Aldeias Infantis SOS Brasil


Nosso Trabalho

Aldeias Infantis SOS é uma ONG, internacional, de promoção ao desenvolvimento social que trabalha desde 1949 para atender às necessidades e para defesa, garantia e promoção dos direitos de crianças, adolescentes e jovens. Nossa prioridade em 132 países e territórios são crianças em situação de vulnerabilidade social, que perderam ou estão prestes a perder os cuidados de suas famílias.

História

A organização Aldeias Infantis SOS foi fundada em 1949, em Imst, Áustria, por Hermann Gmeiner, um jovem estudante de medicina, comprometido em ajudar crianças que perderam seus lares, suas famílias e sua segurança em conseqüência da Segunda Guerra Mundial. Com o apoio de muitos doadores e colaboradores, nossa organização vem crescendo para ajudar crianças, adolescentes e jovens em todas as partes do mundo.

Missão, Visão e Valores

São as convicções e atitudes centrais sobre as quais se constrói nossa organização, e constituem a pedra fundamental de nosso êxito. Valores duradouros que norteiam nossas ações, decisões e relações à medida que nos esforçamos para cumpri-los.

Programas SOS

O trabalho da ONG Aldeias Infantis SOS Brasil está fundamentado na defesa, garantia e promoção integral dos direitos da criança e do adolescente, em seu desenvolvimento social e visa o direito a um convívio em ambiente familiar e comunitário. O atendimento foi iniciado há mais de 40 anos, e conta com 29 Programas que atendem a mais de 10.000 crianças, adolescentes e jovens: “Acolhimento Familiar” em casas-lares e “Fortalecimento Familiar e Comunitário”, por meio de Centros Sociais e Centros Comunitários.

Vejam mais em http://www.aldeiasinfantis.org.br/

Seja Voluntário: O que é ser Voluntário?


 Fonte: http://www.voluntariado.org.br/

Ser voluntário é doar seu tempo, trabalho e talento  para causas de interesse social e comunitário e com isso melhorar a qualidade de vida da comunidade.

Existem diversas formas e oportunidades de participação, presencialmente ou à distância:

 

Realizando ações individuais – Por exemplo: profissionais liberais (médicos, advogados etc.) que atendem a uma organização social ou pessoas carentes, ou outras iniciativas como estimular matrículas de crianças em escolas, alfabetizar adultos, doar sangue, dar aulas de artesanato, incentivar a coleta seletiva de lixo.

Participando de campanhas – Por exemplo: as campanhas de doação de sangue, de coleta de livros, de brinquedos, de alimentos, de reciclagem de lixo, do trote cidadão, pela paz, pelo voto consciente, entre outras.

Juntando-se a grupos comunitários – Apoiar a escola pública local, a associação de moradores ou atuando em alguma necessidade específica da comunidade como urbanização, saneamento e saúde, etc.

Trabalhando em Organizações Sociais – que atuam em diferentes causas e oferecem inúmeras oportunidades nas áreas da saúde, assistência social, educação, cidadania, cultura, meio ambiente.

Participando de Projetos Públicos – Trabalhando junto às diversas secretarias municipais e estaduais que visam à melhoria da cidade e das condições de vida da comunidade.

Sendo Voluntário em Escolas – Procurar alguma escola pública ou particular. Participar da Associação de Pais e Mestres da escola de seus filhos ou de outros projetos ligados ao voluntariado, por exemplo, Escola da Família que funciona nos finais de semana em todo o Estado de São Paulo.

Quer ser um voluntário?  Procure algo mais próximo de você: http://www.voluntariado.org.br/organizacoes_sociais/busca_cep.asp

NOTÍCIAS DIVERSAS DO 3º SETOR


Prefeito de São Paulo sanciona lei que cria observatório de proteção à infância

fonte: http://www.promenino.org.br

O prefeito de São Paulo Gilberto Kassab sancionou no dia 14 de janeiro a lei que cria o observatório de proteção integral à infância e adolescência (projeto de lei do vereador Carlos Alberto Bezerra – PSDB). Ao realizar o cruzamento de informações (mapas, estatísticas, indicadores sociais), o observatório será um importante instrumento de avaliação e planejamento de políticas públicas voltadas à criança e ao adolescente.

Um dos principais eixos do observatório será a elaboração de indicadores sociais, que constituirá o Sistema de Diagnóstico da Situação da Criança e do Adolescente. O sistema levará em consideração os indicadores referentes às áreas de saúde, educação, promoção social, proteção e defesa, protagonismo e controle.

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Associação Brasileira de Captadores de Recursos – ABCR elege nova diretoria

Em reunião realizada no dia 10 de dezembro de 2009, em São Paulo, os associados da ABCR renovaram a composição da Diretoria para o período de 2009 a 2012. Também foi definido o novo Estatuto da ABCR.

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O que é a campanha Brasil Ponto a Ponto?

Fonte: http://www.brasilpontoaponto.org.br/

A campanha Brasil Ponto a Ponto tem por objetivo estimular o debate em todo o país sobre o que precisa ser mudado no país para melhorar a vida das pessoas. A partir desse debate, será definido o tema do próximo Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 

 Todos os brasileiros podem participar registrando a sua opinião, em texto ou vídeo, aqui no site. A campanha é uma iniciativa do PNUD, que conta com a parceria e apoio de várias instituições (veja a lista de parceiros na página principal do site).

 A campanha Brasil Ponto a Ponto ficará aberta para participação da população até 15 de abril de 2009. Em maio, o PNUD lançará um documento com os resultados desse processo de consulta pública.

 O que é um Relatório de Desenvolvimento Humano? 

 É um documento produzido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, desde 1990. O Relatório discute um tema importante para o Desenvolvimento Humano e divulga o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

 Um Relatório internacional é produzido todos os anos. Além desse Relatório, cada um dos 166 países que compõem o PNUD pode preparar o seu Relatório Nacional, que tratará de um tema importante no contexto daquele país.

 Nesse momento, o Brasil está preparando o seu próximo Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional e a campanha Brasil Ponto a Ponto é a primeira fase desse processo.

 Como posso participar da elaboração do novo Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional?

 Sua opinião é fundamental para a escolha do tema do próximo Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional. Para participar, registre a sua opinião – em texto ou vídeo – aqui mesmo nesse site.

 O site http://www.brasilpontoaponto.org.br estará aberto para o registro de respostas até o dia 15 de abril de 2009. Participe!

 Quem coordena a campanha Brasil Ponto a Ponto?

 A campanha Brasil Ponto a Ponto é uma iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

 O PNUD é a rede global de desenvolvimento da Organização das Nações Unidas, presente em 166 países. Seu mandato central é o combate à pobreza. Trabalhando ao lado de governos, iniciativa privada e sociedade civil, o PNUD conecta países a conhecimentos, experiências e recursos, ajudando pessoas a construir uma vida digna e trabalhando conjuntamente nas soluções traçadas pelos países-membros para fortalecer capacidades locais e proporcionar acesso a seus recursos humanos, técnicos e financeiros, à cooperação externa e à sua ampla rede de parceiros.

Para maiores informações sobre o PNUD, acesse http://www.pnud.org.br 

 Veja o resultado desta pesquisa em http://www.brasilpontoaponto.org.br/

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Brasil ocupa quarto lugar no ranking da pornografia infantil (Triste Realidade)

Fonte: http://www.promenino.org.br

Do clipping da Andi

Comissão de Direitos Humanos da Câmara registrou, entre janeiro e abril de 2006, quase dez mil denúncias de pornografia infantil

Dados colhidos pela Associação Italiana para a Defesa da Infância Telefono Arcobaleno, em 2003, mostram que a rede de pornografia infantil abriga 17.016 endereços na internet. No Brasil, são 1.210. Pelos dados, o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial. A Comissão de Direitos Humanos da Câmara registra, entre janeiro e abril de 2006, quase dez mil denúncias de pornografia infantil na internet. Vale lembrar que o Brasil ainda não se filiou à Convenção de Budapeste, acordo firmado por 40 nações para imprimir legalidade internacional à busca e punição de criminosos em ação no sistema mundial de comunicação eletrônica.

[Estado de Minas (MG) – 01/02/2010]

AGENDA – BOLETIM DE FEVEREIRO


Conferência Internacional Ethos

Ocorrerá de 11 a 14 de maio de 2010, em São Paulo, é um evento promovido pelo Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e realizado pelo UniEthos – Formação e Desenvolvimento da Gestão Socialmente Responsável, em parceria com o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, Movimento Nossa São Paulo, Pacto Global das Nações Unidas, Sustainalility, Accountability, BSR – Business for Social Responsability, Fórum Empresa, GRI – Global Reporting Initiative e Volans.

LOCAL: Hotel Transamerica – São Paulo/ SP

Av. das Nações Unidas, 18.591 – São Paulo, SP

Vejam mais em http://www.ethos.org.br/ci2010/

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Brasil sedia Conferência Internacional do Clima

Fortaleza (CE) recebe em agosto a 2ª Conferência Internacional sobre Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento Sustentável em Regiões Semiáridas (Icid 2010). O evento reúne representantes de vários países para discutir ações focadas nos desafios e oportunidades que enfrentam as regiões áridas e semiáridas do planeta, principalmente dentro dos aspectos ambientais e climáticos, vulnerabilidades, impactos, respostas de adaptação e desenvolvimento sustentável.

A programação também tem foco voltado para o aceleramento do alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (MDG) para reduzir vulnerabilidade, pobreza e desigualdade e melhoria da qualidade dos recursos naturais. Estudos de políticas comparativas e de síntese já são preparados, dentro de três principais temas: Informação climática e ambiental; Segurança humana, bem-estar e desenvolvimento humano e Processos de políticas públicas.

Destinada a governos, sociedade civil e especialistas, a Icid 2010 ocorre no Centro de Convenções do Ceará, numa realização do governo do Estado, Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e Banco do Nordeste (BNB).

Apóiam a iniciativa o Banco Mundial (Bird), Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCT), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Organização Meteorológica Mundial (OMM), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Rede Clima, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (UNDP), Instituto de Pesquisas para o Desenvolvimento da França (IRD), Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para os Países em Desenvolvimento (Cirad), Instituto Interamericano para Pesquisas de Mudanças Globais (IAI), Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Comissão Ecônomica para a América latina e o Caribe (Cepal), Convenção da Diversidade Biológica (UNCBD), Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Agência Nacional de Águas (Ana), Postdam Institute (PIK), Departamento do Governo Inglês (Dfid), Dimensões Sociais da Política Ambiental da Iniciativa (Sdep), The Nature Conservancy (TNC), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos hidrícos (Funceme), Secretaria-Geral Ibero-Americana (Segib).

A organização do evento é do Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE/MCT). O prazo para submissão de propostas se encerra no dia 15 de março.

Outras informações no endereço: http://www.icid18.org

(Envolverde/Ministério da Ciência e Tecnologia)

A educação é assistência social?


Assegurar direitos básicos aproxima as pessoas da plena cidadania

Por Sergio Monello

Fonte: http://www.audisaauditores.com.br/

 

De acordo com o artigo 1º, da lei nº 8.742/93, a assistência social é direito do cidadão e dever do Estado, Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada por meio de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas.

Pode-se, ainda, afirmar que a assistência social se constitui em um método

pelo qual o Estado e a sociedade, organizados de maneira articulada,

envidam esforços integrados para que a pessoa humana, por meio de sua

inserção social, possa vir a exercer plenamente sua cidadania. E, para atingir esses objetivos, a sociedade e o Estado utilizam-se de recursos humanos, materiais, econômicos e financeiros. O objetivo maior e preferencial da assistência social será sempre atender às pessoas em situação de risco sem, entretanto, deixar de prestar atendimento a quem dela necessitar (artigo 203 da Constituição Federal).

Os mínimos sociais estão previstos no artigo 6º da Constituição Federal (CF), se constituem em objetivos primordiais das ações de assistência social e são os seguintes: educação, saúde, trabalho, lazer, segurança, previdência

social, proteção à maternidade, à infância e assistência aos desamparados. É

fundamental que sejam oferecidas a todos os indivíduos, especialmente

àqueles em situação de risco e carentes, informações quanto à realidade

social, assistência educacional e assistência à saúde. Somente as pessoas

com informação, saúde e educação podem fazer valer os seus direitos para o

pleno exercício de sua cidadania.

A educação é indubitavelmente um direito social. Nesses anos de vivência

profissional junto às entidades do Terceiro Setor, tem-se encontrado grande

dificuldade em ver acolhida a educação como efetiva assistência social por

inúmeros órgãos públicos.

A CF, em seu artigo 6º, enumera em sentido genérico os direitos sociais do

cidadão. Por direitos sociais entendem-se os direitos fundamentais do

homem, caracterizando-se como verdadeiras liberdades positivas, de

observância obrigatória em um estado de direito, tendo por finalidade a

melhoria das condições de vida das pessoas, em especial dos que estão em

situação de risco, visando à concretização da igualdade social.

O mesmo artigo 6º, devidamente articulado com outros artigos da CF,

assegura os mínimos sociais devidos a todos os cidadãos em respeito à sua

dignidade. E entre os mínimos sociais a serem garantidos aos cidadãos está

a educação.

A educação abrange o processo formativo que se desenvolve na vida

familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e

pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas

manifestações culturais. A educação, direito de todos e dever do Estado e da

família (artigo 205 da CF), é inspirada nos princípios de liberdade e nos

ideais de solidariedade, tendo por finalidade o pleno desenvolvimento do

educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para

o mercado de trabalho.

Os estabelecimentos de ensino como instrumento de educação

desempenham um papel formador da consciência dos educandos sobre a

realidade social. Neste contexto, os estabelecimentos de ensino, com

destaque para as faculdades, centros universitários e universidades,

procuram dar condições para que seus educandos recebam uma formação

humana e profissional sólida, despertando-os para a responsabilidade e para

o compromisso social de se empenharem na transformação da realidade do

mundo em que vivemos, objetivando eliminar a miséria, a ignorância e as

exclusões sociais a fim de proporcionar a prática da justiça social.

O Brasil ainda é um país que necessita desenvolver a educação. Ela precisa

ser reconhecida como efetiva assistência social. Enquanto existirem tantas

diferenças sociais gritantes em nosso país, não há como não reconhecer a

educação como instrumento de inclusão social e, consequentemente, como

assistência social.

Todas as etapas do ensino são importantes à inserção social. É preciso muito

investimento neste segmento; entretanto, é no ensino superior que se

concentra grande parte de recursos aplicados na área educacional.

Para que a educação venha a ser efetivo instrumento de inclusão social, é

necessário que haja mais investimentos no campo do ensino fundamental.

No entanto, embora sejam grandes os investimentos na área da educação

superior, tais recursos ainda são insuficientes às suas necessidades.

Não restam dúvidas que hoje é grande a participação da iniciativa privada no ensino superior, bem como não se pode negar o investimento social que está sendo feito no Brasil por meio da educação; esse investimento é claramente notado pelo expressivo crescimento de faculdades, centros universitários e universidades.

A educação é assistência social na medida em que, pela formação

profissional e cultural se procede à inserção social dos indivíduos. As

universidades, centros universitários e faculdades podem promover ações de assistência social educacional, assistência social à saúde e assistência social propriamente dita, além de outras modalidades de promoção da coletividade por meio de seus cursos de graduação, pós-graduação e, em especial, por seus cursos de extensão mediante parcerias firmadas com o Poder Público ou com a iniciativa privada.

Não se pode considerar assistência social tão somente a concessão de bolsas de estudo (gratuidades escolares). O mais importante é ter escolas competentes, de alta qualidade em seu ensino, inexistindo a diferença entre o ensino público e o privado. É importante que, por meio da educação seja

investido no homem.  O Brasil precisa de mais escolas públicas e privadas,

para que a educação por meio do ensino e do processo educativo/formativo

do povo brasileiro transforme-se efetivamente em realidade.  As escolas

confessionais e filantrópicas precisam ser mais apoiadas pela sociedade e

pelo Poder Público.

A educação deve ser aberta à coletividade para a formação de comunidades

com compromisso educacional do povo. A educação deve ser instrumento de libertação da pessoa às injustiças, à ignorância, às diferenças sociais, enfim, deve ser instrumento de redenção permanente da sociedade. Pela educação deve-se formar o homem e a mulher do amanhã, para que estes assumam a função política como vocação à promoção do bem comum. Não resta dúvida alguma que pela educação se promove a pessoa a conquistar o pleno e efetivo exercício da cidadania. A educação não está apenas na informação da cultura e do saber, mas no conscientizar e formar o cidadão para criar a consciência de seu compromisso e de sua responsabilidade social.

Educar é tornar a pessoa efetivamente pessoa, imagem e semelhança do Deus-Vivo.