Manifesto contra alterações no Atual Código Florestal Brasileiro.


MANIFESTO CONTRA AS ALTERAÇÕES NO ATUAL CÓDIGO FLORESTAL

Nós, conselheiros do Conselho Diretor da Associação Brasileira de Organizações não Governamentais (ABONG), trabalhando na defesa de seus princípios e na implementação de seus objetivos, reunidos em Conselho em 12/03/2011, vimos apresentar esta moção contrária às alterações que estão sendo propostas para o Código Florestal ora vigente (lei no 4.771/65), de relatoria do deputado Aldo Rebelo, da Comissão para Revisão do Código Florestal da Câmara dos Deputados, pelos fatos abaixo descritos:
1. A criação da figura da área rural consolidada, ponto que anistia todos os desmatamentos e ocupações irregulares acontecidos até 22 de julho de 2008, inclusive em áreas protegidas, além de premiar os infratores da lei como é hoje, não traz uma solução para as ocupações irregulares, principalmente aquelas mais vulneráveis às ocorrências climáticas. Ao contrário, condena as populações que ocupam estas áreas.
2. A redução de 30 para 15 metros da área de preservação mínima para rios com largura de até cinco metros; a alteração do parâmetro para definição de Área de Preservação Permanente (APP) de margem de rio, deixando de ser o nível mais alto e passando a ser o seu leito menor; e a exclusão das várzeas do conceito de APP permitirão novos desmatamentos em 90% dos rios brasileiros sem qualquer análise de impacto, além de dispensar de recuperação áreas que hoje deveriam ser reflorestadas. O resultado impacta diretamente na qualidade de vida da população brasileira, uma vez que poderá causar erosão de solo, carreamento de fertilizantes e agrotóxicos e sedimentos para os rios, deixando-os assoreados e com a água contaminada e poluída.
3. A mudança no conceito de pequena propriedade rural para imóveis com até quatro módulos fiscais, alterando a área do módulo fiscal, poderá estimular um processo de fragmentação e desmembramento das propriedades em todo o país, principalmente dos imóveis rurais que já desmataram mais do que a lei permite para que sejam atingidos por este dispositivo e, assim, dispensados da obrigatoriedade de recompor a vegetação nativa.
4. A isenção de Reserva Legal (RL) para imóveis com até quatro módulos fiscais em todo país, sem limite de número de propriedades por proprietários, alcança todas as propriedades com ou sem vegetação no percentual exigido, dispensando a averbação – ou seja, não há reconhecimento
formal e público das áreas com remanescentes -, o que poderá induzir a novos desmatamentos, que trazem prejuízos à biodiversidade e à água, portanto para toda a sociedade.
5. Ao desconsiderar quatro módulos fiscais da base de cálculo para definição da área de reserva legal nas médias e grandes propriedades, o relatório beneficia infratores ambientais, cria injustiça para com os que ainda não desmataram e estimula o desmatamento. Áreas vegetadas ainda existentes ficarão sem a proteção da reserva legal e, portanto, sem o controle mais restrito.
6. Ao permitir a compensação de reservas legais em outros estados ou por intermédio de pagamento a um fundo ambiental, o relatório propõe a quebra da lógica do código em vigor de existência de vegetação mínima por bacias hidrográficas e por estados, que garante o mínimo de proteção à biodiversidade e à água regional e localmente, além de quebrar a regra de que o dano ambiental deve ser integralmente reparado.
7. Ao estabelecer a competência para definir os critérios técnicos de recuperação da reserva legal aos órgãos do Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA) e ao regulamento, a proposta retira do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e da consulta e debate com a sociedade civil a formulação dessas normas.
8. A redução das APPs de reservatórios artificiais de 30 para 15 metros em áreas urbanas e de 100 para 30 metros em áreas rurais e a dispensa de RL nos reservatórios para produção de energia elétrica ou abastecimento público permitirá mais desmatamentos no entorno destes reservatórios, contribuindo para o seu assoreamento e a piora da qualidade e escassez de água para a população rural e urbana.
9. O cômputo das APPs no cálculo das reservas legais, independentemente do tamanho da propriedade, reduz a extensão de áreas que poderiam ser recuperadas. Associada à criação das áreas rurais consolidadas, praticamente inviabiliza qualquer recomposição de reserva legal, pois mais de 95% do desmatamento em todos os biomas aconteceu antes da data de 22 de julho de 2008.
10. Exclui vegetação situada em altitude superior a 1.800 metros do conceito de APP, sem haver análise técnica do impacto dessa medida, que retira a proteção de áreas importantes do ponto de vista da conservação da biodiversidade.
11. Ao criar a figura do licenciamento municipal de desmatamentos nos casos de licenciamento municipal de empreendimentos, torna o licenciamento mais vulnerável à corrupção e à pressão locais. A necessidade de autorização estadual do desmatamento é uma garantia contra abusos comumente realizados contra os remanescentes florestais.
12. Ao anistiar provisoriamente, por até cinco anos e meio, desmatamentos ilegais ocorridos em reserva legal até julho de 2008, e ao declarar moratória de desmatamento por cinco anos (exceto nos casos de solicitação de licença de desmatamento até a entrada em vigor da Lei), o
relatório permite que atividades ilegais em APPs, reservas legais e áreas de uso restrito continuem operando até que o poder público (estados e União) elabore, em até cinco anos contados da entrada em vigor da Lei, programas de regularização ambiental que regulamentem a forma como os produtores rurais se adequarão à legislação. Essa medida permite que mais de 40 milhões de hectares desmatados ilegalmente entre 1996 e 2008 somente no bioma Amazônia continuem sendo utilizados pelos infratores até que o poder público elabore seus programas de regularização ambiental. Até que haja a definitiva aprovação desta lei (que ainda deverá tramitar no Senado e receber sanção ou veto da Presidência), é possível que haja muita solicitação de desmatamento, o que anula completamente os efeitos desta moratória, que nasce completamente desacreditada pelo próprio produtor rural dado o conjunto de flexibilizações propostas exclusivamente para beneficiar aqueles que não cumprem a lei.

São Paulo, 19 de abril de 2011
Conselho Diretor
Associação Brasileira de Organizações não Governamentais (ABONG)

Projeto Logística Solidária lança edital


Fonte: http://www.bndes.gov.br

31/03/2011

• Trata-se de oportunidade para que cooperativas de catadores de todo o Brasil adquiram veículos para coleta, transporte e comercialização

Está disponível o edital do projeto Fortalecimento da Infraestrutura de Cooperativas de Catadores para Coleta, Transporte e Comercialização de Materiais Recicláveis – Logística Solidária Cataforte, que selecionará propostas de cooperativas de catadores sem fins lucrativos voltadas diretamente às atividades de coleta, transporte e comercialização de material reciclável.

São parceiros no projeto, o BNDES, a Fundação Banco do Brasil, a Petrobras e a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego. As ações selecionadas serão apoiadas pela Fundação Banco do Brasil, com recursos dos parceiros, por meio da celebração de convênio.

As propostas devem ser voltadas para aumento da capacidade produtiva ou para estruturação e fortalecimento da Cooperativa, mediante aquisição de veículos para coleta, transporte e comercialização. A seleção está aberta a cooperativas de catadores de material reciclável de todo o território nacional. Para ler o Edital, clique aqui ou copie e cole no browser o seguinte endereço: http://www.fbb.org.br/upload/biblioteca/documentos/1301499650687.pdf

Lixo Extraordinário


Arte produzida a partir do lixo vira documentário e concorre ao Oscar

Fonte: http://www.responsabilidadesocial.com

Divulgação
Lixo Extraordinário mostra obras de arte de Vik Muniz, feitas com material reciclável

 

A produção de obras de arte a partir da utilização de material reciclável foi transformada em documentário e está na lista dos cinco concorrentes ao Oscar. Trata-se de ‘Lixo Extraordinário’, filme que retrata a trajetória do lixo depositado no Jardim Gramacho, maior aterro sanitário da América Latina, localizado em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, até ser transformado em arte pelas mãos do artista plástico Vik Muniz.

O filme é uma coprodução entre Brasil e Reino Unido e teve início quando Muniz foi ao aterro conhecer melhor a realidade dos milhares de catadores que trabalham ali e, ainda, fazer uma proposta de trabalho a eles: produzir uma série de obras de arte com o lixo coletado no local.

Gravada ao longo de dois anos, a produção além de mostrar a realidade do local, conta com a participação dos catadores como personagens e ajudantes de Vik na produção das peças. Para se ter uma ideia, um dos trabalhos produzidos durante o projeto, que recebeu o nome de “Retratos do Lixo”, chegou a ser leiloado em Londres e toda a verba arrecadada com a venda foi destinada a uma cooperativa de lixo que os próprios catadores criaram dentro do aterro.

O paulista Vik Muniz é conhecido por produzir fotografias que reproduzem imagens artísticas usando materiais inusitados como açúcar, chocolate, lixo, diamantes, poeira e outros. Seu trabalho pôde ser visto recentemente na TV na abertura da novela “Passione”. Segundo ele, parece um sonho a indicação ao Oscar, anunciada no dia 25 de janeiro. A premiação da academia será no próximo dia 27, no Teatro Kodak, em Los Angeles, e será transmitida ao vivo para mais de 200 países.

Dirigido pela inglesa Lucy Walker e os brasileiros João Jardim e Karen Harley, o documentário disputa o Oscar da categoria com “Exit through the gift shop”, do artista plástico Banksy; “GasLand”, de Josh Fox; “Trabalho interno”, de Charles Ferguson; e “Restrepo”, de Tim Hetherington e Sebastian Junger. ‘Lixo Extraordinário’ é apontado como o mais forte. A produção já recebeu premiações importantes como prêmios de público nos festivais de Sundance e Berlim em 2010.

Em comunicado divulgado por sua assessoria de imprensa, Jardim comemorou a indicação afirmando que “a mistura do olhar estrangeiro com o olhar brasileiro deu força para o filme”. Para a codiretora Karen Harley, “a indicação ao Oscar dará mais visibilidade à causa dos catadores” e vem “na hora certa já que o aterro de Jardim Gramacho [retratado no filme] será fechado em 2012”.

Ficha Técnica
Título no Brasil
: Lixo Extraordinário
Título Original: Waste Land
Ano de Lançamento: 2010
Diretor: Karen Harley | João Jardim | Lucy Walker
Categoria: Documentário
Origem: Brasil | Reino Unido
Duração: 90 minutos.

Cynthia Ribeiro

Organização Xingú Vivo para Sempre – Usina Belo Monte


A história se repete.

Os governantes, a fim de interesses pessoais e de poucos, está promovendo o que podemos dizer de devastação e dilaceração de áreas e reservas importantíssimas na região do Amazonas sob o pretexto de levar energia e progresso para aquela região e todo o norte e nordeste do Brasil, além da capacidade de exportar para países vizinhos.

(Vídeo produzido pela Organização Xingú Vivo para Sempre)

Não é possível que, com tantos exemplos e acontecimentos pelo mundo de situações semelhantes que devastaram diversas e grandes áreas ambientais causando a destruição da vida e diversidade ecológica, continuam a cometer os mesmos erros. Não imaginam, ou fingem não ver uma realidade perturbadora para todos os habitantes do planeta, pois o complexo de rios do Amazonas e toda sua diversidade, representa hoje 1/5 do manancial de água doce de todo o mundo, ajudando na geração, manutenção e equilíbrio da vida necessária para todos.

(Vídeo produzido pela Organização Xingú Vivo para Sempre)

Os estragos causados por esta obra serão imensos, diversas espécies correm o risco de desaparecer, além de sérios problemas para todos os que vivem dos recursos daquela região. O governo, a pretexto de levar progresso e bem estar, está se esquecendo dos impactos negativos que provocará inicialmente em toda aquela região e obviamente a todas as nações do mundo, pois trata-se de uma das áreas de equilíbrio ambiental do planeta.

Existem pelo mundo, magníficos exemplos e modelos de geração de energia, sem destruir a natureza ou com impactos tão devastadores como este de Belo Monte.  O governo insiste nesta obra apesar dos protestos em diversas partes do país, estando atualmente tramitando nos tribunais e áreas judiciárias, diversos processos e liminares para conter o ímpeto ganancioso de uma parte da nação.

Por isso, cada um pode fazer sua parte, mesmo que mínima, para impedir um erro que vai afetar principalmente as nossas gerações futuras.  Quem viver verá!

Caso você tenha a intenção de colaborar com sua assinatura na petição (será explicado nos vídeos) clique aqui para ter acesso à página da petição

 

 

 

VOCÊ ACREDITA QUE PODE FAZER A DIFERENÇA?

PENSE NISSO!

Programa da SOS Mata Atlântica de educação ambiental abre inscrições para 2011


Fonte: SOS Mata Atlântica

20/01/2011

As escolas interessadas em participar do programa de educação ambiental “Mata Atlântica Vai à Escola” em 2011 já podem realizar sua pré-inscrição até o dia 07 de fevereiro.

Para fazer as pré-inscrições, basta preencher o cadastro disponível no site www.sosma.org.br/mave e aguardar o contato da SOS Mata Atlântica. As vagas são limitadas.

Sobre o programa

O programa Mata Atlântica Vai à Escola promove diversas atividades que visam sensibilizar, capacitar e mobilizar professores e alunos da rede de ensino pública e privada de São Paulo. Trata-se de um programa de formação para educadores, que propõe um novo olhar e novas ações para integrar a temática ambiental às várias disciplinas e projetos pedagógicos já existentes no planejamento escolar.

O objetivo é mostrar que fazer a diferença em prol das questões ambientais e da cidadania está ao alcance de todos, seja em pequenas atitudes do cotidiano, seja na transmissão de conhecimentos.

Para mais informações, escreva para educacao@sosma.org.br.


Cartilha ensina crianças a reciclar e preservar o meio ambiente


Cartilha ensina crianças a reciclar e preservar o meio ambiente

Fonte: http://educambientalsv.wordpress.com/2011/01/18/cartilha-ensina-criancas-a-reciclar/

Você sabe o que fazer com a lata de refrigerante vazia? Junto com uma caixa de suco, cartolina e cola é possível montar um trator para a criançada. Esta e outras dicas sobre reciclagem estão publicadas na cartilha Nós, as Embalagens e o Meio Ambiente, lançada pelo Instituto de Embalagens em parceria com o Ministério do Meio Ambiente.

Foram impressas 30 mil cartilhas. Elas serão distribuídas para escolas públicas e particulares do Brasil, para os professores trabalharem os temas da reciclagem e do consumo consciente com crianças de oito a 10 anos. O material também será vendido em lojas e no site do instituto. Salas Verdes também vão receber a publicação.

Com linguagem simples e didática, a cartilha mostrar às crianças a importância da reciclagem e do consumo consciente. Sofia e Pedro são os dois personagens que levam o leitor a uma viagem para descobrir como são feitas as embalagens, sua importância e sua relação com o meio ambiente. As crianças aprendem, também, como as embalagens podem ser reaproveitadas e recicladas.

A expectativa é que o livreto alcance 300 mil crianças. Ele foi impresso em material reciclável e reciclado, impermeável e de alta resistência. Assim, cada criança que tiver acesso à cartilha poderá repassá-la a outra pessoa.

Caderno de atividades – Junto com a cartilha vem um caderno de atividades. Nele, a criança brinca de caça-palavras, labirinto, ligue os pontos e de colorir, sempre com atividades relacionadas ao consumo consciente e à reciclagem. O caderno de atividades dá instruções para montar uma casinha, fazer um jogo de damas, um vaso de plantas e até um kit de escritório com materiais reciclados.

O projeto foi conduzido pelo Instituto de Embalagens, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e os colégios Pentágono, de São Paulo, e Ônis, de Santos, que deram apoio pedagógico e contribuíram para adequar a linguagem e as atividades à faixa etária de 8 a 10 anos.

Estado do Rio de Janeiro – Solidariedade


ATENÇÃO! Antes de ajudar, principalmente no envio de remessas de dinheiro, verifique antes se a ação está ativa ou é real. Entre em contato com as Instituições mencionadas e verifique.

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Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Cruz Vermelha montaram postos de doações. Confira telefones e endereços

Fonte: FMZ Brasil

As fortes chuvas que atingiram a região serrana do Rio de Janeiro fizeram com que as enchentes nas cidades de Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo configurassem o maior desastre natural em quase meio século no país. Para ajudar as vítimas dessa tragédia, diversos setores do estado e da sociedade civil já começaram a se organizar e a receber donativos.

Os desabrigados e desalojados precisam de água potável, roupas, cobertores, itens de higiene pessoal, como sabonetes e pasta de dente, e alimentos – de preferência não-perecíveis e prontos para o consumo. Supermercados, rodoviárias, shopping centers, postos da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Cruz Vermelha, e outros pontos de várias cidades do estado se tornaram locais para doação.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) receberá as doações que serão encaminhadas à Defesa Civil para serem distribuídas às vítimas das enchentes. O posto fica na avenida Marechal Câmara, 370, no centro do Rio de Janeiro, e funciona de segunda a sexta-feira, das 10 às 17 horas.

Teresópolis – A prefeitura da cidade de Teresópolis, uma das mais atingidas pelas águas, abriu uma conta exclusiva para receber doações em dinheiro de qualquer valor. A conta corrente foi denominada SOS Teresópolis – Donativos e está disponível no Banco do Brasil, agência 0741-2, conta corrente 110000-9. Ainda em Teresópolis, há um posto no Ginásio Pedrão, na rua Tenente Luiz Meirelles, 211, no centro da cidade. Telefones: (21) 2741-7025 / 2741-1970 / 2742-1994 / 2742-7625

Petrópolis – Em Petrópolis, outro município muito atingido na serra do Rio, foram montados outros três pontos para doação. A Igreja Wesleyana, no Vale do Cuiabá; Igreja de Santa Luzia, na Estrada das Arcas; e no centro de Petrópolis, na sede da Secretaria de Trabalho, Ação Social e Cidadania. Telefones: (24) 2249-4337 / 2249-4221 / 2249-4222 / 2222-2071 / 2246-8954

Nova Friburgo – Na cidade de Nova Friburgo foram montados três pontos para doações. Um no Centro de Assistência Social, no centro da cidade; outro no 6° Grupamento do Corpo de Bombeiros, localizado na Praça da Bandeira, 1.027, bairro Vila Nova; e o terceiro na Sociedade Esportiva Friburguense, na avenida Doutor Galdino do Valle Filho, 35, no centro.

Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal – Todos os batalhões da Polícia Militar do Rio de Janeiro e a Polícia Rodoviária Federal começaram a receber, nesta quinta-feira, as doações para ajuda às cidades devastadas pelas chuvas. Os postos da PFR recebem alimentos e produtos de higiene pessoal e dois deles vão funcionar 24 horas – na BR-116, na altura do pedágio Rio-Magé, e na BR-101, no trecho Casimiro de Abreu. Os outros dois postos, na Rio – Petrópolis e na Rodovia Presidente Dutra, funcionarão das 8h às 17h. Telefones: (21) 2333-2568 / 2333-2369

Corpo de Bombeiros – 106 quarteis do Corpo de Bombeiros instalados em diversos municípios do Rio de Janeiro estão recebendo doações. A Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil pede que sejam doados água, alimentos não-perecíveis, fósforos, velas, isqueiros, e produtos de higiene pessoal. Não são necessários roupas e calçados, pois esses itens já estão sendo recolhidos e enviados para as vítimas por outros órgãos e entidades sociais.

Cruz Vermelha – As doações precisam ser entregues na sede na entidade, localizada na Praça da Cruz Vermelha, 1.012, centro do Rio. As pessoas que estiverem interessadas em ajudar a fazer o transporte do material arrecadado até a região serrana, também podem oferecer esse tipo de ajuda. Doações também são aceitas através do depósito na conta da Cruz Vermelha no Banco Real: agência 0201, conta corrente: 1793928-5.

A Rodoviária Novo Rio também montou um posto no piso de embarque inferior, que funciona das 9h às 17h, para ajudar na arrecadação. Telefones: (21) 2224-1941

Supermercados – A rede de supermercado Pão de Açúcar também montou postos de arrecadação em todas as 100 lojas do grupo no estado do Rio de Janeiro, que incluem os supermercados Pão de Açúcar, Sendas, Extra, Assaí e ABC Compre Bem.

Viva Rio – A ONG Viva Rio iniciou uma campanha de arrecadação de roupas e mantimentos em todas as unidades das Lojas Americanas e nas estações do metrô de General Osório, Siqueira Campos, Botafogo, Carioca, Glória, Largo do Machado, Catete, Central do Brasil, Saens Peña, Nova América e Pavuna. Outra possibilidade é levar as doações para a sede na Rua do Russel, 76, Glória, ou fazer depósito bancário na conta do Viva Rio: Branco do Brasil, agência 1769-8, conta corrente 411396-9 e CNPJ: 00343941/0001-28. Telefones: (21) 2555-3750 e (21) 2555-3785.

Shopping centers – Shopping centers do Grande Rio receberão doações a partir desta quinta-feira.

Bangu Shopping – Rua Fonseca, 240 – Bangu. Tel.: 2430-5130.
Carioca Shopping – Av. Vicente de Carvalho, 909 – Vila da Penha. Tel.: 2430-5120.
Caxias Shopping – Rodovia Washington Luiz, 2895, Duque de Caxias. Tel: 2430-5110
Passeio Shopping – Rua Viúva Dantas 100 – Campo Grande. Tel.: 2414-0003.
Santa Cruz Shopping – Rua Felipe Cardoso 540 – Santa Cruz. Tel.: 2418-9400.
Shopping Grande Rio – Rodovia Presidente Dutra, 4.200 – São João de Meriti. Tel.: 2430-5111
Via Parque Shopping – Av. Ayrton Senna, 3.000 – Barra da Tijuca. Tel.: 2430-5100.
Shopping Leblon – Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon. Tel.: 2430-5122.

O Boulevard Shopping São Gonçalo, que faz parte de outra rede, também montou um posto de arrecadação, que funcionará no SAC, no 1o andar do estabelecimento.

Hemorio – Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti (Hemorio), localizado à rua Frei Caneca, 8, no centro do Rio, recebe doações de sangue. Pode doar quem tiver entre 18 e 65 anos, mais de 50 quilos e estiver bem de saúde. Basta levar um documento oficial de identidade com foto à sede do Hemorio, das 7h às 18h. Informações: 0800-282-0708

Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro – O órgão arrecada alimentos não-perecíveis, água mineral, material de higiene pessoal, colchonetes e cobertores, entre outros itens, conforme lista de prioridade sugerida pela Defesa Civil. Todo o material arrecadado será entregue na unidade do Corpo de Bombeiros da Praça da República, no centro do Rio de Janeiro. Os servidores também estão sendo informados da urgência nas doações de sangue para reforço dos estoques do Hemorio.

Sesc/Senac e Fecomércio – As unidades do Sesc Rio e Senac Rio e a sede do Sistema Fecomércio estão coletando água mineral, alimento não-perecível, roupas de cama e banho, material de limpeza e de higiene pessoal e colchões para as vítimas.

As unidades do Sesc receberão as doações de terça a domingo, das 9h às 17h.
Fecomércio-RJ – Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo, de segunda a sexta, das 9h às 18h
Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160
SescTijuca – Rua Barão de Mesquita, 539
Sesc Ramos – Rua Teixeira Franco, 38
Sesc Madureira – Rua Ewbanck da Câmara , 90
Sesc São Gonçalo – Avenida Presidente Kennedy, 755
Sesc Niterói – Rua Padre Anchieta, 56 – Centro
Sesc São João de Meriti – Avenida Automóvel Clube, 66 –
Sesc Nova Iguaçu – Rua Dom Adriano Hipólito, 10 – Moquetá
Sesc Teresópolis – Av. Delfim Moreira, 749 – Centro
Sesc Quitandinha (Petrópolis) – Avenida Joaquim Rolla, 2 – Quitandinha

As unidades do Senac Rio receberão as doações de segunda a sexta, das 9h às 19h e, aos sábados, das 9h às 12h.
Niterói – Rua Almirante Teffé, 680 – Centro
Copacabana – Rua Pompeu Loureiro, 45
Marapendi – Avenida das Américas, 3959 – Barra da Tijuca
Faculdade Senac Rio – Rua Santa Luzia, 735 – Centro
Botafogo – Rua Bambina, 107

Enviado por FMZ Brasil (11) 3251-2077

www . fmzbrasil.com. br

Movimento Nossa São Paulo lança “Plataforma Cidades Sustentáveis”


Fonte: http://www2.abong.org.br/

O Movimento Nossa São Paulo e a Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis (presente em cerca de 40 municípios do País), organizações apartidárias e inter-religiosas da sociedade civil, convidam para o lançamento “Plataforma Cidades Sustentáveis”, uma publicação que apresentará múltiplas práticas de sustentabilidade urbana em vigência em diversas cidades do mundo.

O objetivo é contribuir com o debate eleitoral e com os programas dos candidatos para as eleições deste ano, a fim de promover maior qualidade de vida nas regiões urbanas, onde vivem 85% dos brasileiros.

O evento de lançamento do material em versões impressa e eletrônica será realizado no dia 21 de julho, das 10h30 às 12h30, no Teatro Anchieta – Sesc Consolação – rua Dr. Vila Nova, 245, em São Paulo.

Na ocasião, será proposto aos candidatos ao Governo e ao Senado Federal pelo Estado de São Paulo presentes a assinatura de uma carta-compromisso para uma gestão pública fundada no desenvolvimento justo e sustentável nas cidades, baseado em experiências de sucesso já existentes em outras partes do planeta. Os candidatos poderão fazer uso da palavra por cerca de 10 minutos.

O evento ainda vai contar com a participação de Sérgio Abranches,  cientista político, pesquisador de Ecopolítica e comentarista da rádio CBN.  Abranches vai falar sobre o tema “O imperativo da sustentabilidade: nações, cidades e empresas sustentáveis”.

Entre as experiências abordadas na publicação haverá práticas sustentáveis em diversos temas, como energia e mobilidade. Um dos exemplos descritos é um programa de energia solar desenvolvido em uma cidade de 3 milhões de habitantes na China, que resultou em uma economia anual de 52.860 toneladas de C02.

Outros exemplos são os planos de mobilidade sustentável aplicados nas cidades das regiões de Lion (na França) e de Barcelona (na Espanha). As medidas implantadas nestas práticas se basearam na participação de diversos segmentos sociais, além dos governos locais, e  trouxeram expressiva melhora na eficiência e cobertura do transporte público, assim como a  ampliação do uso de veículos com energia limpa (bicicletas e bondes, por exemplo).

Por favor, confirme presença pelo e-mail zuleica@isps.org.br