Curso do 3º Setor na Fesp – Última Chamada!


Olá pessoal!

O Curso “A profissionalização como fator de importância em organizações”, realizado através da parceria entre a Alavanca Social e Fesp-SP, vai iniciar neste próximo sábado (02/04/11) e ainda tem vagas disponíveis.

Vejam a seguir as informações:

Aguardamos vocês por lá!

“A PROFISSIONALIZAÇÃO COMO FATOR DE

IMPORTÂNCIA EM ORGANIZAÇÕES”

Apresentação
A sociedade avança a passos rápidos e cada vez mais exige mudanças no contexto que as envolve e não poderia ser diferente em Organizações do Terceiro Setor.  Este setor da economia representa hoje um dos mais importantes segmentos no mundo todo, notadamente o Brasil que passa por uma reestruturação de conceitos, idéias e cresce para ser, em alguns anos, um dos principais países do mundo.O Terceiro Setor, como sabemos, veio fechar o ciclo de ações da sociedade organizada, que tanto o Primeiro Setor (Governo) e o Segundo Setor (Empresas Privadas) não oferecem.  O seu principal objetivo é o de proporcionar condições humanas favoráveis para o povo de um país com dimensão territorial continental, trazendo benefícios de diversas formas.

Carga Horária
12 horas

Objetivos

Oferecer informações para a conscientização dos participantes na importância de estarem se preparando para um contexto profissional na área do 3º setor.

Demonstrar a importância do planejamento interno para o sucesso externo.

Transmitir conhecimentos das principais áreas de ação dentro de uma Organização Sem Fins Lucrativos.

Mostrar diferenças na Gestão e condução das atividades em Organizações existentes e atuantes no setor, bem como a necessidade de se prepararem de forma mais estruturada para suas tarefas.

Público Alvo

Fazem parte do perfil do atendente deste curso:
Gestores de Organizações sem Fins Lucrativos – buscando uma visão diferenciada da importância na preparação e realização das tarefas.
Profissionais do 3º Setor – pessoas atuantes neste segmento que queiram abraçar uma visão diferenciada da profissionalização nesta área e poderem aplicar em suas consultorias e ações.
Colaboradores e pessoas interessadas em encontrar alternativas de crescimento pessoal – Todos aqueles que, de alguma forma, estão ligados à estrutura de uma Organização sem Fins lucrativos.

Estrutura

Introdução ao  3º SetorVisão Global do 3º setor no Brasil e no mundo – 2hs

Gestão EficazVisão sistêmica das áreas de Gestão no Brasil – 2hs

Cases de Sucesso – Demonstração de Cases de Organizações Eficientes – 4hs

Áreas de Ação – O conhecimento, a informação e o treinamento renovando idéias e atitudes – 2hs

Participação da Sociedade – A sociedade e seu papel fundamental para a mudança de conceito – 2hs

Cronograma

1ª aula – 4hs – 02/04/2011

2ª aula – 4hs – 09/04/2011

3ª aula – 4hs – 16/04/2011

Dia/Horário: Sábados das 13 às 17:00

Coordenador e Docente: Marcelo Rachid de Paula

http://www.fespsp.org.br/extensao/socpol_terceiro.html

Veja mais detalhes no endereço acima.


African Cats – novo documentário da Disney Nature – para o Dia da Terra


African Cats – novo documentário da Disney Nature – para o Dia da Terra

Assim como fez em 2008 com Terra e em 2009 com Oceanos, a Disney lança hoje, Dia da Terra, o teaser-trailer de um novo documentário: African Cats: Kingdom of Courage.
O filme mostrará a rotina de diferentes famílias de felinos africanos, focando em como eles sobrevivem nas planícies da África.

Dirigido por Alastair Fothergill e Keith Scholey, o longa chega aos cinemas no Dia da Terra em 2011.

 

Dia da Terra

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Bandeira não oficial do Dia da Terra

O Dia da Terra ( Earth Day) foi criado pelo senador estadunidense Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril.

Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

História

O evento foi à culminação de uma série de tendências que começaram nos anos 50 em que os cientistas começaram notar como a industrialização impactava o ecossistema da Terra. Então, em 1962, o livro inovador de Rachel Carson “Silent Spring”, que documentou os efeitos dos inseticidas no ambiente, causou uma sensação internacional e conduziu-a eventualmente à proibição do DDT nos Estados Unidos.

Em 1970, a preocupação com o crescimento populacional, a fome em massa, a poluição do ar e da água o grupo se uniu em um movimento para apoiar um ambiente mais limpo e saudável.
Tudo isto e mais esta no filme “Earth Days”, que foi mostrado em PBS’American Experience em 19 de abril Dirigido por Robert Stone o filme mostra não somente como o movimento verde começou, mas os sucessos e falhas desde o dia seminal em 1970.

“O que nós estávamos tentando fazer é criar uma consciência pública totalmente nova que causasse a mudanças das regras do jogo” disse Denis Hayes, coordenador nacional do Dia da Terra.

Hayes é um dos ativistas ambientais chaves de uma dúzia, entrevistados no documentário Miller-McCune.E com mais três deles pediu para avaliar o estado do ambientalismo em 2010

• Paul Ehrlich foi o autor do livro best-seller “A bomba da população” em 1968 É atualmente o professor de estudos de população e presidente do “Centro de biologia da conservação na Universidade de Stanford”.

Stephanie Mills tornou-se famosa graças a um discurso de abertura 1969 do seu colégio, “O futuro é uma farsa cruel”.Ela é editora e escritora filiada ao “Planned Parenthood” e atualmente é uma defensora de bio-regionalismo, um movimento, dedicado a culturas sustentáveis e locais.

Denis Hayes era o organizador principal do dia de terra original. Desde então Incentiva a Energia Solar e continua a presidir o conselho da rede internacional do “Dia de terra”
A primeira manifestação teve lugar em 22 de abril de 1970. Foi iniciada pelo senador Gaylord Nelson, ativista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental. Para esta manifestação participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades. A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Agência de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente.

  • Em 1972 celebrou-se a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar os líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para erradicá-los.
  • O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulada por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.
  • O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos na naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.
  • No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso planeta, tanto a nível global como regional e local.
  • “A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Sentimo-nos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser…”

Surgiu como um movimento universitário, o Dia da Terra converteu-se em um importante acontecimento educativo e informativo. Os grupos ecologistas utilizam-no como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis. Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufaturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas. Por esta razão é o Dia da Terra.
Este dia não é reconhecido pela ONU.

Dia Internacional da Síndrome de Down


Fonte: Instituto Meta Social

O dia 21 de março é uma data importante: é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down.

Será que você tem algum amigo com Síndrome de Down? Já parou para pensar no que é isVisualizarso?

A Síndrome de Down é um acontecimento genético natural e universal.

Isso quer dizer que a síndrome não é resultado da ação ou do descuido de mães ou pais, como muitos pensam. E nem é uma doença. Ela é causada por um erro na divisão das células durante a formação do bebê (ainda feto). Só para você ter uma idéia, de cada 700 bebês que nascem, UM tem Síndrome de Down. Por isso, qualquer mulher, independente da raça ou classe social pode ter um bebê Down. Até hoje, a ciência ainda não descobriu os motivos que provocam essa alteração genética, portanto não há como evitar.

Genética

O Adão empurrando a Cida no balancinho

Você já deve ter ouvido falar que todas as características de uma pessoa – a cor da pele, dos olhos, o tipo e cor dos cabelos, a altura e tudo mais – são herdados (transmitidas) dos pais, certo? Como? Por meio dos genes. São os genes, presentes nos cromossomos, que carregam tudo o que somos. Cromossomos são pedacinhos do núcleo das células que contém as características que cada um de nós herda do pai e da mãe.

Mas mesmo sabendo que existem semelhanças entre as pessoas com Down, não há exames que determinem, no nascimento, como a pessoa (criança, depois adolescente e adulto) vai evoluir durante a sua vida.  Mas hoje, com as descobertas da medicina, sabe-se que para a criança down desenvolver todo seu potencial é importante que, desde cedo, seja amada e estimulada pelos pais, irmãos e profissionais habilitados.

A alteração genética das crianças com Down faz com que todas elas sejam muito parecidas e tenham as seguintes características:

1 – hipotonia (flacidez muscular, o bebê é mais molinho);
2 – comprometimento intelectual (a pessoa aprende mais devagar);
3 – aparência física (uma das características físicas são os olhinhos puxados).

Aceitar as diferenças

Atualmente, a Síndrome de Down é mais conhecida, o que permite mais qualidade de vida, melhores chances e desenvolvimento para os portadores. Mas, infelizmente, esse avanço ainda não foi suficiente para acabar com um dos principais obstáculos que as pessoas com Down enfrentam: o preconceito.

Joana Mocarzel - atriz down

O fim da exclusão

Já houve várias novelas e filmes que mostraram que os portadores da síndrome podem ter uma vida normal, embora necessitem de cuidados. Há alguns anos, a novela “Páginas da Vida” mostrou a menina Clara, uma criança com Síndrome de Down. Até alguns anos atrás, poucos sabiam que quem possui a síndrome é capaz de trabalhar e até de atuar como fez a atriz mirim Joana Mocarzel, que representou a Clara.

Sabia que existem ações para diminuir a exclusão social da pessoa com Down? Confira quais são:
– a transmissão das informações corretas sobre o que é a síndrome;
– o convívio social;
– a garantia de espaço para participar de programas voltados ao lazer, à recreação, ao turismo e à cultura;
– capacitação de profissionais de Recursos Humanos para avaliar adequadamente pessoas com Síndrome de Down, entre outras.

A data

O dia 21 de março foi escolhido pela associação “Down Syndrome International” para ser o Dia Internacional da Síndrome de Down em referência ao erro genético que a provoca. Todo mundo tem 23 pares de cromossomos. Quem tem Down tem três cromossomos no par de número 21 (daí a data 21/03).

Fonte: Instituto Meta Social

Dia Internacional da Síndrome de Down
Instituído em 2006, o dia 21 de março foi escolhido como o Dia Internacional da Síndrome de Down. Por que esta data? Porque a Síndrome de Down é definida como acidente genético causado pela alteração de um dos pares de cromossomos da célula humana, o de número 21. Melhor explicando: toda pessoa possui 23 pares de cromossomos, num total de 46. Porém, a pessoa com Síndrome de Down tem 47 cromossomos, por possuir um a mais no “par” número 21 (que, em face disso, passa a ter 3 cromossomos). Assim, fica fácil memorizar o dia 21, do mês 3!

Como mãe da Marina, garota com Síndrome de Down e hoje com 26 anos, fazemos parte da “Sociedade Amigo Down” – Associação de Pais de Filhos com Síndrome de Down de Bauru, entidade sem fins lucrativos, pessoa jurídica regularmente constituída desde 2001, atualmente com 30 casais. Temos como principal objetivo o apoio aos novos casais por meio da nossa vivência, troca de experiências com outros casais, possibilitando que conheçam outras crianças, além de proporcionar informação sobre o assunto e orientação sobre as primeiras terapias que o bebê irá necessitar (fonoaudiólogo, fisioterapeuta etc etc).

Na qualidade de membro dessa Associação, passei a integrar o Comude – Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (num total de 39 membros: 18 titulares e 18 suplentes) e, em reunião havida no dia 17 do corrente, o tema do título acima foi lembrado pelo coordenador do Conselho, dr. Eduardo Jannone da Silva, o qual sugeriu-nos divulgar uma mensagem sobre a data. Senti naquele momento um filme passando em minha mente, pois, afinal, trata-se de uma trajetória de 26 anos com Marina. Assim, revendo o que vivenciamos nos primeiros 10 anos de vida da Marina e as barreiras de preconceito que enfrentamos, e comparando com os dias atuais, ficamos felizes em saber que muita coisa mudou. Porém, ainda há muito a ser feito!

Quando a Marina estava para completar 2 anos, iniciei a busca por uma escola maternal regular (por orientação dos profissionais), sendo o que mais ouvi das diretoras das escolas foi: “Sinto muito, não podemos aceitá-la, pois nossas crianças são todas normais…(?)”. Poxa!… A Marina nada tinha de “anormal” comparada a essas crianças, pois já estava andando como outra criança qualquer, não usava mais fralda e se comunicava como qualquer criança dessa idade! Hoje, todas as escolas públicas ou particulares, por imposição legal ou por iniciativa própria, recebem nossas crianças com Síndrome de Down (S.D.).

Enfim, e após muitas buscas, conseguimos matriculá-la em pré-escola regular, tendo cursado o ensino fundamental em escola Estadual (E.E. Mercedes Paz Bueno), onde teve oportunidade de crescer e conviver, da 1ª a 8ª série, com cerca de 40 colegas, os quais se tornaram amigos. Sei, pela imprensa, que atualmente já existem jovens com S.D. freqüentando curso superior (Direito, em São Paulo, e Educação Física, em Curitiba).

Quando iniciei a busca, agora por escolas de pintura e de dança, o que mais ouvi foi: “Olha, acho que não vale a pena nem tentar, pois não vai adiantar…” ou coisas como: “Aqui não é escola para criança especial, etc., etc…”.

Importante registrar que minha trajetória com a Marina sempre foi baseada na frase que ouvi de seu pediatra (dr. Clovis Celulare), após a confirmação da S.D. pelo cariótipo: “A pessoa com S.D., quando bem trabalhada, com estimulação precoce desde bebê (hoje a terminologia é intervenção precoce), vem a ser um adulto independente”. Como eu tinha que acreditar em alguma coisa, acreditei no que me foi dito e lutei por esse objetivo, conseguindo fazer da minha filha uma cidadã (com RG, CPF, passaporte, Título de Eleitor), plenamente integrada à essa sociedade de pessoas ditas “normais”.

Assim como acreditei, encontrei em nosso caminho profissionais que acreditaram no potencial da Marina e fizeram dela uma pintora (profª Mara Mazeto), dançarina de street dance (Academia Sigma), nadadora (Escola de Natação Moinho de Vento) e tenista (profº dr. José Claudio Segalla). Os profissionais da Movimente Studio de Pilates, as catequistas da Paróquia Santa Rita de Cássia e os colegas da Biblioteca Municipal, onde trabalha como voluntária, também não podem ser esquecidos! Aproveito o espaço para agradecer a todos. Quando somos solicitados a dar nosso depoimento, sempre costumo repetir: “Acreditar que é possível e oferecer oportunidades, faz toda a diferença”.

A autora, Fujika Kassai Fernandes Silva, é assistente social, membro do Comude como representante da Sociedade Amigo Down

Fujika Kassai Fernandes Silva

Vamos ajudar o Gabriel?


Olá a todos!

Hoje quero lhes falar sobre o menino Gabriel.

Este menino nasceu em Jundiaí e devido a problemas na hora do parto, ficou com sequelas gravíssimas que transformaram a sua vida e de todos aqueles que estão ao seu redor.

A criança necessita de cuidados especiais e seus pais e avós não tem condições de arcar com todas as despesas.

Neste momento, além de ajuda financeira, eles estão precisando de uma CADEIRA DE RODAS ESPECIAL para ajudá-lo na locomoção e outras situações que são necessárias diariamente.  Foi feita uma tomada de preços para saber o valor da Cadeira e como os valores são altos, solicitamos a todos que verem esta mensagem, possa ajudar indicando ou mesmo oferecendo o produto.

Para saber mais detalhes, vejam a seguir as informações que nos foram enviadas:

Melhor Cotação:

Por favor, divulguem para pessoas que conhecem para podermos ajudar ao Gabriel e sua família.

Como eu recebi esta mensagem de um amigo, vejam a seguir aos dados dele também:

Carlos Cunha
(11) 7147 2187

Programa Radioatividade e Ação Positiva


Olá pessoal!

Com o avanço tecnológico, as ferramentas de comunicação tem uma importância fundamental, pois são objeto de diversão, esclarecimento, entreterimento, formação de idéias e opiniões, possibilitando que as pessoas possam estar atentas ao que se passa em sua comunidade e o mundo.

Não é raro observarmos tendências diversas em cada meio de comunicação, tudo de acordo com seus interesses perante à sociedade.

Em Jundiaí, existem diversos meios de comunicação, sejam eles através da mídia impressa, rádios e TV’s e todas elas tem grande importância neste contexto.

Na mídia radiofônica, destaco o Programa  Radioatividade, da Rádio Cidade, com músicas, notícias e entretererimento  e principalmente o Quadro “AÇÃO POSITIVA” que foi idealizado para levar fatores positivos e de interesse da comunidade. O quadro revela uma diversidade interessante, falando de ações sobre Responsabilidade Social e outros relevantes para que as pessoas possam estar por dentro dos acontecimentos e também despertar o interesse nas transformações sociais da cidade de Jundiaí e toda a região.

Vejam a seguir um breve release sobre o programa e o quadro Ação Positiva:

De segunda à sexta, às 12h30 pela Rádio Cidade AM 730Khz

Pela web: www.cidadeam.com e canal 300 da NET Jundiaí

Apresentação: Carlos Cunha – Gestor de Marketing (Consultoria), Radialista e articulista da Rede Bom Dia Online seção blogs.

O Programa Radioatividade é uma proposta diferente de se fazer rádio no AM. Aborda assuntos do cotidiano numa linguagem moderna e dinâmica.

Apresenta entrevistas com personalidades de diversos setores: Economia, Esportes, Artes&Espetáculos, Terceiro Setor (Responsabilidade Social), Educação, Comportamento e Atualidades.

Ação Positiva: Quadro que vai ao ar todas as quartas – feiras, com duração de 10 minutos, abrangendo temas que tratam de Responsabilidade Social, desde pequenas ações visando melhorar o relacionamento em comunidades fomentadas por todos os segmentos da população até grandes ações elaboradas por grandes empresas

Podem participar pessoas físicas e jurídicas apresentando projetos ou propondo soluções que visem a melhoria do ser humano e do espaço em que vive.

Atualmente, abordamos o Terceiro Setor e Voluntariado com a participação do colaborador e parceiro Marcelo Rachid, consultor de empresas e criador da Alavanca Social.

Radioatividade: do jeito que você precisa ouvir.

Um jeito diferente de se fazer rádio.

A criança que calou o mundo…


Vejam o vídeo:

A criança que calou o mundo chama-se Sevem Suzuki, é canadiana e representou a entidade Não-Governamental ECO (Environmental Children’s Organization). Este episódio ocorreu durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), realizada de 3 a 14 de Junho de 1992 no Rio de Janeiro, Brasil. O evento contou com a presença de 172 governos e com 108 Chefes de Estado. Também estiveram pressentes representantes de cerca de 2.400 ONG’s e 17.000 pessoas participaram no fórum paralelo.

Desta conferência resultou um documento, denominado de Agenda 21 – um plano abrangente de acções a serem adoptadas global, nacional e regionalmente, pelas Organizações do sistema das Nações Unidas, Governos e grandes grupos em áreas onde a actuação do Homem tem impacto no Meio Ambiente.

Passados 17 anos, as palavras ainda estão por ser ouvidas… e praticadas.

Lar Anália Franco – Noite da Pizza Beneficente


Olá a todos!

O Lar Anália Franco estará promovendo em 19/03/2011 a Noite da Pizza Beneficente.

Divulguem o evento e participem saboreando uma deliciosa pizza e também colaborando com os projetos sociais da Organização.

Vejam a seguir a chamada:

Noite da Pizza Beneficente
Data: 19/03/2011- Sábado
Horário: das 19:00 hs às 23:00 hs
Local: Lar Anália Franco
Rua Hans Staden 176 – Anhangabaú
Jundiaí/SP
Tel: 4521-9577
Convite no Local – Valor R$ 15,00

Crianças entre 06 e 12 anos – Valor R$ 10,00