Conheça o excelente software de Gestão Organizacional para ONGs e Instituições Religiosas


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Olá pessoal!

Primeiramente desejamos a todos um excelente 2017!

Hoje estamos passando para falar de um Software que surpreende pela facilidade de manuseio, ferramentas, opções e principalmente os resultados que ele oferece.

Falo do Economato, que foi idealizado para que ONGs, Instituições Religiosas e Instituições de Ensino possam controlar o fluxo contábil e financeiro, bem com o colaborar decisivamente para a tomada de decisões, tão importante para a definição de ações que transformam os rumos das organizações.

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Fizemos o teste gratuito por 14 dias, através de convite e assessoria da BHBIT, com o auxílio de tutoriais simples, práticos e efetivos, que permitiram um conhecimento de todas as possibilidades que o Software pode oferecer. Realmente muito bom.

Entre diversas vantagens, ele também permite o monitoramento correto de cada projeto ou programa, acompanhamento de orçamentos e correta prestação de contas, demonstrando alto nível de transparência, tornando-se fundamental para que equipes financeiras possam obter resultados mais sólidos.

Sabe-se também que, num mundo globalizado e cada vez mais digital, qualquer deslize ou ação que represente irresponsabilidade, pode afetar diretamente as Instituições na gestão de suas finanças, abalando a reputação da mesma.

O Economato foi concebido com a ideia de atender todos os requisitos necessários para que as organizações possam ter o controle de suas finanças e consequentemente suas ações, permitindo uma gestão mais eficaz e eficiente, dando a tranquilidade necessária para o cumprimento tranquilo de sua missão perante a sociedade.

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Com o Economato você terá os seguintes benefícios:

  • Organizar as suas Finanças;
  • Permite o monitoramento de Convênios e Subvenções;
  • Flexibiliza a criação de Orçamentos;
  • Possibilita o acompanhamento do Fluxo de Caixa;
  • Demonstra facilmente o desempenho de seus Projetos;
  • Alocação de recursos e detalhamento de Custos por Projeto;
  • Informações em tempo Real;
  • Lastro permanente de Doações;
  • Tomada de decisão ágil e segura.


Para conhecerem melhor convido a todos vocês a acessarem a plataforma, se cadastrarem, fazerem o teste gratuito por 14 dias e terem a oportunidade de utilizar este excelente software de gestão.

Para acessar a plataforma, favor clicar nos links abaixo:

ONGs                       Instituições Religiosas                    Instituições de Ensino


Economato! Você preparado para o comando  de sua Organização!


Alavanca Social – Promovendo soluções no Terceiro Setor


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Captar Recursos no Terceiro Setor é difícil? Parte 4


Group of multi racial business people looking up at copyspace

Relembrando os momentos da parte 1, onde destacamos a insegurança pessoal e a falta de capacitação como alguns dos principais fatores da dificuldade das pessoas em realizar o planejamento e execução de campanhas de Captação de Recursos e dos momentos  da parte 2, onde destacamos a fase do sonhar, idealizar, estar preparado e iniciar a elaboração dos passos principais necessários para as definições, planejamento e execução dos processos de captação. Já na parte 3, falamos do Perfil, Características e Habilidades do Captador de Recursos e preparação para o planejamento, ingredientes importantes para o inicio do trabalho.

Neste artigo falaremos do inicio e realização do planejamento como uma das etapas principais de preparação para colocar a sua campanha em ação. Não importa o tamanho da campanha, não importa se o recurso necessário é pequeno ou grande, não importa o tamanho da Organização e/ou quantidade de colaboradores, o cuidado e realização do planejamento torna-se peça-chave para o desenvolvimento e sucesso da campanha.

O que eu desejo? Que tipo de recurso eu necessito? Para que eu preciso deste recurso? De que maneira eu irei consegui-lo? Como irei utilizá-lo em meus projetos? Onde serão utilizados? Quais serão os custos desta campanha? Tenho pessoas capacitadas para a tarefa? Quem coordenará os processos?

Estas e outras perguntas podem ser feitas para a construção do planejamento, lembrando mais uma vez que as buscas devem sempre levar em consideração a real necessidade da organização e seus resultados, e não fazê-lo apenas por fazer. Não importa se o recurso é humano, material ou financeiro, todos tem grande importância no contexto e missão da organização e devem ser planejados com sabedoria para que sejam bem utilizados nas diversas etapas de realização dos projetos.

O Planejamento trabalha os seguintes aspectos: Preparação e Diagnóstico, Planejamento de Tarefas, Execução / Realização e Avaliação. 

Neste artigo estaremos falando sobre Preparação / Diagnóstico e Planejamento de Tarefas

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 Preparação e Diagnóstico

A criação de um grupo multidisciplinar e capacitado é peça fundamental para esta importante atividade, bem como a pessoa que fará a coordenação do inicio ao fim.

Saber o que se deseja e onde serão utilizados são fatores fundamentais para este estudo. Enxergar a realidade da organização, conhecer seus pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças à sua existência, são fundamentais para o desenvolvimento desta fase.  Se não conhecemos nossa própria necessidade e deficiências, como projetar para o futuro criando oportunidades através de nossas capacidades pessoais e de mercado?

O diagnóstico é fundamental, pois nos permite visualizar o momento presente e projetarmos o próximo, preenchendo as lacunas necessárias dentro da organização.

Saber se terão pessoas preparadas para a tarefa de captação de recursos e posteriormente fazer a condução dos processos até a utilização e prestação de contas, torna-se um ingrediente de extrema importância para o resultado final. Neste contexto é essencial terem a pessoa melhor capacitada para a tarefa e com habilidades necessárias para a coordenação de todos os processos e todas as etapas, que fará a intermediação entre os colaboradores e a alta direção da organização, a qual deve permitir condições para todos realizem suas tarefas de forma total.

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Planejamento das Ações

Elaborado o diagnóstico, inicia-se a fase de planejamento de etapas e atividades que comporão a campanha, bem como a manutenção e cuidados para que ela possa ser um sucesso e ser avaliada em sua realização e resultados.

Esta parte do planejamento nunca deve ser feita apenas por uma pessoa ou apenas os expoentes da organização. Todos devem ser ouvidos e devem ter a oportunidade de darem suas opiniões e visão de cada um das reais necessidades da organização, sob pena de deixar de lado situações importantíssimas no momento de definir os passos para a realização da campanha. Todas as ideias e opiniões tem valor neste momento e depois na sua manutenção.

A missão, objetivos e visão do futuro devem estar perfeitamente alinhados a cada etapa ou tarefa criada neste momento, pois, se forem deixados de lado pode inviabilizar a campanha e muitas vezes até prejudicar a imagem da organização.

Definir responsáveis para cada etapa ou tarefa é muito bom para evitar acúmulo de trabalho de poucos e desta maneira prevenir-se contra atropelos e atrasos nos cronogramas de realização.

Cada objetivo, etapa e atividades definidas serão determinantes para que tudo se realize por completo e tenha maiores possibilidades de sucesso. Saber o que quer e onde deseja estar no presente e num futuro próximo ajuda nestas definições e colabora no resultado final que a organização precisa para seus projetos e sua própria sustentabilidade.

O planejamento deve ser feito com carinho, atenção, cuidados e muito estudo antes de ser colocado em prática, pois vai influenciar decisivamente nos resultados da campanha. O grupo responsável pela elaboração e realização das tarefas deve estar sempre em sintonia e acompanhar e monitorar cada passo como forma de evitar retrabalhos e atrasos nos cronogramas de execução.

Estabelecer cronograma para todas as atividades é poder ver onde cada um deve chegar e realizar para o cumprimento ideal de todas as tarefas.

Definir onde buscar os recursos e como serão tomadas ações nesta direção, bem como a investigação sobre as melhores possibilidades, podem garantir boas chances de sucesso nesta empreitada.

Presidência, Diretoria, Conselheiros devem ser parte integrante nas decisões e providências que serão tomadas para facilitar esta busca.

Reconhecimento!

Valorize cada conhecimento, capacidade e opinião dentro da organização!

As chances de sucesso serão maiores!

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Bom pessoal, hoje falaremos até esta parte.

No próximo artigo trataremos da Execução deste planejamento e a Avaliação, tão necessária à melhor condução dos processos e atividades.

Até lá pessoal! Sejam bem vindos á Alavanca Social e Instituto Sabedoria.

Esperamos que este artigo possa ajuda-la(o) em sua tarefas diárias.

Um grande abraço a todos e sucesso!

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Conheça nossas PROMOÇÕES e DESCONTOS, faça já a sua PRÉ-INSCRIÇÃO em nossos cursos e promova EVENTOS conosco!

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Curso na Fesp: COMO CRIAR ONGS: ASPECTOS ESTRUTURAIS E LEGALIZAÇÃO


   

Olá pessoal!

A Alavanca Social, através do seu projeto Instituto Sabedoria, em parceria com a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – Fesp – SP, convida a todos para a participação no curso “COMO FUNDAR ONGS: ASPECTOS ESTRUTURAIS E LEGALIZAÇÃO”, que vem com a proposta de demonstrar os passos principais e necessários para a constituição de Organizações Sem Fins Lucrativos.

O curso acontecerá aos sábados nos dias: 03, 10 e 17/09/2011 das 13:00 às 17:00.

Faça já sua inscrição http://www.fespsp.org.br/extensao/fespextensao/Pages/Inscricao.aspx

Veja os detalhes, valores e condições em http://www.fespsp.org.br/extensao/socpol_adm_comofundarumaong.html

Veja a seguir um resumo sobre o curso:

Plano de Curso

NOME 

  • Como criar Ongs: Aspectos estruturais e legalização
  • OBJETIVO
  • Demonstrar informações para a criação e legalização de uma ONG, servindo de ferramenta para que a mesma possa obter todos os benefícios que a legislação permite;
  • Conhecer as principais vantagens na criação legal de uma ONG;
  • Compartilhar conhecimentos e informações que possibilite a criação de uma ONG.
PÚBLICO ALVO

  • Pessoas interessadas em colocar em práticao processo de criação e legalização de Organizações Não Governamentais sem fins lucrativos.
  • Profissionais do 3º Setor– pessoas atuantes neste segmento que queiram conhecer a prática para aplicação com seus clientes através de serviços de consultoria.
  • Colaboradores de organizações que ainda não se legalizaram e pessoas interessadas em encontrar alternativas de crescimento pessoal – Todos aqueles que, de alguma forma, estão ligados à estrutura de uma Organização sem Fins lucrativos;
  • Pessoas interessadas no tema.
CARGA HORÁRIA

12 horas

MÉTODO

Através de diálogos interativos, apresentações audiovisuais e Desenvolvimento conjunto.

PROGRAMAÇÃO

  • Introdução sobre o Terceiro Setor;
  • O Terceiro Setor no Brasil e sua ascensão;
  • Introdução e Definição das premissas principais para a criação de uma ONG;
  • Planejamento Inicial: Os principais passos para sua constituição;
  • Legislação: As principais leis, decretos e portarias para esta finalidade;
  • A documentação necessária para a legalização e sua aplicação;
  • Os certificados, certidões e documentos essenciais para a existência e a própria sustentabilidade das organizações;
  • A importância da legalização na busca dos recursos e seus resultados.
MATERIAL DIDÁTICOApostilas e material de apoio

 

Faça já a sua inscrição: http://www.fespsp.org.br/extensao/fespextensao/Pages/Inscricao.aspx

 

Balanço Social


Fonte: http://www.responsabilidadesocial.com

Até meados dos anos 30, a idéia de responsabilidade social e acesso à informação de cunho empresarial era virtualmente desconhecida por grandes corporações. A percepção comum era que a performance da empresa deveria ser de acesso restrito para se proteger os dividendos dos sócios.

Grandes fortunas do capitalismo moderno, como J.P. Morgan, John Rockefeller ou Cornelius Vanderbilt, eram sigilosos quanto a suas empresas e comportamento, os quais só eram divulgados na existência de instrumentos compulsórios de prestação de contas. Tal situação permaneceria virtualmente inalterada até a segunda metade da década de 60, quando preocupações ambientais começam a ser levantadas internacionalmente.

Com crescente demanda por “accountability” empresarial vinda de países europeus, países como a França, através da criação do “bilan social” em 1972, e Reino Unido, com o pacote instrumental do “Corporate Report” em 1975, seriam pioneiros na “contabilidade social” de empresas. Tal prática, aos poucos, seria adotada mundialmente em paralelo ao crescimento do poder de aferição e cobrança típicos da imprensa investigava moderna.

No Brasil, de certo o processo foi mais lento que na Europa e Estados Unidos. No entanto, com o fim do regime militar e da repressão política, o Brasil verifica uma explosão de organizações civis. O exercício da cidadania, até então reprimido, ganha novo impulso através da sociedade civil organizada, a qual naquele momento passa a atuar ativamente na promoção de políticas de cunho social. No Brasil, o movimento de apoio à responsabilidade social, ganha impulso a partir dos anos 90 e é conseqüência do surgimento de um sem-número de organizações não governamentais, assim como do crescimento não igualitário dos anos do “milagre econômico”.

Diante da deficiência do Estado em suprir nossas severas demandas sociais, empresas atuam cada vez mais de forma proativa e incorporam um discurso social mais justo. São pelas razões acima que, em face de uma crescente cobrança por transparência, não basta hoje atuar de forma responsável, mas é preciso mostrar resultados. Por isso, empresas demonstram sua performance social em relatórios corporativos das mais diversas formas e modelos.

Quanto ao formato do que se convencionou chamar “Balanço Social”, este pode ser o mais variado. Balanços Sociais modernos contam podem contar com edições luxuosas, de impressionante impacto visual, a dados quantitativos simples que sucintamente retratam a performance sócio-ambiental da empresa. De modo geral, a lógica atrás dos relatórios sócio-ambientais é simples. Empresas devem prestar contas não só aos seus acionistas, mas agora o espectro de “stakeholders” é muito mais amplo e consumidores, empregados, e até outros atores sociais, como sindicatos e ONGs, estão dentro da esfera de interesse do mundo empresarial.

O certo é que a divulgação da performance social de uma empresa interessa grupos empresariais pelas mais diversas razões. A primeira se refere à ética e ao princípio pelo qual empresas, na qualidade de atores sociais, têm ativa participação no crescimento de uma nação e, portanto, devem prestar contas à sociedade. No entanto, razões de cunho prático se somam a estas e, felizmente, fazem da divulgação dos “Balanços Sociais” uma prática cada vez mais comum. Interessa a empresas a divulgação de seus casos de boa prática empresarial.

Ainda que muitos, de forma cética, vejam o “Balanço Social” como simples peça de marketing, este é – antes de tudo – prova de maturidade empresarial. Um bom relatório sócio-ambiental, ou Balanço Social, deve ser claro, ter profundo compromisso com a verdade, e ser amplamente disponibilizado ao público por todos os meios possíveis, incluindo-se aí a Internet. As informações contidas nele não devem ser apenas um “check-list” de requisitos sócio-ambientais, mas devem descrever de forma precisa o retrato da atividade social da empresa em determinado período de tempo.

Não é raro empresas mascararem ou omitirem falhas de conduta em seus relatórios. A transparência, contudo, é importante vantagem comparativa para empresas. É prova de que a empresa está aberta a apontar suas deficiências e assim aprimorar sua performance. É por isso que o RESPONSABILIDADESOCIAL.COM é a favor de verificações independentes para o Balanço Social. O RESPONSABILIDADESOCIAL.COM tem poucas restrições ao que se convencionou chamar “Balanço Social” no Brasil. A primeira se refere a questões terminológicas.

A idéia de balanço foi tomada emprestada da ciência contábil e cria uma série de mal-entendidos, como o pressuposto de que existe um “ativo” e um “passivo” social, mas também a errônea impressão que valores e produtos sócio-ambientais, de difícil definição e utilidade, são objetos de mensuração contábil segura. A confusão instrumental criada é, portanto, evidente. A segunda reserva ao modelo em voga no Brasil é de ordem de conteúdo.

Ainda que o modelo brasileiro contenha avanços notáveis – como a referência à questão racial no Balanço Social – o caráter da informação é ainda excessivamente quantitativo, o que – se, por um lado, permite a comparação temporal da performance da empresa e o detalhamento de despesas sociais – por outro, peca pela falta de descrição narrativa de como estas verbas sociais foram efetuadas e quais os resultados alcançados.

No entanto, como dissera Churchill sobre a democracia, “a pior forma de governo, excetuando-se todas as outras que foram tentadas através dos tempos”, o Balanço Social nos moldes brasileiros é ainda a melhor forma de relatar a performance social de empresas, na falta de substituto melhor. Vale lembrar, todavia, que a responsabilidade social, assim como o Balanço Social, são fenômenos recentes e ainda há muito a ser desenvolvido. Empresas ainda estão no aprendizado de sua cidadania e o Balanço Social surge como importante marco referencial para aqueles que, voluntariamente, buscam um melhor exercício de sua responsabilidade para com a sociedade.

É por isso que, ainda que o RESPONSABILIDADESOCIAL.COM discorde com alguns pontos do Balanço Social hoje em ampla circulação no país, acreditamos que a iniciativa é louvável e deve ser estimulada, por representar um importante avanço conceitual. A seguir, o RESPONSABILIDADESOCIAL.COM oferece algumas indicações úteis sobre o tema, além de um breve apanhado de relatórios sócio-ambientais:

GRI. O Global Reporting Initiative (GRI) é atualmente um dos modelos de prestação de contas em ações sócio-ambientais mais completo que existe. É amplamente utilizado por empresas multinacionais e tem o apoio das Nações Unidas. Recentemente, o GRI completou sua comissão permanente para constantemente atualizar suas recomendações.

IBASE. O Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE) – através da figura do saudoso Herbert de Souza, o Betinho, foi o pioneiro na discussão de relatórios corporativos com enfoque social no Brasil. O modelo proposto pelo IBASE começou a ser discutido em meados de 1997 e é um demonstrativo anual publicado pela empresa reunindo um conjunto de informações sobre projetos, benefícios e ações sociais dirigidas aos empregados, investidores, analistas de mercado, acionistas e à comunidade. O modelo proposto pelo IBASE é hoje hegemônico no Brasil e ainda é bem atraente. A principal característica do modelo é sua simplicidade e caráter voluntário.

Exemplos interessantes de relatórios corporativos:

Rio Tinto Mineração. Como toda empresa extrativa, mineradoras têm interessantes casos de impacto sócio-ambiental. O relatório sócio-ambiental da Rio Tinto para o ano 2000 (em inglês) é interessante referência no tocante a “corporate reports”. Para visualizar o arquivo você precisará do programa Acrobat Reader.

Petrobrás. A Petrobrás foi uma das primeiras empresas brasileiras a divulgar seu Balanço Social. Pela dimensão da empresa, e pelo teor das atividades desempenhadas por ela, o presente relatório engloba interessantes pontos temáticos.

Shell. A Shell foi intensamente criticada nos anos 80 por sua performance em assuntos sociais. Hoje, após uma guinada estratégica, tornou-se exemplo em produção sócio-ambiental. “People, Planet and Profits” é um interessante exemplo de material informativo. Para visualizar o arquivo você precisará do programa Acrobat Reader.

Universidade oferece consultoria gratuita de comunicação e marketing para ONGs de SP


A ESPM-SP apoia, investe e incentiva o trabalho de Organizações Não-Governamentais (ONGs) que lutam por um mundo mais sustentável. Por meio da ESPM Social, a Escola oferece, gratuitamente, consultorias em Marketing e Comunicação para diversas entidades do terceiro setor. As inscrições para o processo seletivo já estão abertas e podem ser feitas até o dia 21 de janeiro, pelo site www.espmsocial.org.

 

A consultoria é um trabalho gratuito, feito por alunos dos cursos de Graduação, sob orientação de professores e especialistas na área. Com este trabalho, os estudantes utilizam os conhecimentos de gestão, negócios, marketing e comunicação adquiridos em sala, em atividades de auxílio à cidadania e a inserção social.

Para participar, as ONGs com sede na grande São Paulo devem fazer sua inscrição e informar o nome da instituição, o responsável legal, o CNPJ, o balanço dos últimos dois anos (se houver), o endereço, o telefone, o e-mail, o website (se houver), a descrição da atuação da ONG e o público-alvo, além de breve descrição dos motivos pelos quais busca a parceria da ESPM Social.

As entidades selecionadas receberão, ao final do processo, um plano de marketing e comunicação com base no diagnóstico feito. O objetivo é auxiliar à estruturação das atividades das ONGs, de modo a divulgar melhor o trabalho realizado, buscar parceiros, ordenar a gestão financeira, melhorar e ampliar o atendimento.

Ao todo, cerca de 80 ONGs já foram contempladas com o projeto. Mais informações sobre o processo seletivo e a ESPM Social podem ser obtidas pelo e-mail espm.social@espm.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. A iniciativa, desde 2009, conta com o apoio da Fundação Citi, do Citibank, e a parceria já mobilizou cerca de 300 universitários voluntários responsáveis por beneficiar aproximadamente 400 mil pessoas, direta e indiretamente vinculadas as ONGs e às comunidades de baixa renda.

 

Fonte: ESPM Social

Prazos (CEBAS) – Saúde, Educação e Social.


Cuidado com os prazos (CEBAS) – Saúde, Educação e Social.

Fonte: http://www.audisa.net/

O Plano de Ação Social que era entregue em 31/01 não existe mais, ou seja, não é necessário entregar.

Por enquanto os prazos que existem são os seguintes:

1) até 20/01 é a data limite para complementação da documentação para os processos de renovação do CEBAS (triênio 2008/2007/2006) para as Entidades que encaminharam a renovação após 29/11/2009; (Decreto No. 7.300/10)

2) até 08/02 é a data limite para recadastramento no Ministério da Saúde, sendo preponderante área de saúde ou não; (Portaria MS 3.355/10)

3) até 01/03 é a data limite das IES que aderiram ao ProUni para envio ao MEC do relatório de atividades e gastos em assistência social; (Decreto No. 5.493/05)

4) até 30/04 Relatório Circunstanciado do Ministério da Justiça;

5) até 05/05 é a data limite para que as Entidades de Saúde tenham formalizado seus convênios e/ou contratualizações com o SUS; (Portaria MS 1.034/10)

6) até 16/05 é a data limite para recadastramento nos Conselhos Municipais de Assistência Social, se a Entidade realiza Projetos Sociais ou possui como área preponderante a Assistência Social; (Resolução CNAS 16/10)

– A área de educação deve ser feito o recadastramento no site, mas ainda não possui prazo. O P.A. (Plano de Atendimento) que deverá ser entregue anualmente não possui modelo, pois será disponibilizado via site e ainda não está disponível.

– Cuidados com os prazos dos Conselhos Municipais (Assistência Social, Idoso, Criança e do Adolescente e outros), estes devem ser verificados em cada Município ou Distrito Federal.

Fundo Brasil de Direitos Humanos


O Fundo Brasil de Direitos Humanos disponibiliza recursos para projetos de organizações da sociedade civil e de indivíduos em todo o país, buscando acolher a diversidade regional e beneficiar preferencialmente aqueles com menor acesso às fontes tradicionais de financiamento.

A escolha dos projetos obedece a processo de seleção anual, que se inicia com a divulgação de edital contendo os critérios específicos e os prazos para envio de projetos.

O edital 2011 privilegia iniciativas na área do combate à discriminação e à violência institucional, esta última entendida como “qualquer forma de violação a direitos humanos promovida por instituições oficiais, suas delegações ou empresas.”

Veja o Edital do ano de 2011

“Combate à violência institucional1 e à discriminação”

O objetivo do Fundo Brasil de Direitos Humanos é promover os direitos humanos no Brasil e sensibilizar a sociedade brasileira para que apóie iniciativas capazes de gerar novos caminhos e mudanças significativas para o país. Nosso compromisso é disponibilizar recursos para apoio institucional e atividades de organizações da sociedade civil e de defensores e defensoras de direitos humanos em todo o território nacional, priorizando aqueles que disponham de poucos recursos ou que tenham dificuldades de acesso a outras fontes.

A Seleção de Projetos em 2011

Em 2011, o Fundo Brasil de Direitos Humanos irá doar até R$800.000,00 (oitocentos mil reais) para apoio a projetos. O Fundo prioriza o apoio a projetos institucionais, mas poderá oferecer bolsas individuais, desde que as propostas apresentadas por indivíduos atendam aos mesmos requisitos deste edital.

1 Entende-se por violência institucional qualquer forma de violação a direitos humanos promovida por instituições oficiais, suas delegações ou empresas.

Que tipo de projetos o Fundo Brasil de Direitos Humanos vai apoiar em 2011?

  • Os que tenham por objetivo combater a violência institucional e a discriminação;
  • Dentro dos temas acima, os que tenham como foco, principalmente, as seguintes questões: super exploração do trabalho, trabalho escravo e trabalho infantil; violência policial, de milícias ou esquadrões da morte; tortura e execuções; não acesso a terra e território; democratização do acesso à justiça; violação de direitos socioambientais; criminalização de organizações e movimentos sociais; violência contra defensores de direitos humanos; discriminação no acesso ao serviço público; de gênero; de raça; de etnia; de orientação sexual; e em razão de condição econômica.
  • Aqueles cujos custos sejam de no mínimo R$ 10.000,00 (dez mil reais) e no máximo R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais).
  • Aqueles provenientes de organizações com orçamento anual de até R$700.000,00, visto que nossa prioridade é apoiar organizações com poucos recursos.
  • Obs: O Fundo Brasil não apóia projetos de organizações governamentais, universidades, organizações internacionais, partidos políticos e empresas.

Vejam mais informações em http://www.fundodireitoshumanos.org.br/edi_cri.jsp

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Outros editais em https://alavancasocial.wordpress.com/artigosinformacoes/informacoes/


Fundo Brasil de Direitos Humanos oferecerá até R$ 25 mil – inscrições até 28/02


Fonte: ABCR viaFundo Brasil de Direitos Humanos oferecerá até R$ 25 mil – inscrições até 28/02.

Interessados podem enviar suas propostas até 28 de fevereiro

O Fundo Brasil de Direitos Humanos, que capta recursos de empresas e indivíduos interessados em investir em ações de Direitos Humanos, abre o Edital 2011 para iniciativas focadas no combate à discriminação e à violência institucional.

 

Organizações ou profissionais de todo o país que atuam nessas áreas podem enviar suas propostas até 28 de fevereiro de 2011. Não serão aceitos projetos de organizações governamentais, universidades, organizações internacionais, partidos políticos ou empresas.

Os projetos selecionados receberão entre R$10 mil e R$25 mil para desenvolver suas atividades em até um ano. Entre os critérios de seleção estão:

– impacto social pretendido;

– potencial efeito multiplicador do projeto;

– criatividade e caráter inovador da proposta e

– existência de vínculos estreitos com as comunidades com as quais a proposta se relaciona.

Para concorrer, os candidatos devem preencher o formulário de inscrição no site do Fundo Brasil de Direitos Humanos* e encaminhá-lo por correio, acompanhado de uma carta assinada por outra organização ou indivíduo recomendando o projeto.

viaFundo Brasil de Direitos Humanos oferecerá até R$ 25 mil – inscrições até 28/02.