Conferência de Assistência Social


Conferência de Assistência Social debate participação

Fonte: http://www.abong.org.br

 

Entre os dias 30 de novembro e 3 de dezembro, acontece em Brasília a VII Conferência Nacional de Assistência Social, cujo tema é “Participação e Controle Social no Sistema Único de Assistência Social (SUAS)”. A Conferência é convocada pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) e deve reunir cerca de 1,5 mil pessoas para discutir a qualidade dos serviços, experiências e entraves à participação de usuários e trabalhadores.

 

As etapas preparatórias para a Conferência contaram com encontros municipais, para a discussão da realidade local e com conferências estaduais. Segundo a página oficial da IX Conferência, sua realização “é parte do processo de democratização do SUAS no país”. Para diversos movimentos e organizações que participam de sua construção, debater a participação e acesso às instâncias da área é mesmo uma questão fundamental.
Sueli Machado, presidente do Conselho Municipal de Assistência Social de São Leopoldo (RS) e integrante do Programa de Apoio a Meninos e Meninas (PROAME), organização associada à ABONG, coloca que uma das propostas que sua entidade levará à Conferência diz respeito à participação do usuário. “Uma das coisas que a gente discutiu nas etapas anteriores, inclusive está indo proposta, é de rever a classificação do que define o usuário. A participação do usuário, segundo a lei, acontece através de associações de moradores e movimentos sociais ligados a um serviço institucionalizado, ou seja, não se legitima uma pessoa usuária que não está vinculada a uma instituição a participar”. Segundo Sueli, o PROAME encaminhou uma proposta que revê essa classificação, após participar das pré-conferências e etapa estadual e eleger um delegado usuário que representará o município na Conferência Nacional.
Ela também defende a cobrança de um percentual fixo para a assistência social, cerca de 12% do orçamento público nos recursos do município. Para Sueli, “a assistência social tem que ter sua verba especifica, e não funcionar com o que sobra”. Segundo ela, além das propostas descritas, várias outras foram encaminhadas em âmbito local, e podem ser adotadas em nível nacional.

 

Democratização do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS)
O Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) foi criado em 1993. Formado por poder público, entidades, trabalhadores e usuários do SUAS, é alvo de críticas de alguns movimentos por sua composição e seu processo eleitoral. Assim como os demais conselhos existentes, o CNAS tem a função constitucional de viabilizar o direito à “participação da população, por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis”. (CF/88, art.204/II). Mas, isso nem sempre acontece, como coloca José Antonio Moroni, integrante do colegiado do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC) e da diretoria colegiada da ABONG, “há uma super-representação das entidades de assistência social, ora representando seu espaço legítimo, ora representando o usuário e/ou organizações de usuários.”

É uma questão semelhante à apontada por Sueli, que chama a atenção para a ausência dos usuários das instâncias do CNAS, por conta do processo de classificação. Para Moroni esse também é um ponto importante. “Há inda, a questão da auto-classificação, ou seja, no processo eleitoral do CNAS, e na maioria dos conselhos estaduais e municipais, as entidades é que pleiteiam o lugar que ocuparão entre as da sociedade civil, provavelmente guiadas pelo número mais baixo de candidatos e a facilidade da eleição”, afirma.

Segundo Moroni, “essa distorção leva à ausência dos interesses dos usuários da política pública de assistência social nos conselhos, pois, as pessoas que atuam nas entidades não vivenciam as vulnerabilidades, sendo a representação social prejudicada pelo modelo dos que se pronunciam em seu nome.”

Uma das formas de evitar essa super-representação é pedir às entidades que comprovem a realização de serviços de assessoramento, prestação de serviços, defesa e garantia de direitos, caracterizando-se assim como entidades de assistência social. Outro indicativo é a necessidade do processo eleitoral retratar a representação de todos os segmentos da sociedade civil. Para Moroni, as Conferências de Assistência Social são os espaços para este debate. Neste sentido, o tema da IX Conferência – controle social – vem mesmo a calhar para as demandas por participação colocadas por um segmento da sociedade civil.

 

I Encontro Regional de Pedofilia


Fonte: http://www.promenino.org.br

 

24 de novembro
Das 19h às 22h
Apucarana – PN

Palestra “Pedofilia – Quebrando o Silêncio”, com Sarg. Tânia Guerreiro.
Assuntos abordados:
– como identificar o pedófilo
– o que o atrai
– qual a sua preferência
– quais os sinais que a criança apresenta
– qual o papel dos pais
– como a criança vítima de pedofilia se comporta na escola
– qual o papel dos professores

Realização: SESC Paraná

Local: ACEA, Av. Jaboti, 101

Informações: SESC Apucarana,
tel: (43) 3422-1323 – Inscrições gratuitas até dia 23/11.

Escola Verde


Fonte: http://www.responsabilidadesocial.com

 

Projeto reúne sete instituições públicas de ensino do DF e leva lições sobre meio ambiente

 

Estudantes de escolas públicas do Distrito Federal apresentaram na última semana os resultados de um ano de trabalho em prol do meio ambiente. Eles participaram do “Projeto Escola Verde Vida”, desenvolvido pela Associação Família Cidadã, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente. O objetivo é estimular a criação de postos de coleta seletiva nas instituições educacionais, sensibilizar toda a comunidade escolar para a redução, reutilização e reciclagem dos resíduos, além de tratar sobre questões ambientais na sala de aula.

Ao todo, sete escolas de Taguatinga, Guará, Sobradinho e Samambaia, participaram das atividades, que incluíram palestras, oficinas, encontros, pesquisas de campo, entre outras ações. Na quinta-feira (19), cada instituição teve a oportunidade de apresentar seus trabalhos, trocar ideias e sugestões de estratégias para o desenvolvimento do tema da coleta seletiva e preservação das áreas verdes. As unidades também receberam certificados de “Construtoras da Educação Ambiental”.

Com o intuito de formar uma rede social para propagar as lições aprendidas e dar continuidade ao projeto, a entidade preparou material pedagógico e de apoio para distribuição. A proposta é formar educadores ambientais e multiplicadores e atingir cerca de 10 mil pessoas, entre alunos, pais, professores e a comunidade entorno das escolas.

Segundo a organização-não governamental Família Cidadã criada em 2004, embora a iniciativa priorize a questão dos resíduos sólidos, o projeto buscou também integrar-se de forma mais abrangente com as questões relacionadas à ecologia urbana e à conscientização a seu respeito. Para tanto, promoveu oficinas práticas que envolveram a percepção e a interação dos alunos com o meio, destacando-se as áreas de vegetação urbana remanescente e a proteção das áreas verdes comuns como um processo inseparável de valores de cidadania.

Cynthia Ribeiro

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Entre em Contato

Associação Família Cidadã
Site: http://familiacidada.org/
Telefone: (61) 3201-5629


DIA DO SURDOCEGO


Fonte: http://www.maragabrilli.com.br/dia-do-surdocego

No Brasil, segundo o Censo do IBGE, há 1.250 pessoas com essa deficiência. Você sabe o que é surdocegueira? Existem instituições que apoiam essas pessoas. Conheça quem são e ajude. Faça do dia 29 de novembro um dia de inclusão.
A surdocegueira é uma deficiência que se caracteriza pela perda da audição e da visão concomitantemente em diferentes níveis. Dependendo do nível de comprometimento da visão e audição, o contato do surdocego com o mundo pode ser bastante comprometido. Por esse motivo, a pessoa surdocega pode desenvolver diferentes maneiras de comunicação e interação com o mundo. Entenda algumas:

Alfabeto Dactilológico: as letras do alfabeto se formam mediante diferentes posições dos dedos da mão;

Alfabeto de Escrita Manual: quando o dedo indicador da pessoa surdocega funciona como um lápis escrevendo o que quer sobre a outra mão;

Tablitas Alfabéticas: são tábuas que têm letras escritas em forma maiúscula ou impressa em Braille. Para a comunicação, o interlocutor vai assinalando cada letra para formar uma palavra com o dedo da pessoa surdocega e ela responde fazendo o mesmo procedimento;

Meios Técnicos com Saída Braille: são máquinas utilizadas pelo surdocego que conhece o Braille.

Libras: Língua Brasileira de Sinais utilizada pelas pessoas surdas;

Tadoma: consiste na percepção, por meio da mão da pessoa surdocega que repousa sobre a boca de quem fala para sentir a vibração das palavras.

Guia-intérprete: uma pessoa que acompanha o surdocego e o auxilia na comunicação por meio da Libras ou outra forma de comunicação.

Quanto mais se estabelece pontes de comunicação e interação com os surdocegos, sua inclusão na sociedade ocorre de maneira mais saudável e produtiva. Além disso, essa interação incentiva novas formas de contato entre as pessoas, desenvolvendo nossa sensibilidade para essas questões. Refletir repensar novas formas de comunicação é positivo em qualquer tipo de relacionamento social.

Existem instituições que trabalham pensando e repensando novas maneiras de possibilitar ao surdocego sua inclusão de maneira plena. Essas instituições precisam do apoio da sociedade para continuar esse trabalho essencial para as pessoas com surcegueira e suas famílias. Conheça mais esse trabalho e ajude essas insituições:

Ahimsa – Associação Educacional para Múltipla Defiência
Criada por um grupo de 26 profissionais que atuavam há mais de dez anos com pessoas surdocegas e deficientes múltiplos em outro município, a instituição visa expandir e implementar esse trabalho no município de São Paulo. Seu atendimento foi iniciado em 1991, apenas com trabalho domiciliar e, mais tarde, complementou com atendimento educacional na escola. Tem como missão favorecer e qualificar o desenvolvimento das pessoas com surdocegueira e pessoas com deficiências multipla-sensoriais, promovendo a inclusão social.
Saiba mais: http://www.ahimsa.org.br

Grupo Brasil de Apoio ao Surdocego e ao Múltiplo Deficiente Sensorial
O Grupo Brasil é uma rede de organizações, profissionais especializados, surdocegos e famílias criada em 1997, com a missão de promover a qualidade de vida e ampliação de serviços para pessoas surdocegas e com múltipla deficiência sensorial.
Saiba mais: www.grupobrasil.org.br

 

 

Central de Libras e guias-interprétes

A vereadora Mara Gabrilli é responsável pela Lei nº 14.441/2007 que cria em São Paulo uma central de intérpretes da Libras e guias-intérpretes para surdocegos para facilitar a comunicação dos cidadãos com deficiência. Para as comunidades surda e surdacega a Lei representa um avanço. Segundo a vereadora, o novo serviço vai permitir que esse público seja recebido com mais dignidade quando buscarem informações e atendimento nos órgãos públicos. Para saber mais sobre a Central clique aqui

 

Assista ao vídeo do Projeto Arteiros com dançarinos surdocegos

A partir da poesia “Entretanto Danço” do escritor Itagyba Kuhlmann foi-se delimitando um universo de possibilidades em que a palavra alimenta o movimento. Os participantes compostos por pessoas com baixa-visão, cegos e videntes também experimentaram seus movimentos através de estímulos sonoros, do silêncio, da observação do movimento do outro e da percepção de seu próprio movimento (olhos vendados).

Créditos

  • Concepção/Coreografia/Dançarina: Daniella Forchetti
  • Elenco: Alexandra Zavatine de Oliveira, Cristiano Soares de Freitas, Douglas Sena de Oliveira, Estelita Albano de Toledo, Lisete Pegoraro, Shirlei Caetano e Taise Almeida dos Santos.
  • Músico Convidado: Uirá Kuhlmann
  • Iluminação: Andre Leme
  • Essa apresentação foi realizada no Teatro Comunne em 09/05/2009.

(clique aqui para ver o vídeo)

O Projeto Arteiros foi criado em 2000 com o objetivo inicial de trabalhar a expressão corporal com pessoas com múltiplas deficiências e surdocegos. Atualmente desenvolve, através da dança, a consciência corporal, criatividade, socialização, comunicação e autonomia de todos os participantes.

Mais informações sobre o projeto:

Daniella Forchetti –

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daniforchetti@yahoo.com.br

Edital ProAC Nº 15 – PUBLICAÇÃO DE LIVROS NO ESTADO DE SÃO PAULO


A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo (Joseph Addison.)

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Os livros são a representação do pensamento humano e reproduzem sonhos, pensamentos, idéias e até delírios, porém, cada um, dentro do seu contexto e conteúdo tem seu público e sua utilidade na vida das pessoas.  É só observar por todo mundo como a importância da leitura é colocada em primeiro plano ou não e chegar à conclusão que, aqueles países que já tem em sua filosofia de educação a prática da leitura, conseguiram atingir um status mundial com muito mais evidência do que aqueles que não dão muita importância para este fato.

Tudo está correlacionado e o crescimento de uma nação se dá através do conhecimento, da informação e principalmente seus princípios éticos e morais, estando a leitura num grau de grande importância para que ela atinja este patamar de auto suficiência em todas as suas possibilidades e ações.

Vamos incentivar a leitura como forma de transformação pessoal de cada um.

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Alavanca Social – Assessoria no 3º Setor (Gestão, Captação de Recursos, Elaboração de Projetos e Treinamento) https://alavancasocial.wordpress.com

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A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA torna público o CONCURSO que fará realizar visando à seleção de projetos de PUBLICAÇÃO DE LIVROS NO ESTADO DE SÃO PAULO para apoio cultural, com observância na Lei Federal nº 8.666 de 21 de junho de 1993, Lei Federal nº 9.610, de  19  de fevereiro de 1998 (Lei de Direitos Autorais), no que couber, na Lei Estadual nº 6.544, de 22 de novembro de 1989, e alterações posteriores, Lei Estadual nº 12.268, de 20 de fevereiro de 2006, bem como toda a legislação complementar relacionada ao ProAC, e em conformidade com as condições e exigências estabelecidas neste Edital e seus anexos.

Data Final: 01/12/2009

Acesse: http://www.cultura.sp.gov.br/portal/site/SEC/menuitem.16360041db26aa2797378d27ca60c1a0/?vgnextoid=3869e8504fd54210VgnVCM1000004c03c80aRCRD&vgnextchannel=4923b23eb2a6b110VgnVCM100000ac061c0aRCRD

TRANSFORMAÇÃO TRANSPESSOAL – 3 IN 1 CONCEPTS


Que haja transformação, e que comece comigo. (Marilyn Ferguson)

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Olá pessoal!

Conforme havia falado recentemente, envio novas informações sobre esta técnica terapêutica maravilhosa que realmente apresenta resultados de grande expressão e valia para a vida das pessoas, que ocorre através da Técnica 3 in 1 Concepts de Transformação Transpessoal.

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Em Indaiatuba, a terapeuta Teresa Cristina Simões Lahr realiza este trabalho com maestria e muita competência, tendo proporcionado a muitas pessoas, respostas, transformações, além de novos e melhores rumos a seguir e o crescimento pessoal em todos os níveis.

Cinesioterapeuta com abordagem Transpessoal – na aplicação das técnicas Three in One Concepts, Balanceamento Muscular, Terapia Floral, (19) 3329 4498  /  (19) 9176-9313  /

VISITE: www.3in1concepts.blogspot.com .  /   tcris3in1@yahoo.com.br —————> Faça contato e comprove !”

Vejam a seguir o depoimento da Teresa sobre esta técnica:

” Há mais ou menos 10 anos, buscava em exames clínicos soluções para problemas físicos que me incomovam. Foi nessa época que um dos médicos com quem me consultei sugeriu um tratamento que buscasse a causa dos sintomas no corpo mental e emocional, já que no físico não a encontrávamos. Foi ele quem me indicou o 3 in 1 concepts. A primeira impressão foi estranha, fiquei confusa. Como meu corpo poderia falar com alguém sem que eu nem mesmo estivesse expondo meus problemas com palavras? Mas ele falou. E mais: me senti muito melhor após a primeira sessão. Em poucas sessões, os sintomas físicos cessaram. Muitas “fichas” cairam e percebi que buscava mais que a cura física. Fiquei fascinada pela técnica e continuei as “desativações” – como são chamadas as sessões – por aproximadamente 2 anos. Não que fosse necessário, mas vez ou outra eu sentia necessidade de equilibrar o meu sistema novamente. Tive a felicidade de entrar em contato com uma equipe de facilitadores 3 in1 , estudei muito e então me tornei um deles. Quis trabalhar com a técnica porque ela me surpreendeu e trouxe muitos benefícios em todas as áreas da minha vida. O que quero agora é dar a mesma oportunidade à outras pessoas”.

Em seguida procurei saber mais sobre mim e desta forma conheci a Transpessoal que me fez entrar em contato com uma nova perspectiva integrativa.  A partir deste momento, associei o que já era bom com algo  que a deixou melhor ainda: Three in One Concepts com Abordagem Transpessoal. Conheça-se, e encontre as respostas necessárias à todas as áreas de sua vida exatamente dentro de você!

Visitem o Blog  http://3in1concepts2.blogspot.com e conheçam mais sobre a terapeuta e seu trabalho.

Vale a pena conferir ! Eu fui conferir e obtive a certeza dos resultados !

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Em alguma fase do processo de evolução nos perdemos da fonte criativa. Acabamos nos hipnotizando pelo mundo físico, que conduz nossas ações através do hemisfério esquerdo – racional e analítico. Tudo o que nos acontece depende do que desejamos e acreditamos poder. Se o pensamento é positivo, direcionamos nossas ações para expressões que provocarão efeitos também positivos. Mas se a mente se fixa às crenças lógicas, podemos nos enganar e tomar caminhos repetitivos de sofrimento e fracasso. O trabalho do 3in1 concepts auxilia na reconexão dos hemisférios, assegurando que nosso sucesso seja determinado não pelo que está acontecendo, mas pelo que FAZEMOS com o que acontece”

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Alavanca Social – Assessoria no 3º Setor (Gestão, Captação de Recursos, Elaboração de Projetos e Treinamento) https://alavancasocial.wordpress.com