Curso do Terceiro Setor na FESP-SP


A Alavanca Social, em parceria com a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – Fesp-SP, estará ministrando em novembro/2010, a 2ª Edição do curso “A PROFISSIONALIZAÇÃO COMO FATOR DE IMPORTÂNCIA EM ORGANIZAÇÕES“.

Este curso acontecerá aos sábados e transmitirá a importância das pessoas adotarem uma visão diferenciada para conseguir atingir seus objetivos em organizações do 3º Setor.

Assistam ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=MI0tDnKo7zk

Vejam a seguir um resumo do curso:

CURSO DO 3º SETOR NA FESP

“A PROFISSIONALIZAÇÃO COMO FATOR DE

IMPORTÂNCIA EM ORGANIZAÇÕES”

Apresentação
A sociedade avança a passos rápidos e cada vez mais exige mudanças no contexto que as envolve e não poderia ser diferente em Organizações do Terceiro Setor.  Este setor da economia representa hoje um dos mais importantes segmentos no mundo todo, notadamente o Brasil que passa por uma reestruturação de conceitos, idéias e cresce para ser, em alguns anos, um dos principais países do mundo. 

O Terceiro Setor, como sabemos, veio fechar o ciclo de ações da sociedade organizada, que tanto o Primeiro Setor (Governo) e o Segundo Setor (Empresas Privadas) não oferecem.  O seu principal objetivo é o de proporcionar condições humanas favoráveis para o povo de um país com dimensão territorial continental, trazendo benefícios de diversas formas.

Carga Horária
12 horas

Objetivos

Oferecer informações para a conscientização dos participantes na importância de estarem se preparando para um contexto profissional na área do 3º setor.

Demonstrar a importância do planejamento interno para o sucesso externo.

Transmitir conhecimentos das principais áreas de ação dentro de uma Organização Sem Fins Lucrativos.

Mostrar diferenças na Gestão e condução das atividades em Organizações existentes e atuantes no setor, bem como a necessidade de se prepararem de forma mais estruturada para suas tarefas.

Público Alvo

Fazem parte do perfil do atendente deste curso:
Gestores de Organizações sem Fins Lucrativos – buscando uma visão diferenciada da importância na preparação e realização das tarefas.
Profissionais do 3º Setor – pessoas atuantes neste segmento que queiram abraçar uma visão diferenciada da profissionalização nesta área e poderem aplicar em suas consultorias e ações.
Colaboradores e pessoas interessadas em encontrar alternativas de crescimento pessoal – Todos aqueles que, de alguma forma, estão ligados à estrutura de uma Organização sem Fins lucrativos.

Estrutura

Introdução ao  3º SetorVisão Global do 3º setor no Brasil e no mundo – 2hs

Gestão EficazVisão sistêmica das áreas de Gestão no Brasil – 2hs

Cases de Sucesso – Demonstração de Cases de Organizações Eficientes – 4hs

Áreas de Ação – O conhecimento, a informação e o treinamento renovando idéias e atitudes – 2hs

Participação da Sociedade – A sociedade e seu papel fundamental para a mudança de conceito – 2hs

Cronograma 

1ª aula – 4hs – 06/11/2010

2ª aula – 4hs – 13/11/2010

3ª aula – 4hs – 27/11/2010

Dia/Horário: Sábados das 13 às 17:00

Coordenador e Docente: Marcelo Rachid de Paula

http://www.fespsp.org.br/extensao/ci_terceirosetor.html

Veja mais detalhes no endereço acima.

Projeto Social: um impactante quebra-cabeça


Por Gilberto Barros Lima

Fonte: www.responsabilidadesocial.com

Nosso estressante cotidiano exige uma gama de deveres e obrigações. Em todo lugar, existe uma obrigatoriedade em projetar qualquer atividade. Onde não há a cultura do projeto parece não haver conexão com a realidade globalizada. O conceito simplificado do verbo projetar significa fazer projeção de, fazer o projeto ou planta de, lançar-se, tornar-se conhecido, ou ainda, um plano ou esboço provisório.

Noutro sentido o projeto é comparado a um verdadeiro quebra-cabeça porque exige

a conjunção de peças específicas para elaboração de seus objetivos. Nem sempre o que se projeta é comparável ao mesmo objetivo, de certa maneira, para se projetar algo necessitamos de uma variedade de requisitos, aspectos e uma grande quantidade de fontes de informações.

Talvez o primeiro questionamento sobre a comparação do projeto com um quebra-cabeça seja na montagem de sua elaboração, pelo fato, da grande quantidade de peças. Alguns começam a montagem respeitando alguns pontos iniciais, outros começam aleatoriamente montando diversas peças sem a preocupação de uma regra totalmente estabelecida com rigidez.

Embora o exemplo comparativo acima descrito seja simplório, a realidade aponta que quando se projeta inadequadamente alguma necessidade de captação recursos sem o devido cuidado de apresentar aquilo que se deseja, o resultado é constantemente a reprovação.

Certamente para a elaboração de qualquer projeto de natureza social é vital conceber alguns pontos para que não haja estratégias erradas e ineficazes. Por sua vez, para enumerá-las será estabelecido alguns passos proporcionar o esperado resultado como a adaptação, processos, disciplina e um componente vital para o sucesso competitivo que é o diferencial.

Porque para ter o sucesso competitivo é necessário a aplicação do diferencial? Consequentemente quando o (a) profissional ou equipe emite o diferencial no projeto elaborado para cada finalidade, normalmente o futuro parceiro, patrocinador ou mantenedor adere o desafio e também se sente comprometido e responsável pelo permanente funcionamento das ações projetadas. Para exemplificar Osmar Zózimo de Souza Jr (2007) expressa inteligentemente que “É muito interessante observar que os índices de sustentabilidade de uma empresa no mercado futuro estão cada vez mais associados a critérios que mensuram o valor agregado da organização à sociedade”.

Como se fosse realmente um quebra-cabeça, para elaborar um projeto social e sustentável é extremamente necessário conhecer e compreender a cultura de cada parceria, não basta apenas apresentar princípios ou regras da instituição, outras características devem ser observadas meticulosamente, como os requisitos éticos e na atuação do futuro parceiro no meio ambiente, no mercado e principalmente na sociedade.

É importante ressaltar que existe uma exigente demanda pela Responsabilidade Social, ninguém quer se comprometer com projetos sociais que não atendam ambos os lados, a instituição e o parceiro, por isso a montagem desse quebra-cabeça que é o projeto social não deve ser esquecido uma única peça no momento de sua cuidadosa elaboração.

Embora o projeto social vise a busca da melhoria e qualidade de vida para a sociedade, ele também proporcionará ao parceiro um retorno de ganho social e também o esperado retorno lucrativo de todo o investimento e disponibilidade de um montante de recursos humanos e financeiros.

Para isso, para a tomada de decisão, o futuro parceiro de um projeto social dependerá diretamente de informações verídicas sobre aquilo que pretende associar a sua cultura. Deste modo um montante de dados desordenados são empecilhos e obstáculos para o entendimento das ideias centrais do projeto, essa análise deve ser ao máximo facilitada para a concretização do projeto.

Este é o momento para unir as peças deste impactante quebra-cabeça, o projeto social é um caminhado a ser trilhado por milhares de parceiros na busca de um mundo mais igualitário e justo.

Gilberto Barros Lima é bacharel em Relações Internacionais (Ibes-SC), pós-graduado em Gestão de Negócios Internacionais (ICPG-SC) e Metodologia da Pesquisa e do Ensino Superior (Ibes-SC), captador de Recursos (Fundraiser) do Centro de Recuperação Nova Esperança (Cerene) e professor universitário.

Lei 12.101/09 – Renovação do CEBAS


Vejam a seguir, na íntegra, o texto da nova lei que dá as disposições para a renovação da Certificação das Entidades Benficentes de Assistência Social:

LEI Nº 12.101  de 27 DE NOVEMBRO DE 2009.

Mensagem de veto Dispõe sobre a certificação das entidades beneficentes de assistência social; regula os procedimentos de isenção de contribuições para a seguridade social; altera a Lei 8742, de 7 de dezembro de 1993; revoga dispositivos das Leis nos 8.212, de 24 de julho de 1991, 9.429, de 26 de dezembro de 1996, 9.732, de 11 de dezembro de 1998, 10.684, de 30 de maio de 2003, e da Medida Provisória 2187-13, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.

OPRESIDENTEDAREPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1o A certificação das entidades beneficentes de assistência social e a isenção de contribuições para a seguridade social serão concedidas às pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, reconhecidas como entidades beneficentes de assistência social com a finalidade de prestação de serviços nas áreas de assistência social, saúde ou educação, e que atendam ao disposto nesta Lei.

Parágrafo único. (VETADO)

Art. 2o As entidades de que trata o art. 1o deverão obedecer ao princípio da universalidade do atendimento, sendo vedado dirigir suas atividades exclusivamente a seus associados ou a categoria profissional.

CAPÍTULO II

DA CERTIFICAÇÃO

Art. 3o A certificação ou sua renovação será concedida à entidade beneficente que demonstre, no exercício fiscal anterior ao do requerimento, observado o período mínimo de 12 (doze) meses de constituição da entidade, o cumprimento do disposto nas Seções I, II, III e IV deste Capítulo, de acordo com as respectivas áreas de atuação, e cumpra, cumulativamente, os seguintes requisitos:

I – seja constituída como pessoa jurídica nos termos do caput do art. 1o; e

II – preveja, em seus atos constitutivos, em caso de dissolução ou extinção, a destinação do eventual patrimônio remanescente a entidade sem fins lucrativos congêneres ou a entidades públicas.

Parágrafo único. O período mínimo de cumprimento dos requisitos de que trata este artigo poderá ser reduzido se a entidade for prestadora de serviços por meio de convênio ou instrumento congênere com o Sistema Único de Saúde – SUS ou com o Sistema Único de Assistência Social – SUAS, em caso de necessidade local atestada pelo gestor do respectivo sistema.

Seção I

Da Saúde

Art. 4o Para ser considerada beneficente e fazer jus à certificação, a entidade de saúde deverá, nos termos do regulamento:

I – comprovar o cumprimento das metas estabelecidas em convênio ou instrumento congênere celebrado com o gestor local do SUS;

II – ofertar a prestação de seus serviços ao SUS no percentual mínimo de 60% (sessenta por cento);

III – comprovar, anualmente, a prestação dos serviços de que trata o inciso II, com base no somatório das internações realizadas e dos atendimentos ambulatoriais prestados.

§ 1o O atendimento do percentual mínimo de que trata o caput pode ser individualizado por estabelecimento ou pelo conjunto de estabelecimentos de saúde da pessoa jurídica, desde que não abranja outra entidade com personalidade jurídica própria que seja por ela mantida.

§ 2o Para fins do disposto no § 1o, no conjunto de estabelecimentos de saúde da pessoa jurídica, poderá ser incorporado aquele vinculado por força de contrato de gestão, na forma do regulamento.

Art. 5o A entidade de saúde deverá ainda informar, obrigatoriamente, ao Ministério da Saúde, na forma por ele estabelecida:

I – a totalidade das internações e atendimentos ambulatoriais realizados para os pacientes não usuários do SUS;

II – a totalidade das internações e atendimentos ambulatoriais realizados para os pacientes usuários do SUS; e

III – as alterações referentes aos registros no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES.

Art. 6o A entidade de saúde que presta serviços exclusivamente na área ambulatorial deverá observar o disposto nos incisos I e II do art. 4o.

Art. 7o Quando a disponibilidade de cobertura assistencial da população pela rede pública de determinada área for insuficiente, os gestores do SUS deverão observar, para a contratação de serviços privados, a preferência de participação das entidades beneficentes de saúde e das sem fins lucrativos.

Art. 8o Na impossibilidade do cumprimento do percentual mínimo a que se refere o inciso II do art. 4o, em razão da falta de demanda, declarada pelo gestor local do SUS, ou não havendo contratação dos serviços de saúde da entidade, deverá ela comprovar a aplicação de percentual da sua receita bruta em atendimento gratuito de saúde da seguinte forma:

I – 20% (vinte por cento), se o percentual de atendimento ao SUS for inferior a 30% (trinta por cento);

II – 10% (dez por cento), se o percentual de atendimento ao SUS for igual ou superior a 30 (trinta) e inferior a 50% (cinquenta por cento); ou

III – 5% (cinco por cento), se o percentual de atendimento ao SUS for igual ou superior a 50% (cinquenta por cento) ou se completar o quantitativo das internações hospitalares e atendimentos ambulatoriais, com atendimentos gratuitos devidamente informados de acordo com o disposto no art. 5o, não financiados pelo SUS ou por qualquer outra fonte.

Parágrafo único. (VETADO)

Art. 9o (VETADO)

Art. 10. Em hipótese alguma será admitida como aplicação em gratuidade a eventual diferença entre os valores pagos pelo SUS e os preços praticados pela entidade ou pelo mercado.

Art. 11. A entidade de saúde de reconhecida excelência poderá, alternativamente, para dar cumprimento ao requisito previsto no art. 4o, realizar projetos de apoio ao desenvolvimento institucional do SUS, celebrando ajuste com a União, por intermédio do Ministério da Saúde, nas seguintes áreas de atuação:

I – estudos de avaliação e incorporação de tecnologias;

II – capacitação de recursos humanos;

III – pesquisas de interesse público em saúde; ou

IV – desenvolvimento de técnicas e operação de gestão em serviços de saúde.

§ 1o O Ministério da Saúde definirá os requisitos técnicos essenciais para o reconhecimento de excelência referente a cada uma das áreas de atuação previstas neste artigo.

§ 2o O recurso despendido pela entidade de saúde no projeto de apoio não poderá ser inferior ao valor da isenção das contribuições sociais usufruída.

§ 3o O projeto de apoio será aprovado pelo Ministério da Saúde, ouvidas as instâncias do SUS, segundo procedimento definido em ato do Ministro de Estado.

§ 4o As entidades de saúde que venham a se beneficiar da condição prevista neste artigo poderão complementar as atividades relativas aos projetos de apoio com a prestação de serviços ambulatoriais e hospitalares ao SUS não remunerados, mediante pacto com o gestor local do SUS, observadas as seguintes condições:

I – a complementação não poderá ultrapassar 30% (trinta por cento) do valor usufruído com a isenção das contribuições sociais;

II – a entidade de saúde deverá apresentar ao gestor local do SUS plano de trabalho com previsão de atendimento e detalhamento de custos, os quais não poderão exceder o valor por ela efetivamente despendido;

III – a comprovação dos custos a que se refere o inciso II poderá ser exigida a qualquer tempo, mediante apresentação dos documentos necessários; e

IV – as entidades conveniadas deverão informar a produção na forma estabelecida pelo Ministério da Saúde, com observação de não geração de créditos.

§ 5o A participação das entidades de saúde ou de educação em projetos de apoio previstos neste artigo não poderá ocorrer em prejuízo das atividades beneficentes prestadas ao SUS.

§ 6o O conteúdo e o valor das atividades desenvolvidas em cada projeto de apoio ao desenvolvimento institucional e de prestação de serviços ao SUS deverão ser objeto de relatórios anuais, encaminhados ao Ministério da Saúde para acompanhamento e fiscalização, sem prejuízo das atribuições dos órgãos de fiscalização tributária.

Seção II

Da Educação

Art. 12. A certificação ou sua renovação será concedida à entidade de educação que atenda ao disposto nesta Seção e na legislação aplicável.

Art. 13. Para os fins da concessão da certificação de que trata esta Lei, a entidade de educação deverá aplicar anualmente em gratuidade, na forma do § 1o, pelo menos 20% (vinte por cento) da receita anual efetivamente recebida nos termos da Lei 9870, de 23 de novembro de 1999.

§ 1o Para o cumprimento do disposto no caput, a entidade deverá:

I – demonstrar adequação às diretrizes e metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação – PNE, na forma do art. 214 da Constituição Federal;

II – atender a padrões mínimos de qualidade, aferidos pelos processos de avaliação conduzidos pelo Ministério da Educação; e

III – oferecer bolsas de estudo nas seguintes proporções:

a) no mínimo, uma bolsa de estudo integral para cada 9 (nove) alunos pagantes da educação básica;

b) bolsas parciais de 50% (cinquenta por cento), quando necessário para o alcance do número mínimo exigido.

§ 2o As proporções previstas no inciso III do § 1o poderão ser cumpridas considerando-se diferentes etapas e modalidades da educação básica presencial.

§ 3o Complementarmente, para o cumprimento das proporções previstas no inciso III do § 1o, a entidade poderá contabilizar o montante destinado a ações assistenciais, bem como o ensino gratuito da educação básica em unidades específicas, programas de apoio a alunos bolsistas, tais como transporte, uniforme, material didático, além de outros, definidos em regulamento, até o montante de 25% (vinte e cinco por cento) da gratuidade prevista no caput.

§ 4o Para alcançar a condição prevista no § 3o, a entidade poderá observar a escala de adequação sucessiva, em conformidade com o exercício financeiro de vigência desta Lei:

I – até 75% (setenta e cinco por cento) no primeiro ano;

II – até 50% (cinquenta por cento) no segundo ano;

III – 25% (vinte e cinco por cento) a partir do terceiro ano.

§ 5o Consideram-se ações assistenciais aquelas previstas na Lei 8742, de 7 de dezembro de 1993.

§ 6o Para a entidade que, além de atuar na educação básica ou em área distinta da educação, também atue na educação superior, aplica-se o disposto no art. 10 da Lei 11096, de 13 de janeiro de 2005.

Art. 14. Para os efeitos desta Lei, a bolsa de estudo refere-se às semestralidades ou anuidades escolares fixadas na forma da lei, vedada a cobrança de taxa de matrícula e de custeio de material didático.

§ 1o A bolsa de estudo integral será concedida a aluno cuja renda familiar mensal per capita não exceda o valor de 1 1/2 (um e meio) salário mínimo.

§ 2o A bolsa de estudo parcial será concedida a aluno cuja renda familiar mensal per capita não exceda o valor de 3 (três) salários mínimos.

Art. 15. Para fins da certificação a que se refere esta Lei, o aluno a ser beneficiado será pré-selecionado pelo perfil socioeconômico e, cumulativamente, por outros critérios definidos pelo Ministério da Educação.

§ 1o Os alunos beneficiários das bolsas de estudo de que trata esta Lei ou seus pais ou responsáveis, quando for o caso, respondem legalmente pela veracidade e autenticidade das informações socioeconômicas por eles prestadas.

§ 2o Compete à entidade de educação aferir as informações relativas ao perfil socioeconômico do candidato.

§ 3o As bolsas de estudo poderão ser canceladas a qualquer tempo, em caso de constatação de falsidade da informação prestada pelo bolsista ou seu responsável, ou de inidoneidade de documento apresentado, sem prejuízo das demais sanções cíveis e penais cabíveis.

Art. 16. É vedado qualquer discriminação ou diferença de tratamento entre alunos bolsistas e pagantes.

Art. 17. No ato de renovação da certificação, as entidades de educação que não tenham aplicado em gratuidade o percentual mínimo previsto no caput do art. 13 poderão compensar o percentual devido no exercício imediatamente subsequente com acréscimo de 20% (vinte por cento) sobre o percentual a ser compensado.

Parágrafo único. O disposto neste artigo alcança tão somente as entidades que tenham aplicado pelo menos 17% (dezessete por cento) em gratuidade, na forma do art. 13, em cada exercício financeiro a ser considerado.

Seção III

Da Assistência Social

Art. 18. A certificação ou sua renovação será concedida à entidade de assistência social que presta serviços ou realiza ações assistenciais, de forma gratuita, continuada e planejada, para os usuários e a quem deles necessitar, sem qualquer discriminação, observada a Lei 8742, de 7 de dezembro de 1993.

§ 1o As entidades de assistência social a que se refere o caput são aquelas que prestam, sem fins lucrativos, atendimento e assessoramento aos beneficiários, bem como as que atuam na defesa e garantia de seus direitos.

§ 2o As entidades que prestam serviços com objetivo de habilitação e reabilitação de pessoa com deficiência e de promoção da sua integração à vida comunitária e aquelas abrangidas pelo disposto no art. 35 da Lei 10741, de 1o de outubro de 2003, poderão ser certificadas, desde que comprovem a oferta de, no mínimo, 60% (sessenta por cento) de sua capacidade de atendimento ao sistema de assistência social.

§ 3o A capacidade de atendimento de que trata o § 2o será definida anualmente pela entidade, aprovada pelo órgão gestor de assistência social municipal ou distrital e comunicada ao Conselho Municipal de Assistência Social.

§ 4o As entidades certificadas como de assistência social terão prioridade na celebração de convênios, contratos, acordos ou ajustes com o poder público para a execução de programas, projetos e ações de assistência social.

Art. 19. Constituem ainda requisitos para a certificação de uma entidade de assistência social:

I – estar inscrita no respectivo Conselho Municipal de Assistência Social ou no Conselho de Assistência Social do Distrito Federal, conforme o caso, nos termos do art. 9º da Lei 8742, de 7 de dezembro de 1993; e

II – integrar o cadastro nacional de entidades e organizações de assistência social de que trata o inciso XI do art. 19 da Lei 8742, de 7 de dezembro de 1993.

§ 1o Quando a entidade de assistência social atuar em mais de um Município ou Estado ou em quaisquer destes e no Distrito Federal, deverá inscrever suas atividades no Conselho de Assistência Social do respectivo Município de atuação ou do Distrito Federal, mediante a apresentação de seu plano ou relatório de atividades e do comprovante de inscrição no Conselho de sua sede ou de onde desenvolva suas principais atividades.

§ 2o Quando não houver Conselho de Assistência Social no Município, as entidades de assistência social dever-se-ão inscrever nos respectivos Conselhos Estaduais.

Art. 20. A comprovação do vínculo da entidade de assistência social à rede socioassistencial privada no âmbito do SUAS é condição suficiente para a concessão da certificação, no prazo e na forma a serem definidos em regulamento.

Seção IV

Da Concessão e do Cancelamento

Art. 21. A análise e decisão dos requerimentos de concessão ou de renovação dos certificados das entidades beneficentes de assistência social serão apreciadas no âmbito dos seguintes Ministérios:

I – da Saúde, quanto às entidades da área de saúde;

II – da Educação, quanto às entidades educacionais; e

III – do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, quanto às entidades de assistência social.

§ 1o A entidade interessada na certificação deverá apresentar, juntamente com o requerimento, todos os documentos necessários à comprovação dos requisitos de que trata esta Lei, na forma do regulamento.

§ 2o A tramitação e a apreciação do requerimento deverão obedecer à ordem cronológica de sua apresentação, salvo em caso de diligência pendente, devidamente justificada.

§ 3o O requerimento será apreciado no prazo a ser estabelecido em regulamento, observadas as peculiaridades do Ministério responsável pela área de atuação da entidade.

§ 4o O prazo de validade da certificação será fixado em regulamento, observadas as especificidades de cada uma das áreas e o prazo mínimo de 1 (um) ano e máximo de 5 (cinco) anos.

§ 5o O processo administrativo de certificação deverá, em cada Ministério envolvido, contar com plena publicidade de sua tramitação, devendo permitir à sociedade o acompanhamento pela internet de todo o processo.

§ 6o Os Ministérios responsáveis pela certificação deverão manter, nos respectivos sítios na internet, lista atualizada com os dados relativos aos certificados emitidos, seu período de vigência e sobre as entidades certificadas, incluindo os serviços prestados por essas dentro do âmbito certificado e recursos financeiros a elas destinados.

Art. 22. A entidade que atue em mais de uma das áreas especificadas no art. 1o deverá requerer a certificação e sua renovação no Ministério responsável pela área de atuação preponderante da entidade.

Parágrafo único. Considera-se área de atuação preponderante aquela definida como atividade econômica principal no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda.

Art. 23. (VETADO)

Art. 24. Os Ministérios referidos no art. 21 deverão zelar pelo cumprimento das condições que ensejaram a certificação da entidade como beneficente de assistência social, cabendo-lhes confirmar que tais exigências estão sendo atendidas por ocasião da apreciação do pedido de renovação da certificação.

§ 1o O requerimento de renovação da certificação deverá ser protocolado com antecedência mínima de 6 (seis) meses do termo final de sua validade.

§ 2o A certificação da entidade permanecerá válida até a data da decisão sobre o requerimento de renovação tempestivamente apresentado.

Art. 25. Constatada, a qualquer tempo, a inobservância de exigência estabelecida neste Capítulo, será cancelada a certificação, nos termos de regulamento, assegurado o contraditório e a ampla defesa.

CAPÍTULO III

DOS RECURSOS E DA REPRESENTAÇÃO

Art. 26. Da decisão que indeferir o requerimento para concessão ou renovação de certificação e da decisão que cancelar a certificação caberá recurso por parte da entidade interessada, assegurados o contraditório, a ampla defesa e a participação da sociedade civil, na forma definida em regulamento, no prazo de 30 (trinta) dias, contado da publicação da decisão.

Art. 27. Verificado prática de irregularidade na entidade certificada, são competentes para representar, motivadamente, ao Ministério responsável pela sua área de atuação, sem prejuízo das atribuições do Ministério Público:

I – o gestor municipal ou estadual do SUS ou do SUAS, de acordo com a sua condição de gestão, bem como o gestor da educação municipal, distrital ou estadual;

II – a Secretaria da Receita Federal do Brasil;

III – os conselhos de acompanhamento e controle social previstos na Lei 11494, de 20 de junho de 2007, e os Conselhos de Assistência Social e de Saúde; e

IV – o Tribunal de Contas da União.

Parágrafo único. A representação será dirigida ao Ministério que concedeu a certificação e conterá a qualificação do representante, a descrição dos fatos a serem apurados e, sempre que possível, a documentação pertinente e demais informações relevantes para o esclarecimento do seu objeto.

Art. 28. Caberá ao Ministério competente:

I – dar ciência da representação à entidade, que terá o prazo de 30 (trinta) dias para apresentação de defesa; e

II – decidir sobre a representação, no prazo de 30 (trinta) dias a contar da apresentação da defesa.

§ 1o Se improcedente a representação de que trata o inciso II, o processo será arquivado.

§ 2o Se procedente a representação de que trata o inciso II, após decisão final ou transcorrido o prazo para interposição de recurso, a autoridade responsável deverá cancelar a certificação e dar ciência do fato à Secretaria da Receita Federal do Brasil.

§ 3o O representante será cientificado das decisões de que tratam os §§ 1o e 2o.

CAPÍTULO IV

DA ISENÇÃO

Seção I

Dos Requisitos

Art. 29. A entidade beneficente certificada na forma do Capítulo II fará jus à isenção do pagamento das contribuições de que tratam os arts. 22 e 23 da Lei 8212, de 24 de julho de 1991, desde que atenda, cumulativamente, aos seguintes requisitos:

I – não percebam seus diretores, conselheiros, sócios, instituidores ou benfeitores, remuneração, vantagens ou benefícios, direta ou indiretamente, por qualquer forma ou título, em razão das competências, funções ou atividades que lhes sejam atribuídas pelos respectivos atos constitutivos;

II – aplique suas rendas, seus recursos e eventual superávit integralmente no território nacional, na manutenção e desenvolvimento de seus objetivos institucionais;

III – apresente certidão negativa ou certidão positiva com efeito de negativa de débitos relativos aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e certificado de regularidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS;

IV – mantenha escrituração contábil regular que registre as receitas e despesas, bem como a aplicação em gratuidade de forma segregada, em consonância com as normas emanadas do Conselho Federal de Contabilidade;

V – não distribua resultados, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, sob qualquer forma ou pretexto;

VI – conserve em boa ordem, pelo prazo de 10 (dez) anos, contado da data da emissão, os documentos que comprovem a origem e a aplicação de seus recursos e os relativos a atos ou operações realizados que impliquem modificação da situação patrimonial;

VII – cumpra as obrigações acessórias estabelecidas na legislação tributária;

VIII – apresente as demonstrações contábeis e financeiras devidamente auditadas por auditor independente legalmente habilitado nos Conselhos Regionais de Contabilidade quando a receita bruta anual auferida for superior ao limite fixado pela Lei Complementar no 123, de 14 de dezembro de 2006.

Art. 30. A isenção de que trata esta Lei não se estende a entidade com personalidade jurídica própria constituída e mantida pela entidade à qual a isenção foi concedida.

Seção II

Do Reconhecimento e da Suspensão do Direito à Isenção

Art. 31. O direito à isenção das contribuições sociais poderá ser exercido pela entidade a contar da data da publicação da concessão de sua certificação, desde que atendido o disposto na Seção I deste Capítulo.

Art. 32. Constatado o descumprimento pela entidade dos requisitos indicados na Seção I deste Capítulo, a fiscalização da Secretaria da Receita Federal do Brasil lavrará o auto de infração relativo ao período correspondente e relatará os fatos que demonstram o não atendimento de tais requisitos para o gozo da isenção.

§ 1o Considerar-se-á automaticamente suspenso o direito à isenção das contribuições referidas no art. 31 durante o período em que se constatar o descumprimento de requisito na forma deste artigo, devendo o lançamento correspondente ter como termo inicial a data da ocorrência da infração que lhe deu causa.

§ 2o O disposto neste artigo obedecerá ao rito do processo administrativo fiscal vigente.

CAPÍTULO V

DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 33. A entidade que atue em mais de uma das áreas a que se refere o art. 1o deverá, na forma de regulamento, manter escrituração contábil segregada por área, de modo a evidenciar o patrimônio, as receitas, os custos e as despesas de cada atividade desempenhada.

Art. 34. Os pedidos de concessão originária de Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social que não tenham sido objeto de julgamento até a data de publicação desta Lei serão remetidos, de acordo com a área de atuação da entidade, ao Ministério responsável, que os julgará nos termos da legislação em vigor à época da protocolização do requerimento.

§ 1o Caso a entidade requerente atue em mais de uma das áreas abrangidas por esta Lei, o pedido será remetido ao Ministério responsável pela área de atuação preponderante da entidade.

§ 2o Das decisões proferidas nos termos do caput que sejam favoráveis às entidades não caberá recurso.

§ 3o Das decisões de indeferimento proferidas com base no caput caberá recurso no prazo de 30 (trinta) dias, dirigido ao Ministro de Estado responsável pela área de atuação da entidade.

§ 4o É a entidade obrigada a oferecer todas as informações necessárias à análise do pedido, nos termos do art. 60 da Lei 9784, de 29 de janeiro de 1999.

Art. 35. Os pedidos de renovação de Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social protocolados e ainda não julgados até a data de publicação desta Lei serão julgados pelo Ministério da área no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias a contar da referida data.

§ 1o As representações em curso no CNAS, em face da renovação do certificado referida no caput, serão julgadas no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias após a publicação desta Lei.

§ 2o Das decisões de indeferimento proferidas com base no caput caberá recurso no prazo de 30 (trinta) dias, com efeito suspensivo, dirigido ao Ministro de Estado responsável pela área de atuação da entidade.

Art. 36. Constatada a qualquer tempo alguma irregularidade, considerar-se-á cancelada a certificação da entidade desde a data de lavratura da ocorrência da infração, sem prejuízo da exigibilidade do crédito tributário e das demais sanções previstas em lei.

Art. 37. (VETADO)

Art. 38. As entidades certificadas até o dia imediatamente anterior ao da publicação desta Lei poderão requerer a renovação do certificado até a data de sua validade.

CAPÍTULO VI

DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 39. (VETADO)

Art. 40. Os Ministérios da Saúde, da Educação e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome informarão à Secretaria da Receita Federal do Brasil, na forma e prazo por esta determinados, os pedidos de certificação originária e de renovação deferidos, bem como os definitivamente indeferidos, nos termos da Seção IV do Capítulo II.

Parágrafo único. Os Ministérios da Saúde, da Educação e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome procederão ao recadastramento de todas as entidades sem fins lucrativos, beneficentes ou não, atuantes em suas respectivas áreas em até 180 (cento e oitenta) dias após a data de publicação desta Lei, e tornarão os respectivos cadastros disponíveis para consulta pública.

Art. 41. As entidades isentas na forma desta Lei deverão manter, em local visível ao público, placa indicativa contendo informações sobre a sua condição de beneficente e sobre sua área de atuação, conforme o disposto no art. 1o.

Art. 42. Os incisos III e IV do art. 18 da Lei 8742, de 7 de dezembro de 1993, passam a vigorar com a seguinte redação:

Art. 18. …………………………………………

……………………………………………………………………………

III – acompanhar e fiscalizar o processo de certificação das entidades e organizações de assistência social no Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome;

IV – apreciar relatório anual que conterá a relação de entidades e organizações de assistência social certificadas como beneficentes e encaminhá-lo para conhecimento dos Conselhos de Assistência Social dos Estados, Municípios e do Distrito Federal;

……………………………………………………………………..” (NR)

Art. 43. Serão objeto de auditoria operacional os atos dos gestores públicos previstos no parágrafo único do art. 3o, no art. 8o e no § 4o do art. 11.

Art. 44. Revogam-se:

I – o art. 55 da Lei 8212, de 24 de julho de 1991;

II – o § 3o do art. 9o e o parágrafo único do art. 18 da Lei 8742, de 7 de dezembro de 1993;

III – o art. 5o da Lei 9429, de 26 de dezembro de 1996, na parte que altera o art. 55 da Lei 8212, de 24 de julho de 1991;

IV – o art. 1o da Lei 9732, de 11 de dezembro de 1998, na parte que altera o art. 55 da Lei 8212, de 24 de julho de 1991;

V – o art. 21 da Lei 10684, de 30 de maio de 2003;

VI – o art. 3o da Medida Provisória 2187-13, de 24 de agosto de 2001, na parte que altera o art. 55 da Lei 8212, de 24 de julho de 1991; e

VII – o art. 5o da Medida Provisória 2187-13, de 24 de agosto de 2001, na parte que altera os arts. 9o e 18 da Lei 8742, de 7 de dezembro de 1993.

Art. 45. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 27 de novembro 2009; 188o da Independência e 121o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Guido Mantega
Fernando Haddad
José Gomes Temporão
Patrus Ananias

Este texto não substitui o publicado no DOU de 30.11.2009

Palestras Acadêmicas Gratuitas sobre o 3º Setor


Boa tarde!

A Alavanca Social tem o imenso prazer de informar que acabou de formatar o Projeto de Palestras sobre o 3º Setor em meios Acadêmicos.

O projeto tem como uma de suas principais metas, transmitir e compartilhar conhecimento com as pessoas sobre assuntos relacionados ao 3º Setor, proporcionando a elas uma visão diferenciada desta área tão rica de acontecimentos e detalhes.

Vejam os principais objetivos do projeto:

  • Transmitir conhecimentos sobre o Terceiro Setor, suas particularidades, necessidades e importância para a sociedade.
  • Demonstrar a importância das ações pessoais na mudança do padrão de vida de toda a comunidade onde vivemos.
  • Fornecer informações para o aprimoramento pessoal, profissional, social, familiar, etc.
  • Oferecer mais opções para que as pessoas possam ter meios de obter a sustentabilidade e tranqüilidade em todas as áreas de suas vidas.
  • Mostrar meios e ferramentas para que as pessoas possam colocar em prática os seus conhecimentos em benefício das pessoas e do meio ambiente.

O 3º Setor no Brasil passa por uma fase de mutações positivas e por incrível que pareça, uma grande parcela da população não tem o conhecimento sobre tudo o que ela dispõe para as comunidades e o crescimento cumulativo das pessoas em todas as áreas de vivência do ser humano.

Ainda não existe a devida valorização deste segmento da economia, que, depois do 1º Setor (Governo) e o 2º Setor (Iniciativa Privada), vem preencher uma lacuna pouco trabalhada pelos 2 primeiros setores da economia.

A idéia do projeto surgiu depois da percepção em outros meios, principalmente quando fiz um curso de graduação em São Paulo, onde a maioria (cerca de 95%) dos alunos não sabia o que tratava o universo do 3º Setor.

A partir de então esta idéia foi amadurecendo até receber convites para a realização de palestras na Faculdade Carlos Drummond de Andrade.  A partir daí outras palestras foram se sucedendo também em outras instituições de ensino, como a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – Fesp-SP e Faculdade João 23.

Estamos à disposição para a realização de Palestras em Instituições de Ensino!

Entre em contato!  Deixe um comentário ou então ligue para (11) 6201-0700 / (11) 7655-2347

CURSOS, OFICINAS E PALESTRAS – NOVIDADES NO AR


“Quem sonega a informação sonega o viço da vida, porque sonega ao seu semelhante o conhecimento, a oportunidade de melhorar e crescer” (Áurea Castilho)

“Porque todo dia é dia de compartilhar conhecimento”

A Alavanca Social, sempre preocupada em compartilhar e levar informação e conhecimento às pessoas tem o prazer de informar que está fechando uma parceria com diversos profissionais especializados em várias áreas de ação.  O projeto foi elaborado para atender todos os setores da economia, em especial o 3º setor, e visa proporcionar o crescimento pessoal e profissional de todas as pessoas, ou seja, é dedicado diretamente para o desenvolvimento do Ser, por ser ele o principal agente de transformação.

Cada profissional, dentro de suas especializações, está preparado para ministrar Cursos e Palestras de grande importância para os processos dentro das Organizações e principalmente para transformar de forma positiva a vida de todos os envolvidos.

Em breve estarei passando informações mais detalhadas deste projeto de ensino e neste momento posso dizer que tudo está sendo estruturado para que os cursos e palestras (Áreas: Terceiro Setor, Corporativa, Cultural, Educacional e Psicológica), possam estar acontecendo tanto dentro das organizações, como em locais previamente escolhidos pelos parceiros.

Vejam a seguir alguns cursos já definidos na grade de ensino e que em breve poderão estar sendo ministrados aqui em Jundiaí e região:

Terceiro Setor

  • Captação de Recursos para Projetos Sociais, Culturais e Esportivos
  • Voluntariado: Força geradora de soluções no 3º setor
  • A profissionalização como fator de importância em organizações do 3º setor (em parceria com a Fesp-SP)
  • Elaboração de projetos sociais
  • Gestão Social: A organização como ferramenta de sucesso no 3º setor.

Educacional e Arte

  • A importância da arte moderna e contemporânea na educação de crianças e adolescentes – um estudo teórico e prático
  • Oficina de Contação de Histórias
  • Oficinas de Criatividade
  • Artes na Educação Infantil
  • A simbologia da mandala nas relações interpessoais
  • O construtivismo e o fazer criativo
  • O papel do professor no fazer criativo do aluno
  • Teatro de sombras

Cultural

  • Curso Básico de Produção Cultural para o 3º Setor
  • Curso de Produção e Marketing Cultural

Corporativo

  • Redação e Língua Portuguesa Descomplicada (com reforma ortográfica) – A comunicação prática e objetiva no cotidiano organizacional
  • A Comunicação Interna nas Empresas – Integrando e motivando as pessoas no dia a dia corporativo
  • Negociação: A arte de argumentar e fechar bons negócios
  • Planejamento Estratégico de Marketing – A conquista, fidelização e encantamento dos clientes
  • Liderança: Desenvolvendo competências para gerenciar equipes
  • Feed-back e suas conseqüências
  • Quem é você?
  • Os caminhos da liderança situacional
  • Liderando em meio a conflitos
  • 10 requisitos essenciais para ser um líder diferenciado
  • Lidere líderes!

Psicologia Transpessoal

  • A dinâmica das relações sociais
  • Liderança – um caminho que parte da liderança de si mesmo
  • Use o stress a seu favor
  • Analisando o perfil dos meus funcionários pela sua estrutura corporal – um conhecimento que auxilia uma boa comunicação
  • A dinâmica do Eu Criador
  • Recupere seu cérebro e valorize sua vida profissional e pessoal

Caso tenham interesse na realização de um desses cursos ou mesmo necessitarem de mais informações sobre eles, peço a gentileza de me avisar.

Esperamos poder compartilhar com vocês a melhor informação e conhecimento.

Alavanca Social – Assessoria no 3º Setor (Gestão, Captação de Recursos, Elaboração de Projetos, Palestras e Treinamento) https://alavancasocial.wordpress.com

ESPETÁCULO GAIA


O nosso objetivo hoje é estar informando a todos da realização do espetáculo cultural GAIA que acontecerá em 27/05/10, às 21:00 hs, no Teatro Glória Rocha em Jundiaí.

Espetáculo teatral de grande aceitação em São Paulo, cujo tema são os 4 elementos da Natureza, onde, de forma vibrante, emocionante e divertida, transmite a mensagem de amor ao meio ambiente.

A peça é da Produtora Cultural Rituais da Alegria (www.rituaisdaalegria.com.br) e já levou milhares de pessoas nas apresentações em São Paulo.

Faço então o convite para que todos venham assistir o espetáculo.  Assisti em São Paulo e posso dizer que é, simplesmente, imperdível!

Vejam abaixo a chamada para o evento que está sendo divulgado em diversos meios de mídia em Jundiaí e região.

Regulamentação da Nova Lei da Filantropia e Prestação de Contas SICAP 2010


A Associação Paulista de Fundações – APF em parceria com o SESCON/SP, AESCON/SP, CRC/SP e o SEMESP, vem pelo presente convida-los à participar do evento ” Regulamentação da Nova Lei da Filantropia e Prestação de Contas SICAP 2010 “ no próximo dia 07 de maio de 2010, das 07h30 às 12h30 na sede do SESCON/SP à Av. Tiradentes, 960 – Luz, São Paulo/SP.

Em caso de dúvidas favor acessar o site: www.apf.org.br ou liguem para (11) 3237-3193