Cidadãos processam governos por mudanças climáticas


Olá pessoal, compartilhando com vocês uma publicação do site http://www.dw.com, cujo assunto vejo como fundamental para que a população mundial passe a pressionar, cada vez mais, seus governantes, responsabilizando-os pela salvação ou destruição do planeta. Esta afirmação baseia-se em ações na justiça de jovens Europeus e Americanos contra seus respectivos governos, sobre a condição climática do planeta, e a responsabilidade de cada um desses governantes nesta situação. Entendo que exemplos como esse fazem a diferença, mesmo que não obtenham sucesso total, mas, com certeza, servirão para que governantes do mundo todo acendam o sinal de alerta, pois serão diretamente acusados por negligência nessa área.

Trazendo esses acontecimentos para uma decisão recente do atual presidente dos EUA, Donald Trump, que retira seu apoio ao Acordo de Paris (COP21), onde houve a decisão mundial de redução da emissão de gases poluentes, feitas também pelo seu antecessor Barack Obama, põe em risco esta possível estabilidade climática, visto que são o 2º maior poluidor do planeta, usando como desculpa e pretexto a pretensa redução de empregos em algumas áreas da economia.

Oxalá esses processos contra os governantes aconteçam cada vez mais em todas as partes do mundo e evolua, sempre para o melhor. Leia a seguir a íntegra da publicação:

Cidadãos processam governos por mudanças climáticas

Poucos sabem que é possível tomar medidas legais para combater o aquecimento global. Depois dos europeus, jovens americanos ganharam o direito de acionar seu governo por erros nas medidas climáticas.

Protesto contra mudanças climáticas nos EUA

Em 11 de novembro de 2016, um grupo de jovens americanos ganhou oficialmente o direito de processar seu governo por não tomar medidas para conter as mudanças climáticas. Os Estados Unidos são o segundo maior emissor de gases-estufa do mundo, depois da China.

Contando entre 9 e 20 anos de idade, os 21 protagonistas da iniciativa vêm de todas as partes dos EUA. Ao lado do cientista James Hansen, eles entraram com uma ação judicial devido às mudanças climáticas.

Na queixa, acusam o governo americano de violar o direito constitucional de gerações mais jovens à vida e à liberdade, por se recusar a tomar medidas contra o aquecimento global. Eles argumentam que Washington não está conseguindo proteger os recursos naturais de domínio público, como a água e o ar, vitais para a sobrevivência humana.

O veredicto de um tribunal distrital de Oregon ratificou o principal argumento dos autores, de que “o governo já sabe há mais de 50 anos que o dióxido de carbono produzido por combustíveis fósseis estava desestabilizando o sistema climático, podendo pôr em risco os demandantes, com os danos persistindo por milênios”. Ainda assim, prossegue o tribunal, Washington deixou agir, tornando-se responsável por parte dos danos causados pelas mudanças climáticas.

Geração mais afetada

Uma dos requerentes, a estudante Tia Hatton, de 19 anos, declarou à DW que a razão da queixa é que “o governo sabia sobre as mudanças climáticas e os efeitos da poluição de dióxido de carbono sobre o sistema climático estável, mas não tomou medidas”.

“Estamos muito preocupados com o nosso futuro, saúde e segurança, a partir dos impactos das mudanças climáticas que já estamos vendo, e que vão piorar com o correr do tempo.” Hatton diz acreditar que “seremos os mais afetados por isso”.

Todas as crianças e adolescentes do grupo de queixosos sofreram danos pessoais pelas mudanças climáticas. Alguns deles moram em fazendas abaladas pela estiagem, enquanto outros perderam suas casas devido a enchentes.

Outros, como Hatton, foram afetados pela falta de umidade causada por incêndios florestais, o que agravou seu problema de asma. “Nosso papel como queixosos é mostrar-lhes os danos pessoais que as mudanças climáticas estão causando. Nós representamos as crianças – não somente de nossa nação, mas do mundo todo.”

Líderes responsabilizados

O processo, que é considerado um marco histórico, tem sido alvo de forte oposição por grupos como a Associação Americana do Setor de Combustíveis e Petroquímica (AFPM), a maior do setor, que investe anualmente milhões de dólares em trabalho de lobby, para promover os interesses das companhias de petróleo, gás natural e carvão.

A Associação de Produtores dos Estados Unidos (NAM), o Instituto Americano do Petróleo e o governo dos EUA entraram com ações para que o processo fosse invalidado. No entanto todas foram rejeitadas, e a queixa foi considerada procedente pela juíza distrital Ann Aiken.

Em seu veredicto, ela ressaltou que ” a queixa pode ser inovadora, mas o fato não altera os padrões legais das ações de invalidade”. “Tribunais federais têm sido cautelosos demais e excessivamente complacentes no âmbito da lei ambiental, e o mundo sofre com isso.”

O caso vai agora oficialmente a julgamento, exatamente o que o grupo de jovens demandantes procurou alcançar. “Quando estamos na sala do tribunal, nos sentamos ao lado dos advogados do governo e dos combustíveis fósseis. E queremos que eles nos olhem nos olhos e reconheçam que temos o direito a um futuro saudável e estável”, explicou Hatton.

Jurisprudência europeia

Protestos também no Reino Unido por ocasião da Cúpula do Clima em Paris (COP21), em 2015.

Essa não é a primeira ação climática contra um governo. Em 2015, um tribunal holandês ordenou que a Holanda cortasse as emissões de gases-estufa em 25% em todo o país até o ano de 2020, depois que a organização Urgenda processou o governo em nome de 900 cidadãos.

“O Estado deve fazer mais para evitar o perigo iminente causado pelas mudanças climáticas, também em vista do seu dever de proteger e melhorar o ambiente de vida”, postulou o veredicto. Foi a primeira vez que cidadãos processaram com sucesso o próprio governo por causa das mudanças climáticas.

Isso lançou as bases para casos semelhantes em todo o mundo, inspirando o ativista belga Ignace Schops e um grupo de artistas, cineastas e músicos a fazer o mesmo, entrando com queixa contra o governo belga para que amplie suas medidas contra as mudanças climáticas, fazendo cortes mais profundos nas emissões de gases-estufa.

Por fim, os governos da Holanda e da Bélgica assinaram o Acordo de Paris, resultante da Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP21) em 2015, com o objetivo de manter o aquecimento global abaixo de 2°C em relação ao início da era industrial.

Faça você mesmo

No caso da Bélgica, o país precisaria reduzir em 40% as emissões de CO2 até 2020, em relação aos níveis de 1990, e em 90% até 2050. O ativista Schops tenta garantir que o governo cumpra a meta de 2020. Em sua opinião, um processo judicial é a forma perfeita para alcançar esse objetivo.

“Quando se observam as grandes mudanças no mundo, como a proibição de fumar e do amianto, elas começaram com a abertura de um processo”, declarou à DW. “Então, iniciamos uma ação judicial por amor ao planeta.” Uma audiência deverá ocorrer nos próximos meses.

Para quem quiser fazer o mesmo em seu país, Schops dá um roteiro em três fases:

  • Encontrar um grupo criativo de gente bem conhecida, capaz de aumentar a conscientização em relação à causa;
  • Iniciar uma petição para agregar apoio cidadão;
  • Lançar uma campanha de crowdfunding  (financiamento coletivo) para pagar as taxas legais.

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Chuveiro sustentável reutiliza 90% de água e 80% de energia


Olá pessoal!

Compartilhando com vocês um exemplo e modelo de sucesso em tempos atuais.

Espero que gostem!

chuveiro

Fonte: http://www.ciclovivo.com.br

Criado na Suécia, equipamento também filtra a água e garante banhos mais longos sem culpa na consciência.

Um chuveiro sustentável desenvolvido na Suécia é capaz de economizar 90% da água e 80% de eletricidade por métodos sustentáveis, além de filtrar a água fornecida para as residências por meio da rede de esgotos. Fora diminuir os gastos com as tarifas de água e de energia, o novo sistema permite que as pessoas tomem banhos mais longos sem causar sérios impactos no meio ambiente.

chuveiro 2

Batizado de OrbSys, o chuveiro foi inspirado em tecnologias utilizadas por cosmonautas, e, de acordo com seus criadores, ele é capaz de gerar, para as residências, uma economia superior a mil dólares nas tarifas de água e energia. No site da empresa, o internauta pode estimar a economia média oferecida pelo sistema de acordo com a cidade em que vive – no Brasil, estão disponíveis os cálculos para São Paulo, onde o OrbSys traria uma diferença média de cerca de três mil reais ao fim do ano, considerando que quatro banhos de dez minutos são tomados diariamente na residência.

Além de filtrar e bombear a mesma água durante o banho, o sistema armazena a maior parte do aquecimento em seu interior, provocando uma significativa economia de eletricidade. “Com o meu chuveiro, que está em constante reciclagem da água, você só usaria cerca de cinco litros de água por um banho de dez minutos. Em um banho regular, você iria usar 150 litros de água, 30 vezes mais. É muita economia”, enfatiza Merhdad Mahdjoubi, responsável pelo equipamento.

chuveiro 3

O chuveiro sustentável teve brilhante desempenho durante a fase de testes, em que se constatou que o sistema pode fornecer vazão de até 24 litros por minuto, os quais são reutilizados imediatamente no banho. Vale lembrar, também, que os modelos convencionais possuem vazão média de fluxo de água de 15 litros por minuto – o que faz os usuários do OrbSys tomarem uma ducha mais confortável e sem preocupações com o gasto excessivo do recurso.

chuveiro 4

O projeto foi apresentado pela primeira vez quando Mahdjoubi ainda estava cursando Desenho Industrial na Universidade de Lund, um dos mais influentes centros acadêmicos da Suécia. O inventor projetou o chuveiro em parceria com o Centro Espacial Johnson da NASA, que, na época, tinha por objetivo difundir novas tecnologias para expedições espaciais. Até agora, o chuveiro sustentável de alto desempenho não é comercializado.

Redação CicloVivo

Oi FUTURO ABRE INSCRIÇÕES PARA EDITAL DO PROGRAMA Oi NOVOS BRASIS 2012


 

  • Programa vai selecionar projetos socioambientais para receberem apoio técnico e financeiro.
  • Instituto de responsabilidade social da Oi amplia prazo de apoio de 15 para 24 meses; inscrições terminam dia 15 de setembro.

O Oi Futuro, instituto, de responsabilidade social da Oi, abre nesta quarta-feira (25) as inscrições para o edital do Programa Oi Novos Brasis. O programa, que chega à sua 9ª edição, seleciona projetos socioambientais que visem à sustentabilidade, em suas três dimensões: social, econômica e ambiental. As inscrições vão até as 17h do dia 15 de setembro.
A novidade desta edição é a ampliação de 15 para 24 meses do apoio técnico e financeiro oferecido aos projetos selecionados. “Buscamos viabilizar ideias inovadoras de todo o país para acelerar o desenvolvimento humano, notadamente aquelas que utilizem a educação e as tecnologias da informação e comunicação”, afirma José Augusto da Gama Figueira, presidente do Oi Futuro. “Nossa expectativa é que o aumento do prazo de apoio gere resultados ainda mais expressivos e perenes para a população beneficiada por esses projetos”, acrescenta.

Serão selecionados projetos voltados para o desenvolvimento de Tecnologias Sociais visando à melhoria da qualidade de vida, a diversidade e a inclusão social. Outra novidade é que a partir de 2012 o Oi Futuro passa a integrar seu programa de apoio a projetos de Meio Ambiente ao Programa Oi Novos Brasis. “Em nossa experiência, temos observado uma crescente  convergência entre ações sociais e ambientais, de forma que essa integração surgiu como uma
evolução natural do programa”, destaca José Augusto da Gama Figueira.

O edital é aberto a organizações sem fins lucrativos, regularmente constituídas e legalizadas há pelo menos 01 (um) ano, com projetos em fase de planejamento ou andamento nas seguintes áreas: Educação para a Sustentabilidade, Garantia de Direitos (em especial no âmbito da acessibilidade) e Geração de Trabalho e Renda (qualificação profissional e empreendedorismo).

As inscrições, gratuitas, poderão ser feitas pelo representante legal do proponente ou por seu procurador formalmente autorizado, somente pelo site http://www.oifuturo.org.br. A seleção para o edital do Programa Oi Novos Brasis 2012, serão considerados os seguintes critérios:

– Construção de novas realidades econômicas, sociais e ambientais, por meio de ações inovadoras, inclusivas e que valorizem a diversidade;
– Capacidade de mobilização de comunidades e segmentos sociais;
– Utilização de tecnologias sociais que promovam a inclusão social e a democratização do conhecimento;
– Potencial de reaplicação por organizações da sociedade e instituições do poder público;
– Valorização de parcerias com organizações que tenham um histórico de atuação no território ou no bioma de realização do projeto, de maneira a extrair e difundir aprendizagens;
– Utilização de tecnologias sociais que valorizem a educação e a gestão ambiental, entendendo-se tecnologias sociais como os produtos, as técnicas ou as metodologias capazes
de gerar resultados efetivos de transformação social nas comunidades por elas beneficiadas;
– Aplicação das tecnologias de informação e comunicação (TICs), definidas pelo edital como todos os meios que possibilitem digitalizar e transmitir informações à distância e que permitam o trabalho colaborativo em rede;
– Identificação clara dos problemas e necessidades a serem enfrentados pelo projeto na comunidade beneficiária.

Construindo Novos Brasis

O edital 2012 do Oi Novos Brasis, do Instituto Oi Futuro, traz um reforço na atuação do programa em Educação para Sustentabilidade e na Garantia de Direitos, com foco em acessibilidade, linhas que já vinham sendo trabalhadas, com êxito, em edições anteriores.
Na sua edição 2011, por exemplo, constavam, entre os selecionados, projetos significativos, como a Eco Rede – Rede Comunitária de Desenvolvimento Ambiental, do Grupo Alfazendo-Brasil, que se dedica à educação ambiental e geração de trabalho e renda a partir do  proveitamento de materiais recicláveis, na Cidade de Deus e no Complexo da Maré (RJ).
Também na lista de selecionados de 2011 figura o projeto “Um Olhar Para a Cidadania”, que recebeu o Prêmio Piauí de Inclusão Social 2011. Seu objetivo é preparar deficientes visuais para atuarem como locutores de rádio e contribuir para a disseminação de mensagens importantes para a cidadania de pessoas com deficiência.
O programa Oi Novos Brasis 2011 apoiou ainda o projeto “Convivência com a Realidade Semiárida – Socializando Saberes”, do Centro de Educação Popular e Formação Social (CEPFS), que há mais de 20 anos vem promovendo ações que fomentam o desenvolvimento rural  sustentável no médio sertão paraibano. O projeto tem como objetivo a construção de cisternas e a implantação de unidades de beneficiamento de frutas nativas em três cidades da Paraíba: Matureia, Teixeira e Mauá.

 

SERVIÇO:
Programa Oi Novos Brasis 2012
Inscrições: de 25 de julho às 17h de 15 de setembro
Exclusivamente pelo site: http://www.oifuturo.org.br
Mais informações:
Comunicação Corporativa – Oi
Leïlah Accioly
leilah.accioly@oi.net.br
Oi Móvel: (21) 8834-0055
Oi Fixo: (21) 3131-3082

 

E você, está atento? Vejam o vídeo!


Olá pessoal,

Recebi este vídeo e achei interessante compartilhar com vocês.

É impressionante a dispersão das pessoas a tudo que se passa ao redor delas!

Assistam o vídeo e tirem suas conclusões:

Um bom feriado a todos!

Escola paraense aponta soluções para comunidade reduzir o lixo


Fonte: http://envolverde.com.br

O projeto Consumo Consciente: Agir e Viver por um Mundo Melhor foi criado para mostrar como deve ser feito o manejo do lixo, não apenas na Escola Municipal de Ensino Fundamental Cândida Santos de Souza, mas também no bairro Distrito Industrial, onde a instituição está situada, em Ananindeua, Pará, na região metropolitana de Belém. Desenvolvido pela pedagoga Alcilene Costa de Magalhães, professora de informática educativa, o projeto busca soluções para diminuir o acúmulo de lixo na cidade.

O trabalho é feito por meio de campanhas educativas e oficinas de reciclagem para o manejo adequado dos detritos. “As campanhas e oficinas têm o objetivo de sensibilizar a comunidade para a importância de cuidar do lixo e dar a ele um local apropriado, além de praticar ações de consumo consciente, dizendo não ao desperdício”, explica Alcilene. Há 15 anos no magistério, a professora já trabalhou com alunos da educação infantil e do ensino fundamental em instituições de ensino particulares de Belém. Também foi coordenadora pedagógica da educação de jovens e adultos durante dez anos em escola da rede estadual.

A fim de mostrar à comunidade as boas iniciativas de combate à degradação do meio ambiente, os envolvidos no projeto executaram diferentes atividades. Uma delas, o manejo do lixo no bairro, sob o lema Diga Não ao Desperdício. Outra, a proposta Vamos Cuidar do Nosso Lixo, de prevenção contra os resíduos jogados no chão. Foi feito ainda um apelo por mudanças de comportamento entre as pessoas.

De acordo com Alcilene, nas ações de combate ao acúmulo do lixo na comunidade, os estudantes chamaram a atenção do público para a preservação do meio ambiente. Eles destacaram a importância de conservar a escola como patrimônio público e o lugar no qual vivem. “Com esse trabalho de informação e sensibilização na comunidade, executamos as propostas de cuidar do meio ambiente”, afirma. “E, cuidando do meio ambiente, estamos cuidando de nós mesmos.”

Cidadania – O projeto abrangeu iniciativas de cidadania voltadas para a informação e a sensibilização da comunidade escolar, executadas no decorrer do ano letivo. No primeiro semestre, foram realizadas ações interdisciplinares para discutir o tema lixo no bairro. Entre elas, reuniões, sessões de vídeo e passeios para visualização dos problemas ocasionados pelo acúmulo de lixo. Professores e alunos executaram tarefas de diversas disciplinas – português, história, geografia, inglês, ciências e educação física. Os alunos de quinta a oitava séries do ensino fundamental visitaram a comunidade em torno da escola e conversaram com os moradores para explicar o problema e indicar formas de melhorar o manejo do lixo no bairro.

No segundo semestre, foram realizadas ações de combate ao acúmulo de detritos. “Os alunos da sexta e da sétima séries informaram à comunidade sobre os prejuízos causados pelo lixo em nossa vida e como podemos colaborar para que todos vivam em paz com o manejo e a coleta seletiva”, ressalta Alcilene.

O projeto é executado desde 2009. A cada ano, ganha novas ações. Segundo Alcilene, ele se fortaleceu em 2011. “Na ação Plante uma Árvore, realizada no fim deste ano, conseguimos 250 mudas de plantas ornamentais e frutíferas”, destaca. Na gincana ambiental, promovida em setembro, foram recolhidas cinco mil garrafas plásticas. “A coleta ultrapassou nossa expectativa.”

Na visão da professora, trabalhar com projetos ajuda na evolução do aluno e a alcançar as metas. “Educamos para a cidadania e para a prática do consumo consciente”, diz. “Os resultados estão sendo gratificantes.”

* Publicado originalmente no site do Ministério da Educação.

Embrapa lança edital para empreendedores de tecnologia de alimentos


Seis tecnologias, desenvolvidas pela Embrapa Agroindústria de Alimentos, estão sendo ofertadas ao mercado no edital do projeto Incubação de Agroindústrias. O objetivo do edital é incentivar o desenvolvimento de empresas agroindustriais de alimentos a partir de tecnologias desenvolvidas pela unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) sediada no Rio de Janeiro.

O projeto Incubação de Agroindústrias conta com a parceria da Incubadora de Empresas de Base Tecnológicada Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), a Ineagro. As inscrições vão até o dia 15 de janeiro de 2012.


De acordo com o líder do projeto e pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos, Marcos Maia, o que se quer é “transformar uma
 tecnologia da Embrapa em negócio”. “Por meio da incubadora, a agroindústria nascente na área de alimentos vai receber o apoio necessário para desenvolver essa tecnologia como negócio”, observou.

Segundo ele, o processo, nesse caso, difere de outros editais porque “a ideia e a tecnologia estão com a Embrapa, não estão na cabeça do empreendedor. Por isso, o empreendedor tem, primeiro, que conhecer as tecnologias, entender as questões técnicas e tecnológicasda pesquisa, antes de elaborar um plano de negócio para entrar no edital de incubação”.

Após o encerramento das inscrições, a Embrapa e a Ineagro farão a primeira seleção dos empreendedores interessados em participar do edital. Os escolhidos entrarão, então, na etapa do processo denominada pré-incubação, que se estenderá por até quatro meses. Nesse período, as empresas nascentes conhecerão as tecnologias desenvolvidas pela Embrapa Agroindústria de Alimentos e receberão treinamento para que possam elaborar seus planos de negócios. 

“Se ele [o empreendedor] apresenta um bom plano de negócio, ele é incubado”, explica Maia. O período de incubação na Ineagro é de até dois anos. “Depois, dependendo do estágio em que ele está, é graduado e pode partir para a industrialização e comercialização do alimento”. O edital está aberto a empresas nascentes e também a micro empresas já constituídas, de todo o Brasil, que queiram desenvolver uma outra vertente de negócios.

As tecnologias desenvolvidas pela Empresa Agroindústria de Alimentos tratam do aproveitamento de carne de tilápia para a produção industrial de conservas e patês; processo de obtenção de palmito pupunha em conserva acidificada; aplicação de revestimento comestível para aumento da vida de prateleira in natura de palmito e de coco, preservando a característica de frescor;  processo de formulação de bebida do tipo repositor energético aplicado em suco de frutas; processo de formulação em pó para bebida a partir de café solúvel, extrato solúvel de soja e açúcar; aproveitamento da carne de rã para conservas e patês.

Fonte: Jornal do Brasil – Alana Gandra

Programa Ecomudança 2011 Itaú – Recursos Financeiros