, que vai além de um simples corte de cabelo. É o resgate da vaidade, que irão sentir o impacto através da percepção do outro, e nelas mesmas através de sinais arquetípicos.” Completa Claudio Germano forma

do em visagismo pelo Philip Hallawell.

Serviço:

Onde: Fundação Dorina Nowill para Cegos – Rua Doutor Diogo de Faria, 558

Data: 06 de março de 2017, segunda-feira

Horário: às 9h da manhã

Evento para mulheres cegas e com baixa visão atendidas na instituição

 

Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos

A Fundação Dorina Nowill para Cegos trabalha há 70 anos pela a inclusão de pessoas cegas e com baixa visão em todo o Brasil. A instituição promove a autonomia e independência das pessoas com deficiência visual por meio de serviços gratuitos e especializados, além de produzir e distribuir materiais acessíveis em braille, áudio, digital acessível Daisy e impressos com fonte ampliada. Há também cursos e programas voltados à empregabilidade.

www.fundacaodorina.org.br | www.facebook.com/fundacaodorina

 

Sobre MQ Professional Hair Styling

Com atuação em todo o país por meio de seu e-commerce e com forte presença junto a distribuidores e representantes, a MQ Hair oferece em seu portfólio secadores, pranchas, modeladores de cachos, máquinas de corte e finalização para barba e cabelo e pedicuro. A marca foi criada em 2011 para atender às principais necessidades dos cabeleireiros, oferecendo produtos de alta qualidade, performance e tecnologia.

 

Onde Comprar:  www.mqprofessional.com.br  e principais lojas do ramo.

sac@mqhair.com.br

Fone: 11 2306-4357

 

Sobre Claudio Germano Hair Stylist

Claudio Germano está intimamente ligado à harmonia. Por isso, sua criação de novas identidades busca a totalidade estética que diferencia cada indivíduo e os faz seres únicos. Formado em visagismo com Philip Hallawell – nome mundialmente conhecido quando se trata do tema – e especializado na Academia Tony & Guy, em Milão. É especialista em corte com máquina. A técnica, adquirida em sua experiência em uma rede francesa, foi aperfeiçoada por ele e proporciona o desfiado natural dos fios sem o efeito ‘arrepiado’ causado pela navalha. Atualmente participa dos principais eventos de moda do país, como o SPFW e, também frequentemente é convidado a dividir sua experiência em workshops por todo Brasil.

 

Informações à Imprensa
Renata Garcia Bernardes | renata.bernardes@eccopress.com.br
Carina Viana | carina.viana@eccopress.com.br
11 5543-0039 | 11 98326-8408 (WhatsApp)

Pessoas com deficiência buscam melhor educação


 

Fonte: http://portaldovoluntario.v2v.net/blogs/112818/posts/12597

Postado por Marcelo Medeiros |

“A pessoa com deficiência
quebra a cultura da indiferença.
Tenha coragem de ser diferente”

De acordo com o último Censo, 1,67% dos brasileiros, ou 2,8 milhões de pessoas, possui deficiência intelectual. São cidadãos que nos últimos anos começaram a ser mais bem recebidos pela sociedade, mas que ainda não conseguem exercer seus direitos plenamente. Hoje eles permanecem em busca de reconhecimento social e cobram políticas públicas que atendam suas necessidades plenamente, principalmente no que se refere à educação.

“A pessoa com deficiência deve ser estimulada a conquistar sua autonomia dentro de suas limitações e a buscar sua independência”, resume o pediatra Eduardo Barbosa, presidente da Federação Nacional das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Fenapae). “Assim se conquista a dignidade”.

Dignidade que vem sendo batalhada há muito. Desde a promulgação da Constituição de 1988, a situação das pessoas com deficiência intelectual melhorou, dizem os especialistas, pois houve conquistas significativas. Entre elas, estão a possibilidade de cursar escolas tradicionais, obrigadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) a assistir quem tiver necessidades especiais, e o direito de receber um salário mínimo por mês caso não possuam meios de subsistir. Ativistas também citam a maior exposição de questões relacionadas a pessoas com deficiência intelectual na mídia para que ela seja melhor aceita pela sociedade (veja abaixo uma lista de filmes que tratam do tema).

Dificuldades

Não à toa, apesar dos anos de reivindicações e das leis e políticas criadas, os cidadãos com deficiência intelectual ainda sofrem com o preconceito.

“As pessoas com deficiência, apesar de conquistas legais, ainda necessitam da valorização de suas habilidades e capacidades, e, também do empoderamento, no sentido de enfrentarem as adversidades e barreiras que ainda existem e as impedem de terem uma vida social plena com efetivas possibilidades de relacionamentos, trocas sociais e ganhos ambientais, e de sentirem-se pertencentes ao grupo social em que estão inseridas”, analisa Fabiana Oliveira, professora da Fatec Senai e coordenadora de Educação da Fenapae.

Educação é problema

Uma das maiores dificuldades se refere à educação. Já é consenso que crianças e jovens com deficiência intelectual não só podem, como devem ir à escola, da mesma  forma que qualquer pessoa da mesma faixa etária. O que se discute é que tipo de ensino elas devem ter. A Fenapae, por exemplo, durante anos lutou pela inclusão das pessoas com deficiência em escolas normais, reivindicação já atendida pela legislação, mas hoje diz ser preciso oferecer opções aos pais. Além da possibilidade de matrícula em uma escola regular, vagas em estabelecimentos educacionais exclusivos também devem ser abertas, de acordo com as Apaes.

“Esse atendimento deve abranger todas as possibilidades de oferta – substitutivo, complementar e suplementar- que será definido em função das necessidades do aluno”, diz Barbosa. Para ele, é preciso ainda alargar a faixa etária para a qual a educação deve ser obrigatória, hoje de 4 a 17 anos. Isto porque a pessoa com deficiência intelectual pode demorar mais a absorver conteúdos, logo, precisa ser atendida até quando for necessário. Além disso, é preciso fazer com que a criança não precise se adaptar à escola, mas ela ao aluno.

O Censo Escolar 2010 afirma que apenas 1,2% das matrículas em instituições de educação infantil é de pessoas com algum tipo de deficiência. No Ensino Fundamental, o quadro é um pouco melhor -8,5% dos estudantes possuem algum tipo de deficiência. No Ensino Médio, o percentual volta a cair -1,3% discentes possuem alguma deficiência.

Para efeito de comparação, 14% da população nacional nessas faixas etárias possui algum tipo de deficiência. Ou seja, ainda há um bom número de pessoas fora da escola. Com isso agravam sua exclusão social.

A solução para o problema, de acordo com Fabiana Oliveira, é lutar pelos direitos. “Lutar sempre para que a inclusão social não seja apenas uma promessa de governo, mas um compromisso coletivo. Acreditar que o filho pode superar-se diante das barreiras com o seu
apoio e entender o papel primordial da família nesse processo”, diz.

 

OFICINA: HISTÓRIAS CONTADAS COM ORIGAMIS


Fonte: http://www.costhaparanhos.com.br

Como contar histórias com origamis para portadores de deficiência visual?

Com um simples quadrado ou retângulo de papel é possível narrar histórias de origamis. A proposta desta oficina é mostrar que o origami pode ser um recurso para alegrar e ensinar dobraduras de papel pessoas com deficiência visual.  A prática do origami entre várias características propicia o desenvolvimento da coordenação motora e da noção espacial.

Nessa oficina os participantes terão a oportunidade de conhecer as possibilidades do uso das dobraduras com cegos, agregando a esse exercício a contação de histórias. Dirigida a pais, educadores e profissionais que trabalham com deficientes visuais e/ou áreas afins.

Com Irene Tanabe – contadora de histórias, com formação em Comunicação Social.  Participante em exposições coletivas de origamis, como a Exposição Internacional de Origamis de São Paulo e o Origami Peace Tree International do Rio de Janeiro, e também das cidades de Iasi, na Romênia, e Novorossiysk, na Rússia. Ministra oficinas e workshops sobre a aplicação desse recurso nas narrativas em diversas instituições públicas e particulares. Realiza contações de histórias, apresentações e esquetes em empresas como forma de promover o bem estar, a qualidade de vida e disseminar a arte do origami.

Serviço:

Data: 21 de julho de 2010 (quarta-feira)

Horário: das 19h às 22h

Local: Ponto Art

Rua Inácio Pereira da Rocha, 246 – Vila Madalena – São Paulo – SP

Participantes: 12 (mínimo de 5 participantes para a realização da oficina)

Custo: R$50,00

Inscrições: (11)2548.1661