Entrevista Alavanca Social na Revista Responsabilidade Social!


Olá pessoal!

Convido a todos para acompanharem a entrevista concedida pela Alavanca Social à Revista Responsabilidade Social.

A revista Responsabilidade Social é um dos principais veículos de divulgação em questões relacionadas às necessidades sociais e que envolve não somente o tema Responsabilidade Social, mas todos aqueles que influenciam as questões sociais em todos os níveis. Considero-os um exemplo de participação cidadã com pleno êxito.

Acesse o site da revista e confira esta entrevista e outros assuntos também!

Fonte da matéria: http://www.responsabilidadesocial.com/article/article_view.php?id=1413

Fundador da Alavanca Social destaca as principais atividades realizadas hoje pela instituição

Com consultorias nas áreas de gestão, captação de recursos e elaboração de projetos, a Alavanca Social contabiliza cinco anos de atuação com resultados exitosos. A avaliação é do presidente e fundador da instituição, Marcelo Rachid. Criada para mediar as necessidades do terceiro setor por meio da prestação de serviços, a entidade busca atingir, em 2012, a excelência em suas atividades e ser uma referência na área.

Hoje, a instituição mantém parceria com empresas e profissionais de vários mercados. Segundo Rachid, em 2012 serão priorizadas, por exemplo, atividades voltadas a melhorar a comunicação e visualização das organizações, “ajudando-as no processo de reconhecimento perante a comunidade e empresas em geral”.

Para se ter uma ideia, a instituição oferece cursos de extensão e livres de curta duração, na área. Também são promovidas palestras gratuitas em instituições de ensino e está prevista a implementação do projeto Biblioteca Social, que disponibilizará e-books e apostilas com informações básicas sobre o setor.

Na entrevista exclusiva, Marcelo Rachid detalha as ações em curso, apresenta os planos da instituição e faz uma avaliação sobre os desafios do terceiro setor para a próxima década. Na opinião do especialista, entre os gargalos é possível citar o marco legal ineficiente e baixa profissionalização. Acompanhe.

1) Responsabilidade Social – A Alavanca Social completa em 2012 cinco anos de atuação. Qual o balanço que o senhor faz dessa meia década de trabalho em prol do terceiro setor?

Marcelo Rachid – O balanço é bem positivo, pois possibilitou que a instituição fosse responsável por ações dentro do segmento de uma forma bem dinâmica, séria e responsável, onde todos os envolvidos puderam ser beneficiados com resultados favoráveis às necessidades de organizações, pessoas e ambiente.

2) RS – Na sua opinião, como a agenda social evoluiu no país neste período e quais os principais desafios do setor para a próxima década?

MR – Tenho o hábito de pensar que tudo evolui de forma positiva a todo instante e que o amanhã será ainda melhor. Pode ser uma forma utópica de pensar, mas acredito sempre que o ser humano é dotado de inteligência e capacidade suficiente para melhorar o meio em que está inserido, apesar de constantes modelos que se apresentam de forma negativa.

A partir da década de 90, esse país pôde observar importantes mudanças na legislação, conceitos, pesquisa e conscientização no terceiro setor, o que permitiu o avanço gradativo de todas as pessoas que militam essa área e se preocupam com o social. Nos últimos cinco anos houve um crescimento surpreendente na mentalidade dos profissionais que atuam no segmento, em que a atitude, antes amadora, mudou para uma visão e ações mais voltadas para o profissionalismo.

Os principais desafios a serem vencidos ainda são o clientelismo político, a corrupção que assola o país e que mancha a imagem da grande maioria que trabalha de forma séria e bem intencionada. Outro fator que deve ser olhado com mais carinho é a legislação, que ainda emperra e dificulta no momento de colocar projetos em ação. No terceiro setor ainda vejo o pouco investimento na capacitação de todos os envolvidos.

3) RS – Então o senhor concorda com a crítica recorrente sobre a falta de profissionalização do segmento?

MR – Acho essa afirmação justificável, já que observo o tempo todo a dificuldade das pessoas na execução das tarefas na maioria das organizações. Não sei se é devido o fato de eu ter uma formação profissional no segundo setor, vejo sempre a necessidade de profissionalização e a organização, como fatores fundamentais para o sucesso ou fracasso de um empreendimento. Essa é uma bandeira que sempre levantei em nossos cursos, palestras e eventos relacionados e penso ser de fundamental importância essa conscientização.

Acredito que o maior motivo ainda é o baixo investimento das organizações na capacitação dos colaboradores e os baixos salários que são pagos, não permitindo a chegada de profissionais nas mais diversas áreas, a não ser por meio do voluntariado.

4) RS – Como o senhor avalia o marco legal do setor? Trata-se de uma legislação eficiente?

MR – Esse é um desafio a ser vencido e que pode transformar positivamente esse setor da economia. O Brasil nunca procurou seguir uma linha de conduta própria, de acordo com sua personalidade, pois sempre achou melhor copiar modelos externos, a se ajustar a uma realidade nossa. Podemos observar que as leis são definidas somente pensando num momento presente e nunca levando em consideração o que vai acontecer no futuro, ou seja, somente vão ser ajustadas de acordo com os fatos e acontecimentos.

Apesar de existirem leis importantes para essa área, como a lei do voluntariado e outras, a grande maioria não atende aos anseios e reais necessidades das organizações sem fins lucrativos desse país.

5) RS – Quais são, na sua visão, as ações prioritárias para impulsionar a atuação das organizações do terceiro setor no país e qual o papel da Alavanca Social nesse contexto?

MR – Estão sendo criados alguns mecanismos, como os incentivos fiscais, que estão possibilitando as organizações sedimentarem suas atuações na comunidade por meio do recebimento de recursos tão importantes na sua operação. Vejo sempre as ações nesse sentido e também aquelas que permitem a capacitação das pessoas, num maior engajamento para a solução de suas necessidades e desafios diários.

Outro fator que julgo importante é a união de ideias para um bem comum, sendo de imensa importância o trabalho conjunto das organizações para que todos os problemas das comunidades sejam sanados. Ainda vejo falta de união entre as organizações do terceiro setor como um fator negativo e que dificulta o crescimento do segmento.

O papel da Alavanca Social é e sempre será o de levar soluções, procurando fortalecer a ideia de que a preparação, a organização e a capacitação das pessoas poderão levar a resultados favoráveis, seja por meio de cursos, consultorias e eventos, seja por meio da atuação para incrementar a comunicação dessas empresas, facilitando a busca de soluções e recursos.

6) RS – Quais projetos e atividades a Alavanca Social priorizará em 2012?

MR – A Alavanca Social vai priorizar em 2012 o compartilhamento de informações por meio do treinamento, eventos específicos e palestras acadêmicas, sendo essa última realizada em universidades e faculdades de forma gratuita em assuntos relacionados ao terceiro setor, e em meios corporativos a partir de parcerias estabelecidas.

Outro fator a ser priorizado, principalmente devido à demanda, são as atividades voltadas a melhorar a comunicação e visualização das organizações, ajudando-as no processo de reconhecimento perante a comunidade e empresas em geral. Um fator importante a ser ressaltado é a busca por novas parcerias que comunguem do mesmo pensamento e nos permita realizar de forma mais ampla nossas atividades.

7) RS – O que o senhor entende por responsabilidade social?

MR – A conjugação das duas palavras já define tudo, porém, necessita de uma visão e decisão individualizada para que ela aconteça em sua totalidade. Existe uma frase que diz: “Não existem resultados sem ação”. Vejo que ela define todo esse contexto, pois o ser humano é que decide como e quando agirá a favor ou contra uma necessidade.

Muitas pessoas incutem a empresários e governo a responsabilidade de agirem em favor do social, porém se esquecem de alguns detalhes importantes que envolvem eles mesmos, pois fazem parte de todo esse contexto, podendo influenciar com suas atitudes o meio em que vivem.

A responsabilidade social se inicia no convívio familiar, para depois se estender para a sociedade. Cada um é totalmente responsável por fazer a diferença por meio de decisões e escolhas pessoais. O Brasil ainda engatinha nesse contexto, mas, mesmo com algumas dificuldades, vem crescendo nesse quesito. Vejo a responsabilidade social como a semente que gera os frutos necessários ao sadio crescimento das sociedades e provê com soluções sérias, a tudo o que nos envolve e a nós mesmos.

Convite: Workshop sobre Computação em Nuvem para o Terceiro Setor


Olá a todos!

A ATN/Techsoup Brasil em parceria com a IBM estará realizando em 13/04/12 um Workshop que tratará da computação em nuvem, tão importante nas diversas formas de comunicação em rede atuais.

Este evento está direcionado às pessoas e organizações do Terceiro Setor, além daquelas interessadas no tema.

Vejam a seguir a chamada para o evento e a forma de inscrição gratuita.

Cão-terapia: projeto social une equipe voluntária e animais


Nas cidades de Campinas, Itu, Sorocaba e Piracicaba, todas no interior de São Paulo, 20 profissionais voluntários e 12 cães terapeutas, além de cinco que serão integrados à equipe ainda neste semestre, dão forma a um projeto amigo da saúde: o Medicão Terapeuta Multidisciplinar.

Os profissionais que integram o projeto utilizam o potencial canino para melhorar e, muitas vezes, mudar a vida de pacientes em tratamento, estudantes e idosos destas cidades.

O projeto Medicão Terapeuta Multidisciplinar visita regularmente os pacientes do Hospital Celso Pierro, crianças com câncer do Centro Infantil Boldrini e da Casa Ronald Mc Donald, pessoas com deficiências mental e física do Centro Educacional Integrado (CEI) e pacientes com deficiência visual do Instituto Pró-Visão.

A equipe também atua na área pedagógica, com os estudantes do Colégio Provecto, e na geriátrica, com idosos do Lar dos Velhinhos de Campinas. Em Itu, a visita é realizada no Instituto de Cegos Maria Luiza, em Sorocaba, no Instituto de Cegos ASAC, já em Piracicaba, no Hospital Unimed.

Criado para promover a “cão-terapia”, o projeto teve início há mais de 10 anos, quando sequer tinha nome; mas já nascia com uma equipe de peso: o cinotécnico e adestrador de cães Hélio Rovay Júnior fez a ideia ganhar vida com a ajuda da esposa, a pedagoga Adriana Maraccini, e a participação especial de Nina, sua cadela da raça Labrador.

Juntos, eles atendiam a um grupo de seis crianças com Síndrome de Down em um instituto de Campinas. A intenção de criar o projeto surgiu da paixão de Hélio Rovay por cães e da curiosidade sobre a Síndrome de Down – ele deu um jeito de unir os dois interesses e passou a estudar a “cão-terapia”.

“Comecei a analisar e isso acabou virando um vício”, comenta. Mesmo tendo de parar com as atividades do projeto durante algum tempo por falta de recursos, Hélio Rovay não abandonou a ideia; ou, como ele mesmo conta, não permitiram que ele abandonasse: “As pessoas diziam que eu não podia parar.

Hoje, o projeto já cresceu tanto que não daria mesmo para interromper”. A continuação das atividades foi permitida pelo apoio de empresas como a Bayer HealthCare, que desde 2009, auxilia com o custeio de uniformes, combustível e no tratamento veterinário necessário ao bem-estar dos animais.

“Optamos por destinar recursos a este projeto por acreditarmos nos benefícios do tratamento humanizado com a utilização de animais, sendo que cada paciente demonstra visíveis progressos ao receber esta visita especial”, comenta Gilberto Neto, gerente da unidade de Animais de Companhia da Saúde Animal, da Bayer HealthCare.

O trabalho minucioso envolve a seleção de animais e a manutenção de sua saúde, para que o mesmo possa circular em ambientes que exigem assepsia e boa conduta.

”O cão precisa ser confiante e estável. Há ainda requisitos básicos como ele não ser medroso ou tímido, além de permitir que as pessoas façam afagos. Inclusive, o animal recebe adestramento para que, em uma eventual interação mais exaltada, em que a pessoa puxe a orelha ou rabo, ele não tenha uma reação agressiva”, explica Hélio Hovay.

Os animais da equipe recebem uma dieta específica e acompanhamento veterinário para a aplicação de medicamentos contra parasitas, como pulgas e carrapatos, além de vermífugos, que os protegem contra a ação de vermes.

A rotina no dia das visitas inclui um banho detalhista com produtos hipoalergênicos, que atuam na segurança tanto dos animais, quanto das pessoas com quem eles terão contato. Para o fundador do projeto, tanta dedicação tem as suas recompensas.

“Nós sempre dizemos que juntos, fazemos a diferença. Esse trabalho dá a sensação de missão cumprida, pois sabemos que pequenas ações influenciam a vida das pessoas. A equipe, junta, de fato, faz a diferença”, finaliza Hélio Hovay.

Fonte: Cibele Pereira (http://www.animalivre.com.br)

Fundo Comgás de Patrocínio Sociocultural até 31/03/12


Fonte: Renata Bertelli (R2B)

BAZAR NA ASSOCIAÇÃO MARIA DE MAGDALA


Olá pessoal!

A ASSOCIAÇÃO MARIA DE MAGDALA convida a todos para o tradicional BAZAR de roupas e sapatos seminovos de boa qualidade.

O BAZAR  acontecerá nos dias 21, 22 e 23 março de 2012, das 08:00 às 16:00.

O local será na Rua Senador Fonseca, 517 – Centro – Jundiaí – SP

Preços imbatíveis que variarão de R$ 1,00 e de R$ 5,00.

Para mais informações entrem em contato com a Associação:

ASSOCIAÇÃO “MARIA DE MAGDALA”

C.G.C 01217945/0001-22

Declarada de Utilidade Pública – Lei 4.906/96

Rua Senador Fonseca, 517 – Fone (011) 4522-4970

13201-789 – JUNDIAÍ-SP

http://associacaomagdala.wordpress.com

“Faça coisas simples com amor extraordinário.”

(Beata Madre Teresa de Calcutá)

 

Curso do Terceiro Setor na Fesp – A profissionalização como fator de importância em organizações


A Alavanca Social, em parceria com a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESP-SP, abriu inscrição para mais uma edição do curso “A PROFISSIONALIZAÇÃO COMO FATOR DE IMPORTÂNCIA EM ORGANIZAÇÕES”, que vem com a proposta de orientar, promover e conscientizar a importância na preparação e capacitação das pessoas nas práticas diárias. O curso, além das informações, irá mostrar alguns cases de organizações que conseguiram atingir seus objetivos através da desta conscientização.

Mais informações no site: http://www.fespsp.org.br/extensao/socpol_terceiro.html

Faça já sua inscrição e garanta a sua participação: Vagas limitadas! http://www.fespsp.org.br/extensao/fespextensao/Pages/Inscricao.aspx

CURSO DO 3º SETOR NA FESP

 “A PROFISSIONALIZAÇÃO COMO FATOR DE IMPORTÂNCIA EM ORGANIZAÇÕES”

 

Apresentação

O Terceiro Setor, como sabemos, veio fechar o ciclo de ações da sociedade organizada, que tanto o Primeiro Setor (Governo) e o Segundo Setor (Empresas Privadas) não oferecem e para que isso se torne realidade, o contexto exige que todas as pessoas que militam nesta área tenham uma visão diferenciada em todas as áreas de ação, sejam eles Conselhos, Gestores, colaboradores e profissionais liberais, como forma de dinamizar e obter melhores resultados em seus projetos. A palavra “Profissionalização” é muito ampla e oferece uma série de oportunidades e opções, porém, sua aplicação de forma continuada e planejada, proporciona os meios para a obtenção de resultados favoráveis.

Carga Horária
12 horas

Objetivos

  • Oferecer informações para a conscientização dos participantes na importância de estarem se preparando para um contexto profissional na área do 3º setor.
  • Demonstrar a importância do planejamento interno para o sucesso externo.
  • Conhecer as principais áreas de ação dentro de uma Organização Sem Fins Lucrativos.
  • Conhecer algumas soluções no âmbito da Gestão
  • Mostrar diferenças na Gestão e condução das atividades em Organizações existentes e atuantes no setor, bem como a necessidade de se prepararem de forma mais estruturada para suas tarefas.

Público Alvo

Fazem parte do perfil do atendente deste curso:

Gestores de Organizações sem Fins Lucrativos – buscando uma visão diferenciada da importância na preparação e realização das tarefas.
Profissionais do 3º Setor – pessoas atuantes neste segmento que queiram abraçar uma visão diferenciada da profissionalização nesta área e poderem aplicar em suas consultorias e ações.
Colaboradores e pessoas interessadas em encontrar alternativas de crescimento pessoal e profissional– Todas as pessoas interessadas neste tema.

Estrutura

Introdução ao  3º Setor – Visão Global do 3º setor no Brasil e no mundo – 2hs

Gestão Eficaz –Visão sistêmica das áreas de Gestão no Brasil – 2hs

Cases de Sucesso – Demonstração de Cases de Organizações Eficientes – 4hs

Áreas – O conhecimento, a informação e o treinamento proporcionando a renovação de conceitos – 2hs

Participação da Sociedade – A sociedade e seu papel fundamental para a mudança de conceito – 2hs

Cronograma

1ª aula – 4hs – 28/04/2012

2ª aula – 4hs – 05/05/2012

3ª aula – 4hs – 12/05/2012

Dia/Horário:  Sábados das 13 às 17:00

Nº de vagas: 50

Valor do Curso: 150,00

IMPORTANTE
Alunos regularmente matriculados em cursos de graduação e pós-graduação da FESPSP têm 40% de desconto nos cursos do programa de extensão.

Instituições conveniadas e ex-alunos da FESPSP têm 15% de desconto no valor total do curso.

Coordenador e Docente: Marcelo Rachid de Paula

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9780393997973948

Vejam mais detalhes na página da Fesp-SP

http://www.fespsp.org.br/extensao/socpol_terceiro.html

Esperamos por vocês!

 

Faça sua inscrição: http://www.fespsp.org.br/extensao/fespextensao/Pages/Inscricao.aspx


Sobre a Alavanca Social: 
Empresa voltada a promover Treinamento, Ações na Área de Comunicação e Consultoria no Terceiro Setor e outros setores da economia. Para mais informações e contato acessem https://alavancasocial.wordpress.com e http://institutosabedoria.wordpress.com

http://www.r2creative.com.br/

Mulheres…sem sombra de dúvidas


Mulheres:

Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.
Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam “não” como resposta quando
acreditam que existe melhor solução
Elas andam sem novos sapatos para
suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao medico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.
Elas choram quando suas crianças adoecem
e se alegram quando suas crianças ganham prêmios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre
um aniversario ou um novo casamento.

(Pablo Neruda)

Nós da Alavanca Social entregamos a todas as mulheres deste mundo e de todos os outros também…

Nossa singela homenagem…PARABÉNS pelo seu dia!

 

Uso de tecnologia em escolas depende mais de conteúdo disponível, defendem especialistas


(Imagem do site da Prefeitura de São Caetano)

Brasília – Depois de prefeituras e governos estaduais receberem ou adquirirem cerca de 574 mil laptops por meio do Programa Um Computador por Aluno (UCA), o Ministério da Educação (MEC) acena com a possibilidade de inserir os tablets nas salas de aulas das escolas públicas brasileiras. Especialistas concordam que o sucesso do uso das tecnologias em educação não depende apenas da plataforma utilizada, mas sim da forma como a escola irá inserir essas ferramentas no aprendizado e também dos conteúdos digitais disponíveis.

A diretora da Fundação Pensamento Digital, Marta Voeclker, aponta que a escola pode “mudar de paradigma” a partir da tecnologia. Ela ressalta que o uso das máquinas – seja um computador, laptop ou tablet – pode transformar a lógica do aprendizado. Alunos deixam de ser meros “recebedores” de conteúdo e podem evoluir para autores. “A tecnologia nos ajuda a sair de uma educação por instrução e memorização para uma educação de construção e colaboração. Uma tecnologia que a criança use a imagem, escreva e formalize ali seu entendimento. Se tenta mudar a escola há 100 anos e a tecnologia vem ajudar nisso”, explica.

Sob esse ponto de vista, Marta defende que o “hardware” não importa tanto. O essencial é ter à disposição ferramentas que possibilitem um uso educacional de laptops e tablets para que as máquinas não sejam meros reprodutores dos conteúdos que já estão nos livros didáticos. “A escola vai aos poucos se tornando digital, os professores estão fazendo blogs, a gente se apropria das redes sociais, mas não há algo pensado para a escola que precisa de uma transição para a época digital”, aponta.

A especialista no uso das tecnologias da educação ressalta, entretanto, que essa transição da escola analógica para a digital precisar ser feita aos poucos. Leva tempo e exige uma reflexão da sociedade a respeito do que se espera da escola. “Quando o educador começa a trabalhar esses projetos chega um momento que o sistema não reconhece o que ele está fazendo. Isso está acontecendo em todo o mundo. No Brasil nós temos um ambiente mais propício à mudança, até do ponto de vista da legislação. Mas é uma mudança grande porque aí chegam as avaliações que hoje ainda se baseiam muito na memorização”, diz Marta. “O que precisava é de um pensamento estratégico dentro do governo para pensar esse assunto a longo prazo”, completa.

Para Ilona Becskeházy, diretora da Fundação Lemann, a primeira e principal estratégia é buscar conteúdos pedagógicos que possam ser acessados por meio dos equipamentos. “Se você não selecionar conteúdo de alto padrão, tanto faz se é papel, lousa, ou tablet. E isso a gente não faz no Brasil. A lógica deveria ser: primeiro você busca o conteúdo e depois você procura como é a melhor maneira de distribui-lo. Se ele for bom pode ser até um mimeógrafo”, critica.

Em 2012, pela primeira vez, o edital publicado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a compra dos livros didáticos que são distribuídos às escolas públicas do país inclui os chamados “objetos educacionais complementares aos livros didáticos”. Isso significa que as editoras poderão apresentar conteúdos em formato digital que, se aprovados, poderão ser adquiridos pelo governo para uso na rede pública.