“REDE DA CARIDADE” PROMETE PAGAR USUÁRIOS E AJUDAR ONGS


Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar uma publicação da ATN (http://atn.org.br) que trás uma ótima novidade para pessoas e ONGs. Trata-se da rede WOWAPP, que agrega funções de rede social, chat similar ao Whatsapp e comunicações através de áudio e vídeo, similar ao Skype.

A rede está crescendo muito no Brasil e no mundo, pois, além de oferecer facilidades gratuitas para os usuários, também irá permitir ganhos para seus usuários, que podem ser resgatados para si ou direcioná-los para Organizações Sociais sem fins Lucrativos (ONGs).

Para acessar a rede e tornar-se usuário, deve receber a aprovação de convite feito por alguém cadastrado. Para isso, acesse a esta rede do WOWAPP. Sejam bem vindos!

Vejam o artigo e conheçam mais detalhes:

wowapp

Já imaginou conversar com seus amigos por mensagens e vídeos e ainda ganhar dinheiro com isso? O app romeno WowApp Messenger promete realizar essa façanha e ainda oferece ao usuário a oportunidade de doar seus ganhos para ONGs.

“Em essência, todo usuário é um parceiro. Ele deve ser parte do nosso sucesso”, afirma Thomás Nobel, CEO do WowApp, em entrevista a EXAME.com.

O serviço segue um modelo parecido com o do Tsu, um tipo de “Facebook” que promete 90% de sua arrecadação diretamente para o usuário. A diferença é que o app romeno garante dividir “apenas” 70% de sua receita com o usuário.

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“Nós ficamos com 30% da arrecadação, pois eu não acredito que é possível manter uma empresa com menos do que isso”, explica Nobel.

Com o aplicativo, o usuário pode criar chats particulares ou em grupo, fazer chamadas em áudio e vídeo e até ligar para telefones fixos e celulares de graça. Segundo o CEO, no próximo mês, o serviço de mensagens de voz será adicionado ao portfólio do app. Assim, em essência, o WowApp é uma mistura de Skype e WhatsApp.

O único serviço oferecido pela empresa que não é gratuito é o de chamadas internacionais. No entanto, o usuário não precisa depositar dinheiro na sua conta para fazer as ligações. Basta ele angariar alguns Wowcoins, as moedas virtuais do app. De acordo com Nobel, 100 Wowcoins valem um dólar – cerca de quatro reais na cotação atual.

Além da utilização desse recurso para as chamadas, também é possível sacar o saldo – não existe uma quantidade mínima, nem máxima, para fazer a retirada. O dinheiro é depositado na conta de preferência do cliente e, segundo Nobel, o usuário pode colocar os dados do cartão apenas quando for fazer o saque.

“Nós também queremos trazer outras maneiras de transferência para o Brasil, como o PayPal. Além disso, queremos tornar essas transações mais baratas”, explica o CEO.

Outro jeito de utilizar as moedas virtuais é a partir de doações para ONGs. Até agora, mais de duas mil instituições de caridade sediadas em 110 países tem parceria com o app – 17 só no Brasil, de acordo com Nobel. “Você pode doar o quanto quiser a partir de dez centavos de dólar. Logo o app terá a opção de doar dinheiro extra, que o usuário tirou do próprio bolso”, revela.

Como a empresa angaria fundos

Para distribuir o dinheiro para a comunidade, uma empresa precisa angariar fundos, certo? Segundo Nobel, o WowApp depende de apenas duas receitas para sobreviver: publicidade e ligações internacionais.

Isso significa que o usuário recebe uma comissão toda vez que um anúncio é adicionado no aplicativo. Outra maneira de embolsar dinheiro com o app é a partir de convites – que podem ser adquiridos com amigos ou a partir da página oficial do software. Conforme a lista de contatos cresce, mais o usuário lucra.

Desse modo, as primeiras pessoas que entraram na rede têm chances maiores de ganhar uma contribuição do que os usuários novos.

De acordo com o CEO, como o serviço chegou no Brasil recentemente – no dia 20 de outubro de 2015 – a quantidade de dinheiro adquirida pelo cliente ainda é baixa. No entanto, “se você convidar muitos amigos e utilizar o app regularmente, você verá seu rendimento crescer”, explica.

Para garantir que o usuário receba seu dinheiro, Nobel conta que o fundo voltado para os clientes é depositado em uma conta separada das aquisições da empresa.

Até a publicação desta reportagem, o WowApp já tinha cadastrado mais de 190 mil brasileiros. O aplicativo está presente em mais de 200 países e já possui 1,25 milhã de usuários. O app está disponível na App Store e no Google Play, além de também ser possível utilizá-lo em PCs Mac e Windows.

Receba o seu convite clicando aqui!

O vídeo abaixo mostra como o WowApp funciona:

Fonte: Exame.com

The Ice-Bucket Challenge: a campanha de captação de recursos mais comentada dos últimos anos


Olá pessoal!

Esta campanha já aconteceu há algum tempo, mas sempre é bom relembrar o sucesso, participação mundial e arrecadação. Foi realmente impressionante.

Projetos geradores de renda são ótimos, mas também bons desafios para vencer, pois, apesar de poderem ser bem planejados, apresentam variáveis que, se não forem observados podem trazer dificuldades durante sua realização.

Este, ao contrário, conseguiu atingir todos os meios de comunicação e mídias, e uma adesão surpreendente. Acompanhem abaixo o artigo da Associação Brasileira de Captação de Recursos, elaborado por Flávia Lang.

Fonte da imagem: www.forbes.comFonte da imagem: http://www.forbes.com

Nos últimos dias a campanha americana The Ice-Bucket Challenge, ou “desafio do balde de gelo” ganhou incrível visibilidade nas redes sociais e na mídia. Algumas pessoas gostam e outras não, mas uma coisa ninguém pode discordar: a campanha é um fenômeno em arrecadação de recursos para uma organização que trabalha com uma doença não tão conhecida e disseminada: a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). De acordo com os dados da ALS Association – organização americana que promove essa campanha–, ela arrecadou mais de US$ 53.3 milhões (116 milhões de reais) de 29 de julho a 21 de agosto. Comparando com o mesmo período do ano passado, o resultado surpreende: é 24 vezes maior (US$ 2.2 milhões). Mais de 1.1 milhão de pessoas realizaram a primeira doação para a organização e esse número não para de crescer. Incrível, não?

logo als association

Desenvolvo campanhas de engajamento público e captação de recursos de pessoas físicas há mais de 15 anos e, depois de acompanhar o debate nas redes sociais, iniciei uma reflexão sobre a campanha baseada nas informações publicadas no site da ALS Association e na mídia, focando nos aspectos de captação de recursos. Acredito que muitas novidades ainda estão por vir e, depois que a campanha terminar, será muito interessante estuda-la mais a fundo.

  1. A causa – Sempre que converso com uma organização, a primeira pergunta que me fazem é: “a causa da nossa organização não é tão forte, como podemos arrecadar fundos?”, ou “existem causas mais importantes como criança e meio ambiente, como conseguiremos?”.

Minha resposta é sempre a mesma: eu acredito que todas as causas são importantes, merecem ser tratadas com respeito e, no mundo diverso de hoje, temos espaço para buscar apoiadores para todos. Nesse caso específico, a Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença não tão conhecida e que atinge um grupo pequeno de pessoas se comparada com outras doenças. Mas nem por isso ela deve ser ignorada. Isso demonstra que, independentemente da causa, uma boa ideia, bem implementada, tem grande potencial de mobilizar recursos.

  1. A inspiração – A campanha foi inspirada na história de Pete Frates, antigo capitão de um time de beisebol, esporte tão tradicional nos EUA quanto o futebol no Brasil. Em 2012, ele foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica, uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal que afeta as células do sistema nervoso e da medula, causando uma paralisia motora irreversível. A campanha começou no mundo esportivo. O banho de água com gelo é comum no esporte americano para comemorar uma grande vitória ou um título. Então, acredito que para essa causa essa demonstração faz um certo sentido. Mais recursos para pesquisa podem significar avanços ou mesmo uma vitória.
  2. O ícone inicial – O apoio de Pete Frates, que desde que descobriu a doença tem uma ligação forte com a causa e com a organização, foi essencial para esse sucesso. Ao longo dos últimos dois anos, Frates buscou construir uma rede de amigos e simpatizantes que organizaram eventos para levantar fundos para a pesquisa sobre a ELA. Ele é uma celebridade com forte vínculo com a causa. Então, temos um ponto adicional: o ícone inicial da campanha já tinha uma relação real com a causa e, para ele, ela é muito relevante.
  3.  O desafio – No Brasil isso ainda não é muito comum, mas desenvolver campanhas criando desafios para captar recursos para uma organização é uma forma muito difundida nos EUA e na Inglaterra, entre outros países. Muitas pessoas iniciam campanhas de captação de recursos para realizarem uma corrida ou outras atividades. Apesar de não termos essa tradição, a campanha trabalha com um formato muito popular onde foi criada.
  4. Conexão – Um dos principais fatores de sucesso é a conexão. Na linguagem de captação de recursos “peer to peer fundraising “(captação de recursos com seus pares), mas isso não significa necessariamente conexão com a causa. A fortaleza da campanha é a conexão entre as pessoas. Então, apesar de arrecadar um valor incrível e ter um número enorme de pessoas que realizaram a primeira doação, os próximos passos é que definirão a campanha. Até o momento, essa campanha é como um evento, com data de início e término. Neste caso, ela é um sucesso. Se analisarmos o compromisso futuro dos doadores com a organização, a pergunta é se a ALS Association conseguirá transformar esse doador pontual em um doador comprometido, que realiza doações no longo prazo. Espero que eles busquem a segunda opção e que seja atingida, mas para isso têm um grande caminho para fidelizar essas pessoas.
  5.  A importância de contribuir – Essa campanha utilizou uma forma ousada e divertida para captar recursos, envolvendo as pessoas em uma ação. Apesar do desafio ser tomar um banho gelado ou doar, de acordo com muitas matérias sobre o assunto nos EUA, as pessoas fazem ambos: contribuem e aceitam o desafio, disseminando a campanha e conquistando novos adeptos. Isso contribui de forma essencial para a propagação da campanha. O resultado seria completamente diferente se fossem vídeos somente solicitando uma doação para uma causa.
  6. Infraestrutura – Uma organização precisa estar preparada para receber os novos doadores. É necessário ter uma base de dados, um sistema para o recebimento de doações eficiente, um formulário seguro e fácil para a realização da doação e um servidor que aguente o aumento do trafico adicional gerado pela campanha. Imagina se eles não estivessem preparados, as pessoas não conseguiriam doar e o resultado seria bem diferente.
  7. Viralidade e abrangência – Essa é uma campanha baseada no marketing viral, o que significa que não tem um alto custo de investimento. Por outro lado, uma organização perde o controle quando utiliza marketing viral, a campanha fica nas mãos dos participantes. E, a partir daí, tudo pode acontecer para o bem ou para o mal. Ninguém esperava esse resultado surpreendente em montante arrecadado, número de doações, número de vídeos, comentários, compartilhamentos, participação das pessoas (celebridades ou não), disseminação da informação e participação internacional.
  8. Celebridades envolvidas – Quando uma campanha tem o apoio de uma celebridade, principalmente que esteja alinhada com a causa, normalmente os resultados são mais expressivos. Nesse caso, a campanha foi iniciada no mundo do esporte com celebridades próximas a Frates. Mas, com todos os componentes de uma campanha viral, ela rapidamente se “alastrou” para celebridades mundiais de esportes, negócios, música, artes, entre outros. E o mais importante: as pessoas comuns aderiram. São pessoas como eu e você que somamos as mais de 1.1 milhão de novas doações. Na minha percepção, isso é um fator superpositivo. Não conheço outra campanha que atingiu tantas pessoas mundo afora, disseminou tanta informação sobre uma causa e bateu níveis recordes em captação de recursos com pessoas físicas em curto espaço de tempo como esta da ALS Association que não sejam campanhas de emergências relacionadas com grandes desastres naturais como, por exemplo, o Tsunami na Ásia ou o terremoto no Haiti.

Algumas pessoas comentaram que existem doenças mais importantes que precisam de recursos. Ou epidemias mais urgentes. Eu não acredito que deveria existir competição sobre qual é a causa mais importante. Como escrevi anteriormente, acredito que todas as causas são importantes e essa campanha pede recursos para essa causa, sem desmerecer nenhuma outra.

A campanha é um sucesso em arrecadação de recursos para uma causa não tão conhecida e acredito que devemos utilizar esse caso para reflexão e aprendizado. Isso mostra, mais uma vez, que todas as causas podem encontrar seu espaço. Por outro lado, estamos falando de sucesso financeiro. Quem trabalha com captação de recursos sabe que esses doadores não necessariamente realizarão uma segunda ou terceira contribuição. E para isso existem outros formatos de campanhas que buscam doadores fieis a uma causa e contribuem por muitos anos.

ice-bucket-challenge

Outros comentaram que as celebridades estão participando para se promover. Acredito que isso também possa ser verdade, mas uma boa campanha não é aquela que traz benefícios mútuos? Quando uma empresa doa, as organizações não têm um pacote de contrapartida que oferecem para elas de exposição de marca, entre outros benefícios? Por que as celebridades não podem contribuir com uma campanha e se promoverem ? Aliás, muitas delas nem precisam de semelhante exposição, na realidade.

Outras perguntas relevantes:

A ALS Association ou qualquer outra organização conseguiria captar mais de US$ 53.3 milhões sem o apoio de celebridades? A campanha é baseada no marketing viral, mas conseguiria essa abrangência?

E os resultados: imagine o beneficio que esse recurso vai gerar e o número de pessoas que ficarão informadas sobre essa causa. E imagine quantas pessoas descobrirão que todos podem doar e que, com um pouco de cada um, podemos fazer muito!

Vale lembrar que essa é uma campanha americana criada no contexto americano. Agosto é alto verão, beisebol é um esporte tradicional, o banho de gelo faz parte da cultura, entre outras coisas. Como em qualquer campanha realizada fora do país, boas campanhas inspiram, mas dificilmente uma campanha que utiliza componentes culturais, pode simplesmente ser copiada. É preciso colocá-las no contexto local. Várias celebridades brasileiras aderiram ao desafio e também doaram (ou não) para a ALS Association ou outra organização brasileira. Mas essa não é uma campanha brasileira, criada para captar recursos aqui. Para isso, teríamos que considerar, por exemplo, a crise de água que estamos enfrentando, o combate ao desperdício, entre outros fatores culturais. Enfim, pensar em outro desafio para outra causa ou para a mesma, mas dentro da realidade brasileira é o nosso desafio.

Campanhas criativas e que conectem as pessoas são essenciais para o sucesso na captação de recursos de pessoas físicas. Normalmente buscamos a conexão da pessoa com a causa. A ALS Association ousou, arriscou e continua colhendo os frutos financeiros. No longo prazo precisaremos fazer uma outra análise para saber se realmente a causa entrou na agenda de pelo menos uma parcela das pessoas que doaram neste momento. Mas também temos que analisar se o objetivo, nesse caso, não era só o dinheiro e a visibilidade. Se for, já foi atingido.  E com muito sucesso.

Quando desenvolvemos uma campanha, precisamos estabelecer objetivos claros para permitir uma avaliação correta.  Às vezes somos muito temerosos com o tipo de campanha que devemos desenvolver. Para crescermos, podemos nos inspirar nessa campanha, utilizando componentes que conectem pessoas a pessoas e a causas, que envolvam, engajem e principalmente que no final, elas decidam contribuir para um mundo melhor para todos, respeitando as escolhas de cada um, inclusive de doação, e descubram como é bacana fazer a diferença. Reforçando esse ciclo onde as organizações e as pessoas contribuem e convidam novas pessoas para apoiar uma causa, desenvolveremos um ciclo virtuoso em que todas as causas só têm a ganhar.

Flavia Lang Revkolevsky é especialista em mobilização de recursos de pessoas físicas. Cofundadora e gestora daAder&Lang. Possui mais de 15 anos de experiência na liderança das áreas de comunicação, marketing e desenvolvimento institucional de organizações internacionais como Greenpeace, CARE e Plan International. Fez parte da diretoria e, atualmente, é membro do Conselho Fiscal da ABCR. E-mail: flang@aderelang.com.

Clube do Cupom Amigo – Captação de Recursos através da Nota Fiscal Paulista


Olá pessoal, bom dia!

Hoje queremos compartilhar com vocês mais uma novidade na de captação de recursos através do programa Nota Fiscal Paulista. Estive conversando com um dos idealizadores da ideia, a qual se mostrou uma ótima oportunidade para as Organizações do Terceiro Setor obterem recursos importantes para seus projetos.

O que achei mais interessante e inovador são o ganho operacional em algumas tarefas e as possibilidades de aumentar a arrecadação através de um planejamento e ação dentro desta rede.

A novidade chama-se CLUBE DO CUPOM AMIGO e apresenta inovações interessantíssimas nesta área.

Convido você a fazer uma visita ao site deles: Acesse: http://www.clubedocupomamigo.com.br/ e conheçam melhor esta tendência.

Vejam a seguir um resumo desta nova rede social:

clube do cupom amigo

 

E O OSCAR VAI PARA: O CONSUMIDOR COM RESPONSABILIDADE SOCIAL

Imagine a cena: você, todos os dias, podendo decidir como o Governo vai destinar parte dos impostos que paga! Você sai para comprar alguma coisa, vai ao supermercado, açougue, padaria, compra um sapato ou uma roupa e decide: “esse pedaço do meu ICMS vai para escolas, esse outro para hospitais, aquele outro para o tratamento de deficientes e assim por diante”.

A cena aqui descrita até parece filme de ficção científica. Imagine, o cidadão normal, decidindo sozinho e de forma democrática sobre a aplicação dos recursos governamentais! Pois bem, posso afirmar com 100% de certeza que isso é possível e que milhares de paulistas abrem mão dessa oportunidade todos os dias.

Calma! Vou explicar e você vai entender que ninguém, ou quase ninguém, faz isso de forma consciente.

Você já deve ter ouvido falar do programa Nota Fiscal Paulista, implantado pelo Governo do Estado de São Paulo. O slogan retrata muito bem o programa: “Quanto mais você pede, mais você ganha”. Mas fica uma dúvida: e quando você não pede, quem ganha ou quem perde?

Acontece que a grande maioria das pessoas, quando compra um produto, não pede cupom fiscal e, quando o faz, pega aquele pedaço de papel e o descarta logo em seguida. Aqui é que chamo sua atenção, pois se você age assim, digo que deixou escapar a oportunidade de ser o ator da cena que descrevi no início desse artigo. E vou te contar mais: todos os meses, são desperdiçados mais de 300 milhões de cupons fiscais.

O programa Nota Fiscal Paulista prevê que até 30% do imposto recolhido pelo estabelecimento comercial pode retornar em forma de créditos para quem pede o cupom fiscal com CPF (ou CNPJ) ou para as entidades beneficentes, legalmente assim declaradas (como ONGs e instituições de ensino, por exemplo) que recebam cupons fiscais em doação pelo consumidor. Quando você pede o cupom e o doa para uma entidade, está decidindo como o Governo deve distribuir o imposto que você paga.

Se você acha que a educação no país vai mal, está aí a oportunidade de decidir pela aplicação dos impostos na educação. Se está descontente com o atendimento dos hospitais, doe seu cupom para uma entidade do setor da saúde; se a assistência social tem a sua prioridade, também há diversas opções; por fim, se a sua atenção é da proteção animal, destine seu cupom a ela.

Nesse momento você deve ter três perguntas:

  • Quais são as Instituições que podem receber cupons em doação?

Somente as Instituições cadastradas no Governo do Estado de São Paulo poderão receber os cupons em doação.

  • Essas ONGs possuem credibilidade?

O processo de cadastramento no Estado é bastante rigoroso e, por isso, o processo parece muito confiável. Além disso, pode ser uma excelente oportunidade de se conhecer a entidade e, quem sabe, se envolver com algum trabalho voluntário.

  • Como faço para doar meus cupons?
    1. Se no estabelecimento comercial houver uma urna ou caixa de coleta de cupons, você pode depositar o seu ali;
    2. Você pode procurar ONGs que possuam métodos eletrônicos ou não de captação de cupons fiscais, como por exemplo a Kodomo No Sono (http://www.kodomonosono.org.br);
    3. Você pode entrar em contato com o Clube do Cupom Amigo (http://www.clubedocupomamigo.com.br) que teremos o maior prazer em ajudá-lo.

Sendo um cidadão consciente o Oscar de Melhor Ator da Responsabilidade Social já é seu!

 

Renato Pavone

Administrador de Empresas

Diretor do Clube do Cupom Amigo

 

Sobre o Clube do Cupom Amigo

O Clube do Cupom Amigo é uma iniciativa de empreendedores, com larga experiência em gestão e operação de serviços, atuando em grandes empresas privadas nacionais e multinacionais. Pretendem oferecer ao terceiro setor ferramentas que possam ajuda-lo no processo de captação de recursos, sejam financeiros ou humanos.

Aproveitando a excelente iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, nos termos da Lei nº 12.685/2007, a qual dispõe sobre a criação do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal, pretendemos estimular o engajamento da sociedade em benefício das entidades de assistência social, educação, saúde e proteção animal, desenvolvendo nosso trabalho, inicialmente, na captação de recursos financeiros pelo processamento de cupons fiscais sem CPF.

Através de nossa plataforma, queremos estreitar ainda mais a relação entre as ONGs, empresas e pessoas de forma que a colaboração entre essas partes ofereça um ambiente propício para geração de benefícios à sociedade.

Desejamos construir um ciclo virtuoso onde, as empresas com responsabilidade social colaborem com as ONGs, que as pessoas reconheçam e apoiem as empresas e que as ONGs consigam, cada vez mais, realizar sua importante tarefa em benefício da sociedade.

Com base nessa visão é que o Clube do Cupom Amigo se apresenta como um espaço social onde todos os participantes desse ciclo possam se encontrar e interagir.

Visite-nos em http://www.clubedocupomamigo.com.br

Antes de morrer de câncer, adolescente arrecada R$ 11,8 milhões para instituição


ALAVANCA SOCIAL E INSTITUTO SABEDORIA

“Compartilhando conhecimentos através de Cursos e Eventos”

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Olá pessoal! Bom dia!

Hoje quero compartilhar com vocês a história de Stephen Sutton, que, ao perceber que tinha pouco tempo de vida, colocou-se com toda a força num projeto pessoal para transformar positivamente a vida de pessoas e comunidades.

Realmente um belo e determinado modelo de atitude, além dos resultados que foram surpreendentes, mostrando que quando se deseja realmente alguma coisa, é possível torná-la realidade. Leia o artigo abaixo e se conecte com as possibilidades que todos temos em nossas ações diárias. Acessem os links do artigo e saibam mais sobre esta bela inspiração de vida!

Boa leitura e reflexões!

Steven Sutton

Fonte: http://nequidnimis.wordpress.com/

O britânico com câncer que ganhou popularidade ao se propor a cumprir uma lista de desejos antes de morrer e que arrecadou 11,8 milhões de reais contra a doença morreu recentemente aos 19 anos.

Stephen Sutton, de Staffordshire (centro da Inglaterra), decidiu não desanimar quando foi diagnosticado com câncer de intestino e se propôs a cumprir uma lista de 46 desejos.

Além disso, o jovem havia expressado seu desejo de juntar 10.000 libras (16.000 dólares) para o Teenage Cancer Trust, uma fundação de luta contra o câncer dos adolescentes, e acabou arrecadando 11,8 milhões de reais (3,2 milhões de libras, 3,9 milhões de euros e 5,3 de dólares).

Sua mãe comunicou a morte na página de Sutton no Facebook.

O primeiro-ministro, David Cameron, o descreveu como “uma inspiração”: “Estou profundamente triste por saber que Stephen Sutton morreu. Por sua energia, sua coragem, sua busca de dinheiro contra o câncer, foi uma inspiração”, escreveu no Twitter.

Apoiado por Jason Manford, ator e apresentador da televisão britânica, Sutton lançou sua campanha em janeiro de 2013 para manter o público informado sobre o avanço de sua doença. Desde então recebeu o apoio de muitas personalidades.

Dos 46 desejos de sua lista, Sutton realizou uma parte, entre eles tocar bateria diante de 90.000 pessoas durante a final da Liga dos Campeões no estádio de Wembley em 2013, dar uma volta em um quadriciclo, beijar um elefante e saltar de paraquedas.

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Fonte original deste artigo: Yahoo Notícias/Reprodução Facebook – Stephen Sutton