Como a MSF vacinou 25 mil meninas pré-adolescentes contra câncer cervical nas Filipinas


Olá pessoal!

Não me canso de admirar o trabalho realizado pelo pessoal da Organização MÉDICOS SEM FRONTEIRAS. Incansáveis e perseverantes…é como gosto de defini-los. Não desistem da luta para resolver ou minimizar situações críticas em todo o mundo.

Hoje vou compartilhar com vocês um artigo sobre uma das campanhas realizadas pelo mundo, desta vez em Manila, capital da Filipinas, e como realizaram uma vacinação em um dos locais mais precários de lá.

Vejam a seguir o artigo elaborado pela equipe de comunicação do MSF:

Mais de 300 mil pessoas vivem abarrotadas das favelas de Tondo, coladas às docas do porto de Manila, a capital das Filipinas. Tondo tem um número insignificante de médicos – apenas um para cada 36 mil habitantes.

Nesses distritos pobres, Médicos Sem Fronteiras (MSF) lançou uma campanha em larga escala para vacinar 25 mil jovens contra o papiloma vírus humano (HPV), uma das principais causas de câncer cervical – também conhecido como câncer de colo do útero.

NO LABIRINTO DE AROMA E HAPPYLAND

Todos os dias, 12 mulheres nas Filipinas morrem de câncer cervical. Em 2015, o governo intensificou seus esforços para combater a doença, dando prioridade às regiões mais pobres do país. Manila, também a capital financeira, não é uma delas. E enquanto apenas alguns quilômetros separam o opulento centro financeiro da cidade dos bairros de Tondo, a diferença entre ricos e pobres é imensa.

Com o apoio da Manila City Health e em parceria com a organização local Likhaan, MSF lançou uma primeira rodada de vacinas em fevereiro de 2017. Mais de 25 mil jovens de 9 a 13 anos receberam a primeira dose de uma vacina que, para ser eficaz, requer uma segunda dose seis meses depois.

As favelas de Tondo podem parecer um labirinto e muitos de seus moradores levam vidas imprevisíveis. É comum que as pessoas se mudem de repente, dependendo de suas condições de vida e oportunidades econômicas.

Manila é uma das cidades mais densamente povoadas do mundo, com mais de 70 mil habitantes por quilômetro quadrado. E, embora os nomes das favelas possam parecer pitorescos, elas refletem as condições desafiadoras dos moradores. Uma é chamada de “Happyland”, um jogo de palavras com o termo “hapilan”, que significa ‘lugar de despejo’ em uma língua local. Outro, “Aroma”, evoca os cheiros fortes que vêm das montanhas de lixo que circundam as favelas.

A maioria das residências – e seus habitantes – não possuem um endereço oficial. Armazéns vultosos e em desuso tornaram-se abrigos improvisados, cada um acomodando até centenas de famílias. Nesse caos, procurar um total de 25 mil jovens no início do ano foi um desafio. Encontrá-las novamente apenas seis meses depois, ainda mais.

A relativa falta de acesso à educação sobre saúde em Tondo poderia ter prejudicado a compreensão sobre a importância crucial da segunda dose. Além disso, não era possível marcar consultas com seis meses de antecedência para essas jovens, cujas famílias geralmente vivem uma existência imediatista em condições de privação.

Foi aí que o conhecimento da Likhaan sobre as favelas revelou-se vital.

Conhecidas como mobilizadoras comunitárias, as assistentes sociais locais cobriram quilômetros de ruas, de porta em porta, para fazer o acompanhamento de tantas garotas quanto fosse possível.

Elas também organizaram uma campanha de mensagens de texto visando os 10 mil números de telefone registrados durante a primeira rodada de vacinas, para enviar lembretes sobre a segunda dose.

Finalmente, elas realizaram sessões de educação comunitária nas favelas para lembrar as pessoas da importância dessa vacinação, além de suas sessões habituais sobre saúde reprodutiva e planejamento familiar.

DERROTANDO O CÂNCER CERVICAL

A Organização Mundial de Saúde recomenda a vacinação de meninas menores de 15 anos para reduzir o número de mulheres que desenvolvem câncer cervical à medida que envelhecem. Em 2011, o governo filipino integrou a vacinação contra o HPV no programa nacional e depois o estendeu em 2015, mas as mulheres mais velhas para as quais a vacina não existia quando eram adolescentes são muito mais propensas a contrair a doença.

MSF e Likhaan também criaram programas de triagem e tratamento. Suas equipes fornecem informações sobre o câncer cervical e oferecem consultas e tratamento gratuito em sua clínica de Tondo, bem como numa clínica móvel: uma van que atravessa os bairros mais pobres de Manila para chegar a um maior número de mulheres.

A triagem de rotina leva apenas três minutos. As mulheres com células pré-cancerígenas são imediatamente tratadas com crioterapia, enquanto as pessoas suspeitas de estarem em estágio mais avançado da doença são encaminhadas para o hospital para diagnóstico. A equipe apoia essas mulheres em todas as etapas do processo.

Mais de 1.200 mulheres passaram pela triagem entre janeiro e setembro de 2017.

Após semanas de trabalho árduo, as equipes alcançaram um resultado que superou as expectativas: quase 90% das meninas receberam a segunda injeção. Nesse tipo de campanha – onde os pacientes devem ir a um centro de saúde por conta própria – os organizadores geralmente conseguem mobilizar novamente entre 60% e 70% daqueles que receberam a primeira dose.

MOBILIZAR COMUNIDADES

Com a Likhaan, MSF realizou uma campanha de informação em larga escala. Likhaan apoia a saúde das mulheres e o planejamento familiar nas Filipinas há mais de 20 anos. O objetivo da campanha era mobilizar famílias e encorajar as jovens a retornar para a segunda dose da vacina.

FOOTNOTES: Direitos autorais: Hannah Reyes Morales

Manila, Filipinas


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ONU Brasil lança campanha pelo fim da violência contra a juventude negra


Bom dia pessoal!

Sempre é muito bom observar movimentos na sociedade e Instituições no sentido de reduzir a desigualdade, discriminação, preconceitos, etc. A ONU Brasil lançou uma campanha contra a violência direcionada à juventude negra e traça parâmetros importantes para a transformação de fatos tristes que ainda acontecem em determinadas camadas da sociedade.

Compartilho com vocês hoje um artigo da ONU Brasil que trata deste assunto:

A Organização das Nações Unidas no Brasil lança, no próximo dia 7 de novembro, a campanha “Vidas Negras”, pelo fim da violência contra jovens negros.

A iniciativa, ligada à Década Internacional de Afrodescendentes, envolve os 26 organismos da equipe de país da ONU. O objetivo é sensibilizar sociedade, gestores públicos, sistema de Justiça, setor privado e movimentos sociais a respeito da importância de políticas de prevenção e enfrentamento da discriminação racial.

A Organização das Nações Unidas no Brasil lançou em 7 de novembro, a campanha “Vidas Negras”, pelo fim da violência contra jovens negros.

A iniciativa, ligada à Década Internacional de Afrodescendentes, envolve os 26 organismos da equipe de país da ONU. O objetivo é sensibilizar sociedade, gestores públicos, sistema de Justiça, setor privado e movimentos sociais a respeito da importância de políticas de prevenção e enfrentamento da discriminação racial.

Para a ONU, o racismo é uma das principais causas históricas da situação de violência e letalidade a que a população negra está submetida. Atualmente, um homem negro tem até 12 vezes mais chance de ser vítima de homicídio no Brasil que um não negro, segundo o Mapa da Violência.

O lançamento, com divulgação de vídeos e materiais de campanha, teve início às 15h30, na Casa da ONU, em Brasília (DF), e contou com a presença do coordenador residente das Nações Unidas, Niky Fabiancic; de representantes do governo e da sociedade civil que atuam no tema; e do ator Érico Brás — apoiador da campanha “Vidas Negras” e participante dos vídeos e peças.

No Brasil, sete em cada dez pessoas assassinadas são negras. Na faixa etária de 15 a 29 anos, são cinco vidas perdidas para a violência a cada duas horas. De 2005 a 2015, enquanto a taxa de homicídios por 100 mil habitantes teve queda de 12% entre os não negros, para os negros houve aumento de 18%.

“O Brasil é um dos 193 países comprometidos com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Um dos principais compromissos dessa nova agenda é não deixar ninguém para trás em relação às metas de desenvolvimento sustentável, incluindo jovens negros. Com a campanha Vidas Negras, a ONU convida brasileiras e brasileiros a se engajarem e promoverem ações que garantam o futuro de jovens negros”, comenta o coordenador residente da ONU, Niky Fabiancic.

Segundo pesquisa realizada pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e pelo Senado Federal, 56% da população brasileira concorda com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte de um jovem branco”. O dado revela o grau de indiferença com que os brasileiros têm encarado um problema que deveria ser de todos.

A campanha quer chamar atenção para o fato de que cada perda é um prejuízo para o conjunto da sociedade. Além disso, deseja alertar sobre como o racismo tem restringido a cidadania de pessoas negras de diferentes formas.

Peças e números

Segundo dados recentemente divulgados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), de cada 1 mil adolescentes brasileiros, quatro vão ser assassinados antes de completar 19 anos. Se nada for feito, serão 43 mil brasileiros entre os 12 e os 18 anos mortos de 2015 a 2021, três vezes mais negros do que brancos.

Entre os jovens, de 15 a 29, nos próximos 23 minutos, uma vida negra será perdida e um futuro cancelado, segundo o Mapa da Violência. A campanha defende que esta morte precisa ser evitada e, para isso, é necessário que Estado e sociedade se comprometam com o fim do racismo — elemento-chave na definição do perfil das vítimas da violência.

As peças da campanha abordam diferentes facetas da questão, que vão da discriminação como obstáculo à cidadania plena; passam pelo tratamento desigual de pessoas negras em espaços públicos; e pelo vazio deixado pelos jovens assassinados nas famílias e comunidades; chegando até o problema da filtragem racial (escolha de suspeitos pela polícia, com base exclusivamente na cor da pele).

Participam dos vídeos e demais materiais, além de Érico Brás, Taís Araújo, Kenia Maria, Elisa Lucinda e o Dream Team do Passinho.

A campanha, principal ação do Sistema ONU Brasil no mês da Consciência Negra, não para por aí. Ela seguirá estimulando o debate sobre a necessidade urgente de medidas voltadas para superação do racismo nos diferentes segmentos da sociedade.

Para atendimento à imprensa, por favor, entre em contato com:
Thiago Ansel – Consultor de Comunicação da Campanha Vidas Negras
ansel@unfpa.org | (61) 3038-9253 | (21) 99545-5647


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Cidadãos processam governos por mudanças climáticas


Olá pessoal, compartilhando com vocês uma publicação do site http://www.dw.com, cujo assunto vejo como fundamental para que a população mundial passe a pressionar, cada vez mais, seus governantes, responsabilizando-os pela salvação ou destruição do planeta. Esta afirmação baseia-se em ações na justiça de jovens Europeus e Americanos contra seus respectivos governos, sobre a condição climática do planeta, e a responsabilidade de cada um desses governantes nesta situação. Entendo que exemplos como esse fazem a diferença, mesmo que não obtenham sucesso total, mas, com certeza, servirão para que governantes do mundo todo acendam o sinal de alerta, pois serão diretamente acusados por negligência nessa área.

Trazendo esses acontecimentos para uma decisão recente do atual presidente dos EUA, Donald Trump, que retira seu apoio ao Acordo de Paris (COP21), onde houve a decisão mundial de redução da emissão de gases poluentes, feitas também pelo seu antecessor Barack Obama, põe em risco esta possível estabilidade climática, visto que são o 2º maior poluidor do planeta, usando como desculpa e pretexto a pretensa redução de empregos em algumas áreas da economia.

Oxalá esses processos contra os governantes aconteçam cada vez mais em todas as partes do mundo e evolua, sempre para o melhor. Leia a seguir a íntegra da publicação:

Cidadãos processam governos por mudanças climáticas

Poucos sabem que é possível tomar medidas legais para combater o aquecimento global. Depois dos europeus, jovens americanos ganharam o direito de acionar seu governo por erros nas medidas climáticas.

Protesto contra mudanças climáticas nos EUA

Em 11 de novembro de 2016, um grupo de jovens americanos ganhou oficialmente o direito de processar seu governo por não tomar medidas para conter as mudanças climáticas. Os Estados Unidos são o segundo maior emissor de gases-estufa do mundo, depois da China.

Contando entre 9 e 20 anos de idade, os 21 protagonistas da iniciativa vêm de todas as partes dos EUA. Ao lado do cientista James Hansen, eles entraram com uma ação judicial devido às mudanças climáticas.

Na queixa, acusam o governo americano de violar o direito constitucional de gerações mais jovens à vida e à liberdade, por se recusar a tomar medidas contra o aquecimento global. Eles argumentam que Washington não está conseguindo proteger os recursos naturais de domínio público, como a água e o ar, vitais para a sobrevivência humana.

O veredicto de um tribunal distrital de Oregon ratificou o principal argumento dos autores, de que “o governo já sabe há mais de 50 anos que o dióxido de carbono produzido por combustíveis fósseis estava desestabilizando o sistema climático, podendo pôr em risco os demandantes, com os danos persistindo por milênios”. Ainda assim, prossegue o tribunal, Washington deixou agir, tornando-se responsável por parte dos danos causados pelas mudanças climáticas.

Geração mais afetada

Uma dos requerentes, a estudante Tia Hatton, de 19 anos, declarou à DW que a razão da queixa é que “o governo sabia sobre as mudanças climáticas e os efeitos da poluição de dióxido de carbono sobre o sistema climático estável, mas não tomou medidas”.

“Estamos muito preocupados com o nosso futuro, saúde e segurança, a partir dos impactos das mudanças climáticas que já estamos vendo, e que vão piorar com o correr do tempo.” Hatton diz acreditar que “seremos os mais afetados por isso”.

Todas as crianças e adolescentes do grupo de queixosos sofreram danos pessoais pelas mudanças climáticas. Alguns deles moram em fazendas abaladas pela estiagem, enquanto outros perderam suas casas devido a enchentes.

Outros, como Hatton, foram afetados pela falta de umidade causada por incêndios florestais, o que agravou seu problema de asma. “Nosso papel como queixosos é mostrar-lhes os danos pessoais que as mudanças climáticas estão causando. Nós representamos as crianças – não somente de nossa nação, mas do mundo todo.”

Líderes responsabilizados

O processo, que é considerado um marco histórico, tem sido alvo de forte oposição por grupos como a Associação Americana do Setor de Combustíveis e Petroquímica (AFPM), a maior do setor, que investe anualmente milhões de dólares em trabalho de lobby, para promover os interesses das companhias de petróleo, gás natural e carvão.

A Associação de Produtores dos Estados Unidos (NAM), o Instituto Americano do Petróleo e o governo dos EUA entraram com ações para que o processo fosse invalidado. No entanto todas foram rejeitadas, e a queixa foi considerada procedente pela juíza distrital Ann Aiken.

Em seu veredicto, ela ressaltou que ” a queixa pode ser inovadora, mas o fato não altera os padrões legais das ações de invalidade”. “Tribunais federais têm sido cautelosos demais e excessivamente complacentes no âmbito da lei ambiental, e o mundo sofre com isso.”

O caso vai agora oficialmente a julgamento, exatamente o que o grupo de jovens demandantes procurou alcançar. “Quando estamos na sala do tribunal, nos sentamos ao lado dos advogados do governo e dos combustíveis fósseis. E queremos que eles nos olhem nos olhos e reconheçam que temos o direito a um futuro saudável e estável”, explicou Hatton.

Jurisprudência europeia

Protestos também no Reino Unido por ocasião da Cúpula do Clima em Paris (COP21), em 2015.

Essa não é a primeira ação climática contra um governo. Em 2015, um tribunal holandês ordenou que a Holanda cortasse as emissões de gases-estufa em 25% em todo o país até o ano de 2020, depois que a organização Urgenda processou o governo em nome de 900 cidadãos.

“O Estado deve fazer mais para evitar o perigo iminente causado pelas mudanças climáticas, também em vista do seu dever de proteger e melhorar o ambiente de vida”, postulou o veredicto. Foi a primeira vez que cidadãos processaram com sucesso o próprio governo por causa das mudanças climáticas.

Isso lançou as bases para casos semelhantes em todo o mundo, inspirando o ativista belga Ignace Schops e um grupo de artistas, cineastas e músicos a fazer o mesmo, entrando com queixa contra o governo belga para que amplie suas medidas contra as mudanças climáticas, fazendo cortes mais profundos nas emissões de gases-estufa.

Por fim, os governos da Holanda e da Bélgica assinaram o Acordo de Paris, resultante da Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP21) em 2015, com o objetivo de manter o aquecimento global abaixo de 2°C em relação ao início da era industrial.

Faça você mesmo

No caso da Bélgica, o país precisaria reduzir em 40% as emissões de CO2 até 2020, em relação aos níveis de 1990, e em 90% até 2050. O ativista Schops tenta garantir que o governo cumpra a meta de 2020. Em sua opinião, um processo judicial é a forma perfeita para alcançar esse objetivo.

“Quando se observam as grandes mudanças no mundo, como a proibição de fumar e do amianto, elas começaram com a abertura de um processo”, declarou à DW. “Então, iniciamos uma ação judicial por amor ao planeta.” Uma audiência deverá ocorrer nos próximos meses.

Para quem quiser fazer o mesmo em seu país, Schops dá um roteiro em três fases:

  • Encontrar um grupo criativo de gente bem conhecida, capaz de aumentar a conscientização em relação à causa;
  • Iniciar uma petição para agregar apoio cidadão;
  • Lançar uma campanha de crowdfunding  (financiamento coletivo) para pagar as taxas legais.

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Agência da ONU e parceiros selecionam projetos para melhorar sistema prisional no Brasil


Olá pessoal, compartilhando informações com vocês!

Fonte: http://www.filantropia.ong

O Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça e Cidadania (DEPEN) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) abriram seleção pública para projetos de pesquisa que tenham como objetivo fortalecer a gestão do sistema prisional no Brasil.

O projeto, intitulado “Cartas do Cárcere”, formalizará os conteúdos recebidos pela ouvidoria, como denúncias, reclamações, solicitações, sugestões e elogios de pessoas presas ou interessadas no tema. Essa é uma oportunidade de analisar o problema pela visão de quem o vive e dar visibilidade às dificuldades da gestão prisional e ampliar o conhecimento sobre o tema.Serão consideradas instituições de ensino superior, públicas ou privadas, centros de pesquisa, fundações e institutos que comprovadamente atuam ou realizam pesquisas relativas à área temática proposta.

O prazo para entrega da pesquisa é 13 de abril, e ela deve ser enviada em anexo para os e-mails  ouvidoria.depen@mj.gov.br e prodocdepen@mj.gov.br.

Para mais informações e acesso ao Edital: http://bit.ly/2nZD07r.

Fonte: ONU


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Reforma da Previdência: diga não ao corte do BPC


Olá pessoal!

Passando hoje para compartilhar com vocês uma importante ação que está sendo feita para que pessoas com deficiência e idosos, sem condições de trabalhar e cuja renda familiar é de, no máximo, 1/4 do salário mínimo. A nova reforma que está sendo discutida no congresso propõe excluir este benefício, tão importante para pessoas que estejam na situação mencionada, e torna-se importante para uma vida mais digna. Acompanhe a seguir algumas ações que estão sendo empreendidas pela excelente deputada federal Mara Gabrilli, cuja luta pela melhoria de condições de pessoas com deficiência é feita com muito amor e determinação.

A Alavanca Social e Instituto Sabedoria são contra o corte do BPC.

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Fonte: http://maragabrilli.com.br/

Confira o posicionamento da deputada Mara Gabrilli sobre o corte do Benefício de Prestação Continuada proposto na Reforma da Previdência.“O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é o mínimo existencial que uma pessoa com deficiência pode ter. E você não pode subtrair o mínimo existencial de uma pessoa. Além de desumano, é inconstitucional.

A causa da pessoa com deficiência é o retrato do acúmulo de uma exclusão que aconteceu por muitas décadas. Portanto, não podemos permitir que a Reforma da Previdência retroceda nesse direito, desvinculando o benefício ao salário mínimo e aumentando a idade de beneficiários de 65 para 70 anos.

bpc

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é um direito já garantido por lei há décadas e é direcionado às pessoas com deficiência e idosas que vivem à margem do básico. Trata-se de um salário mínimo pago àqueles que não possuem meios de prover sua subsistência. O  Governo não pode cogitar a ideia de retroceder qualquer direito que, arduamente, trabalhamos para conquistar. O texto que veio do Executivo não deveria sequer ter sido apresentado com esta redação à Câmara dos Deputados.

Para manter o benefício, apresentei uma emenda, junto aos deputados Eduardo Barbosa, Otávio Leite, Carmen Zanotto e Leandre, para apresentar a primeira emenda à PEC de reforma da Previdência. Ela mantém a idade mínima de 65 anos para o idoso, vinculada ao salário mínimo.

Desvincular o salário mínimo à concessão do BPC é uma medida injusta, além de ameaçar a dignidade do brasileiro com deficiência e do idoso, desconstruindo, inclusive, direitos estabelecidos pelo Estatuto do Idoso.

As pessoas com deficiência no Brasil, em sua grande maioria, vivem em condições de extrema pobreza e essa realidade precisa ser revertida imediatamente”.

Assista o vídeo da Mara pressionando na comissão que está elaborando a nova reforma da Previdência:

Sem retrocessos.
#NãoaoCortedoBPC

 

 

Procurando oportunidades de trabalho


Job opportunities

Olá pessoal! Bom dia!

O Brasil passa atualmente por uma grande crise institucional, que está levando a todas as camadas da sociedade a se retraírem e perderem a confiança no amanhã, ocasionando um grande número de pessoas sem emprego e a condição suprema de obterem os recursos necessários para suas famílias. No entanto, apesar destes desafios, sempre é bom direcionar nossos esforços na busca de algo maior, sendo os principais ingredientes a confiança, fé, perseverança, trabalho e a crença de que amanhã estará muito melhor.

Pensando nisso, surgem diariamente pessoas e empresas que procuram encontrar soluções para minimizar este impacto social e através de ferramentas e informação, permite que possam ser encontradas OPORTUNIDADES para que elas se reafirmem e consigam prosseguir sua jornada.

Dentro desta linha, a ALAVANCA SOCIAL, através da área INSTITUTO SABEDORIA, pesquisa semanalmente opções para que as pessoas possam procurar e encontrar  vagas de trabalho e consequentemente o emprego que trará mais tranquilidade familiar em todos os níveis.

Para terem acesso a estas informações, visite nossa página OPORTUNIDADES, onde encontrarão links de empresas, ONGs, Agências, sites especializados e formas de busca de vagas de trabalho, seja no Terceiro Setor, como em outras áreas também. Ainda são poucas, mas gradativamente vamos disponibilizar novas opções.

Caso vocês conheçam sites ou áreas na internet que ofereçam esta condição, favor nos enviar para inclusão nesta página.

A todos um excelente dia e que possam encontrar a OPORTUNIDADE que desejam.

 

EMPRESÁRIO DE GOIÂNIA CRIA GELADEIRA SOLIDÁRIA PARA MORADORES DE RUA


Olá pessoal, bom dia!

Estamos em junho de 2016, o país  passa por uma crise político/institucional/econômica que está trazendo muitas dificuldades e desafios para aqueles que labutam diariamente para transformar seu contexto em algo melhor e, consequentemente, de todos aos seu redor. Nos meios de comunicação atuais, as únicas notícias são corrupção, impunidade, crimes, estupro, morte, esperteza, levar vantagem, etc., gerando uma energia negativa que afunda ainda mais as esperanças de um povo pacífico por natureza, mas que trabalha para dias melhores.

No meio desta triste realidade, vemos sopros e alentos de pessoas que faz o possível para trazerem soluções, mesmo que pequenas para alguns, mas enormes para outros que estão carentes de alguma coisa e precisando de apoio e ajuda. Nesta linha de pensamento quero compartilhar hoje uma bela atitude de um empresário de Goiânia que idealizou uma forma de ajudar pessoas através de um projeto simples e eficaz na luta contra a fome. Para conhecerem mais detalhes desta maravilhosa ação, leiam a reportagem que encontrei na página do G1.com. Este projeto foi colocado em prática há algum tempo, mas considero sempre atual pela importância para determinadas camadas da sociedade.

Vamos gerar uma energia contrária a tudo isso que está acontecendo e transformar o Brasil na potência que ele é e representa no cenário mundial. Veja a seguir a matéria:

geladeira solidária

A ideia já não é novidade em alguns países da Europa e até em uma cidadezinha da Arábia Saudita, mas o que ela representa é altamente gratificante: um passo – pequeno, mas ainda assim muito significativo – em direção à conscientização do quanto de comida desperdiçamos diariamente. 
O empresário goiano Fernando Barcelos criou o Projeto Geladeira Solidária e a instalou na calçada de seu comércio, na Rua Sete, localizada no centro de Goiânia.

Em entrevista ao G1, o empresário conta como teve a ideia: “Estava saindo do trabalho e vi uma mulher com um recém-nascido pedindo comida. Eu dei para eles durante três dias. Em casa, vi na internet que tinham feito isso [colocado geladeira na rua] na Holanda e na Arábia Saudita e resolvi fazer aqui também. Espero que seja a primeira de muitas, que outras pessoas vejam e façam o mesmo em outros lugares”.

O local onde a geladeira foi instalada é conhecido pela quantidade de moradores de rua e de usuários de drogas que perambulam por lá.

A intenção do empresário é despertar nas pessoas a consciência do quanto se é desperdiçado de comida por dia: “Nós jogamos fora quase um terço do que consumimos em um ano. Isso é muita coisa. Se tivermos noção de que outras pessoas que não tem nada precisam de alimento, talvez o desperdício seja menor“.

Quem tem fome não tem escolha…

Desde que a geladeira solidária foi instalada o movimento tem sido grande. Muitos já foram beneficiados por esse simples gesto e contam que o período da noite é certamente o mais difícil para quem não tem um lar.

É também o período em que passam mais fome na maioria das vezes.

“As pessoas ficam com receio, não ajudam muito. Os lugares que têm comida e que nos ajudam já estão fechados”, conta Washington Gomes, de 43 anos. “A ideia é inovadora, melhor que dar dinheiro. Já me ajudou quando eu estava com fome. Comi uma pizza aí esses dias, estava muito boa”, completou.

O supérfluo para uns é fundamental para outros…

Fernando não cuida da geladeira sozinho.

Outras pessoas se voluntariaram para cuidar do projeto, como é o caso de Raiany de Sousa, de 24 anos. A auxiliar administrativa conta que quando sai à noite, a geladeira está repleta de alimentos, mas quando chega pela manhã, está vazia.

Não há restrição de horários quanto ao uso da geladeira solidária. Ela está disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, mas é recolhida no final de semana. Raiany ainda contou que todos respeitam o projeto e que nunca encontrou nada inesperado dentro dela.

Não é necessário realizar qualquer tipo de cadastro para pegar os alimentos da geladeira e, também, não há limitações quanto à quantidade: “vai da consciência de cada um”, afirma Fernando.

Reabastecendo a geladeira solidária…

Para doar alimentos à geladeira, é preciso seguir algumas regras: os alimentos têm de estar fechados, dentro do prazo de validade e com a data de fabricação na embalagem. Não é permitido colocar bebidas alcoólicas, ovos, carnes ou peixes crus e pacotes abertos.

“Nós sempre colocamos doações quando vemos que a geladeira está vazia. Pessoas da região que já viram a ideia também vêm contribuir e até um restaurante aqui da rua”, diz Fernando, referindo-se ao restaurante do empresário Eustáquio Ribeiro, de 48 anos.

Eustáquio doa marmitas todos os dias: “colocamos a comida do dia com a data em que foi feita na embalagem e deixamos lá. Acho que é uma ideia muito interessante. Sempre tem algo que podemos doar e tem muita gente precisando. Se todo mundo fizer um pouquinho, o todo agradece”, afirma.

O desperdício é grande e o número de famintos também

De acordo com uma matéria publicada em agosto pela Revista Galileu, a ONU (Organização das Nações Unidas) divulgou números que indicam que o problema é muito mais grave do que se imagina: 1,3 bilhão de toneladas de comida é desperdiçado por ano.

Esse valor representa mais de um terço de todos os alimentos produzidos para o consumo humano.

“Nos lugares em que homens e mulheres e crianças carregam o fardo da fome, um discurso sobre democracia e liberdade que não reconheça estes aspectos materiais pode soar falso e minar os valores que procuramos promover”. (Nelson Mandela).

O mais impressionante é que mais de 800 milhões de pessoas no mundo não têm o suficiente para comer.

Não é preciso ser um gênio da matemática para chegar à conclusão que o que se desperdiça poderia acabar com o problema da fome no mundo, não é mesmo?

Claro que não é tão simples assim, há vários outros fatores envolvidos, como por exemplo, a má distribuição dos recursos, mas não há dúvidas que esses números cairiam significativamente.

O que cada cidadão deve refletir é o que ele pode fazer para contribuir para a diminuição desses números. Afinal de contas, esse é um problema que nos afeta enquanto humanidade.

Fonte: g1.globo.com.


Agora é sua vez. Qual é a sua contribuição para a solução dos problemas que afligem a humanidade?

Nós queremos te ouvir!


Estar capacitado para a tarefa é ter o poder de transformar você e sua comunidade!

Seja bem vindo ao PROGRAMA DE TREINAMENTO INSTITUTO SABEDORIA! 


Entidades lançam em Brasília Frente pelo Controle e contra a Corrupção


Fonte: http://osbrasil.org.br/

A iniciativa conecta a CGU com a sociedade em prol do fortalecimento de órgãos de controle popular sobre a atuação estatal.


Servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) e representantes de diversas entidades da sociedade civil lançaram na última quinta-feira (5) a Frente pelo Controle e contra a Corrupção. A Frente tem como objetivos o fortalecimento institucional dos órgãos de controle e o incentivo a mecanismos de controle social.

O lançamento da Frente ocorreu num ato público realizado às 17 horas, em frente à Controladoria-Geral da União (Setor de Autarquias Sul- SAS, Quadra 01, Bloco A, Edifício Darcy Ribeiro).

Houve presença  de representantes da sociedade civil, parlamentares, dirigentes da CGU, dentre outras autoridades.

A Frente pelo Controle e Contra a Corrupção é uma iniciativa que conecta a CGU com a sociedade para lutar pelo fortalecimento dos órgãos de controle e pelo aprimoramento dos mecanismos de controle popular sobre a atuação estatal. Entre as preocupações da Frente estão as dificuldades enfrentadas pelos órgãos de controle do Poder Executivo para cumprir sua missão institucional de fiscalizar o uso de recursos públicos e contribuir para o aperfeiçoamento da gestão pública. Os participantes da Frente lembram que, no fim do ano passado, a Controladoria-Geral da União (CGU) quase perdeu a condição de ministério, para ser absorvida por outros órgãos. Para evitar retrocessos como esse, que representam o enfraquecimento do combate à corrupção e da luta pela transparência, está na ordem do dia no Senado Federal a PEC 45/2009, que torna permanentes os órgãos de controle interno como a CGU.

Os três eixos da Frente pelo Controle e Contra a Corrupção são: prevenção e combate à corrupção; apoio a uma gestão pública eficaz, eficiente e efetiva; aprofundamento da democracia.

Saiba mais em frentepelocontrole.org

ato contra corrupção

MAIS INFORMAÇÕES:

Anjuli Tostes, 61 8129-5588; anjulitf@gmail.com
Antonio Barros, 61 9999-9229, tombarros69@gmail.com
Fábio Félix, 61 8227-7294, fabiofelix77@gmail.com
Valdirene Medeiros, 61 9612-7457, valpaes2602@gmail.com

Integrantes da Frente
Entidades da Sociedade Civil

Amarribo Brasil
AUDITAR – União dos Auditores Federais de Controle Externo
Datapedia
FNCC – Fórum Nacional de Combate à Corrupção do CNMP
INESC – Instituto de Estudos Sócioeconomicos
IFC – Instituto de Fiscalização e Controle
Instituto Soma Brasil
MCCE – Movimento Contra a Corrupção Eleitoral
OSB – Observatório Social do Brasil
Projeto Brasil 2030 / Guerrilha do Servidor Público
Rede Social Brasileira por Cidades Justas Democráticas e Sustentáveis
UNACON Sindical – Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle
UGT – União Geral dos Trabalhadores
Ação Cearense de Combate a Corrupção e a Impunidade – ACECCI
Associação de Moradores de Primavera e Rosana pela Ética e Moralidade Administrativa – AMPREMA (Rosana – SP)
Associação Diamantina Viva – ADIV (Diamantina – MG)
Associação dos Amigos da Cidadania e do Meio Ambiente de Piracicaba – AMAPIRA (Piracicaba – SP)
Associação dos Amigos e Moradores de Viçosa – AMEVIÇOSA (Viçosa – MG)
Ativa Búzios (Armação dos Búzios – RJ)
Conselho Nacional do Laicato do Brasil da Diocese de Piracicaba – CNLB (Piracicaba – SP)
Colmeia da Inovação (DF)
DF em Movimento (Distrito Federal)
Instituto de Cultura e Cidadania A Voz do Cidadão (Rio de Janeiro – RJ)
Movimento Transparência Tucuruí (Tucuruí – PA)
Observatório Social de Brasília (Distrito Federal)
Observatório Social de Mandaguari – ADAMA (Mandaguari – PR)
Pastoral do Serviço da Caridade – PASCA (Piracicaba – SP)
Rede Nossa São Paulo (São Paulo – SP)
Sociedade Terra Viva – STV (São José de Mipibu – RN)