Com período de adesão aberto, 149 municípios já solicitaram a participação no Criança Feliz


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Olá pessoal,

Compartilhando com vocês uma notícia do Ministério do Desenvolvimento Social – MDS sobre o PROGRAMA CRIANÇA FELIZ.

O Marco Legal da Primeira Infância completou dois anos nesta quinta-feira (08/03/18). A lei estabeleceu princípios e diretrizes para a formulação e a implementação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento infantil. Entre elas, o Criança Feliz. Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o programa é resultado da lei, e coloca em prática os cuidados voltados ao período em que o ser humano desenvolve a inteligência e as competências essenciais para as demais fases da vida.

O Programa Criança Feliz, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), está em expansão.

Desde a abertura do novo período para adesões, 149 prefeituras preencheram o termo de aceite disponível no site (http://www.mds.gov.br/) da pasta e solicitaram a participação. Outros municípios que cumprem os requisitos para participar, mas ainda não entraram no programa, têm até o dia 30 de junho para integrarem as ações voltadas para o desenvolvimento infantil integral.

Um dos novos municípios é Matipó, em Minas Gerais. A secretária de Assistência Social da cidade, Erlaine Inácio, fez o pedido de adesão e, agora, aguarda pelo início das atividades. “Assim que soubemos do programa, fomos atrás de mais informações e decidimos aderir. O que chamou a atenção foi o acompanhamento de crianças e gestantes, além da possibilidade de monitoramento da família, que é importante para sabermos como está a situação da alimentação, da escola, e até instruirmos sobre benefícios e direitos”, disse.

O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, destacou que a ampliação do Criança Feliz garante o atendimento às crianças e famílias mais vulneráveis do Brasil e o investimento no início da vida –fase mais importante para o desenvolvimento humano.
“É importante que os municípios venham para o Criança Feliz e cuidem do seu bem mais precioso: as crianças pequenas. A ciência comprova que é no início da vida que todas as competências humanas se organizam. Se a gente deixar passar esse período sem nenhum apoio, as crianças vão ter muito mais dificuldades em seu desenvolvimento”, explicou.

Segundo a diretora de Atenção à Primeira Infância do MDS, Ely Harasawa, o balanço do programa é positivo. Já são atendidas mais de 223 mil crianças e gestantes em 1.891 municípios.
“A cada semana, o número de beneficiários aumenta. Esperamos que cresça ainda mais com a participação de novos municípios. Precisamos fazer chegar esse benefício a todas as famílias mais vulneráveis do país”, afirmou ela.

Adesões – Podem integrar o programa municípios que tenham ao menos um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) com registro no Cadastro Nacional do Sistema Único de Assistência Social (CadSuas) e, no mínimo, 140 pessoas do público prioritário do programa.
Para aderir, o gestor da assistência social deve acessar o sistema (com seu CPF e senha), preencher o termo de aceite e encaminhá-lo para aprovação do Conselho Municipal de Assistência Social.
Saiba mais O Programa Criança Feliz prioriza gestantes e crianças de 0 a 3 anos beneficiárias do Bolsa Família e de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), além daquelas que estão afastadas do convívio familiar por medidas protetivas.
Técnicos capacitados visitam às famílias, semanalmente, levando orientações sobre a melhor maneira para estimular o desenvolvimento infantil.

*Por Diego Queijo
Informações sobre os programas do MDS:
0800 707 2003
Informações para a imprensa:
Ascom/MDS
(61) 2030-1505
http://www.mds.gov.br/area-de-imprensa
(http://www.mds.gov.br/area-de-imprensa)
registrado em: Ministro Osmar Terra
(http://mds.gov.br/@@search?


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Cidadãos processam governos por mudanças climáticas


Olá pessoal, compartilhando com vocês uma publicação do site http://www.dw.com, cujo assunto vejo como fundamental para que a população mundial passe a pressionar, cada vez mais, seus governantes, responsabilizando-os pela salvação ou destruição do planeta. Esta afirmação baseia-se em ações na justiça de jovens Europeus e Americanos contra seus respectivos governos, sobre a condição climática do planeta, e a responsabilidade de cada um desses governantes nesta situação. Entendo que exemplos como esse fazem a diferença, mesmo que não obtenham sucesso total, mas, com certeza, servirão para que governantes do mundo todo acendam o sinal de alerta, pois serão diretamente acusados por negligência nessa área.

Trazendo esses acontecimentos para uma decisão recente do atual presidente dos EUA, Donald Trump, que retira seu apoio ao Acordo de Paris (COP21), onde houve a decisão mundial de redução da emissão de gases poluentes, feitas também pelo seu antecessor Barack Obama, põe em risco esta possível estabilidade climática, visto que são o 2º maior poluidor do planeta, usando como desculpa e pretexto a pretensa redução de empregos em algumas áreas da economia.

Oxalá esses processos contra os governantes aconteçam cada vez mais em todas as partes do mundo e evolua, sempre para o melhor. Leia a seguir a íntegra da publicação:

Cidadãos processam governos por mudanças climáticas

Poucos sabem que é possível tomar medidas legais para combater o aquecimento global. Depois dos europeus, jovens americanos ganharam o direito de acionar seu governo por erros nas medidas climáticas.

Protesto contra mudanças climáticas nos EUA

Em 11 de novembro de 2016, um grupo de jovens americanos ganhou oficialmente o direito de processar seu governo por não tomar medidas para conter as mudanças climáticas. Os Estados Unidos são o segundo maior emissor de gases-estufa do mundo, depois da China.

Contando entre 9 e 20 anos de idade, os 21 protagonistas da iniciativa vêm de todas as partes dos EUA. Ao lado do cientista James Hansen, eles entraram com uma ação judicial devido às mudanças climáticas.

Na queixa, acusam o governo americano de violar o direito constitucional de gerações mais jovens à vida e à liberdade, por se recusar a tomar medidas contra o aquecimento global. Eles argumentam que Washington não está conseguindo proteger os recursos naturais de domínio público, como a água e o ar, vitais para a sobrevivência humana.

O veredicto de um tribunal distrital de Oregon ratificou o principal argumento dos autores, de que “o governo já sabe há mais de 50 anos que o dióxido de carbono produzido por combustíveis fósseis estava desestabilizando o sistema climático, podendo pôr em risco os demandantes, com os danos persistindo por milênios”. Ainda assim, prossegue o tribunal, Washington deixou agir, tornando-se responsável por parte dos danos causados pelas mudanças climáticas.

Geração mais afetada

Uma dos requerentes, a estudante Tia Hatton, de 19 anos, declarou à DW que a razão da queixa é que “o governo sabia sobre as mudanças climáticas e os efeitos da poluição de dióxido de carbono sobre o sistema climático estável, mas não tomou medidas”.

“Estamos muito preocupados com o nosso futuro, saúde e segurança, a partir dos impactos das mudanças climáticas que já estamos vendo, e que vão piorar com o correr do tempo.” Hatton diz acreditar que “seremos os mais afetados por isso”.

Todas as crianças e adolescentes do grupo de queixosos sofreram danos pessoais pelas mudanças climáticas. Alguns deles moram em fazendas abaladas pela estiagem, enquanto outros perderam suas casas devido a enchentes.

Outros, como Hatton, foram afetados pela falta de umidade causada por incêndios florestais, o que agravou seu problema de asma. “Nosso papel como queixosos é mostrar-lhes os danos pessoais que as mudanças climáticas estão causando. Nós representamos as crianças – não somente de nossa nação, mas do mundo todo.”

Líderes responsabilizados

O processo, que é considerado um marco histórico, tem sido alvo de forte oposição por grupos como a Associação Americana do Setor de Combustíveis e Petroquímica (AFPM), a maior do setor, que investe anualmente milhões de dólares em trabalho de lobby, para promover os interesses das companhias de petróleo, gás natural e carvão.

A Associação de Produtores dos Estados Unidos (NAM), o Instituto Americano do Petróleo e o governo dos EUA entraram com ações para que o processo fosse invalidado. No entanto todas foram rejeitadas, e a queixa foi considerada procedente pela juíza distrital Ann Aiken.

Em seu veredicto, ela ressaltou que ” a queixa pode ser inovadora, mas o fato não altera os padrões legais das ações de invalidade”. “Tribunais federais têm sido cautelosos demais e excessivamente complacentes no âmbito da lei ambiental, e o mundo sofre com isso.”

O caso vai agora oficialmente a julgamento, exatamente o que o grupo de jovens demandantes procurou alcançar. “Quando estamos na sala do tribunal, nos sentamos ao lado dos advogados do governo e dos combustíveis fósseis. E queremos que eles nos olhem nos olhos e reconheçam que temos o direito a um futuro saudável e estável”, explicou Hatton.

Jurisprudência europeia

Protestos também no Reino Unido por ocasião da Cúpula do Clima em Paris (COP21), em 2015.

Essa não é a primeira ação climática contra um governo. Em 2015, um tribunal holandês ordenou que a Holanda cortasse as emissões de gases-estufa em 25% em todo o país até o ano de 2020, depois que a organização Urgenda processou o governo em nome de 900 cidadãos.

“O Estado deve fazer mais para evitar o perigo iminente causado pelas mudanças climáticas, também em vista do seu dever de proteger e melhorar o ambiente de vida”, postulou o veredicto. Foi a primeira vez que cidadãos processaram com sucesso o próprio governo por causa das mudanças climáticas.

Isso lançou as bases para casos semelhantes em todo o mundo, inspirando o ativista belga Ignace Schops e um grupo de artistas, cineastas e músicos a fazer o mesmo, entrando com queixa contra o governo belga para que amplie suas medidas contra as mudanças climáticas, fazendo cortes mais profundos nas emissões de gases-estufa.

Por fim, os governos da Holanda e da Bélgica assinaram o Acordo de Paris, resultante da Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP21) em 2015, com o objetivo de manter o aquecimento global abaixo de 2°C em relação ao início da era industrial.

Faça você mesmo

No caso da Bélgica, o país precisaria reduzir em 40% as emissões de CO2 até 2020, em relação aos níveis de 1990, e em 90% até 2050. O ativista Schops tenta garantir que o governo cumpra a meta de 2020. Em sua opinião, um processo judicial é a forma perfeita para alcançar esse objetivo.

“Quando se observam as grandes mudanças no mundo, como a proibição de fumar e do amianto, elas começaram com a abertura de um processo”, declarou à DW. “Então, iniciamos uma ação judicial por amor ao planeta.” Uma audiência deverá ocorrer nos próximos meses.

Para quem quiser fazer o mesmo em seu país, Schops dá um roteiro em três fases:

  • Encontrar um grupo criativo de gente bem conhecida, capaz de aumentar a conscientização em relação à causa;
  • Iniciar uma petição para agregar apoio cidadão;
  • Lançar uma campanha de crowdfunding  (financiamento coletivo) para pagar as taxas legais.

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Workshop Gratuito tratará sobre Adolescência, Sexualidade e Grupos


Conheça também os eventos e projetos Alavanca Social e Instituto Sabedoria!

Olá pessoal!

Passando para convidar a todos para evento promovido pela ONG Colméia em seu projeto Conhecer para Fortalecer. O evento tratará de temas atuais e importantes para o desenvolvimento de pessoas, famílias, redes, etc. Ver a seguir as informações:

O Projeto Conhecer para Fortalecer oferecerá 8 encontros ao longo de um ano com o objetivo de Fortalecer a ação cooperativa dos setores de atendimentos em prol do desenvolvimento integral de crianças e adolescentes

Tema: “Adolescência, sexualidade e grupos”. 

Objetivo: Sensibilizar profissionais que trabalham com adolescentes em situações de grupo, a fim de que possam aproveitar essa oportunidade como um espaço protetor à saúde integral de adolescentes e possibilitar a reflexão sobre a importância do trabalho de sexualidade em grupos como instrumento de promoção, prevenção e atenção à saúde integral do adolescente.

Programação

Data: 23 de março de 2017

8h: Welcome Coffee  e recepção

8:30 – Palestra “Adolescência, sexualidade e grupos.

10:00 – Trabalho em grupos para refletir sobre “cases”.

11h – Apresentação das reflexões e fechamento

11:45 – Entrega dos certificados

Palestrante:

Dr. Chafi Abduch, médico com formação em urologia e psicologia social. Membro da equipe técnica executiva do Programa de Saúde do Adolescente da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.
Link para Inscrição:

CLIQUE AQUI

Sejam bem vindos!!!

Workshop gratuito promovido pela ONG Colméia visa fortalecimento no atendimento de crianças e adolescentes


Bom dia pessoal,

A ONG Colméia estará promovendo amanhã, 27/01/2017, o Workshop Projeto Conhecer para Fortalecer, que será realizado na sede da ONG Colméia em São Paulo. Você é o convidado!

Para inscrever-se gratuitamente favor acessar http://www.colmeia.org.br

Ver a seguir as informações principais do evento:

iiworkshop-projeto-conhecer

ii-workshop-2017-retrato

Um milhão de crianças cantam e meditam pela Paz na Tailândia


Olá pessoal,

Passando hoje para compartilhar uma notícia, no mínimo, excepcional, pois envolve crianças e sua força e energia dinamizadora a transformar tudo e todos.

Este acontecimento se deu em setembro/2015, porém, pela sua importância, sempre será atual, pois afeta toda a humanidade. Este evento acontece uma vez ao ano, desde 2012, e a cada ano a quantidade de cidades e crianças aumenta, contando obviamente com os pais ou responsáveis que aumenta ainda mais o nº de pessoas envolvidas.

Encontrei este artigo na Revista Pazes e resolvi compartilhar com vocês. Compartilhe você também!

Leiam a seguir e assistam o vídeo:

crianças na tailandia

Na Tailândia, um milhão de crianças se reuniram para meditar, simultaneamente, pela Paz Mundial. Os organizadores do evento afirmam que um total de 1.500 cidades participaram da “meditação sincronizada” que aconteceu no dia 21 de setembro de 2015, mas, infelizmente, passou despercebido pela “grande mídia”.

Em 2012, 248 cidades participaram neste evento, 564 em 2013 e 1.167 em 2014.Ainda mais crianças são esperadas neste ano. Que em 2016, ainda mais crianças cantem a Paz!

Este momento também marcou o lançamento do documentário “A paz interior para a paz mundial”, que aborda exatamente a questão da paz e de como alcançá-la.

Logo abaixo do vídeo, veja a tradução das belas palavras cantadas por esse magnífico coral de UM MILHÃO DE VOZES!

Assista o vídeo e se emocione:

Veja a seguir a tradução da música.

Vamos juntos abrir
uma nova era no mundo para eliminar
todos os conflitos e diferenças.
É tempo de todos se darem as mãos.
Afinal, agora o mundo está além da cura.
É hora de mudar o mundo para Aquele que se conhecia no passado.
Precisamos ver esse período em nosso tempo,
antes que partamos deste mundo.
Todos devemos nos juntar lado a lado
para mudar o mundo
das trevas para a luz,
do sofrimento para a felicidade,
do ignorante para o sábio.
Temos de mudar o mundo da forma mais fácil e relaxar,
Sermos felizes com a alegria da inocência infantil.
Todos devemos caminhar lado a lado.
Feche os olhos, relaxe … relaxe …
Conduza sua mente ao centro do corpo …
e olhe para dentro …
Como a mesma posição conhecida desde o passado…
Mudemos o mundo da era da escuridão para a era de luz…
da velha era para esta nova era…
o mundo vai ser como o Céu na Terra…
sem sociedades divididas em classes…
todo mundo vai ser igualmente feliz…
nós falaremos um tipo de linguagem celestial…
tudo se tornará como um sorriso de amor…

“Nós vamos ser o tipo de mundo que mudaremos,
o mundo vai mudar*…

(*Essa frase foi cantada, ao fim da canção, em francês, espanhol, russo, árabe, hebraico, chinês, alemão, português, japonês e tailandês.)

Esta tradução foi feita pelo Portal Raízes.

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Sejam bem vindos à Alavanca Social / Instituto Sabedoria

Aqui você encontra soluções sociais!

Garoto de 12 anos cria Organização e entrega mais de 400 bicicletas para crianças da Índia


Além de doar as bicicletas, ele ensina as crianças a usá-las.

Além de doar as bicicletas, ele ensina as crianças a usá-las.

Quando visitou a Índia pela primeira vez, na companhia do pai, que ali trabalha, Thomas Hircock tinha apenas 12 anos. No entanto, a tenra idade não impediu o jovem norte-americano de ficar chocado com a pobreza que afeta muitas famílias (e crianças) daquele país e foi assim que nasceu o Bike Club, projeto sem fins lucrativos que doa bicicletas aos meninos e meninas indianas para lhes permitir ir à escola.
“As condições de vida lá são muito diferentes para as crianças da minha idade. Se eu vivesse lá, provavelmente trabalharia numa fábrica, não teria educação”, sublinha o jovem em entrevista à BBC, acrescentando que, ao deparar-se com aquela realidade, quis tentar perceber o que poderia fazer para ajudar, perguntando às crianças do que precisavam.
A resposta foi, numa primeira análise, surpreendente. “Bicicletas”. Mas não tardou até que Thomas Hircock a compreendesse. “Bicicletas? Bicicletas porquê? Porque é a forma de chegar à escola”, explica o mentor do projeto, que, em conjunto com a família, tem trabalhado para facilitar a vida de jovens como ele próprio que percorrem quilómetros a pé para ter aulas.
Quando regressou a Filadélfia, a sua cidade natal, o rapaz norte-americano lançou uma campanha de angariação de fundos na escola para reunir dinheiro para doar as bicicletas desejadas às crianças da Índia, na sua maioria pobres e muitas delas pertencentes a castas inferiores.Acesso a transporte é acesso à educação

“Da primeira vez conseguimos juntar dinheiro para oito bicicletas”, recorda Hircock. “Foi a primeira vez que fiz algo do género. Fiquei admirado e eles também ficaram, por terem pessoas a ajudá-los”, confessa o jovem que, com a colaboração da comunidade, conseguiu já entregar 400 bicicletas em locais que “não são os mais seguros”, mas são aqueles “onde as crianças mais precisam”.
Além de transporte, estas doações significam, para centenas de meninos e meninas, acesso à educação. Mas, antes de chegar à escola, têm, habitualmente, outra lição a aprender. “Às vezes, quando entregamos as bicicletas, eles não sabem andar”, revela o benfeitor norte-americano que, da última vez que esteve na Índia, ensinou várias crianças a pedalar. “Foi muito divertido”, partilha.
A experiência tem sido muito bem-sucedida e o próprio Thomas Hircock admite que tem aprendido muito, nomeadamente que um simples meio de transporte pode ser revolucionário. “Dar uma bicicleta a estas crianças é torná-las mais fortes, é dar-lhes poder. É uma coisa incrível de se fazer”, conclui.

Pizza no Lar Dona Cotinha na Mooca em São Paulo


logo_lar dona cotinha

Pessoal, fiquem atentos e se programem para participar da noite da Pizza no Lar Dona Cotinha.

Um excelente oportunidade para relaxar, rever amigos e também ajudar o Lar a realizar seus projetos.

Vejam a seguir a chamada e informações para o evento e façam as suas reservas!

NOITE DA PIZZA  

 

O LAR DONA COTINHA realizará no

 

dia 28 de setembro (sábado)

 

horário:20h00

 

Local: Salão Nobre  do Lar – Rua Messias de Pina nº 77 – Mooca

(ao lado do Viaduto Bresser)

 

Mais informações e reservas pelo tel. (11) 2692-0565

Fortaleza dá um passo importante para combater a exploração sexual de crianças e adolescentes


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Aprovada Lei que combate a exploração sexual em Fortaleza

Fonte: Fundação PróMenino (http://www.promenino.org.br)

A Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor) aprovou o Projeto de Lei (62/2012), de autoria da vereadora Eliana Gomes (PCdoB), que obriga aos postos de combustíveis, restaurantes, bares, hotéis, motéis, casas noturnas e similares a anexar placas informativas sobre crimes cometidos contra crianças e adolescentes e suas respectivas penalidades. O objetivo da autora, que foi relatora da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual Comercial de Crianças e Adolescentes em Fortaleza, é criar medidas que inibam a prática da exploração sexual comercial e trazer a conscientização deste crime contra a criança e o adolescente.

De acordo com Eliana, a exploração sexual é uma epidemia na Capital. Essa constatação veio a partir dos dados apresentados pela CPI. Segundo o documento completo, que foi apresentado um ano após o início dos trabalhos e revelaram a situação da exploração sexual na Capital, em maio de 2012, há uma incidência do problema na periferia, onde se centraliza a prática voltada para o público “interno”, ou seja, habitantes de Fortaleza. São 74 pontos de exploração, que relacionam dezenas de estabelecimentos comerciais, entre eles bares, restaurantes, hotéis, motéis, pontos de taxi e postos de gasolina, e territórios onde se concentram a exploração, com destaque para “epidemia” na Barra do Ceará, com 22 pontos de exploração, e a Praia de Iracema, com 12.

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Imagem de Tito Alfredo

Medidas previstas na Lei

A Lei aprovada tipifica como devem ser instaladas as placas e as penalidades passíveis aos estabelecimentos que não adorem as medidas obrigatórias, após o período legal de 120 dias depois publicação da Lei no Diário Oficial do Município de Fortaleza.

A placa terá uma extensão de 50 cm X 50 cm para as áreas internas e 1,5 m x 1, 5 m para áreas externas, com o seguinte texto de advertência: “Lei 8069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente • Art. 244 -A -Submeter criança ou adolescente, à exploração sexual: Pena -reclusão de quatro a dez anos, e multa. Denuncie. Disque 100.”

Os estabelecimentos também estão obrigados a mencionar as informações acima em toaletes e cardápios no tamanho 15 cm x 15 cm. O descumprimento desta Lei sujeita o infrator advertência, seguida de multa de 50 UFMF’s (Unidade Fiscal do Município de Fortaleza), em caso de reincidência, e multa passará a ser cobrada em dobro, quando não cumprida recorrentemente.

Piores formas

A exploração sexual de crianças e adolescentes está entre as piores formas de trabalho infantil, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Os dados do Disque 100, de 2012, revelam que, dentre as maiores violação deste público, a violência sexual está em quarto lugar em número de chamadas: 29,2%.

Você pode comunicar uma situação de exploração de trabalho infantil e adolescente ao Conselho Tutelar de sua cidade, ao Ministério Público ou a um Juiz de Infância. Ainda é possível denunciar pelo próprio Disque 100 – Disque Denúncia Nacional ou pelo site http://www.disque100.gov.br

Com informações da Assessoria da Vereadora Eliana Gomes (PCdoB).