CNJ – PROJETO COMEÇAR DE NOVO


O Conselho Nacional de Justiça desenvolve vários programas de ajuda social e que trazem grandes benefícios às pessoas e comunidades por todo o país.  Hoje estaremos falando sobre um deles, que vem trazer esperança a pessoas que desejam se recolocar no seio da sociedade de forma digna e honesta, procurando reconstruir suas vidas depois de erros cometidos no passado.

Todos tem que ter a possibilidade de obter uma 2ª chance na vida!

A seguir destaco informações sobre o projeto:

 

Projeto Começar de Novo

O Programa Começar de Novo compõe-se de um conjunto de ações voltadas à sensibilização de órgãos públicos e da sociedade civil com o propósito de coordenar, em âmbito nacional, as propostas de trabalho e de cursos de capacitação profissional para presos e egressos do sistema carcerário, de modo a concretizar ações de cidadania e promover redução da reincidência.

O Programa comporta as seguintes iniciativas:

1. Realizar campanha de mobilização para a criação de uma rede de cidadania em favor da ressocialização;

2. Estabelecer parcerias com associações de classe patronais, organizações civis e gestores públicos, para apoiar as ações de reinserção;

3. Implementar iniciativas que propiciem o fortalecimento dos Conselhos da Comunidade, para o cumprimento de sua principal atribuição legal – reintegração social da pessoa encarcerada ou submetida a medidas e penas alternativas.

4. Integrar os serviços sociais nos Estados para seleção dos beneficiários do projeto;

5. Criar um banco de oportunidades de trabalho e de educação e capacitação profissional;

6. Acompanhar os indicadores e as metas de reinserção.

 Veja a seguir detalhes sobre este projeto:

1. Introdução

Conquanto não tenhamos no Brasil estudos precisos sobre a taxa de reincidência, em seu sentido amplo, os mutirões carcerários têm evidenciado um contingente significativo de pessoas com mais de um processo nas varas criminais e nas varas de execução penal, indicando ser alto o índice de reincidência, compatível com levantamentos que a fixam entre 60 e 70%.

Taxas de reincidência altas têm reflexo direto na segurança publica, e a sua redução, dentre outras medidas, passa pela implementação de programas consistentes de ressocialização.

Destaque-se que, além do caráter preventivo e punitivo, a execução penal dever também proporcionar condições para a harmônica integração social das pessoas encarceradas.

Nesse contexto, evidencia-se a necessidade da integração de órgãos do poder público e da sociedade civil no processo de execução da pena, compreendida esta em suas funções preventiva, punitiva e de reinserção social.

2. Escopo do Projeto

O Projeto Começar de Novo compõe-se de um conjunto de ações voltadas à sensibilização de órgãos públicos e da sociedade civil com o propósito de coordenar, em âmbito nacional, as propostas de trabalho e de cursos de capacitação profissional para presos e egressos do sistema carcerário, de modo a concretizar ações de cidadania e promover redução da reincidência.

O Programa comporta as seguintes iniciativas:

1 – realizar campanha de mobilização para a criação de uma rede de cidadania em favor da ressocialização;

2 – estabelecer parcerias com associações de classe patronais, organizações civis e gestores públicos, para apoiar as ações de reinserção;

3 – implementar iniciativas que propiciem o fortalecimento dos Conselhos da Comunidade, para o cumprimento de sua principal atribuição legal – reintegração social da pessoa encarcerada ou submetida a medidas e penas alternativas.

4 – integrar os serviços sociais nos Estados para seleção dos beneficiários do projeto;

5 – criar um banco de oportunidades de trabalho e de educação e capacitação profissional;

6 – acompanhar os indicadores e as metas de reinserção.

3.  Alinhamento estratégico

O projeto está alinhado ao Objetivo Estratégico do CNJ de Promover a Cidadania e Disseminar Valores Éticos e Morais por Meio de Atuação Institucional Efetiva.

4.  Clientes do projeto

Presos, egressos do sistema carcerário e cumpridores de medidas e penas alternativas, organizações não governamentais, gestores públicos, empresas privadas, magistrados, associação de classes, conselhos da comunidade.

5.  Justificativa

Segundo dispõe o artigo 1º da Lei nº 7.210/84 a execução penal tem por objetivo efetivar as disposições de sentença ou decisão criminal e proporcionar condições para a harmônica integração social do condenado e do internado.

A plena eficácia do dispositivo exige um repensar da execução penal e do papel do Poder Judiciário como órgão responsável pelo cumprimento da lei.

O modelo legalmente previsto é de execução integral, global, que não se restringe ao controle das penas, mas também deve ser composto de medidas de reinserção social e do efetivo cumprimento das regras mínimas para o tratamento da pessoa encarcerada ou submetida a penas e medidas alternativas.

6. Indicadores e metas do programa

6.1 Tendo por objetivo principal a redução da reincidência (em sentido amplo), a sua aferição é necessária para o aperfeiçoamento do projeto, ao longo de sua execução, e será feita a partir das vagas disponibilizadas e utilizadas para cursos de capacitação profissional e trabalho.

Os indicadores e metas abaixo são específicos para o Projeto Começar de Novo, e a sua avaliação está restrita aos presos, egressos e cumpridores de medidas e penas alternativas que forem contemplados; à quantidade de presos em cada Estado; e à quantidade de vagas ofertadas.

INDICADOR DE REINCIDÊNCIA

Taxa de reincidência, vista como o percentual de beneficiados pelo projeto que forem presos, indiciados ou processados por fato posterior ao início do curso ou trabalho.

META DE REINCIDÊNCIA

A meta é reduzir a taxa de reincidência no mínimo para 20%, no primeiro ano, mantendo-a nesse patamar nos anos seguintes – monitoramento trimestral.                                                                                       

INDICADOR DE VAGAS

Quantidade de cursos e\ou trabalho ofertadas à população carcerária do Estado.

META DE VAGAS

A meta é oferecer, no primeiro ano do projeto, cursos e/ou trabalho a 10% da população carcerária, em cada Estado. A partir do segundo ano, aumentar 10% ao ano.

7.  Marcos e entregas do programa

Estrutura de Decomposição de Trabalho (EDT) Cronograma Responsável
Início Término
1- Elaboração de Resolução do CNJ – Ênfase na implantação dos Conselhos da Comunidade 15/09 29/09 Dr. Erivaldo
2 – Produção e divulgação de campanha de mídia para sensibilização dos agentes públicos, magistrados, entidades privadas, organizações não governamentais etc. 03/11 12/01/10 Marcone/Renato
3 – Assinatura de Acordos de Cooperação com entidades parceiras, para oferta de vagas de cursos e/ou trabalho 30/09 indefinido Assessoria Jurídica
3 – Criação de grupos de trabalho em cada Estado para gestão do Projeto Começar de Novo 30/11 30/12 Presidência dos Tribunais
4 – Criação, identificação e acompanhamento dos Conselhos da Comunidade 01/10/09 30/01/10 grupos de trabalho a ser constituído em cada Estado  
5 – Desenvolvimento de Sistema Eletrônico para cadastramento de vagas de cursos e trabalho.  15/09/09 30/10 DTI

8. Custos do programa

Os custos com o projeto serão relativos ao desenvolvimento de sistemas para cadastro de vagas de trabalho e cursos e à campanha de mídia.

Categoria Especificação da Despesa Valor em R$
Intra-Estrutura de TI          Desenvolvimento de Sistemas – Fábrica de Software Incluso no Contrato/CNJ
Comunicação, Divulgação/Conscientização Campanha de Mídia Incluso no Contrato/CNJ 

9.   Gestor do Programa

 

Nome

Cargo

Erivaldo Ribeiro dos Santos Juiz Auxiliar da Presidência

Telefone

Endereço Eletrônico

Lotação

0000-0000 comecardenovo@cnj.jus.br Secretaria Geral

 

10.  Aprovação do Programa

 

Elaborado por Data Assinatura
     
Revisado por Data Assinatura
     
Recebido por /Assessoria de Gestão Estratégica Data Assinatura
     
Ciente das Áreas Intervenientes Data Assinatura
Secretária de Administração    
Assessoria Jurídica    
Aprovado por/ Secretário-Geral Data Assinatura
     

 

Atualizações
Data Versão Descrição Revisado por Aprovado por
         

 

Vejam mais programas em http://www.cnj.jus.br

OPERAÇÃO SORRISO BRASIL


A todos os que sofrem e estão sós, dai sempre um sorriso de alegria. Não lhes proporciones apenas os vossos cuidados, mas também o vosso coração. Madre Teresa de Calcutá

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Bom dia à todos !

Depois de algum tempo sem divulgações de nossa Série Projetos de Sucesso, estamos retornando com estas publicações mostrando trabalhos maravilhosos que acontecem aqui no Brasil, sempre envolvendo assuntos de interesse público. Hoje estaremos falando um pouquinho do Projeto Sorriso, cujo desenvolvimento e ações estão sob a responsabilidade da Ong ASSOCIAÇÃO OPERAÇÃO SORRISO BRASIL, levando às pessoas com problemas de “Lábio Leporino e Fenda Palatina” uma esperança de voltarem a ter um sorriso mais espontâneo, sem receios ou medos do que as pessoas pensam sobre elas. O nosso desejo é para que este projeto tenha todo o sucesso em suas atividades, conseguindo sempre atingir todas as suas metas de atendimento. ASSOCIAÇÃO OPERAÇÃO SORRISO DO BRASIL ( http://www.operationsmile.org.br )

Missão: A Operação Sorriso mobiliza todos os corações generosos do mundo para curar sorrisos, transformando a vida das crianças.

Objetivos da Organização:  A fissura lábio palatina, também conhecida como lábio leporino, é a mais frequente deformidade congenital facial. Embora seu aspecto inicial cause uma certa estranheza nas pessoas, a grande maioria destes pacientes tem um desenvolvimento cognitivo normal, o que transforma o seu tratamento cirúrgico em grande alternativa para a solução deste problema que atinge, principalmente, os países em desenvolvimento. O grande paradoxo entre aparência e normalidade intelectual, faz com que muitos destes pacientes tenham o seu tratamento cirúrgico relegado a um plano secundário pelas autoridades de saúde pública destes países. O papel do tratamento cirúrgico, aliado ao treinamento da comunidade para reconhecer, orientar e encaminhar devidamente ao tratamento adequado passa a fazer parte de um objetivo de organizações não governamentais.

A Operação Sorriso do Brasil é uma instituição privada, sem fins lucrativos que se dedica a transformar a vida de crianças e jovens brasileiros portadores de fissura lábio-palatina (lábio leporino e fenda palatina). Buscamos alcançar este objetivo através da criação de uma ponte entre o trabalho voluntário e o patrocínio de indivíduos e empresas socialmente responsáveis visando ampliar a auto-suficiência no tratamento deste problema nas diversas regiões do país. O primeiro programa humanitário internacional da Operation Smile em território nacional aconteceu no ano de 1997 na cidade de Fortaleza, no Hospital Infantil Albert Sabin (HIAS), por meio de um convite especial da Secretaria de Saúde do Estado do Ceará. No ano de 2006 a organização foi registrada legalmente como Associação Operação Sorriso do Brasil (OSB). Hoje a Operação Sorriso do Brasil atua como entidade sem fins lucrativos de forma independente, mantendo completa responsabilidade na coordenação dos programas nacionais, levantamento de fundos e estabelecimento de acordos com instituições e empresas parceiras. Possuímos o título de OSCIP, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público em conformidade com a Lei 9.790/99, e dessa forma as doações efetuadas por pessoas jurídicas podem ser abatidas no Imposto de Renda. Mais detalhes sobre isto podem ser vistos em “Como Ajudar” – “Doações Corporativas”. A instituição tem como seu Diretor Médico Nacional o Dr Nivaldo Alonso, professor livre docente da Universidade de São Paulo (USP), Coordenador do Centro de Cirurgias Crânio-Faciais da USP e ex- Presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial. Conta, também, com um Conselho Médico constituído por profissionais de destaque nas áreas de cirurgia plástica, anestesia e pediatria que são responsáveis pelas decisões médicas da organização. Com o apoio de empresas parceiras, a Operação Sorriso do Brasil foi capaz de transformar a vida de crianças em diversos Estados do país como: Rio de Janeiro, Ceará, Paraná, Alagoas, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Mato Grosso e Pará.

Entrem no site http://www.operationsmile.org.br e conheçam mais detalhes sobre este trabalho maravilhoso.

COMUNICAÇÃO VISUAL – UMA PODEROSA FERRAMENTA DE DIVULGAÇÃO


Um dos principais objetivos da Alavanca Social é divulgar assuntos de interesse público, não importando a área de atuação.  Pode ser uma ação social, um projeto especial, uma pessoa ou mesmo falar sobre uma local específico, não importando a área de ação.  A partir do momento que levar benefícios a alguém ou alguma coisa, lá estaremos para fazer o nosso papel de divulgar informações.

Hoje vamos falar de uma forte parceira da Alavanca Social, cujo principal objetivo é criar meios e condições para que as pessoas possam divulgar os seus negócios, projetos, idéias e ajudá-los nos crescimento pessoal, profissional e corporativo.

O nome da empresa é R2 Creative e apesar de jovem, conta com uma equipe de profissionais de muita experiência e conhecimento em suas respectivas áreas de ação, estando a Comunicação Visual, feita através de Apresentações Corporativas e Acadêmicas de Excelente Qualidade Visual como seu principal produto..

A comunicação visual é sem sombra de dúvidas um dos meios mais eficientes para atingir todas as camadas da sociedade, seja nos meios corporativos, seja na livre iniciativa e tem se transformado numa ferramenta capaz de fazer a diferença no mercado da comunicação, marketing, publicidade e propaganda, sendo hoje um componente indispensável para que seus negócios e projetos sejam colocados em prática e com muito sucesso.  As empresas e pessoas que desejam utilizar de meios eficientes e eficazes sabem da importância deste tipo de comunicação e estão investindo de forma decisiva e consciente de seus resultados.  Dentro desta visão, a R2 Creative tem o seu fundamento principal.

Alavanca Social – Assessoria no 3º Setor (Gestão, Captação de Recursos, Elaboração de Projetos e Treinamento) https://alavancasocial.wordpress.com

Vejam a seguir uma chamada para suas ações que faz de forma virtual:

Como está a sua Apresentação Institucional?

Você divulga o seu negócio?

Como você se apresenta aos seus clientes e colaboradores?

APRESENTAÇÕES CORPORATIVAS E ACADÊMICAS

R2 CREATIVE

Criação, Desenvolvimento e Elaboração de

Apresentações Corporativas e Acadêmicas

DESTAQUE

Que tal colocar sua empresa, seu negócio ou seu projeto em rota direta de colisão com seu cliente interno e externo?

VISUALIZAÇÃO

Mostre-se de maneira eficiente e atraia a atenção!

INOVAÇÃO

Não copie!   Inove!  Seja diferente!

R2 CREATIVE

Criação, desenvolvimento e elaboração de

Apresentações Corporativas e Acadêmicas

Faça contato e comprove: (11) 6201-0700 / (11) 7655-2347

mrp.r2creative@gmail.com

BOLETIM INFORMATIVO ALAVANCA SOCIAL


Bom dia a todos!

A partir desta data vamos iniciar uma nova etapa neste projeto da Alavanca Social, cujo objetivo é compartilhar informações com as pessoas.  Trata-se de um projeto simples, mas direcionado a levar informações e dependendo do caso, também ajudar a levar soluções.

Dentro de nossa proposta, a idéia é concentrar as informações de forma concisa e simplificada, a fim de facilitar a leitura e o entendimento do conteúdo enviado.

Neste 1º momento estamos enviando as informações em documento anexo como forma de preservar e se assegurar que estarão organizados e sem risco para os PC´s dos leitores.  Num futuro bem próximo vamos enviar em formatos e meios diferentes, sempre visando à melhor forma para os leitores.

Agradeço a todos e peço que retornem, se assim desejarem, para que cada vez mais, possamos melhorar o conteúdo das informações.

SER VOLUNTÁRIO É SER HUMANO…


O voluntariado é uma oportunidade excepcional para a prática do bem e da solidariedade.

Ser voluntário é muito mais que oferecer uma parte de seu tempo, é muito mais que olhar para a necessidade do outro, muito mais que fazer parte de uma maravilhosa corrente, muito mais que colocar o seu entendimento e experiência em benefício do todo, vai além das expectativas do ser humano e o coloca em destaque, tanto para quem doa, tanto para quem recebe.

O voluntário é um guerreiro silencioso que não busca fama, dinheiro ou oportunidade de riquezas, apenas dá o que tem de melhor. A visão do voluntário é ampla e bela, pois tem um alcance infinitamente maior sobre o que acontece ao seu redor e se integra a estas condições sempre com muita entrega e determinação.

Atuo na área do 3º setor há 03 anos e uma frase que ouço constantemente é: Gostaria tanto de ajudar, mas não sei como.”

Existe hoje no Brasil cerca de 450.000 organizações sem fins lucrativos atuando em diversas áreas (social, educacional, ambiental, saúde, cultural, esportivo, etc.) e cada uma delas apresenta oportunidades para que as pessoas possam estar se doando e oferecendo sua capacidade e experiência em favor deste setor da economia.

Cada uma delas tem a sua missão e apesar de muitas realizarem e colocarem em prática  projetos de naturezas semelhantes têm peculiaridades diferentes, levam soluções e amenizam a dor e o sofrimento de muitas pessoas, proporcionando condições para que a vida de todos os envolvidos melhore consideravelmente.

Nos EUA e Europa, esta prática é bem mais difundida, com as pessoas tendo a plena noção de importância para este tipo de atitude.  Outro fator importante nestes locais é a legislação existente que oferece as condições para um trabalho muito mais estruturado, diferente da nossa realidade que ainda mantém ranços do autoritarismo, ainda muito vaga e clientelista, “forçando” as instituições a estarem sempre com o “chapéu na mão” para conseguir recursos, além de dificultar os processos de busca de voluntários de uma maneira mais efetiva.

Outro fator que destaco e que especialistas em Recursos Humanos vem reiterando de forma mais concreta, é que o voluntariado hoje, além das benesses oferecidas aos assistidos, além do bem estar sentido por quem está ajudando, também abre a possibilidade de estarem conseguindo oportunidades de um emprego fixo e permanente, pois a visão dos empresários para este tipo de atitude está crescendo de forma benéfica e produtiva e com uma visão voltada à responsabilidade social.

É deste universo que falo e indico para aqueles que se encaixam no perfil das pessoas que podem doar pelo menos 01 hora por semana em favor de alguma causa.

É muito fácil!  Somente basta desejo de ajudar, aliado ao comprometimento com a causa.

Ser voluntário é Ser Humano…

Marcelo Rachid de Paula – Formado em Gestão de Negócios e da Informação e atualmente cursando Pós Graduação em Gestão Empresarial.

Trabalha com Assessoria e Consultoria nos três setores da economia, com destaque no 3º setor,  através da empresa Alavanca Social, em ações nas áreas de Gestão e Captação de Recursos, além de negócios voltados à criação de Apresentações Corporativas e Acadêmicas.

Responsabilidade social e investimento social privado


Responsabilidade social e investimento social privado: entre o discurso e a evidenciação

Fonte: http://www.responsabilidadesocial.com

Responsabilidade Social é um tema cada vez mais presente nos relatórios anuais e páginas eletrônicas das empresas no Brasil e deveria envolver, basicamente, o aprimoramento das relações entre a organização e seus stakeholders de forma a criar condições favoráveis para o crescimento empresarial sustentável e contribuir para o desenvolvimento sob os enfoques sociais e ambientais. Nem todas as empresas que se declaram socialmente responsáveis, entretanto, apresentam evidências da dimensão financeira de seus supostos investimentos à comunidade, fato esse que permite questionamentos se a responsabilidade social corporativa é significativa ou se representa uma simples peça de marketing sem ações sociais efetivas.

Muitas empresas, ainda, autodeclaram-se socialmente responsáveis devido ao cumprimento de obrigações legais, como o pagamento de impostos, mas trata-se de impositivo previsto em lei, ou seja, se a empresa assim não proceder ela está sujeita a receber multas e outros tipos de punições, inclusive criminais. Pagar tributos não é uma atitude voluntária em prol da comunidade. Será que os empresários transfeririam recursos ao Estado se pudessem optar por retê-los? Essa situação levanta um aspecto fundamental na caracterização de empresas socialmente responsáveis: as práticas voluntárias, ao contrário das ações impostas por força de lei. Assim, espera-se que a responsabilidade social corporativa represente ações voluntárias, que ultrapassem, em termos de abrangência, as obrigações legais.

O investimento em equipamentos de proteção ambiental evita multas por danos ao meio-ambiente e processos jurídicos de entidades ambientalistas. Todas essas medidas estão diretamente relacionadas com a sustentabilidade da organização e, supostamente, contribuem para melhorar os resultados futuros e aumentar o valor de mercado da empresa.

Outro aspecto interessante é o desenvolvimento de ações voltadas ao público interno. Alega-se que uma empresa é socialmente responsável se oferecer, entre outras coisas, treinamento e benefícios aos seus próprios funcionários, mas essas ações convertem-se em investimentos no capital humano e tornam a empresa mais competitiva, pois retém os melhores funcionários e cria um ambiente interno favorável. Dessa maneira, tais ações podem ser entendidas como investimentos estratégicos que contribuem para a agregação de valor e sobrevivência corporativa, os quais são necessários e devem ser incentivados, mas não representam ações diretas para a comunidade.

Práticas para a melhoria do relacionamento com determinados stakeholders externos, como os fornecedores, favorecem a obtenção de melhores condições de aquisição e de pagamento pelos fatores produtivos, aumentando a competitividade da empresa. Mas um dos principais grupos relacionados à empresa é formado pelos clientes. Atualmente, discute-se até que ponto uma empresa que desenvolve diversas ações sociais que beneficiam os públicos interno e externo, mas cujo produto é, de alguma maneira, prejudicial à saúde dos próprios clientes, pode ser considerada socialmente responsável. Por exemplo, os fabricantes de cigarro e de bebidas alcoólicas. Considera-se que tais empresas geram externalidades negativas para a sociedade em que atuam, independentemente se empregam pessoas, pagam impostos etc. Sob essa perspectiva, empresas que poluem o meio-ambiente, fabricam produtos nocivos aos consumidores ou que prejudicam de alguma maneira, a comunidade, não podem ser classificadas como socialmente responsáveis.

Objetivando conhecer o grau de envolvimento corporativo com as práticas que, efetivamente, são voluntárias e direcionadas à comunidade (investimentos sociais privados), realizou-se uma pesquisa comparativa entre grandes empresas brasileiras, disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1519-70772008000200008&script=sci_arttext. Foram analisados dois grupos: o primeiro constituído por empresas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo componentes do Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE, por supostamente ser formado por organizações comprometidas com Responsabilidade Social e, o segundo, formado por empresas com produtos associados a externalidades negativas (tabaco, bebida alcoólica e armamento). A seguir, apresentam-se os principais resultados.

Constatou-se que 100% das 34 empresas do ISE declaram-se socialmente responsáveis, mas 11,8% delas não apresentaram evidências financeiras sobre investimentos sociais realizados no biênio 2004-2005.

As empresas associadas a externalidades negativas possuem, em seu conjunto, relevante participação de mercado (participação total de mercado superior a 90% nos setores de Fumo, Bebidas Alcoólicas/Cerveja e Armas) e verificou-se que 100% das 8 organizações do setor de Fumo, 50% das 6 produtoras de cerveja e 50% das 4 empresas do setor de Armas declaram estar comprometidas com práticas de responsabilidade Social, mas somente as seguintes entidades evidenciaram investimentos sociais: CTA Continental e Souza Cruz (fumo); Ambev e Schincariol (bebidas alcoólicas) e Imbel (armas).

O valor médio de gastos sociais das empresas do ISE foi de 1,08% sobre os respectivos resultados operacionais. Destacam-se as entidades do setor de Intermediação Financeira com a maior média (2,12%), seguidas pelas organizações do setor de Petroquímicos (1,56%).

Os investimentos sociais das 18 empresas (fumo, bebidas alcoólicas e armas) apresentaram um valor médio de 0,45%, significativamente menor que a média obtida pelo grupo do ISE. Todavia, ao se compararem, somente, os dados das empresas que evidenciaram ações sociais, há diferenças relevantes nos resultados.

O valor médio (2,61%) das empresas do setor de Fumo que evidenciaram investimentos sociais (CTA Continental e Souza Cruz) é superior, significativamente, ao das 30 empresas do ISE que também dimensionaram seus gastos sociais (1,22%). Com relação às empresas de cerveja (Ambev e Schincariol), que apresentaram uma média de gastos sociais de 1,27% sobre os resultados operacionais, os testes não indicaram haver diferenças significativas com a média de gastos sociais de 30 empresas do ISE. O valor médio das ações sociais (0,29%) da Imbel (armas) foi proporcionalmente menor que o de 30 empresas do ISE.

O fato de, proporcionalmente, os gastos em ações sociais das empresas de fumo (CTA Continental e Souza Cruz) serem maiores do que a média das empresas do ISE, indica que há incentivos específicos para tal comportamento.

Por outro lado, o baixo valor investido socialmente pelas produtoras de armas indicam não haver os mesmos estímulos da indústria do fumo.

Pode-se supor que as empresas que não evidenciam ações sociais não sofrem pressões de grupos de interesse e/ou não apresentam desempenho social satisfatório, fazendo com o nível de divulgação das informações sociais (disclosure social) também seja baixo.

Considerando-se que, dentre as práticas de Responsabilidade Social destacam-se as ações direcionadas à comunidade, pode-se questionar a pertinência de se classificar empresas como socialmente responsáveis quando essas não evidenciam investimentos sociais. Quando as organizações apresentam reduzidos níveis de disclosure social, gera-se assimetria informacional entre a empresa e suas diferentes partes relacionadas, colocando-se em dúvida o grau de comprometimento social corporativo.

Marco Antonio Figueiredo Milani Filho, é economista pela Universidade Mackenzie, Mestre e Doutor em Controladoria e Contabilidade pela FEA/USP. Foi pesquisador visitante da Carleton University (Ottawa/Canada) e coordenador do Núcleo de Estudos do Terceiro Setor – NETS/UPM.

CENSO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA


“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive sem ter consciência de que é dono do seu destino. (Renata Vilella)

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EDITORIAL

As correntes de pensamento dos seres humanos são muito complexas e no momento de decidir sobre os seus destinos, ou mesmo em relação a outros assuntos, nunca chegam a uma posição definida e acabam sendo indecisos e inflexíveis ou então permissivos e que aceitam tudo com muita passividade. Busca-se o equilíbrio nas decisões para o bem comum e no caso das pessoas com algum tipo de deficiência, seja ela física ou mental, é importante ter a visão exata desta camada da sociedade que ainda sofrem com discriminações e preconceitos. Neste caso espera-se que as duas partes, aqueles que tem alguma restrição ou dificuldade e aqueles que se julgam “normais”, dêem as mãos e comecem a trilhar o mesmo caminho, como forma de estabelecer o equilíbrio procurado. Este projeto que visa fazer um mapeamento das pessoas com deficiência e suas necessidades, é um passo importante para que, num futuro bem próximo, possamos ter uma visão mais abrangente e realista dos fatos desta camada da população. Outro fator importantíssimo será o aumento das possibilidades e oportunidades para estas pessoas, melhorando assim o padrão e qualidade de cada uma, oferecendo uma vida mais digna e produtiva dentro da nossa sociedade. Parabéns à vereadora Mara Gabrilli e aos vereadores da cidade de São Paulo pela iniciativa, que, com certeza, será copiada em todo o país. Vejam a seguir algumas informações do Projeto de Lei.

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Alavanca Social – Assessoria no 3º Setor (Gestão, Captação de Recursos, Elaboração de Projetos e Treinamento https://alavancasocial.wordpress.com

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Aprovado PL para realização de censo das pessoas com deficiência em SP

De autoria da vereadora Mara Gabrilli, projeto de lei aprovado em segunda votação prevê um levantamento detalhado com perfil sócio-econômico dos 1,5 milhão de pessoas com deficiência na capital paulistana Foi aprovado em segunda votação nesta terça-feira (8) na Câmara dos Vereadores de São Paulo projeto de lei da vereadora Mara Gabrilli que cria o Programa Censo Inclusão. O programa tem o objetivo principal de mapear as pessoas com deficiência que vivem na cidade de São Paulo. O levantamento trará dados reais a respeito do segmento na capital, propiciando a elaboração de ações e políticas públicas específicas voltadas para a inclusão das pessoas com deficiência. O texto seguirá agora para o prefeito de São Paulo. “Quem é a pessoa com deficiência em São Paulo hoje?

O dado estatítico ao qual temos acesso é o Censo IBGE, realizado de dez em dez anos e extremamente amplo, de modo que não há um número confiável e atualizado sobre o qual trabalhar possamos com eficiência”, diz a autora do texto Mara Gabrilli.

Ao saber, por exemplo, qual a faixa de renda majoritária dos cerca de 1,5 milhão de pessoas com deficiência na capital, muitos fabricantes poderão alcançar um mercado a mais. “Atualmente a maioria das pessoas com deficiência não é bem-recebida pelo comércio da cidade em geral. Um levantamento como este pode jogar luz para este potencial público consumidor hoje praticamente ignorado”, diz a vereadora. Um exemplo bem trivial é uma loja de roupas que tenha um degrau, extinguindo automaticamente já extingue todos os cadeirantes que possam vir a se interessar por seus modelos.

O texto do projeto prevê o levantamento será feito a cada quatro anos, pela secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED), que também ser responsabilizará por fazer parcerias e convênios necessários para a realização do censo. Por conta da possibilidade de aprovação da lei, a vereadora já alocou R$ 500 mil de suas emendas parlamentares à Secretaria para que seja utilizada para estas pesquisas estatísticas. O projeto de lei seguirá agora para sanção ou veto do prefeito de São Paulo.

Mais informações: Assessoria de Imprensa da vereadora Mara Gabrilli Jorn.

Resp.: Bia Murano (11) 3396-4406 / 3396-4898

http://www.vereadoramaragabrilli.com.br 9/dezembro/2009

Prêmio Ethos – Valor


O Instituto Ethos e o jornal Valor Econômico convidam, pelo décimo ano seguido, estudantes e professores universitários a participarem do Prêmio Ethos-Valor – concurso para trabalhos acadêmicos sobre responsabilidade social empresarial e sustentabilidade aplicada às empresas. O objetivo do é incentivar e aprofundar o debate sobre a responsabilidade social das empresas e o desenvolvimento sustentável entre a comunidade acadêmica, envolvendo professores e alunos de todas as áreas de conhecimento, nos cursos de graduação e pós-graduação, em todo o território nacional. Participe! INSCRIÇÕES · Pré-Inscrições: de 23 de novembro de 2009 a 5 de abril de 2010. · Envio dos trabalhos: de 23 de novembro de 2009 a 6 de abril de 2010. Não há limite de inscrições por autor, categoria ou instituição de ensino. CATEGORIAS, SUBCATEGORIAS E TEMAS Professores – Educação para a Sutentabilidade · Planos de Ensino · Artigos de Pesquisa Estudantes – Resonsabilidade social empresarial, desenvolvimento sustentável e a Carta da Terra · Graduação e Cursos Sequenciais · Pós-graduação Mista e Temática – Corrupção PREMIAÇÃO · Publicação dos trabalhos em livro comercial · Convite para a Conferência Internacional do Instituto Ethos · Convite para o Curso de Formação de Multiplicadores da RSE · Assinatura do jornal Valor Econômico · Troféu Prêmio Ethos-Valor · Conjunto de publicações do Instituto Ethos Consulte o regulamento para saber as premiações relativas a cada categoria Mais informações,

regulamento e inscrições: wwwpremioethosvalor.org.br premioe@ethos.org.br