Nova lista suja do trabalho escravo tem 202 empregadores. Confira!


Olá pessoal!

É triste observar que em pleno século 21 ainda nos deparamos com situações deploráveis que acontecem com pessoas em todo o mundo. Falo do trabalho escravo, prática ainda utilizada por pessoas sem humanidade e gananciosas na sua busca pelas riquezas, sem se importar com o Ser Humano que é utilizado, sem nenhum respeito, para esta finalidade. Aqui no Brasil, apesar da luta do governo, organizações e sociedade, ainda persistem situações como essa acontecendo.

Vejam a seguir uma publicação da Globo.com a respeito da atualização da lista de empresários que ainda se utilizam desta prática para enriquecerem:

Nova lista suja do trabalho escravo tem 202 empregadores. Confira quem são

Atualização, publicada em janeiro, identifica quem submeteu trabalhadores a condições análogas à escravidão.

Fonte: https://oglobo.globo.com

Daiane Costa – 21/01/2019 – 17:16 / Atualizado em 21/01/2019 – 17:47

RIO – A Secretaria de Inspeção do Trabalho, ligada ao Ministério da Economia, atualizou a relação de empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas à escravidão, mais conhecida como lista suja do trabalho escravo. Nesta, há 202 nomes. A anterior havia sido divulgada em outubro e incluía 209 empregadores. Todos os nomes que constam na lista foram autuados por trabalho análogo ao de escravo por auditores fiscais, e tiveram o direito de recorrer em duas instâncias administrativas dentro do órgão, mas perderam.

Confira a lista completa aqui

De acordo com a nova lista, há uma maior incidência de casos em Minas Gerais (49) e Pará (22). Além dessas duas unidades da federação, outras 18 têm empregadores listados. No RJ há onze estabelecimentos mencionados. A maioria deles é lanchonete, além de caldo de cana, comércio de alimentos, churrascaria, pastelaria e pizzaria.

Em outubro de 2017, o governo do então presidente Michel Temer foi alvo de duras críticas ao editar um nova portaria, que tornava mais difícil caracterizar o trabalho escravo. Dois meses depois, ele voltou atrás e tornou mais rigorosas as definições de jornada exaustiva e condição degradante do trabalhador, além de ter ampliado outros conceitos para a configuração desse tipo de mão de obra. Com a nova portaria, o governo deixa em vigor no país as regras que já estavam valendo há 14 anos.

De acordo com o artigo 149 do Código Penal Brasileiro, caracterizam o trabalho análogo ao de escravo condições degradantes de trabalho (incompatíveis com a dignidade humana, caracterizadas pela violação de direitos fundamentais coloquem em risco a saúde e a vida do trabalhador), jornada exaustiva (em que o trabalhador é submetido a esforço excessivo ou sobrecarga de trabalho que acarreta a danos à sua saúde ou risco de vida), trabalho forçado (manter a pessoa no serviço através de fraudes, isolamento geográfico, ameaças e violências físicas e psicológicas) e servidão por dívida (fazer o trabalhador contrair ilegalmente um débito e prendê-lo a ele). Os elementos podem vir juntos ou isoladamente.


ALAVANCA SOCIAL E INSTITUTO SABEDORIA JUNTOS NA PREPARAÇÃO DE PESSOAS E ORGANIZAÇÕES

Necessita de Apresentações Profissionais para expandir seu negócio ou projeto?

Acesse R2 Creative e conheça algumas de suas criações.


 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s