Caixa recebe projetos para proteção de nascentes e da biodiversidade da Caatinga


Fonte: http://consolidare-pe.blogspot.com/

 

O Fundo Socioambiental (FSA) da Caixa Econômica Federal disponibiliza R$13,8 milhões para apoiar projetos de recuperação de nascentes de água e de matas ciliares em bacias hidrográficas que servem ao abastecimento humano, para preservar a biodiversidade da Caatinga e para a gestão de resíduos sólidos.

 

As instituições públicas ou privadas, sem fins lucrativos, registradas no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas (Cnea), com projetos de recuperação hídrica, têm até 5 de agosto para se inscrever e participar da seleção para bolsas entre R$ 200 mil e R$ 500 mil. O prazo máximo para execução do projeto será de 18 meses.

Para mais informações é só acessar o site www.caixa.gov.br/download – link Fundo Socioambiental Caixa e a chamada pública desejada.

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CEF financia projetos em 5 estados


Caixa destina até R$ 120 mil para iniciativas ligadas aos Objetivos do Milênio em Rondônia, Amapá e no Sul; foco é em educação e renda

da PrimaPagina

São Paulo, 06/06/2011

A Caixa Econômica Federal vai financiar projetos de educação e geração de trabalho e renda em comunidades consideradas vulneráveis em Rondônia, Amapá, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As atividades serão escolhidas a partir de um edital público, e as contempladas vão receber até R$ 120 mil ao longo de dois anos. A iniciativa faz parte do Programa Caixa ODM, que conta com o apoio do PNUD e financia projetos que contribuem para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

O programa de financiamentos é desdobramento de outro projeto da Caixa realizado em 2010, que selecionou 74 iniciativas voltadas à capacitação em várias partes do Brasil. Na ocasião, em Rondônia, Amapá, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul não foram apresentados projetos que preenchiam os requesitos do financiamento. Agora, a Caixa direciona as atenções para essas regiões e vai escolher um projeto por estado.

Em cada um deles há um público-alvo específico. Em Rondônia e Amapá, o foco são os povos indígenas, em especial as mulheres. No Paraná, crianças e jovens em situação de exploração sexual. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, mulheres em situação de vulnerabilidade social.

As inscrições para concorrer ao financiamento terminaram na sexta-feira (3/6). A lista de selecionados deve ser divulgada em 5 de julho. O regulamento está disponível no site do banco. Puderam se inscrever entidades sem fins lucrativos e de interesse público com projetos que se enquadrassem em um dos três eixos do concurso: educação e capacitação profissional, economia solidária e fortalecimento de cooperativas através da aquisição de máquinas, equipamentos ou insumos, e investimento em infraestrutura física de espaços comunitários ou centros de convivência.

Os critérios de escolha dos projetos incluem a contribuição das atividades para o alcance dos Objetivos do Milênio, o potencial de impacto econômico e social, o envolvimento das comunidades, a possibilidade de replicação da experiência e a continuidade do projeto depois dos dois anos de financiamento da Caixa. Outro critério é o respeito ao modo de vida, cultura e práticas tradicionais do público alvo.

Os recursos são do Fundo Socioambiental Caixa, lançado em 2010 e que aplica até 2% do lucro do banco em iniciativas de promoção da cidadania e desenvolvimento local sustentável.

PNUD e Caixa investem em 74 ações sociais


Programa disponibiliza R$ 25 mil e apoio técnico a associações que ajudam comunidades carentes a alcançar as oito metas do milênio

Fonte: da PrimaPagina

Capacitação de trabalhadores em cultivo e uso de plantas medicinais, qualificação em empreendedorismo de mulheres, e ensino de braille, informática, música e noções de meio ambiente a deficientes visuais estão entre os 74 projetos que recebem investimento do Caixa ODM, programa da Caixa Econômica Federal (Caixa) apoiado pelo PNUD. Cada iniciativa receberá, em média, R$ 25 mil, além de ganhar apoio técnico de profissionais da instituição financeira.

“Os projetos serão acompanhados pelos Comitês Regionais do ODM vinculados às Superintendências Regionais, que apoiarão as comunidades na busca de desenvolvimento sustentável, alavancando autonomia e geração de trabalho e renda”, explica Ana Telma Sobreira do Monte, superintendente nacional de responsabilidade social empresarial e relacionamento com empregados da Caixa.

As iniciativas foram selecionadas por meio de um edital público, que seguiu uma série de critérios. Entre eles, a localização em regiões de vulnerabilidade e a capacidade de promover mudanças daquelas condições de vida. Também mereceram destaque o foco em educação ou geração de trabalho e renda, além do potencial em estabelecer parcerias públicas e privadas, para que a ação se torne sustentável após o fim da parceria com a Caixa, que dura até setembro de 2011.

Parceria e reformulação

O programa Caixa ODM foi lançado em 2006 com o objetivo de mobilizar a sociedade em torno da difusão, reflexão e tomada de ações para se alcançar as metas de erradicação da miséria. A iniciativa passou por reformulação três anos depois, quando foi assinado um acordo de cooperação técnica com o PNUD. A agência da ONU passou então a auxiliar a sistematização das metodologias de intervenção social, aprimorando as capacidades da Caixa de elaboração, análise, gerenciamento e avaliação destes tipos de projeto.

“De 2006 a 2008, nós patrocinávamos iniciativas de desenvolvimento humano, com monitoramento, não estruturado, dos resultados. Agora, o que nós fazemos é investimento social privado, e ele precisa ser monitorado, medindo o impacto da nossa atuação na região”, afirma a superintendente nacional de responsabilidade social empresarial e relacionamento com empregados da Caixa.