DENÚNCIA: Índios Guarani-Kaiowá anunciam suicídio coletivo no Mato Grosso do Sul


Século XXI, imagina-se a evolução moral e intelectual em franca ascensão, com as diferenças, preconceitos, desigualdades sociais, sendo gradativamente vencidas por uma sociedade mais justa e consciente, com o poder público sabedor de suas responsabilidades e deveres, com a iniciativa privada, também como cidadãos jurídicos, agindo de forma a trazer o crescimento e o progresso sem ferir a Constituição Brasileira e as etnias, com o Poder Judiciário, principalmente o Supremo Tribunal Federal, com o poder de legislar com seriedade e competência e com toda as comunidades presentes em todo Brasil, mais conscientes de seus direitos e deveres.

Será que chegamos a esse patamar?

Ao ouvir um comentário de Bob Fernandes na TV Gazeta sobre os índios Kaiowás, fiquei estarrecido pelos fatos anunciados, com uma vileza digna de ações do Brasil em épocas muito remotas, já extintas há muito tempo. Indignado por saber que brasileiros estão sendo massacrados de todas as formas possíveis (física e moralmente) por pessoas inescrupulosas, que somente estão interessadas em se tornar mais ricos e poderosos, utilizando, muitas vezes, da ajuda dos meios judiciários locais, como forma de extinguir a vida dos índios e ocupar um lugar que é deles por direito há milhares de anos e pasmem, sob o olhar conivente do poder público, privado e maior parte da sociedade.

Este assunto não está sendo divulgado nos principais meios de comunicação como deveria, mantendo o fato e a verdade oculta sob o tapete da vergonha, corrupção e total falta de respeito à vida e o direito de viver com dignidade.

Mais estarrecido e indignado eu fiquei quando ouvi sobre suicídio coletivo de crianças, adultos e idosos da tribo  Kaiowás, pelo fato de estarem sem esperanças para prosseguir e sem apoio da nação brasileira que se cala diante de uma fato digno das grande atrocidades acontecidas em outras eras deste planeta.

O que você pode fazer a respeito? Você pode, ao menos, comentar com seus familiares, seus amigos, seus colegas, nas redes sociais e em todos os locais possíveis? Está na hora de reagir e começar a transformar realidades como esta, e elevar o Brasil a um patamar de justiça e desenvolvimento leal desejado por todos.

Assistam este vídeo denúncia do índios Guarani-Kaiowás:

Assinem as petições que ajudarão a mudar este contexto:

Vejam a seguir a íntegra de uma reportagem sobre o assunto.

Fonte: http://dialogospoliticos.wordpress.com

Por Felipe Patury, Época

Uma carta assinada pelos líderes indígenas da aldeia Guarani-Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, e remetida ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI), anuncia o suicídio coletivo de 170 homens, mulheres e crianças se a Justiça Federal mandar retirar o grupo da Fazenda Cambará, onde estão acampados provisoriamente às margens do rio Hovy, no município de Naviraí. Os índios pedem há vários anos a demarcação das suas terras tradicionais, hoje ocupadas por fazendeiros e guardadas por pistoleiros. O líder do PV na Câmara, deputado Sarney Filho (MA), enviou carta ao ministro da Justiça pedindo providências para evitar a tragédia.

Leia a íntegra da carta dos índios ao CIMI:

Carta da comunidade Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay-Iguatemi-MS para o Governo e Justiça do Brasil

Nós (50 homens, 50 mulheres e 70 crianças) comunidades Guarani-Kaiowá originárias de tekoha Pyelito kue/Mbrakay, viemos através desta carta apresentar a nossa situação histórica e decisão definitiva diante de da ordem de despacho expressado pela Justiça Federal de Navirai-MS, conforme o processo nº 0000032-87.2012.4.03.6006, do dia 29 de setembro de 2012. Recebemos a informação de que nossa comunidade logo será atacada, violentada e expulsa da margem do rio pela própria Justiça Federal, de Navirai-MS.

Assim, fica evidente para nós, que a própria ação da Justiça Federal gera e aumenta as violências contra as nossas vidas, ignorando os nossos direitos de sobreviver à margem do rio Hovy e próximo de nosso território tradicional Pyelito Kue/Mbarakay. Entendemos claramente que esta decisão da Justiça Federal de Navirai-MS é parte da ação de genocídio e extermínio histórico ao povo indígena, nativo e autóctone do Mato Grosso do Sul, isto é, a própria ação da Justiça Federal está violentando e exterminado e as nossas vidas. Queremos deixar evidente ao Governo e Justiça Federal que por fim, já perdemos a esperança de sobreviver dignamente e sem violência em nosso território antigo, não acreditamos mais na Justiça brasileira. A quem vamos denunciar as violências praticadas contra nossas vidas? Para qual Justiça do Brasil? Se a própria Justiça Federal está gerando e alimentando violências contra nós.  Nós já avaliamos a nossa situação atual e concluímos que vamos morrer todos mesmo em pouco tempo, não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa tanto aqui na margem do rio quanto longe daqui. Estamos aqui acampados a 50 metros do rio Hovy onde já ocorreram quatro mortes, sendo duas por meio de suicídio e duas em decorrência de espancamento e tortura de pistoleiros das fazendas.

Moramos na margem do rio Hovy há mais de um ano e estamos sem nenhuma assistência, isolados, cercado de pistoleiros e resistimos até hoje. Comemos comida uma vez por dia. Passamos tudo isso para recuperar o nosso território antigo Pyleito Kue/Mbarakay. De fato, sabemos muito bem que no centro desse nosso território antigo estão enterrados vários os nossos avôs, avós, bisavôs e bisavós, ali estão os cemitérios de todos nossos antepassados.
Cientes desse fato histórico, nós já vamos e queremos ser mortos e enterrados junto aos nossos antepassados aqui mesmo onde estamos hoje, por isso, pedimos ao Governo e Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas solicitamos para decretar a nossa morte coletiva e para enterrar nós todos aqui.

Pedimos, de uma vez por todas, para decretar a nossa dizimação e extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para  jogar e enterrar os nossos corpos. Esse é nosso pedido aos juízes federais. Já aguardamos esta decisão da Justiça Federal. Decretem a nossa morte coletiva Guarani e Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay e enterrem-nos aqui. Visto que decidimos integralmente a não sairmos daqui com vida e nem mortos.

Sabemos que não temos mais chance em sobreviver dignamente aqui em nosso território antigo, já sofremos muito e estamos todos massacrados e morrendo em ritmo acelerado. Sabemos que seremos expulsos daqui da margem do rio pela Justiça, porém não vamos sair da margem do rio. Como um povo nativo e indígena histórico, decidimos meramente em sermos mortos coletivamente aqui. Não temos outra opção esta é a nossa última decisão unânime diante do despacho da Justiça Federal de Navirai-MS.

Atenciosamente, Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay

Alavanca Social ministra Workshop em Belo Horizonte


Olá pessoal!

A Alavanca Social, em parceria com a ATN (Associação Telecentro de Informação e Negócios) e IBM, ministrará o Workshop BOAS PRÁTICAS NA GESTÃO DE ORGANIZAÇÕES SOCIAIS na cidade de Belo Horizonte.

O evento acontecerá em 30/10/12, cujos convidados serão diversas organizações do Terceiro Setor, e abordará questões importantes nesta área da economia, como a Estruturação, Legalização, Ética e Transparência, Áreas de Gestão, Captação de Recursos e Voluntariado. O evento terá duração de 08 horas e contará com o apoio das Organizações KNH (Kinder Not Hilf) e Morada e Cidadania. Na próxima semana, teremos mais informações.

Alavanca Social realiza mudanças nos formatos de recebimentos/pagamentos


A partir de 15/10/2012, a Alavanca Social incluiu um novo sistema de pagamentos e recebimentos, que visa melhorar a relação com clientes e fornecedores.

O método adotado foi realizar transações seguras através do Sistema PagSeguro, que inibe fraudes, melhora o controle financeiro e facilita pagamentos por parte dos clientes.

A grande novidade é a possibilidade dos nossos clientes efetuarem seus pagamentos através do cartão de crédito, com parcelamentos em até 18 vezes. Esta facilidade somente se aplica para os cursos e eventos ministrados pela Alavanca Social e a Área Instituto Sabedoria.

Agora ficou mais fácil, solicite um orçamento sem compromissos e escolha seu formato de pagamento.

 

A esperança de Malala (Assine a Petição)


Fonte: http://www.avaaz.org

428,532 assinaram a petição. Ajude-nos a chegar em 500,000

Malala dedicou sua infância para defender a educação de garotas como ela no Paquistão. Enquanto ela se recupera em uma cama de hospital, vítima de atiradores do Talibã, vamos ajudar o seu sonho a se tornar realidade.

Já existe, em uma parte do Paquistão, um programa bem sucedido que dá benefícios para famílias que enviarem suas filhas para a escola com frequência. No entanto, na província da garota Malala, o governo está de braços cruzados. Alguns políticos de cargos altos lhe ofereceram ajuda e se agirmos agora podemos fazer com que eles se comprometam a implementar essa ideia em todo o país.

Antes que a atenção da mídia se volte para outro caso, vamos elevar nossas vozes e exigir que o governo do Paquistão anuncie medidas de auxílio financeiro para todas as garotas paquistanesas irem à escola. Em alguns dias, o enviado da ONU para educação se encontrará com o presidente paquistanês Asif Ali Zardari e disse que a entrega em mãos de 1 milhão de assinaturas pode dar força à sua presença. Assine a petição e compartilhe com todos – vamos ajudar a tornar o sonho da garota Malala realidade.

(Veja a seguir a mensagem enviada ao Presidente do Paquistão)

Para o Presidente do Paquistão Asif Ali Zardari; Primeiro-ministro Raja Pervez Ashraf; e Governador da Província de Khyber-Pakhtunkhwa Syed Masood Kausar:

“Pedimos que o Paquistão se comprometa com um plano para fornecer educação para todas as crianças por meio da construção de escolas, treinamento de professores e financiamento para famílias com meninas visando a participação frequente delas na escola. Todos os governos e organizações internacionais devem ter um papel ativo para garantir que milhões de crianças atualmente fora da escola tenham acesso à educação.”

http://www.avaaz.org/po/malalahopenew/?bbHxCdb&v=18823

Associação Magdala fornece marmitex durante a semana


Olá pessoal, além dos tradicionais e deliciosos pães, bolos e doces, a Associação Maria de Magdala está fornecendo Marmitex saborosos para atender a todos.

O cardápio é variado em todos os dias da semana e em breve teremos um novo, ainda melhor, que está sendo elaborado, para atender a todas as pessoas que forem lá buscar suas refeições diárias ou para quem solicitar a entrega em domicílio.

Todo o lucro é revertido integralmente para as integrantes da cozinha semi-industrial.

O diferencial é que, agora, teremos, por um mês, a entrega gratuita nos seguintes locais: Centro, Rua Cavalcante subindo até a Rua Bela Vista, Vianelo, Prefeitura, Vila Hortolândia, Jardim Cica, Vila Rami, Vila Arens, Bela Vista,  Anhangabaú, Vila Municipal.

Maiores informações pelo telefone: 4522-4970.

Vejam a seguir a chamada de divulgação: