Austrália abre supermercado gratuito apenas com produtos que seriam descartados


Olá pessoal,

Compartilhando com  vocês uma notícia publicada no site ciclovivo.com.br e que foi também compartilhada por Franciscas Moraes no Twitter (@fmoraes1963).

Ideia fantástica, que, se adotada em todos os países do mundo, reduziria significativamente a fome que teima em estar presente em toda parte, apesar de produções fantásticas de alimentos em diversos países, como o Brasil, que é líder na produção de alimentos, com uma agropecuária forte, mas com um desperdício e modelo de distribuição muito aquém do que poderia estar presente para as populações carentes. Como diz o velho ditado: “Em casa de ferreiro o espeto é de pau”.

Independente destas questões, é muito legal ver na Austrália e alguns países encontrando soluções para evitar o desperdício e principalmente suprir as necessidades de pessoas menos favorecidas. Não tenho conhecimentos de que no Brasil exista um projeto como esse, mas se não tem, já passou da hora de iniciar um modelo semelhante em todos cantos do país. E nestas horas fico fazendo um paralelo entre o momento atual do Brasil, com uma crise enorme nas áreas político/institucional, com bilhões sendo desviados para interesse de poucos, que poderiam ser utilizados para projetos como esse e outros também importantes que não acontecem por pura falta de recursos. Oxalá tudo se encaminhe para isso no mais breve tempo. Leiam a seguir a matéria. Boa leitura e reflexões:

Austrália abre supermercado gratuito apenas com produtos que seriam descartados

O mercado é baseado no modelo “Pegue o que precisa, dê o que puder.”
Tudo é gratuito para aqueles que não podem pagar por isso, ou é possível doar a quantia que a pessoa desejar. Foto: Divulgação/OzHarvest

Seguindo uma tendência de outros países do mundo, a Austrália ganhou se primeiro supermercado com produtos rejeitados por supermercados, restaurantes e pelos próprios clientes. Criado pela OzHarvest, ONG de combate ao desperdício de alimento, no novo mercado as cenouras antigas e alimentos enlatados com data de validade por vencer, ou recém-vencidos, são tratados com respeito e dignidade. Tomates maduros, que seriam jogados no lixo, são empilhados com orgulho.

A mercearia teste, localizada em Sidney, vai além dos rótulos de venda e uso para lidar com o desperdício de alimentos e seu impacto no meio ambiente e para combater a fome. Tudo é gratuito para aqueles que não podem pagar por isso. Ou é possível doar a quantia que a pessoa desejar.

A loja armazena uma gama de produtos, incluindo frutas e legumes frescos, pães, conservas, refeições congeladas, bebidas, e produtos de higiene pessoal e de limpeza. As prateleiras serão semanalmente modificadas, dependendo do que for recuperado. Os clientes são incentivados a doar qualquer coisa que eles não queiram mais.

O desperdício de alimentos na Austrália custa cerca de US $ 20 bilhões por ano. Os consumidores australianos desperdiçam vinte por cento dos alimentos comprados e jogam fora uma em cada cinco cestas de compras de alimentos todos os anos. Quatro milhões de toneladas de alimentos acabam em aterros sanitários, onde se decompõem e acabam emitindo metano, um potente gás de efeito estufa.

O empresária australiana atrás do OzHarvest, Ronni Kahn, acredita que este supermercado é um passo na direção certa. “Toda vez que salvamos comida boa, ajudamos o planeta. Cada vez que usamos esse alimento para a alimentação de pessoas famintas, lidamos com questões sociais”, diz Kahn em entrevista à revista Broadsheet.

Ronni Kahn, a idealizadora do projeto | Foto: Divulgação/OzHarvest

O OzHarvest trabalha com mais de 2.500 doadores de alimentos. “Nós resgatamos alimentos que não podem ser vendidos por supermercados e varejistas de alimentos pelo seu prazo de validade, mas que ainda estão perfeitamente bons para o consumo”, diz Kahn. “Se algo expirou, isso não é motivo para jogá-lo fora.” “Só resgatamos comida que seja absolutamente comestível. Estamos mostrando aos nossos consumidores como é loucura que este produto tenha sido rejeitado”, diz ela. “Todos os nossos motoristas são treinados no manuseio, eles não aceitam nenhum produto que eles mesmo não comeriam.”

A maioria dos produtos são produtos considerados com “defeitos” como enlatados amassados ou frutas e legumes com alguns “hematomas”, que acabam indo parar no lixo. “Tudo o que fazemos não é sobre lucro, é sobre propósito”, diz Kahn.

“As pessoas vão entrar e dizer: ‘Uau, isso é exatamente o que eu iria comprar em qualquer lugar, e agora eu posso apenas levá-lo, usá-lo, ou dar para alguém”.

Khan diz que a OzHarvest planeja abrir outros estabelecimentos, tanto em Sidney como em todo o país. “Acreditamos totalmente que isso será um catalisador para outros desenvolvedores imobiliários. Temos a capacidade de levá-lo ao redor do país, se todas as forças se unirem. Este é um modelo duplicável.”

 

Saiba mais sobre o projeto na página deles no Facebook

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Cidadãos processam governos por mudanças climáticas


Olá pessoal, compartilhando com vocês uma publicação do site http://www.dw.com, cujo assunto vejo como fundamental para que a população mundial passe a pressionar, cada vez mais, seus governantes, responsabilizando-os pela salvação ou destruição do planeta. Esta afirmação baseia-se em ações na justiça de jovens Europeus e Americanos contra seus respectivos governos, sobre a condição climática do planeta, e a responsabilidade de cada um desses governantes nesta situação. Entendo que exemplos como esse fazem a diferença, mesmo que não obtenham sucesso total, mas, com certeza, servirão para que governantes do mundo todo acendam o sinal de alerta, pois serão diretamente acusados por negligência nessa área.

Trazendo esses acontecimentos para uma decisão recente do atual presidente dos EUA, Donald Trump, que retira seu apoio ao Acordo de Paris (COP21), onde houve a decisão mundial de redução da emissão de gases poluentes, feitas também pelo seu antecessor Barack Obama, põe em risco esta possível estabilidade climática, visto que são o 2º maior poluidor do planeta, usando como desculpa e pretexto a pretensa redução de empregos em algumas áreas da economia.

Oxalá esses processos contra os governantes aconteçam cada vez mais em todas as partes do mundo e evolua, sempre para o melhor. Leia a seguir a íntegra da publicação:

Cidadãos processam governos por mudanças climáticas

Poucos sabem que é possível tomar medidas legais para combater o aquecimento global. Depois dos europeus, jovens americanos ganharam o direito de acionar seu governo por erros nas medidas climáticas.

Protesto contra mudanças climáticas nos EUA

Em 11 de novembro de 2016, um grupo de jovens americanos ganhou oficialmente o direito de processar seu governo por não tomar medidas para conter as mudanças climáticas. Os Estados Unidos são o segundo maior emissor de gases-estufa do mundo, depois da China.

Contando entre 9 e 20 anos de idade, os 21 protagonistas da iniciativa vêm de todas as partes dos EUA. Ao lado do cientista James Hansen, eles entraram com uma ação judicial devido às mudanças climáticas.

Na queixa, acusam o governo americano de violar o direito constitucional de gerações mais jovens à vida e à liberdade, por se recusar a tomar medidas contra o aquecimento global. Eles argumentam que Washington não está conseguindo proteger os recursos naturais de domínio público, como a água e o ar, vitais para a sobrevivência humana.

O veredicto de um tribunal distrital de Oregon ratificou o principal argumento dos autores, de que “o governo já sabe há mais de 50 anos que o dióxido de carbono produzido por combustíveis fósseis estava desestabilizando o sistema climático, podendo pôr em risco os demandantes, com os danos persistindo por milênios”. Ainda assim, prossegue o tribunal, Washington deixou agir, tornando-se responsável por parte dos danos causados pelas mudanças climáticas.

Geração mais afetada

Uma dos requerentes, a estudante Tia Hatton, de 19 anos, declarou à DW que a razão da queixa é que “o governo sabia sobre as mudanças climáticas e os efeitos da poluição de dióxido de carbono sobre o sistema climático estável, mas não tomou medidas”.

“Estamos muito preocupados com o nosso futuro, saúde e segurança, a partir dos impactos das mudanças climáticas que já estamos vendo, e que vão piorar com o correr do tempo.” Hatton diz acreditar que “seremos os mais afetados por isso”.

Todas as crianças e adolescentes do grupo de queixosos sofreram danos pessoais pelas mudanças climáticas. Alguns deles moram em fazendas abaladas pela estiagem, enquanto outros perderam suas casas devido a enchentes.

Outros, como Hatton, foram afetados pela falta de umidade causada por incêndios florestais, o que agravou seu problema de asma. “Nosso papel como queixosos é mostrar-lhes os danos pessoais que as mudanças climáticas estão causando. Nós representamos as crianças – não somente de nossa nação, mas do mundo todo.”

Líderes responsabilizados

O processo, que é considerado um marco histórico, tem sido alvo de forte oposição por grupos como a Associação Americana do Setor de Combustíveis e Petroquímica (AFPM), a maior do setor, que investe anualmente milhões de dólares em trabalho de lobby, para promover os interesses das companhias de petróleo, gás natural e carvão.

A Associação de Produtores dos Estados Unidos (NAM), o Instituto Americano do Petróleo e o governo dos EUA entraram com ações para que o processo fosse invalidado. No entanto todas foram rejeitadas, e a queixa foi considerada procedente pela juíza distrital Ann Aiken.

Em seu veredicto, ela ressaltou que ” a queixa pode ser inovadora, mas o fato não altera os padrões legais das ações de invalidade”. “Tribunais federais têm sido cautelosos demais e excessivamente complacentes no âmbito da lei ambiental, e o mundo sofre com isso.”

O caso vai agora oficialmente a julgamento, exatamente o que o grupo de jovens demandantes procurou alcançar. “Quando estamos na sala do tribunal, nos sentamos ao lado dos advogados do governo e dos combustíveis fósseis. E queremos que eles nos olhem nos olhos e reconheçam que temos o direito a um futuro saudável e estável”, explicou Hatton.

Jurisprudência europeia

Protestos também no Reino Unido por ocasião da Cúpula do Clima em Paris (COP21), em 2015.

Essa não é a primeira ação climática contra um governo. Em 2015, um tribunal holandês ordenou que a Holanda cortasse as emissões de gases-estufa em 25% em todo o país até o ano de 2020, depois que a organização Urgenda processou o governo em nome de 900 cidadãos.

“O Estado deve fazer mais para evitar o perigo iminente causado pelas mudanças climáticas, também em vista do seu dever de proteger e melhorar o ambiente de vida”, postulou o veredicto. Foi a primeira vez que cidadãos processaram com sucesso o próprio governo por causa das mudanças climáticas.

Isso lançou as bases para casos semelhantes em todo o mundo, inspirando o ativista belga Ignace Schops e um grupo de artistas, cineastas e músicos a fazer o mesmo, entrando com queixa contra o governo belga para que amplie suas medidas contra as mudanças climáticas, fazendo cortes mais profundos nas emissões de gases-estufa.

Por fim, os governos da Holanda e da Bélgica assinaram o Acordo de Paris, resultante da Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP21) em 2015, com o objetivo de manter o aquecimento global abaixo de 2°C em relação ao início da era industrial.

Faça você mesmo

No caso da Bélgica, o país precisaria reduzir em 40% as emissões de CO2 até 2020, em relação aos níveis de 1990, e em 90% até 2050. O ativista Schops tenta garantir que o governo cumpra a meta de 2020. Em sua opinião, um processo judicial é a forma perfeita para alcançar esse objetivo.

“Quando se observam as grandes mudanças no mundo, como a proibição de fumar e do amianto, elas começaram com a abertura de um processo”, declarou à DW. “Então, iniciamos uma ação judicial por amor ao planeta.” Uma audiência deverá ocorrer nos próximos meses.

Para quem quiser fazer o mesmo em seu país, Schops dá um roteiro em três fases:

  • Encontrar um grupo criativo de gente bem conhecida, capaz de aumentar a conscientização em relação à causa;
  • Iniciar uma petição para agregar apoio cidadão;
  • Lançar uma campanha de crowdfunding  (financiamento coletivo) para pagar as taxas legais.

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DoaNota.org promove workshop gratuito sobre Nota Fiscal Paulista


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Olá pessoal,

Passando para compartilhar com todos uma boa novidade para quem tem o hábito de doar para Organizações Sociais as Notas Fiscais, que fazem parte do programa Nota Fiscal Paulista e Paraná, cuja criação de uma aplicativo para celular facilitou demais o processo de cadastro das informações e consequentemente a sua doação. Para as ONGs, representa um grande avanço neste processo de cadastramento dos dados da NF e seu posterior envio para os órgãos responsáveis pelo programa. O assunto será divulgado em detalhes num Workshop Gratuito.

Vejam a seguir as principais informações sobre este imperdível evento:

“Torne seu processo de arrecadação e digitação de cupons fiscais ainda melhor”.

O Workshop será realizado pelo DoaNota.org, uma organização que desenvolveu uma solução de reconhecimento das informações dos cupons fiscais for foto e QRcode através de um aplicativo de celular, aplicativo institucional da ONG, uma solução para digitação via web e gestão dos cupons enviados diretamente para a secretaria da fazenda.

Falaremos um pouco sobre os processos que a arrecadação de cupons requer, quais processos podem ser facilitados e como utilizar o marketing digital para aumentar a arrecadação de cupons.

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As inscrições devem ser feitas pelo e-mail katia@redepapelsolidario.org.br e devem conter o nome da entidade, o nome do participante, telefone, e-mail e qual a turma que gostaria de participar.


Para saber maiores informações sobre o DoaNota.org acesse www.doanota.org

Esperamos por você.

Nova edição da Oficina de Captação de Recursos via Nota Fiscal Paulista em Agosto


Olá pessoal!

Devido a solicitações de pessoas que não puderam estar presentes na edição anterior devido ao período de férias escolares, o Instituto Sabedoria e a Soul Social se uniram mais uma vez para uma nova OFICINA DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS VIA NOTA FISCAL PAULISTA.


Aproveite a promoção para ONGs e suas parceiras. Vagas limitadas a 40 pessoas.

icone parceria SOUL SOCIALnota fiscal paulista
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FAÇA A SUA PRÉ-INSCRIÇÃO E GARANTA A SUA PARTICIPAÇÃO!

pré-inscrição

Após a sua pré-inscrição entraremos em contato para as orientações finais para efetuar o pagamento. Você poderá fazer a pré-inscrição através do ícone acima ou em nossa página CONTATO, deixando seus dados para podemos conversar posteriormente.


 INVESTIMENTO

Para este evento o valor único de inscrição é de R$ 150,00

 Promoção especial para ONGs: 2 pessoas pelo valor de 1 inscrição quando forem de uma mesma ONG e suas parceiras.


Texto formas de pagamento IPP

Após o pagamento faremos a emissão da Nota Fiscal ou Recibo.


 Facilitadora: Silvana Santos (Sócia fundadora da Soul Social – Ideias e Projetos)

Silvana Santos é MBA em Gestão de Negócios pela FGV e graduada em Propaganda e Marketing pela UNIP – Universidade Paulista. Possui cursos de Gestão de Projetos Sociais pela UNICAMP e Gestão de Organizações Sociais pela MACKENZIE. Foi responsável pela implementação da operação de arrecadação da Nota Fiscal Paulista na Fundação Jari que hoje arrecada até 500 mil cupons mês. Empreendedora e Consultora com paixão pela Economia Social e Economia Criativa, se dedica aos projetos de captação de recursos para organizações que desejam inovar e se libertar da dependência dos recursos públicos e diversificar mix de receita. Criativa, comunicativa e dinâmica, assumiu a tarefa de auxiliar as organizações a se reinventarem para prosperar no Século XXI.

Cartaz Oficina NFP

Deixe garantida a sua vaga. Faça a PRÉ-INSCRIÇÃO.

Uma nova edição da Série Captação de Recursos em São Paulo


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icone parceria

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Faça a sua inscrição e veja todos os detalhes do evento.

icone inscrição desconto

Se desejar, também disponibilizamos mais 2 formas de se inscrever:

Acesso a nossa página CONTATO, deixando nome, telefone e email informando que

– Realizará depósito/transferência para nossa conta.

– Pagará em dinheiro no dia do evento.

VAGAS LIMITADAS!

Cartaz Curso Captação _Igreja Prebiteriana_SP_maio16

ESPERAMOS POR VOCÊ!

Como doar parte do seu imposto de renda para Organizações sem Fins Lucrativos


Bom dia pessoal!

Compartilhando com vocês informações sobre a possibilidade de fazer a doação de parte do imposto de renda para ONGs.

A grande vantagem, além de poderem colaborar com a sustentabilidade e realização dos projetos destas instituições, é poder abater este valor do imposto de renda que você paga todos os anos.

Veja a seguir o roteiro para essa doação:

Até 8% do imposto de renda devido pode ser destinado a doações.

Até 8% do imposto de renda devido pode ser destinado a doações.

Os contribuintes que têm imposto a pagar, em vez de destiná-lo ao governo, podem doar o valor a entidades beneficentes e abater a doação do imposto de renda devido. Mas para isso é preciso que a instituição beneficiada se enquadre nas regras das doações com incentivo tributário. Em 2016 está fácil fazer doações incentivadas, já que agora é possível fazer todo o processo por meio do próprio programa gerador da declaração de IR, que também informa até qual valor é possível deduzir a doação do imposto devido.

Neste ano será possível deduzir tanto as doações incentivadas feitas ao longo de 2015 quanto aquelas feitas já em 2016, até 30 de abril, no ato do preenchimento da declaração. No primeiro caso, a doação poderia ter sido feita diretamente à entidade ou fundo beneficente dentro da modalidade incentivada até 31 de dezembro de 2015. Já no segundo caso, apenas poderão ser abatidas do IR 2016 as doações feitas até 30 de abril aos fundos que se enquadram no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) por meio do programa gerador da declaração, no ato do seu preenchimento.

Além da maior praticidade, quem fizer a doação neste ano, por meio do programa, tem a vantagem de saber exatamente qual é o imposto devido e qual é o valor máximo para dedução, ao preencher a declaração. Quem fez a doação no ano passado poderá abater o valor doado na declaração deste ano, mas não teve a opção de verificar qual seria o imposto devido e o valor exato que entra no limite de dedução.

Como doar neste ano para abater o IR 2016

As doações feitas por meio do programa são aquelas destinadas aos fundos municipais, estaduais ou ao fundo nacional da criança e do adolescente, que repassam recursos a projetos voltados para os mais jovens. Eles são mantidos, conforme o caso, pelos conselhos municipais, estaduais, distrital e federal da criança e do adolescente.

Para doar no ato do preenchimento da declaração, basta entrar na ficha “Doações diretamente ao Estatuto da Criança e do Adolescente” que fica no resumo geral do programa; selecionar um ou mais fundos cadastrados na lista fornecida; e, por fim, informar o valor da doação, que deve estar dentro do limite de dedução, calculado automaticamente pelo software.

“Na cidade de São Paulo, por exemplo, o fundo que recebe as doações é o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FUMCAD). No site do fundo é possível verificar quais instituições têm projetos junto ao fundo. O contribuinte escolhe o fundo para o qual ele quer doar e é este fundo que escolhe os projetos que vão receber recursos”, afirma Antonio Teixeira Bacalhau, coordenador da consultoria de IR do IOB Folhamatic.

O programa emitirá um Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), sob o código 3351, que deve ser pago em dinheiro, pessoalmente, nas agências bancárias, ou pelos meios eletrônicos oferecidos pelo banco. Isto é, bens, como imóveis, não são aceitos como doações. O pagamento deve ser feito até o último dia da entrega da declaração (30 de abril).

Para quem fez a doação fora do programa, em 2015, basta informar os pagamentos efetuados na ficha “Doações Efetuadas” – que agora não fica mais junto à ficha de Pagamentos Efetuados – indicando o nome do beneficiário, o número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) ou no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), o código e o valor doado. Novamente, o programa informará automaticamente os limites de dedução de acordo com o imposto devido do contribuinte.

O contribuinte que fez doações em 2015 e deseja realizar novas doações por meio do programa em 2016 deve primeiramente informar as doações de 2015. Dessa forma, o programa irá calcular qual parcela já foi utilizada dentro do limite de dedução. Assim, quando o contribuinte fizer a doação dentro da declaração, o programa já informará quanto ainda lhe resta para destinar às doações e abater do IR.

Doações que podem ser abatidas

Não são todas as doações que contam com o benefício fiscal. No caso das doações que ainda podem ser feitas e abatidas em 2016, apenas podem ser deduzidas as doações feitas aos fundos municipais, estaduais, distrital e nacional da criança e do adolescente, que se enquadram no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

No caso das doações feitas em 2015 e que poderão ser abatidas em 2016, só podem ser deduzidas aquelas feitas aos fundos municipais, estaduais, distrital e nacional do idoso; aos projetos aprovados pelo Ministério da Cultura e enquadrados na Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet); aos projetos aprovados pelo Ministério da Cultura ou pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) e enquadrados na Lei de Incentivo à Atividade Audiovisual; aos projetos aprovados pelo Ministério do Esporte e enquadrados na Lei de Incentivo ao Esporte; e aos projetos aprovados pelo Ministério da Saúde no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas) ou do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon).

“Muita gente se equivoca sobre as doações feitas diretamente a algumas entidades filantrópicas, que não são dedutíveis por falta de previsão legal. Por isso é preciso se certificar sobre quais instituições contam com o incentivo”, explica Samir Choaib, sócio do escritório Choaib, Paiva e Justo, Advogados Associados e especialista em imposto de renda.

Segundo Antonio Teixeira Bacalhau, do IOB Folhamatic, não existe uma lista que relacione todos os projetos que possuem incentivos fiscais. “É muito importante tomar esse cuidado para verificar os projetos credenciados. Muitas ONGs pedem doações e dizem que é possível deduzi-las do imposto de renda, mas em alguns casos isso não ocorre”, afirma.

As doações para entidades beneficiadas pelos fundos que se enquadram no ECA devem necessariamente ser feitas por meio dos fundos para contarem com o incentivo. Alguns deles permitem ao doador escolher a instituição que vai receber seus recursos, mas o dinheiro precisa passar pelo fundo para contar com o benefício fiscal. Quem fizer a doação neste ano diretamente no programa gerador da declaração poderá somente escolher o fundo, mas não a entidade que vai receber os recursos.

O raciocínio dos fundos de amparo ao idoso é o mesmo daqueles enquadrados no ECA. Nas demais modalidades, é preciso se certificar se o projeto foi previamente aprovado Ministério responsável. Algumas entidades, como hospitais e fundações, oferecem mais de uma modalidade de doação, por isso é preciso ficar atento: pode ser possível doar sem o incentivo fiscal – para finalidades não enquadradas em leis de incentivo ou programas governamentais – e na modalidade de doação incentivada, para um projeto previamente aprovado e que conte com o benefício fiscal. Por isso é fundamental se informar antes de doar.

Limites de dedução

As deduções de doações só podem ser feitas no modelo de declaração completa do imposto de renda, já que pela declaração simplificada há um percentual de desconto fixo sobre a renda tributável de 20% que substitui todo tipo de dedução.

O limite de dedução para doações é de até 8% do imposto devido, mas não é possível alcançar esse limite fazendo a doação a apenas uma entidade. Para destinar 8% do imposto devido, parte das doações deve ser feita em 2012 e o benefício deve se dividir entre o Pronas, o Pronon e os outros tipos de incentivos.

As doações aos fundos que se enquadram no ECA, aos fundos de amparo ao idoso e aos demais projetos culturais e esportivos incentivados realizadas em 2015 não podem, somadas, ultrapassar o limite global de 6% do imposto de renda devido. Isto é, se o imposto devido for de 3 mil reais, o valor máximo de dedução é de 180 reais para esses tipos de doação juntos.

Já as doações feitas aos projetos aprovados no âmbito do Pronas e do Pronon, que não estão sujeitas ao limite global, não podem ultrapassar 1% do imposto devido cada uma.

As doações realizadas em 2016, que só podem ser destinadas aos fundos da criança e do adolescente, não podem passar de 3% do imposto devido, desde que o limite global de 6% não seja ultrapassado. Ou seja, quem já fez doações incentivadas no ano passado só vai poder, no máximo, inteirar o seu limite global de 6% neste ano. Quem ainda não doou também deve respeitar o limite de 3% para a próxima declaração.

Ou seja, para deduzir até 8% do imposto devido, o contribuinte deve ter doado, em 2015, 1% do imposto devido ao Pronon, 1% ao Pronas e outros 6% às outras instituições; ou 1% ao Pronas, 1% ao Pronon,  3% às demais instituições em 2012 e 3% ao ECA em 2016.

Boas doações a todos!


Conheça o PROGRAMA DE TREINAMENTO INSTITUTO SABEDORIA.

Gestor de ONGs e Líderes de Comunidades, capacitem-se e a seus colaboradores para a transformação positiva das comunidades onde estão presentes.

Estudo mostra que 895 milhões de pessoas no mundo ainda passam fome


Olá pessoal!

A fome é algo que dilacera o corpo e a alma de milhões pelo mundo, sendo suas consequências desastrosas, não somente pelo aspecto orgânico, o qual a corpo perde em tudo e definha até a morte se não restabelecida em tempo, mas principalmente no aspecto psicológico, onde o Ser, já perdendo a força pela falta do alimento e seus nutrientes, olha para o lado e percebe que o fim está próximo e que suas forças estão se exaurindo até que não suporte mais. Imagine a cena de uma mãe ou um pai que não consegue alimentar um(a) filho(a), deve ser simplesmente desesperador….

Mapa mundial da fome

Observamos todos os dias, na maioria do países, o desperdício de alimentos onde são sendo jogados fora milhões de toneladas de alimento que poderiam saciar a fome de tanta gente. Isso acontece de uma forma natural, já que não conseguem olhar o seu entorno e saber que podem mudar uma vida se assim o desejarem. Também existe o exemplo e o momento positivo, cuja luta incansável de pessoas que, não podendo mudar o mundo, procuram mudar este panorama no seu bairro, na sua cidade, como forma de minimizar o sofrimento de pessoas. Este exemplo dado por elas devia iluminar e servir de exemplo para todas s nações da planeta, que poderiam mudar este contexto através da união e fornecimento de alimento e a água, que são os princípios básicos de sobrevivência humana. Observo muitas vezes organizações sociais fazendo de tudo para minimizar este efeito, mas infelizmente ainda não tem força para combater a causa. O importante é todos fazerem a sua parte e proporcionar uma maneira de pressionar os governantes de seus países, empresários bilionários e tantos outros que podem, se unidos na mesma direção, mudar esta condição. Apesar de alguns avanços nas últimas décadas ainda existe muito a se fazer….

Oxalá tudo se concretize para o melhor destas pessoas que padecem de fome pelo mundo.

Veja a seguir um artigo do site Ciclo Vivo e que, apesar de ter sido publicado em 2014, trata-se de uma tema atual. Leia e reflita sobre como podemos mudar isso…boa leitura!

fomenomundo

Imagem do site http://cemanosdeitabuna.ning.com/

Cerca de 805 milhões de pessoas no mundo, uma em cada nove, sofre de fome crônica no mundo, segundo o relatório O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo (Sofi 2014, na sigla em inglês), divulgado em Roma, na Itália, pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

O estudo confirmou tendência positiva observada nos últimos anos de redução da desnutrição mundialmente: o número de pessoas subnutridas diminuiu em mais de cem milhões na última década e em mais de 200 milhões desde o período 1990-1992.

Segundo o documento, a redução da fome nos países em desenvolvimento significa que a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) de diminuir à metade a proporção de pessoas subnutridas até 2015 pode ser alcançado “se apropriados e imediatos esforços forem intensificados”.

Até o momento, 63 países em desenvolvimento alcançaram o objetivo, entre eles o Brasil, e outros seis estão a caminho de consegui-lo até 2015. O documento incluiu este ano sete estudos de casos, entre eles o Brasil. De acordo com o levantamento, o Programa Fome Zero, que colocou a segurança alimentar no centro da agenda política, foi o que possibilitou o país a atingir este ODM. O estudo também destaca os programas de erradicação da extrema pobreza, a agricultura familiar e as redes de proteção social como medidas de inclusão social no Brasil.

O relatório é uma publicação conjunta da FAO, do Programa Mundial de Alimentos (PMA) e do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Fida).

“Isto prova que podemos ganhar a guerra contra a fome e devemos inspirar os países a seguir adiante, com a ajuda da comunidade internacional se for necessário”, dizem, no relatório, o diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, o presidente do Fida, Kanayo Nwanze, e a diretora executiva do PMA, Ertharin Cousin. Eles ressaltaram que “substancial e sustentável redução da fome é possível com comprometimento político”.

O documento ressaltou que o acesso a alimentos melhorou significativamente em países que experimentaram progresso econômico, especialmente no Leste e Sudeste da Ásia. O acesso à comida também aumentou no Sul da Ásia e na América Latina, mas principalmente em países que têm formas de proteção social, incluídos os pobres no campo, segundo o estudo.

No entanto, o relatório apontou que apesar do progresso significativo geral, ainda persistem várias regiões que ficaram atrás. Na África Subsaariana, mais de uma em cada quatro pessoas continua com fome crônica. A Ásia abriga a maioria dos famintos – 526 milhões de pessoas. A América Latina e o Caribe são as regiões que fizeram os maiores avanços na segurança alimentar.

Como o número de pessoas subnutridas permanece alto, os chefes das agências reforçaram a necessidade de renovar o compromisso político para combater a fome por meio de ações concretas e encorajam o cumprimento do acordo alcançado na cúpula da União Africana, em junho, de acabar com a fome no continente até 2025.

Os líderes das organizações destacaram que a insegurança alimentar e a desnutrição são problemas complexos que devem ser resolvidos de maneira coordenada e apelam aos governos para trabalhar em estreita colaboração com o setor privado e a sociedade civil.

O relatório reforça que a erradicação da fome requer o estabelecimento de um ambiente propício e um enfoque integrado, que incluam investimentos públicos e privados para aumentar a produtividade agrícola, o acesso à terra, aos serviços, às tecnologias e aos mercados, além de medidas para promover o desenvolvimento rural e a proteção social dos mais vulneráveis.

Por Ana Cristina Campos – Agência Brasil

Parceria entre a Microsoft e Secretaria Estadual de Educação oferecem gratuitamente 5 programas para estudo e ensino


alunos em sala de aula

Olá pessoal! Replicando postagem do Instituto Sabedoria!

Fonte: www.educacao.sp.gov.br/

Parceria com a Microsoft oferece download gratuito do novo Office 365 a todos os alunos da rede

Os alunos da rede estadual paulista podem aproveitar as férias para organizar arquivos digitais que facilitam o estudo dentro e fora de sala de aula. Em parceria com a Microsoft, a Educação permite o download gratuito de cinco licenças do Office 365: Word, Excel, Power Point e Outlook são alguns dos programas disponíveis, e gratuitos, aos 3,8 milhões de estudantes do Ensino Fundamental (ciclo I e II),Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Siga a Secretaria da Educação no Twitter e noFacebook

Para ter acesso ao pacote é preciso antes fazer um cadastro na página da Secretaria Escolar Digital (SED) e criar um novo endereço de e-mail. Com esse registro, as assinaturas podem ser realizadas em até cinco dispositivos diferentes seja computador pessoal, tablete e/ou celular. O uso é livre e não depende de quaisquer outras autorizações.

Veja a seguir as vantagens de cada programa, como utilizá-los em tarefas escolares e melhorar o desempenho dos estudantes em sala de aula:

Word

Programa mais popular do pacote Office, o Word é um editor de texto. Ideal para redigir trabalhos de pesquisa, anotações em sala de aula e resumos de capítulos. As formatações mais recomendadas são Arial, Courier e Times New Roman (tamanho 12).

Power Point

Esqueça os cartazes de cartolina ou papel pardo. Com o Power Point é possível criar apresentações mais criativas e com destaque ao conteúdo. A versão do Office 365 permite adicionar sons e vídeos, além de imagens e textos.

Outlook

Mais do que uma caixa de mensagens, o Outlook é também agenda de contatos e calendário. Marque as datas de provas, entregas de trabalho e atividades extraclasses em um único lugar. Não esqueça de habilitar os alertas para não perder nenhum compromisso.

Skype

Reuniões de grupo, às vezes, esbarram no problema: distância. Com o Skype, alunos em diferentes lugares (em casa, no trabalho, na escola) podem discutir etapas de um trabalho ou até tirar dúvidas antes das provas.

OneDrive

Armazene em um só lugar textos, imagens e vídeos. Mais do que economizar espaço, o OneDrive evita a famosa frase “professor, esqueci o material em casa”. Basta garantir o acesso à internet que todas as informações salvas nos dispositivos são recuperadas.